#

Amanda, a atriz

751 palavras | 0 |4.00
Por

Um grande dia de sorte no em um aplicativo de cardápio de perfis

Meia hora olhando para o teto, quem sabe mais, deitado na minha cama de solteiro, lençol branco, talvez amarelo, um edredom surrado jogado no canto, só mais um dia de uma pacata vida em uma quarentena. Na mesa do computador algumas pontas de baseado, latas de cerveja vazias, enquanto na caixa de som Hendrix toca Foxy Lady, me faz lembrar dela.
Levanto da cama, passo por alguns obstáculos como tênis revirados e meias sujas, vou ao banheiro, tomo um banho quente como uma tentativa de se livrar do mau cheiro, volto à cama, mas ele acompanha. Era uma mistura estranha de chulé, peidos abafados e arrotos alcoólicos, tudo misturado em uma pequena quitinete trancada.
Abro a janela, pego o celular, vou falar com a tal Foxy Lady, minha ex, música esta que embalou vários momentos de amor. Dou aquele fatídico “Oi, sumida”, e fui respondido com uma visualização. Tenho que tentar algo novo.
Abro um aplicativo de cardápios de likes, e uma das fotos fui correspondido com um coração. Amanda, cabelos curtos e pretos, 23 anos, estudante de teatro. Começamos naqueles papos de sempre, quem é você, o que faz da vida, de onde vem, e fui surpreendido com um “bora tomar uma cerveja?”. Claro, por que não? Com os bares fechados a alternativa foi ir ao supermercado mais próximo, comprar umas latas, enquanto ela vem até minha maravilhosa quitinete.
Não deu nem tempo da cerveja gelar, e recebo uma mensagem, era ela dizendo que estava no portão. Vou de encontro a ela. Cheirosa, deve ter uns 60 quilos, 1,65m, parece que acertei na escolha do cardápio.
Ela tinha um gosto musical refinado, botou um Chico Buarque enquanto eu servia a cerveja, tinha um papo legal, era dessas meninas descoladas, que gosta de viver o hoje intensamente. Acendi um baseado, intercalando com goles de cerveja e papos de política, senti que estava ganhando a confiança da moça.
Cerca de meia caixa de cerveja depois, já estávamos bem a vontade um com o outro, tudo fluía muito bem, foi quando resolvi fazer um carinho em sua perna, fui correspondido com um sorriso, em seguida um gole de cerveja e um beijo. É quando já não tem mais volta.
Carinhos na barriga, respiração ficando forte, passei a mão em seu peito, por cima da blusa, fui correspondido com um carinho em meu pau. Cessei o beijo e tirei a blusa dela, na mesma hora ela fez o mesmo com a minha bermuda. Continuamos nos beijos quando tirei-lhe o sutiã, beijei seu pescoço e desci para os peitos, não eram muito volumosos e por isso estavam firmes. Os chupei por um tempo, até começar a beijar sua barriga, chegou a hora de tirar a calça, em seguida a calcinha. Fiquei um pouco espantado, não era a buceta mais lisinha que eu já tinha visto, mesmo assim salivei, fui beijando suas coxas até chegar na parte quentinha entre elas. Que delícia. Estava adorando lambê-la enquanto via a Amanda se contorcendo de prazer, sentada na cadeira da cozinha.
Agora foi a vez dela. Apesar de ser aspirante à atriz, não fez cena, caiu de boca no meu pau, chupava com toda a maestria de uma estudante universitária, lambia a cabeça, passava a língua em toda lateral do meu pau, chupava e lambia as bolas, que boquete!
Os dois explodindo de tesão, levantei ela pela bunda, nos beijamos até chegar na cama, joguei ela lá, abri a gaveta da mesinha, peguei uma camisinha, botei e instantaneamente meti meu pau naquela bucetinha quentinha.
É muito bom meter quando estamos morrendo de tesão, peguei ela de papai e mamãe por uns 10 minutos, dando beijos e chupando seus peitos. Ela me pede para que eu a pegue de quatro, prontamente seu pedido foi atendido. Que bundinha gostosa, meti por mais um tempo até ela começar a se tocar, não demorou muito escutei sua respiração ficar mais ofegante, seu rosto vermelho e uns gemidos indicando que estava gozando. Logo foi minha fez de terminar o serviço naquela posição.
Um cigarro aceso, uma última cerveja enquanto ela se vestia, uns minutos depois ela me abraçou, beijou meu rosto, disse que tinha gostado muito, mas o motorista já estava esperando ela na frente da minha casa – “Tchau, Amanda, quem sabe nos encontramos por aí”.

Nephilin Summit

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,00 de 3 votos)

Por #

Nenhum comentário

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos