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Trabalhando fora

1398 palavras | 2 |4.14
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Me chamo Catarina (fictício), tenho 42 anos, não sou aquela coroa de dar inveja, mas também não sou de jogar fora.
Tenho uma bunda grande, tipo de coroa mesmo, mas muito homem olha pra minha bunda, seios bem cheios, mas não caídos, daqueles que quando eu ando, por eu nuca usar sutiã, eles ficam balançando, agitando a ilusão dos homens na rua. Coxas grossas e bem bronzaeadas, uma barriguinha um pouco saliente, pra minha idade apresentável.
Eu e meu marido, depois dos filhos formados e casados, começamos, devido a inflação, a passar meio apertados com as contas, e decidimos que eu tinha que trabalhar fora pra ajudar no sustento da casa.
Comecei a procurar qualquer emprego, já que eu sempre fui dona de casa e o único que eu sei fazer, é arrumação de casa.
Passado alguns dias, meu marido me falou de um conhecido que tinha uma empreiteira, e ele estava procurando uma faxineira.
Fui conversar com o Raimundo, um homem de seus 50 anos, que tinha uma firma de empreitagem, uma amiga já tinha me dito que o Raimundo, era separado e muito sem vergonha, a mulher que entrasse na sua firma que não desse pra ele, não ficava.
Eu não falei nada pro meu marido, e aceitei o emprego.
A firma era em uma casa muito velha, e mais parecia uma boca de porco, mas tudo bem, o salário era bom, e eu tinha tudo que me era de direito, vale transporte, vale refeição, e bonus se eu não faltasse um só dia.
Os primeiros dias foram tranquilos, só que peão era relaxado, o banheiro sujo, os móveis todos empueirados, cozinha toda suja, muito trabalho para deixar tudo limpo. Trabalhava sempre com muito respeito de todos.
Além do Raimundo que era o dono, tinha ainda o Severino que era o pedreiro, o Sebastião que era o pintor, o Luis que era o encanado, o Geraldo que era o eltricista, e mais dois ajudantes, o Chico e o Tonho, que tinham lá seus 18 anos.
Como a firma estava muito suja, o expediente normal não dava conta para que eu limpasse tudo, devido ao entra e sai dos trabalhadores. Então eu decidi junto com o Raimundo, fazer horas extras aos sábados para começar a dar conta da limpeza.
Cheguei as 8 horas e comecei o serviço de limpeza, quando começou a chegar os funcionários, devido a ser sábado, não tinha serviço pra eles, e eles ficaram todos na sala, onde tinham 2 sofás para acomodar todo mundo.
Comecei pelo banheiro, limpei a cozinha, limpei o quintal e recolhi todo o lixo que se acumulava desde o começo da semana, e quando eu entrei na sala onde eles estavam, foi a minha surpreza.
Estavam todos de pinto pra fora, batendo punheta.
Eu sempre gostei de ler os contos eróticos, e sempre me abismei com fantasias de grupos, uma mulher com vários homens, ficava imaginando como sería.
Uma vez eu apresentei os contos eróticos ao meu marido e ele brigou comigo, então eu sempre li escondido dele, e agora eu estava vivendo esse momento.
Eu vi cada pinto, um mais grande que o outro. Fiquei abismada de boca aberta, acho que o menor que era do Luis, era do tamanho do meu marido. Imediatamente eu fui em direção ao Raimundo que estava sentado em cima de sua mesa, e com o seu pinto já todo duro, quando ele me falou.
Vem Cata, dá uma chupada gostosa no meu pinto que você está de boca aberta.
Sem resistir, agarrei aquele pintão duro, que dava quase o dobro do meu marido, o do meu marido media 17 cm, do seu Raimundo devia medir uns 22, o do Tonho que era o ajudante, devia ter uns 25, os outros deviam medir por aí, entre 20 e 22, só o do Luis que era quase do mesmo tamanho do meu marido, devia ter uns 18.
Quando eu comecei a chupar o pinto do Raimundo, que pinto, grosso, mal cabia na minha boca, eu comecei a sentir o Luis começar a chupar meu cu, nisso o Chico já agaixou por baixo e começou a chupar minha buceta, que gostoso, uma língua roçando com vontade meu cu, outra língua alvoroçada na minha buceta, e um pinto bem grande e bem duro na minha boca, o Raimundo segurava a minha cabeça e empurrava seu pinto todinho na minha boca, que ia até a garganta, as vezes até engasgava, mas eu continuei firme.
Além de um pinto na boca, uma língua no cu e outra na buceta, estiquei meus braços, e comecei a punhetar o Sebastião e o Severino, o Tonho ficou só acariciando meus seios que já, depois de muito tempo, já que eu não sentia tanta sensação com meu marido, estavam duros, eu nunca imaginei que depois dos 40, eu iria ficar com os peitos duros novamente como uma adolescente.
Antes que o Raimundo gozasse na minha boca, ele tirou de dentro, e comecei a chupar o pinto do Tonho que era o maior, nisso o Raimundo começou a roçar no meu cu, e eu pensei, depois de um tempo sem dar o cu, eu não dava nem pro meu marido, só de vez em quando, ele vai começar por aí?
Nisso um pensamento me veio.
“Vai doer, um pintão grande como esse. Ah, que se foda, deixa doer, que me arrombe, quero sentir uma sensação que nunca senti na vida”.
De repente ele encaixou aquela cabeçona na borda do meu cu, e começou a empurra, e não aguentando, falei.
– Hum, pôe devagar que dói.
Ele olhou bem pra mim e disse:
– Tá bom, mas você vai sentir de todo mundo.
Ele agarrou na minha cintura, e eu chupando o pinto do Tonho, e começou a socar, no começo devagar, depois começou a socar com força.
E Eu comecei a sentir aquele puta pintão entrando rasgando meu cu, começou a doer, mas eu aguentei firme, porque eu sabia que ia vir muito mais, e que eu tinha que ser forte. Então sentia seu pinto entrar e sair com força do meu cu, entrando e saindo, entrando e saindo, aquele puta pintão gostoso. O Sebastião começou a esfregar o pinto dele nos meus seios, quando o Tonho não aguentou e gozou dentro da minha boca, fazendo com que eu engolisse toda a porra quente dele.
Depois do Raimundo dar aquela gozada no meu cu, o Chico me deitou no sofá e começou a esfregar seu pinto na entrada da minha buceta, e quando ele foi colocar dentro, ele não aguentou e gozou bem em cima da minha buceta, como eu estava previnida, peguei um baldezinho com água limpa que eu tinha deixado para uma eventualidade dessa, dei uma lavadinha, e com uma toalha, dei uma secada, e fiquei pronta pra outra, nisso o Geraldo que tinha um pinto que media uns 20cm, sentou no sofá, com seu pinto bem duro, e me fez deitar em cima dele, enfiando seu pinto todinho na minha buceta, enquanto que o Luis começou a socar no meu cu, como seu pinto era moderado, não doeu muito, só foi doer novamente quando o Tonho com seu pinto enorme socou com toda a força.
Eu senti aqueles pintos enormes se esfregando na minha buceta pra dentro e pra fora com toda a força, parecia que eles iam arrancar minha buceta e meu cu de uma vez, era uma sensação tão gostosa, que minha buceta ficou inchada, de tanto tesão.
Eu dei umas 5 ou 6 gozadas, algo que eu nunca tinha sentido, pois gozava uma vez só com meu marido e ficava por isso mesmo.
Eu saí de lá naquele dia, parecendo uma pata xoca, de tanto que ardiam meu cu e minha buceta, mas foi muito gostoso, eu trabalhei lá por mais 2 meses, depois eu saí, não podia enganar meu marido por muito tempo.
Agora tudo voltou ao normal, e ele nuca soube dessa história.

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2 Comentários

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  • Responder Edilson

    Vc é fera Patrícia apoiada e bem consciente teu comentário qual seu email?telegram?

  • Responder Patricia casada 42 anos

    É um conto ruim, pq msm que ela quisesse, ela não ia ceder logo, ela ia fazer um joguinho de dificil antes, mulher é assim, é fictício, até ai td bem, mais que seja bem feito, é fictício mais que tenha coerência com a realidade.