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Primeira vez que eu cedi

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Um negro me cantou gostoso e acabou rolando

Eu moro numa cidade vizinha ao Rio de Janeiro, sou casado e sempre curti mulher, mas aos 30 e poucos anos me aconteceu algo inesperado. Nunca tinha tido nada com homem na infância ou adolescência, mas comecei a ficar curioso mesmo enquanto saía com a mulherada. Então aos 30 entrava em chat de homens e teclava, depois ganhei coragem e comecei a marcar encontros, sempre num lugar público ou de carro, nunca na casa de ninguém, tinha curiosidade mas ao mesmo tempo muito medo de me expor.
Os caras que acabavam me atraindo no chat eram sempre caras masculinos e fora do meio, às vezes casados, bons de papo, e não sei explicar por que, quase sempre ativos. Isso me incomodava, porque não queria me imaginar como o passivo de outro cara, mas de tanto conversar e praticamente só curtir o papo com caras que se diziam ativos, deixei de esquentar a cabeça com isso.
Quando eu teclava bastante com um cara e curtia, e me sentia seguro, de vez em quando topava encontrar pra conhecer pessoalmente. Alguns eram pura decepção, eram até efeminados, e eu logo me despedia e ia embora, mas outros eram maneiros de conversar e passavam confiança. Só que nunca passava disso. Quando a gente se encontrava de carro, os caras queriam aproveitar pra fazer algo, claro, mas sempre fui muito tímido e tinha medo mesmo já aos trinta e poucos anos de idade. Eu dizia que só tava ali pra conversar mesmo, e a coisa acabava por ali. Os mais afoitos chegavam a me encostar um pouco, mas eu dizia que não queria e tal, e eles paravam. Em geral eram coroas casados e acho que tinham medo de dar merda também. No fundo, acho que eu bem queria que eles tivessem mais iniciativa, mas também não queria parecer muito dado.
Até que um dia conheci um cara bem diferente dos outros. Era negro e jovem, 23 anos, universitário, morava num bairro pobre e estudava com bolsa, mas era já experiente nisso e muito bom de lábia. Luciano o nome dele.
Peguei ele de carro perto da faculdade dele, achei ele bem feinho mas com jeito de macho mesmo. Fomos pra um estacionamento da faculdade na época, enorme, e conversamos à beça, até que claro, chegou um momento que ele já mostrou que tava muito interessado e começou a me elogiar e me tocar o corpo.
Embora eu estivesse curtindo, mais uma vez me veio aquela sensação de estar fazendo algo errado e de sair dali, só que Luciano não parava de me sarrar quando eu pedia. E daí abriu a calça e me mostrou a cueca branca com um bichão enorme por dentro, me mandando pegar.
Eu sei que depois de muita enrolação minha, ele ficou meio puto e começou a dizer que não ia sair dali sem um carinho no pau. Eu cedi pra sair logo dali, fiz uma massagem no membro dele por cima da cueca, mas ele mandou eu abaixar a cueca dele e botar o pinto pra fora. Fui cedendo na intenção de resolver e ir embora, mas quanto mais eu cedia mais ele queria. O cara era esperto nessa parada, ele sabia que no fundo eu era um reprimido da porra.
Então depois de botar pra fora eu fiz carinho, e depois do carinho ele queria um beijinho na pica. Eu disse que não, de jeito nenhum, e aí ele negociou que queria então um beijo na boca. Cedi, pedindo que fosse rápido, só um selinho. Mas o selinho virou um beijão, a boca grande dele
parecia que ia me engolir. E claro que aí ele já passou a me agarrar e queria porque queria que eu desse um “selinho” no pau dele. Eu tentei resistir mas ele já me pegava sem pudor, fungava meu pescoço, falava sacanagem e por fim, pra me quebrar de vez, me deu um tapinha no rosto e riu bem safado. Como não reagi, mais tapinhas, e então virou tapão, já falando firme, jeitão de macho mesmo, me mandando abaixar, até que me entreguei.
Botei na boca aquela pica enorme, chupei do melhor jeito que eu pude tentando agradar aquele cara que na minha cabeça já aparecia diferente dos outros, como um verdadeiro macho.
Dali não teve jeito, o negro já me fez dirigir prum motel. Falei com a atendente cheio de vergonha mas só conseguia obedecê-lo.
Lembro até hoje de como ele sorria de satisfação de pé na esquina da cama, eu de quatro olhando no espelho, cheio de medo vergonha e tesão, e devagarinho ele se encostando na minha bunda branca, e aquele piruzão preto já encapado sumindo devagar dentro de mim. Doía muito mas mesmo assim não pedi pra sair, só gemia baixinho e ele falando putaria e pedindo pra eu relaxar, fazendo um vai e vem gostoso, a sensação de estar dominado por aquele negro era impressionante. Pra minha sorte ele gozou rápido. Tirou a pica, deu um tapa na minha bunda e falou bem cafajeste “agora esse rabo é meu, viado”, e caiu na cama. Eu fui tomar uma ducha, cheio de dor de consciência, decidido a sumir dali. Mas quando voltei pro quarto só consegui ficar admirando aquele negro jovem, feio e absurdamente masculino cochilando. Quando acordou, me comeu de novo e dessa vez eu gozei. Saí com ele durante seis meses, sempre me recriminando mas sempre cedendo àquele papinho maroto e àquele domínio que eu não consegui resistir.
[email protected]

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3 Comentários

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  • Responder Tony Bahia

    Conto maravilhoso. Sou machão casado com uma mulher muito gostosa mas confesso que dois Sacanas me pegaram de jeito e me foderam uma manhã inteira e sempre gozando na minha boquinha. [email protected]

  • Responder carlos

    Oi tudo bem
    Gosto muito de ler contos som bom a gente tem muitas fantasias e fica com muito tezão
    To separado nunca fique com h mas com tudo os contos que li to com muita bondade
    Gostaria de ter um amigo para poder falar de setas coisas seria muito gratificante sim vc quer escrever para mim [email protected] eu agradeso mas tem que ser com muito respeito e sigilo espero teu contato

  • Responder ORFHEU

    é assim mesmo conheco mtos caras reprimidos que sentem mta vontade de se entregarem como femeas submissas a machos de verdade, espero que continue contando suas experiencias