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Por um triz

1721 palavras | 0 |3.58
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Incesto mais casual de minha vida, cunhada deliciosa e putinha maravilhosa.

Sabe nestes dias em que as horas dizem nada, que você nem troca o pijama preferia estar na cama, pois bem; esta aventura aconteceu justamente num dia como este, em um domingo de manhã.

Estava em minha casa, com uma preguiça absurda, sem nada de especial para fazer, minha mulher Ana estava viajando a serviço e o telefone toca, tocou várias vezes, definitivamente não estava a fim de papo, como a insistência era grande, resolvi atender e saber quem seria, com aquela voz manhosa reconheci na hora, era ela, a diva dos meus sonhos, sabe aquela mulher que você olha e acha que nunca vai ser sua, que é muita areia para o seu caminhãozinho, pois bem, esta figura com quase 1,80 cm de pura beleza, morena, olhos cor de mel, corpo escultural e um sorriso estonteante, já me cumprimenta dizendo:

– E ai meu cunhado, cadê minha irmã, já chegou?

Minha lerdeza passou na hora e com voz ativa respondi:

– Fala cunhadinha do coração, ainda não, estou só, na maior moleza, ela continuou:

– Você vai sair agora?

– Não, e perguntei: Por quê?

– Eu queria pegar uma roupa dela emprestada, quando ela chega?

– Acho que só de tarde, Finalizou dizendo:

– Chego já ai, me aguarde.

Meus amigos; sempre aguardei por esta oportunidade, desde que conheci minha mulher, nunca tive a chance de ficar sozinho com a cunhadinha, meu coração acelerou, corri para o banheiro, tomei um banho, aparei os pelos pubianos, fiz a barba, passei uma loção de aroma bem suave, pus outro pijama de tecido fino e claro sem cueca, dei uma geral na casa, minutos depois a deusa chega com um micro shortinho jeans, uma blusinha baby loock, sem nada por baixo e fala com a maior cara sínica:

– Cunhadinho quero ir ao clube, porém, os meus biquínis estão horríveis , será que encontro algum que me agrade, posso procurar? depois eu falo para ela.

– Minha querida, você pode tudo.

Levei-a para o quarto e mostrei onde Ana guardava aquele tipo de roupa, ela separou uma três peças e lamentou:

– Poxa, a mana é muito pequenina, acho que não vai dar.

Para não perder a oportunidade e falei:

– Porque você não experimenta, de repente encontra um que lhe agrade e fique perfeito em você.

– Ok, onde posso vestir?

– Vá ao closet e vista, você quer beber algo?

– Só um suquinho.

Fui à cozinha, quando ela grita do quarto dizendo:

– Cunhadinho vem aqui rapidinho, fico muito indecisa para escolher roupa. Pessoal, Ana, pelo seu tamanho, veste 38, a cunhada, sendo um mulherão, deve vestir 42, o biquíni ficou mínimo, aquela visão me deixou hipnotizado, fiquei estático, não sabia o que dizer, tentei desviar o olhar, mas, não conseguia, ela sorriu e falou:

– Que foi? O gato comeu sua língua?

Gaguejando falei:

– Não cunhadinha, é que eu não esperava ver tanta beleza numa manhã tão comum.

– Deixa de besteira e diz logo o que achou.

Bem se eu falasse que estava perfeito ela iria logo embora. Disse:

– Ta legal, más você já experimentou os outros?

-Não, espere que vou vestir para você ver.

Saí e fui buscar o suco, quando retorno, vestia um branquinho de tecido bem fininho, menor ainda, pedi para dar uma voltinha, sua bucetinha carnuda fugia pelo lado do biquíni, sua bunda volumosa engolia todo o tecido de trás, o sutiã cobria apenas os bicos dos seios, não resisti, meu pau ficou duro na hora, foi incontrolável, ela percebeu e com a maior malícia do mundo, disse:

– Cunhadinho tudo isso é só porque me viu com este biquíni,

– Minha querida o que você esperava, uma mulher belíssima, com um biquíni que ficou perfeito em você, te desejando do jeito que te desejo, não dá para resisti.

– Você gostou do que viu?

– Você é perfeita, más, a parte de trás está torta, posso ajeitar?

– Pode.

Fui chegando perto, pedi que virasse, olhei de perto aquela maravilha, um formato perfeitamente proporcional, pele lisinha, carne durinha, lentamente meti os dedos nas beirada da tanguinha, fazendo ficarem alinhadas, desci um pouco mais os dedos e toquei em sua bucetinha, já estava úmida, curvei o dedo maior de todos e enfiei bem devagarzinho naquela gruta, ela deu uma gemidinha manhosa e se virou para mim, dizendo com todo o carinho:

– Cunhadinho, não podemos fazer isso, e se minha irmã chegar, já pensou na bronca?

– Não esquenta ta tudo sobre controle.

Aquela altura, eu já estava no foda-se, não ia me perdoar em perder aquela mulher que sempre desejei praticamente me dizendo me come, por causa da possibilidade de uma cagada. Puxei-a mais para perto e sentindo um delicioso e discreto perfume em sua nuca, passei a língua iniciando da ponta de sua orelha e finalizando com uma mordidinha carinhosa em seu ombro, ela gemia baixinho e se contorcia e cochichava em meu ouvido dizendo que eu era malvado de fazer aquilo, pois sabia que ela estava solteira há muito tempo, numa seca danada e que sempre me desejou, só não tinha tido oportunidade antes e que hoje sabia que sua irmã estava viajando e criou coragem inventando uma desculpa, o clima frio de uma manhã nublada, de repente esquentou chegando a quarenta graus dentro daquele quarto, já não me incomodava com nada, queria morder, chupar e cheirar cada parte daquele corpo, lentamente tirei seu sutiã e mordisquei o biquinho do peitinho, passando a língua em volta da auréola e chupando com tara, nóooossa! Foi muito gostoso, coloquei-a de costas na cama e comecei acariciando seus pés, subi por suas pernas chegando ao meio de suas coxas, e que coxas! Estava quase que totalmente depilada, bem fechadinha com um pequeno pinguelinho que saltava duro e saliente, passei a língua fazendo movimentos circulares, mordendo carinhosamente e com chupadinhas curtas, a gata se contorcia pronunciando sons desconexos, um breve espasmo e logo em seguida uma contração muscular em todo o seu corpo, pouco depois, olhei para seu rosto e vi aquela imagem de prazer e relaxamento. Não havia sensação mais deliciosa que aquela, ver uma mulherona daquela totalmente entregue e deliciada, bem, até ai estava um a zero para ela, e jogo bem jogado tem que dar empate.

Começamos o segundo tempo, nada nos importava, apenas aquele momento mágico, nossos corpos se entrelaçavam, se tornando apenas um, meu pau já se encaminhava para aquela deliciosa gruta, inalcançável para mim por tanto tempo, quando escutamos o barulho do velho elevador abrindo sua porta, paramos ficamos em silêncio na expectativa, ouvimos passos, eram apenas dois apartamentos por andar, a possibilidade de ser a Ana era de cinqüenta por cento, a pergunta que não queria calar era: parava tudo ou ariscava a outra possibilidade, como já estava no auge do clima resolvemos apostar, até ai deu certo, escutamos a porta se abrir e fechar no vizinho, ufa!, Bateu uma loucura nos dois, a adrenalina foi a mil, nós nos agarrávamos como loucos, comecei a meter com uma força danada, ela me arranhava com as unhas nas minhas costas, poucas estocadas, nos agarramos quase nos tornando um só corpo, era o ápice de um desejo contido há anos, gozei como não gozava há muito tempo, foi uma realização total, inesquecível.

Novo barulho no elevador, pulamos da cama, sem prestar atenção, corri para a sala nu, voltei correndo ao quarto, havia esquecido de colocar o pijama, vesti rapidamente, voltei para a sala, sentei no sofá e liguei a televisão, a cunhadinha se trancou no quarto, a chave foi colocada na fechadura da sala, liguei a televisão, minhas mãos suavam frias, minha respiração ainda estava ofegante, sentia cheiro de sexo em meu corpo, aquele assovio conhecido avisando que havia chegado, Ana foi logo dizendo:

– Oi amor, de pijama até esta hora,

– E ai minha querida, já? Você não me disse que só viria depois do almoço, Retrucou:

– Pois é, mas, a saudade era grande e preferi pegar o ônibus das oito para poder almoçar contigo,

– Que bom meu amor, não tinha ideia do que iria comer no almoço,

Ouviu-se um barulho vindo lá de dentro, Ana perguntou:

– Quem está ai?

Com um ar de desprezo, respondi:

– Sua irmã, ela veio pegar emprestado um biquíni seu e esta escolhendo lá no nosso quarto,

– Esta minha irmã não tem jeito, adora roubar minhas roupas, ela sabe que meus biquínis não dão nela,

Baixou a bolsa no chão e veio em minha direção, passou a mão em meu rosto e me deu um selinho, Percebendo algo de errado indagou:

– Amor porque você esta suando?

– Acordei quando sua irmã chegou e não abri as janelas, e hoje ta fazendo um calor cruel,

– Só se for aqui dentro, lá fora ta um vento frio danado.

Entrou no quarto e começou a conversar baixinho com sua irmã, certamente viu a bagunça que estava no quarto, logo em seguida as duas saem caladas e a cunhadinha se despede apenas com um tchau, olhando pelo rabinho do olho e um sorrisinho safado.

Quando a porta de fecha, Ana se aproxima de mim e diz:

– Meu amor, você me mata de vergonha, a mana me disse que viu você curiando na porta quando ela experimentava os biquínis, meu querido isso é muito feio para um homem da sua idade, isso fica para adolescentes, não faça mais isso, senão, ela vai afastar-se de nós e eu adoro minha irmã.

Finalizei a conversa dizendo com a maior cara de pau do mundo:

– Ô meu amor eu jamais faria uma coisa desta, sua irmã não me atrai, você dá de dez a zero nela, sabe que só tenho olhos para você minha querida,

– Hum, sei ! Me engana que eu gosto.

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