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Paixão de menina safadinha

2175 palavras | 8 |4.83
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Como eu tivea minha primeiro paixão, ainda criança, e como perdi minha inocência e me tornei safadinha.

Estava um dia bonito. A tarde era ensolarada no norte do Brasil. Se aproximavam as férias escolares de julho e eu ainda teria que fazer todas as provas. Eu não sabia se eu conseguiria tirar boas notas pois eu já não tinha cabeça para estudar. Eu, obviamente, já sabia que era importante passar de ano pois minha vó vivia falando sobre isso. Eu aprendi a ler com três anos e sempre tirei notas altas desde o primeiro ano. No terceiro ano D, que era minha turma, fui eu quem tirou as notas mais altas da primeira avaliação daquele ano. Agora, porém, eu só conseguia pensar no professor Tadeu. Ele era o professor de um outro terceiro ano e eu só o via nos intervalos. Eu estava apaixonada por aquele homem lindo mesmo eu tendo apenas oito anos. Até hoje eu não entendo como pude ser tão precoce. Nem peitos eu tinha ainda. Minha buceta era só uma coisinha lisa e sem graça. Pelo menos eu achava sem graça, mas como eu não era tão boba, eu desconfiava que alguns homens gostavam, pelo óbvio interesse masculino por aquela parte específica do meu corpinho infantil, interesse que era evidenciado pelos olhares gulosos que sempre se dirigiam para o meio de minhas perninhas de criança, principalmente quando eu estava mais à vontade, na rua, de sainha curtinha de criança, quando naturalmente aparecia minha calcinha quando eu brincava, ou em casa quando eu desfilava como de costume apenas de calcinha pela sala e meus tios ficavam vidrados no desenho que se formava na parte frontal da minhas calcinhas de algodão apertadinhas.

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Sempre tive um bumbum arrebitado e redondinho mas não dava para dizer que era grande. Pelo contrário, eu era toda pequenininha, não apenas as nádegas mas desde as coxas e braços finos até os pezinhos e as mãozinhas pequenas que mal abarcavam meus próprios pulsos que também eram muito finos. Eu lembro bem que eu ainda calçava sapatos número 31e ainda ficavam um pouco folgados. Eu era uma coisinha pequena mas, no fundo, já me achava uma moça. Apesar da aparência magricela e miúda eu me achava bonitinha, às vezes não, mas geralmente eu tinha minha autoestima inabalável, mas eu lembro que, como toda menina, eu amava ser elogiada. Meus olhos eram meu orgulho: olhos verdes que se destacavam por onde eu passava. Minha pele parda, mais para branca, era herança genética da minha mãe e meus cabelos negros e lisos com certeza herdei da minha avó que tinha descendência indígena. O formato do meu rosto era exótico e belo, um pouco anguloso e com um olhar marcante. Talvez por ter tal beleza exótica que hoje confirmo pelas fotos, alguns coleguinhas da escola me chamavam de feia. Eu nunca liguei muito para esses comentários, eu preferia acreditar nos elogios dos meus avós que me chamavam de princesinha.

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A tarde realmente era linda lá fora. Eu via pela minúscula janela da sala de aula o azul do céu. Eu torcia para chegar logo o recreio pois eu queria ver logo o Tio Tadeu. O tempo demorava passar naquela sala. A Tia Sandra estava especialmente chata naquele dia. Eu só pensava naquele homem lindo. Não via a hora de vê-lo novamente. Esperava que se repetisse tudo igual o dia anterior: o abraço gostoso no qual eu pudesse sentir o seu cheiro de homem, as brincadeiras pelo pátio da escola, as carícias no meu rostinho e beijos na minha testa, bochecha e cabeça. Tudo aquilo era muito bom. Eu queria de novo, e de novo, e de novo…

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Seriam apenas quinze minutos. Eu sabia. Mas eu estava esperando aquele momento como quem espera a maior felicidade do mundo. Eu não entendia bem dessas coisas mas eu me sentia especial para o Tio Tadeu. Ele me olhava com um jeito tão diferente dos outros homens. Talvez a ausência do meu pai me fizesse sentir essas coisas mas para mim isso não importava. Eu percebia como Tio Tadeu se diferenciava dos outros professores e professoras da escola. Ele era o único que vinha para o pátio e para a área de recreio brincar com as crianças.

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Ele geralmente ficava mais com os alunos do terceiro E, que era a turma dele. Ele brincava com os meninos, mas eu percebia que ele dava muito mais atenção para as meninas. Abraçava, beijava, acariciava. Tudo muito discreto e respeitoso pois estava à vista de todos. Foi assim que eu me aproximei dele por volta do mês de abril daquele ano. A minha prima Larissa era aluna dele e eu ia brincar com ela no recreio. Numa dessas ele estava abraçando a Larissa e eu cheguei e dei um “oi” para a Larissa. Quando ele soube que eu era prima da Larissa ele passou a me dar bastante atenção. Depois de alguns dias ele só dava atenção para mim no recreio. Ele tinha uma voz linda. Um sorriso lindo. Eu gostava quando ele me abraçava. Eu sentia um calor. Uma coisa que nunca senti antes. Eu escrevi várias cartinhas para ele. Fiz vários desenhos com coraçõezinhos e entregava a ele no recreio. Ele sabia que eu sentia um carinho imenso por ele. Até ali ele me respeitava e tudo dele por mim não passavam de carinho e brincadeiras. Naquela tarde fatídica isso mudaria.

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Tocou a campa. Eu estava ansiosa para vê-lo como sempre. Corri para a fila da merenda. Comi às pressas e fui em busca do homem por quem eu me sentia apaixonada. Não achei o Tio Tadeu em lugar nenhum. Fiquei triste E frustrada. Decidi ir ao banheiro e foi aí que tive uma visão que me deixou muito chocada e decepcionada: Tio Tadeu estava no corredor, perto do banheiro, onde ninguém podia olhar. As crianças todas estavam lá fora brincando na área de recreação que era um tipo de jardim. Os professores e professoras todos estavam lanchando para logo retornarem às suas devidas salas. Enquanto isso Tio Tadeu estava ali e não estava sozinho. Larissa estava abraçada com ele, suspensa do chão, com as pernas arreganhadas em volta da cintura do Tio Tadeu. A mão dele segurava minha prima pelo bumbum e dava para ver que ela se esfregava na altura da virilha do Tio Tadeu. A mão dele ia por baixo da saia do uniforme especial de evangélica que a menina vestia, ele claramente estava acariciando a bunda da Larissa e o pior, ela estava deixando e certamente gostando. Parecia que eles se beijavam mas não dava para ter certeza de onde eu estava. Senti muita raiva. Estranhamente eu senti um terremoto de ciúmes por dentro pois eu queria estar no lugar da minha prima.

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Fiquei ali olhando. Paralisada. De repente, num impulso, corri em direção a eles. Tio Tadeu tomou um grande susto e largou a Larissa que ficou desajeitada e sem graça. Cheguei e fui logo abraçando ele como quem diz: “ele é meu”.

— Oi, Mirella. Pensei que você estava brincando lá fora — falou o Tio Tadeu, meio sem graça.

— Oi, tio. Eu tava te procurando — respondi, lançando um sorriso de quem tinha achado um tesouro.

Eu, baixinha que era, fiquei abraçadinha ali com aquele professor. Minha cabeça não chegava a sua cintura pois o Professor Tadeu era um homem bem alto. Abraçada, encostei meu rostinho na altura da sua virilha e pude sentir aquele volume característico que sempre me deixou curiosa nos homens, sobre como era dentro da cueca deles. Pude sentir aquele cheiro forte e agradável de homem. Eu não queria mais largar o meu Tio Tadeu. A Larissa não deixaria barato e foi tentando me empurrar dali. Começava uma briguinha ali, entre eu e minha prima. Mas a forma como ele administrou a situação foi inusitada e agradou a nós duas. Era notável que ele gostava daquela situação em que ele era disputado por duas crianças. Ele ria. Tio Tadeu fez uma proposta:

— Eu abraço as duas, tá bom? Uma de cada vez…

— Tá bom, mas agora é minha vez, tio… — concordei rapidamente e pulei em seu pescoço, e ele me a abraçou, me suspendendo do chão, dando um giro pelo corredor enquanto eu ria, toda boba. Logo Larissa me puxou e também pulou ao pescoço do professor que fez a mesma brincadeira com Larissa. Depois puxei ela também. Ficamos naquele troca-troca por umas três ou quatro vezes. Porém eu queria mais. Eu queria aquele homem só para mim.

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Na minha vez, pulei ao pescoço do Tio Tadeu novamente, mas agora envolvendo minhas pernas em volta da cintura dele, do mesmo jeito que a Larissa estava quando avistei os dois. Tio Tadeu foi surpreendido com aquele ato impulsivo mas logicamente gostou. Talvez ele sempre quis ter tal intimidade comigo também mas era muito cuidadoso. Ele tinha medo de alguém perceber aquelas atitudes proibidas. Eu não tinha nenhuma noção do que era proibido, eu só queria estar ali nos braços daquele homem. Imediatamente senti aquele volume na altura da sua virilha e instantaneamente entendi porque a Larissa ficava se esfregando ali. Tio Tadeu rapidamente deu um jeito de me ajeitar de uma forma que minha bucetinha ficasse bem na altura do seu pau duro. Foi instintivo eu começar a me esfregar ali. Parecia automático. Parecia que eu era programada para reagir assim. Era gostoso se esfregar naquele pedaço de carne duro. Eu sentia uma sensação boa pelo corpo todo. Principalmente lá em baixo, na minha bucetinha que nessa hora já se encontrava toda meladinha. A mão do Tio Tadeu me pegava por baixo da minha bunda fazendo carinho gostoso por ali, mesmo por sobre da calça do uniforme, ousadamente percorrendo meu rego até sentir o volumezinho da buceta pequena em suas mãos.

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Tio Tadeu era um safado. Como ele poderia fazer aquilo com uma menina de oito anos? Eu entendi porque ele estava ali naquele lugar escondido. A Larissa já deveria estar acostumada com aquela safadeza. Ele tinha conquistado minha prima antes de mim. Que safadinha! Tio Tadeu continuava as safadezas enquanto eu descaradamente esfregava minha bucetinha no seu pau duríssimo por cima da calça jeans azul. Ele encostava os lábios no meu pescoço, abria a boca como quem fosse me morder mas não mordia. Ele foi fazendo isso habilmente se dirigindo pelo meu rostinho, fazendo aquilo na minha bochecha em direção à minha boca me fazendo desejar inexplicavelmente que ele beijasse minha boquinha. Eu era apenas uma menininha de oito anos, mas eu queria aquilo. Sua boca chegou na minha boca e eu senti uma coisa que jamais senti na minha vida. Um fogo subiu pelo meu corpo inteiro sentindo aquela língua explorando o interior da minha boquinha. Um calor me consumiu e eu entrelacei mais forte minhas pernas em sua cintura forçando forte meu quadril contra o pau do tio Tadeu. A Larissa estava ali olhando. Eu não aguentei e soltei um gemido abafado pelo beijo persistente. Eu estava gozando pela primeira vez na minha vida, apenas me esfregando e sendo beijada por um professor safado e aproveitador de menininhas inocentes e safadinhas como eu…

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Em meio a espasmos eu ouvi a campa batendo novamente. O recreio terminava. Meninos e meninas corriam apressados para irem ao banheiro, num instante o corredor estava cheio de alunos correndo, nos esbarrando, em direção aos banheiros. Eu permaneci por um momento ali desmaiada naquele abraço safado. Ninguém nem percebeu o que ocorreu a não ser Larissa que já era mais experiente do que eu naquilo. Desci contrariada daquele abraço delicioso me sentindo a menina mais feliz do mundo.

Tio Tadeu deu um abraço rápido em Larissa, deu um beijo em cada uma de nós duas e se dirigiu à sua sala. Eu e Larissa fomos ao banheiro. Eu estava com vontade de fazer xixi. Notei que minha bucetinha estava toda melada, então me limpei e voltei à minha sala, e Larissa voltou à sala dele que era exatamente a turma professor Tadeu.

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Eu não prestei atenção em nada mais naquela tarde. Eu estava flutuando. Só pensava em fazer tudo novamente no dia seguinte, ou fazer muito mais coisas com aquele homem maravilhoso e safado por quem eu, com meus oito aninhos, estava totalmente apaixonada…

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O que iria a acontecer no dia seguinte? Eu não sabia… Eu só queria que o dia seguinte chegasse logo.

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Por: Mirella

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8 Comentários

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  • Responder Cândido

    Bom demais o conto continue pois voce deve ser muito gostosinha

  • Responder Ex

    Excelente , adore seu relato …
    [email protected]

  • Responder FABIO

    otimo mirella continua muito gosto um abraço

  • Responder Giovane

    que gostoso!
    Chama pra conversar mais
    [email protected]

  • Responder abc

    Continua

  • Responder Xande

    Continua por favor…muito bom

    • Geovani

      Muito bom.continua

  • Responder Carlos

    Que Cidade??