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Paixão de menina safadinha 2

2105 palavras | 6 |4.68
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Eu estava apaixonada. Eu queira novamente e faria de tudo para estar novamente nos braços do homem safado que me proporcionou tanto prazer.

Eu fui para casa nas nuvens. Aquilo que eu senti quando roçava minha bucetinha naquele volume delicioso dentro da calça do Tio Tadeu era uma coisa muito gostosa. A partir dali eu seria uma menina viciada em gozar, seja lá como fosse. O professor Tadeu seria só o primeiro dos homens safados que eu conheceria. Mas era algo novo para mim. Aquilo era algo irresistível e viciante. Eu seria totalmente dominada por aquele vício delicioso dali em diante.

Eu não sabia, porém, outra forma de obter aquela sensação maravilhosa a não ser através de um certo professor. Pelo menos por enquanto. Eu fiquei lembrando do que aconteceu e à noite nem estava conseguindo dormir. Eu conseguia lembrar bem até do cheiro de homem que aquele professor tinha. Eu revivi a cena várias vezes sem parar e minhas mãos percorriam minha bucetinha por sobre a minha calcinha de algodão, tentando imitar as passadas de mão do professor que tinha me bolinado na escola. Lembrei da Larissa também se esfregando no Tio Tadeu e meu fogo de menina só aumentava. Eu me sentia tão safada. Como uma menininha de oito anos como eu poderia sentir tanto tesão? Seria normal? Até hoje não sei.

Lembrei que a safadinha da Larissa sempre vai de saia à escola. Imaginei que seria bem melhor se esfregar no professor de saia. Aquela calça do uniforme atrapalhava um pouco. Fiquei imaginando que se eu senti aquele negócio na bucetinha mesmo de calça, como seria se eu pudesse ir de saia também como a Larissa. Seria muito gostoso, com certeza. Fiquei imaginando a cena nas minhas fantasias. Minha buceta de menina estava muito melada. Eu lembrei que a Larissa podia ir de saia pelo pretexto de ser evangélica. A mãe da Larissa era uma crente fanática da Assembleia de Deus. Eu lamentei não ser uma menina crente. De repente me veio uma ideia louca na cabeça.

Eu tinha apenas duas calças de ir para a escola. A direção da escola que eu estudava era um pouco rígida com relação ao uniforme: erra a blusa do uniforme, de algodão malha bege com o logotipo da escola no peito ao lado esquerdo, a calça de helanca marrom, e o tênis preto. Aquela calça ridícula nunca me caiu bem. Era um bom momento para mudar. Eu não poderia começar a usar saia do nada, pois a única exceção seria para meninas que fossem evangélicas e que os pais tivessem procurado a direção para que fossem autorizadas a usar a saia. Tive a tal ideia para o dia seguinte. Como eu não estava conseguindo dormir resolvi levantar e colocar meu plano em prática.

Abri meu guarda-roupa. Era madrugada e eu ali acordada. Peguei meu pote de tinta permanente azul que era usado para reabastecer o pincel permanente que eu usava para contornar meus trabalhos em cartolina. Derramei nas duas calças o suficiente para causar um estrago e corri para minha cama como se eu tivesse cometido um crime horrível. Passada a adrenalina não pude resistir ao sono que me pegou sem eu perceber. Os sonhos de menina vieram. Eu tinha uns sonhos recorrentes de voar pelo céu. Nessa noite eu sonhei voando, mas dessa vez eu sonhei que eu voava nua pelo céu, até avistar um homem numa floresta. Eu voei rápido na direção do homem que parecia familiar e ele me tomou em seus braços. Era o professor Tadeu. Eu o abraçava, nua, e me esfregava sem parar no corpo dele que me segurava suspensa em seus braços de homem. Acordei com a bucetinha melada…

Acordei, tomei banho, tomei café e nada falei para minha avó sobre o “acidente” com minhas calças. Eu não queria que desse tempo de, por algum milagre indesejável, a mancha fosse limpa. Se aproximando do horário de tomar banho para almoçar e ir à escola, agi normalmente. Tomei meu banho e pedi para minha vó apanhar meu uniforme. Isso era comum. Eu ainda estava no banho quando ouvi o grito da Vó:

— Mireeeeeela!

— Já tô terminando, vó! — respondi, fingindo não saber do que se tratava.

— Vem cá menina… — gritou novamente minha vó, com voz de brava.

Terminei rápido o banho, coloquei a toalha em volta do meu corpinho e saí do banheiro.

— O que significa isso, menina? — Minha vó estava vermelha de raiva, me mostrando as duas calças manchadas.

— Nossa, vó! Deve ter vazado tinta…

— Como assim, menina. Como isso aconteceu?

— Não sei, vó. Deve ter caído tinta quando eu fui guardar o pote mas minhas coisas — Eu estava surpresa comigo mesma, como eu estava conseguindo mentir tão convincentemente para minha avó.

— E agora? Como você vai para a escola, menina? Você não pode perder aula, tá chegando as provas…

— Ah! Vó! Eu posso ir de saia igual a Larissa… — Falei desconfiada.

— Mas você não vai poder entrar de saia lá, menina. A diretora não permite. Mas espera aí… Vou ligar para a escola.

Minha avó, muito preocupada, ligou para a minha escola e explicou a situação e a diretora permitiu que eu fosse com outra roupa até que a minha avó providenciasse outra calça para meu uniforme. Minha avó tentou achar outra calça para eu vestir mas, por sorte, minhas poucas calças não combinavam muito com a escola pois as cores não eram nada discretas. Voltei a insistir numa saia até que minha avó conseguiu achar uma sainha bonitinha, mais ou menos da mesma cor da calça do uniforme, que eu usava para ir às missas. Fiquei tão feliz que dei um beijo em minha avó e em menos de um minuto eu já estava vestida.

Fiquei bem engraçadinha: a tal sainha marron que era soltinha e ia até na metade das minhas coxas, por baixo uma calcinha branca de algodão, e a blusa normal do uniforme. Eu estava pronta. Eu estava ansiosa e feliz. Cheguei na escola e minhas colegas perguntaram sobre a saia, eu respondi que tinha manchado minha calça. Não via a hora de chegar logo o recreio. A campa tocou. Enquanto todos correram para a fila da merenda eu corri para perto da porta da sala da Larissa e fiquei esperando. Todos os alunos sairam correndo, inclusive a Larissa que nem me viu. Já que Larissa nem me viu resolvi ficar ali um instante e arriscar ver o Tio Tadeu, mesmo que fosse rápido, antes de ir merendar. Eu deixei sair o último aluno e corri para a porta. Por algum motivo o Tio Tadeu ainda estava na sala olhando uma pilha de trabalho dos alunos. Abri a porta e fechei rápido.

— Tio! — sorri, apaixonada, e corri na direção do meu amor.

— Oi, princesa — percebi que ele ficou surpreso com minha presença ali — olha, você veio de saia. Gostei…

Enquanto ele falava eu nem perguntei nada e já fui logo sentando em seu colo. Imediatamente senti o volume. Ele sorria enquanto eu fingia inocência e me remexia em seu colo. Tio Tadeu era um safado. Um safado que eu amava. Eu deixaria ele fazer tudo que ele quisesse comigo. Ele não perdeu tempo. Foi logo alisando minhas coxas e eu fui automaticamente abrindo minhas perninhas para ele, toda oferecida. Num instante ele já estava bolinando minha bucetinha por cima da calcinha. Ele deveria fazer aquilo com muitas meninas. Ele já sabia que eu era uma menina safada, por isso não tinha mais medo. Ele percebeu que minha bucetinha infantil já estava encharcada. Que professor safado era aquele.

Minha sainha a essa altura já estava totalmente levantada. No momento que ele meteu a mão dentro da minha calcinha e tocou minha bucetinha e ficou passando a mão na minha bucetinha eu dei uma gemida um pouco alto… Ele colocou o dedo nos meus lábios pedindo silêncio. Eu sinalizei com a cabeça que sim. Ele me fez levantar e habilmente desceu minha calcinha, eu ajudei levantando os pezinhos e ele a tirou rapidamente e cheirou aquela pecinha de roupa íntima e colocou em seu bolso.

Eu fiquei um momento em pé olhando ele guardar minha calcinha como se fosse um prêmio. Ele sabia que ninguém entraria por aquela porta pois estava em pleno recreio e todos estavam no refeitório da escola, inclusive os professores e professoras. O tio safado botou a mão direita com a palma da mão para cima e suas pernas e me puxou para que eu sentasse em sua mão. Eu, sem calcinha, sentei em cima da mão do professor, de forma que ele passou a bolinar minha bucetinha por baixo. Eu delirei. A outra mão foi pela frente. Ele me dominava e passava a mão livremente pela minha bucetinha melada. A mão esquerda por cima, na minha buceta lisinha e melada. A mão direita por baixo, envolvia minha bundinha e quatro dedos também brincavam na minha buceta enquanto o polegar já cutucava deliciosamente meu cuzinho que piscavam sem parar…

Eu não aguentaria muito tempo naquela tortura. Eu já estava rebolando em cima do seu braço com seu polegar já praticamente entrando em meu cu. Instintivamente comecei a cavalgar em cima dele enquanto ele abusava da minha intimidade. Num movimento rápido ele me levantou como como se pega uma boneca levinha, me colocou de frente, arreganhadinha, em cima do volume duro em sua calça. Eu não sei como mas eu já sabia o que fazer. Passei a cavalgar com gosto, me esfregando naquele pau duro daquele professor tarado. Ele me abraçava e fazia movimento de vai e vem em gestos sincronizados comigo. Já estava vindo aquela coisa boa de novo. Eu estava ofegante. O professor estava ofegante. No instante que ele me beijou, e sua boca devorou minha boquinha eu me tremi todinha em êxtase, gemendo e forçando meu quadril contra o corpo daquele homem, enquanto ele se contorcia, me apertando forte. Eu não sabia ainda o nome que se dava àquilo mas gozei loucamente pela segunda vez apenas esfregando minha bucetinha de criança naquele delicioso volume duro, dentro da calça daquele lindo homem safado. Enquanto eu gozava em meio a gemidos da minha voz fininha, o professor também gemia abafado e gozava sem ao menos tirar o pau da sua calça…

De repente, enquanto eu ainda estava molinha, montada no Tio Tadeu, a porta se abre inesperadamente. O susto foi enorme…

— Até que enfim achei vocês — era Larissa, que com um sorriso sacana no rosto, se aproximou, curiosa, e viu a situação em que eu estava.

Foi um alívio para mim e muito mais para o safado professor Tadeu. Sem perda de tempo, num movimento rápido, saí de cima do professor e me pus de pé meio desconfiada diante da minha prima Larissa. Com certeza ela viu o melado escorrendo da minha buceta. O professor safado ainda teve tempo de puxar minha prima para seu colo, sentou a menina em cima da calça melada de gozo e lhe deu um beijo na boca me provocando ciúme mas também uma estranha sensação de excitação vendo aquele homem safado se aproveitando de duas pequenas meninas “inocentes”…

Nisso tocou a campa. Acabava o recreio. Corri ao banheiro para me lavar mesmo sem calcinha. Não deu tempo nem de pegar a calcinha que ficou no bolso do tio Tadeu. A Larissa me acompanhou com um insistente sorriso cúmplice em seu rosto.
Voltei à minha sala, sem calcinha e Larissa voltou à sua sala que era a mesma sala onde eu tinha acabado de gozar sentada no colo do tarado professor Tadeu.

Eu ainda nem tinha me recuperado daquele acontecimento. Permaneci trêmula um tempo em sala. O coração ainda acelerado. O pensamento não saía daquele homem safado por quem eu só ficava mais apaixonada.

Eu não via a hora de chegar o outro dia. Eu queria safadeza de novo, eu queria gozar de novo. Eu entendia que aquilo era proibido mas eu já estava viciadinha naquilo. Não tinha volta. Eu ali, sem calcinha, me fazia a seguinte pergunta: O que aconteceria no dia seguinte?

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6 Comentários

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  • Responder Fernando

    Delicia Mirella continua, fiquei de pau duro e [email protected]

  • Responder Ronaldo Venturo

    Um excelente conto, me deixou de pau duro e com vontade de estar no lugar desse professor.

  • Responder Ex

    Excelente , muito bom meninas safadas como você tem muitas também tive a sorte de ter pego uma igual a você só que ela tinha nove quase deis anos ela era muito safada não me deixava em paz

  • Responder Xande

    Um dos melhores contos que ja li..parabens

  • Responder Tok

    Esse conto é ótimo continue logo o resto

    • Admiradora

      Estou louca pra ver a continuação ??