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Os Desejados

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Desejo de ser corno sem limites de prazer, fica mais fácil com uma esposinha tarada.

Há um ano mudou-se para nosso prédio um casal bem jovem, ele devia ter por volta de 22 anos e ela não passava de 20, eram bonitos e alegres, sempre que tinha alguma comemoração no play eram convidados, brincavam, conversavam e dançavam descontraidamente com o vigor da juventude. Eu e minha esposa, já próximo dos 50, adorávamos as suas companhias, nos transmitia uma nostalgia de quando éramos mais jovens. Nas festas Lara este era o nome da esposinha se liberava, adorava uma caipirinha e conversar com Ana minha esposa sobre todos os assuntos, dos familiares aos mais picantes, Paulo o marido dançava muito bem e de uma forma sensual, sempre estava com calças coladas no corpo deixando transparecer uma bela ferramenta e isso chamava a atenção de Ana, que quando chegava em casa, sempre comentava com elogios rasgados, que o Paulo era bonito, atraente, educado e parecia ser um tesão na cama, toda vez era a mesma ladainha, ela ficava louca na cama sempre que encontrava o rapaz, desta vez eu peguei corda e falei para ela: Me diz uma coisa, você tem tesão pelo Paulo, quer transar com ele? Em 28 anos de casado jamais imaginei que teria coragem de perguntar isso para minha mulher, ela parou pensou e disse: Querer, eu quero, só que sozinha não, se você estiver junto eu topo, me sentirei mais segura. Retruquei: Ta ficando maluca, eu não tenho aptidão para corno. Ela falou: Meu amor corno você seria se eu fizesse escondido, junto contigo é diferente, estamos casados ha tanto tempo, nossos filhos já estão adultos, sempre fui fiel para ti, será que não merecemos ter liberdade nem agora? Fiquei calado pensando sentado na beira da cama e disse: Vou pensar, quando tiver uma resposta te digo, mas, vai com calma para não estragar tudo.

A partir daquele dia, Ana se transformou todos os dias queria fazer amor e é claro que sabia que estava pensando no Paulo, ficou muito mais carinhosa, atenciosa, cuidando da pele, voltou a fazer ginástica, houve uma verdadeira transformação. Depois de observar o seu empenho em me convencer de uma forma sutil, lhe chamei e disse: Tudo bem, eu topo, mas, como vamos fazer para acontecer, e a mulher dele, como fica nesta estória? Ana falou: Meu querido já planejei tudo, a Lara esta fazendo academia e massagem no mesmo horário do meu, o Paulo sempre vai buscá-la, me come com os olhos, sei que me deseja também, vamos convidá-los para um jantarzinho e sentir o clima, se rolar, rolou, ok?

Na sexta-feira seguinte marcamos o jantar, Ana caprichou no visual, pôs um vestido colado no seu corpão, que apesar da idade, continua lindo e muito desejável, uma sandália alta e uma maquiagem discreta. Chegaram por volta das 09:00 horas, Lara estava divina com um vestidinho florido de um tecido bem fininho e muito curto, o maridinho combinando com a esposa, vestia uma calça de tecido leve e como sempre, colado no corpo. Recepcionamos na sala e começamos a beber e conversar, os assuntos eram variados, a seriedade da conversa era inversamente proporcional a quantidade de bebida, depois do jantar, convidamos para irmos ao segundo andar e ficarmos na beirada da piscina (moramos em um duplex de cobertura com piscina), colocamos uma música para tocar e cada um pegou a sua esposa para dançar, depois da quinta música, Paulo propôs: vamos trocar de dançarina e sem esperar minha resposta, esticou a mão e chamou Ana para dançar, ela me olhou como se pedisse meu consentimento, balancei a cabeça afirmativamente, neste momento Lara com um lindo sorriso disse: Não quero ficar chupando dedo, vem dançar comigo, aquele chamado acendeu uma chama, e minha cabeça foi a mil (literalmente as duas). O clima estava favorável para nossas pretensões, Ana adorava dançar e Paulo era um exímio dançarino, os quatro com copos na mão, um luar, uma piscina e privacidade total, não deu outra.

Quando olhei para o lado minha mulher estava agarrada no vizinho, já não se importava em esconder seus desejos, ele por sua vez, não deixava barato, pegava de jeito e também não se importava conosco, neste momento Lara falou: Estes dois estão se comendo em pé, você não tem ciúme? Respondi com uma pergunta: Você tem? Ela respondeu: Eu não, ele trepa comigo pensando nela. Neste momento percebi que nada mais poderia ser feito para evitar o inevitável, a solução era relaxar e aproveitar a situação da melhor forma possível.

Quando Paulo virou de lado vi o que Ana ia receber em breve, eu também estava curioso e de alguma forma esperava por este momento a vida toda, Ana falou algo em seu ouvido e afastou-se, ajoelhando-se na sua frente, abriu sua calça e calmamente colocou para fora aquele colosso de pênis, puxou a pele para trás e descobriu a cabeça que estava roxa de tão dura, agarrou com as duas mãos sem conseguir fechá-las e ainda sobrava espaço para mais uma, abocanhou aquela tora como se fosse o mais saboroso sorvete de sua vida.

Olhei para Lara e ironicamente falei: Minha querida você aguenta tudo aquilo? Ela respondeu com um sorriso sapeca: Não se preocupe ele sabe usar muito bem, não vai machucar sua queridinha. Acochei aquela potranca com todo desejo, meu tesão era incrível, há muito não sentia tanto desejo, meu pau estava doendo na calça, Lara já estava ofegante, com as narinas dilatadas e uma leve transpiração, seu estado de excitação era evidente, chamei-a para sentarmos em uma poltrona e começamos uma bolinação maravilhosa, o que tinha de novinha, tinha de tarada, puxei a alça de seu vestido para o lado e comecei a lamber, mordiscar e chupar aqueles seios que eram como duas peras deliciosas, sentada em meu colo, abriu o zíper de minha calça, liberando meu pau que latejava de tanto tesão, puxou seu vestido deixando a mostra aquelas pernas bem torneadas e logo em seguida tirou a calcinha, pegou meu pau e posicionou na entrada de sua grutinha, era uma sensação que há muito não provava, molhadinha, apertadinha e com um movimento pélvico de enlouquecer, aquela mulher e o momento estavam fazendo me sentir o homem mais viril do mundo.

Mais uma olhadinha e Ana já completamente nua deitada em uma espreguiçadeira, com as pernas abertas e seu machinho com a cabeça entre suas pernas dando uma surra de língua naquela que por muitos anos só foi tocada por mim, era estranho, mas, estava gostando, revirava a cabeça para trás e parecia inebriada, dizia palavras desconexas e mordia seus lábios, quase ferindo, o clímax chegava e junto, a realização de um desejo.

Lara puxou meu rosto, como que pedindo minha atenção, neste momento me concentrei naquele monumento, retirei-a de cima de mim e coloquei-a de quatro, apoiada na poltrona, fui metendo bem devagar, curtindo cada centímetro que desbravava, comecei um movimento de vai-e-vem, apertando levemente os bicos de seus seios, o liquido de sua excitação escorria em nossas pernas e nossos movimentos foram se acelerando, mas, ainda era cedo e não queria acabar com a brincadeira tão cedo.

A curiosidade era grande e não resisti, dei outra espiada para o lado, Ana agora recebia o mastro de Paulo, estava deitada e arreganhada, nunca tinha visto minha amada com aquele semblante, parecia enfurecida, ele tirava quase um palmo para fora e a cabeça de seu pau permanecia dentro dela, quando ele enfiava, tocava com o saco em sua bunda, eu pensava como cabe tudo aquilo naquela bucetinha tão delicada, quanto mais ele bombava, parecia que ela pedia mais e mais e ele atendia, cada vez com mais força, novamente ela perdia o seu controle e urrava de prazer, gozando mais forte que da primeira vez. O gozo de Paulo se anunciava pelos seus gemidos, não demorou muito e retirou seu pênis e colocou em sua boca, ela aceitou e sentiu aquele gozo, nunca vi tanta gala em minha vida, sua boca ficou cheia, era grossa e escorria pelos cantos da boca e derramava no seu peito e ventre. Ela olhou para mim com uma leveza no rosto, um ar angelical e sorriu em agradecimento.

Lara olhou para mim e disse quero gozar, segurei pelas ancas e puxei-a para mim, metia o mais fundo possível, a sensação era maravilhosa, minha mulher e Paulo pararam para nos ver, o ápice chegava, Lara já perdia o controle das pernas e se estremecia toda, não aguentei e comecei a jogar todo aquele liquido viscoso em suas entranhas, parece que apagamos por alguns segundos.

Ficamos todos por um momento em silêncio, refletindo, depois nos abraçamos e começamos a rir. Foi um momento, uma experiência nova para todos, estávamos felizes e sem culpas ou medos.

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