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O jogo do zíper

4391 palavras | 10 |4.63
Por

Chico descobre um jogo novo no parquinho

“Você está pronto, Chico?”, meu avô perguntou.

“Onde estamos indo?”. Eu perguntei.

“Eu pensei que poderíamos ir até o parque”, disse ele em um tom lento,
um tom estranho.

“Que parque?”, Perguntei ao meu avô enquanto ele me ajudava a amarrar os sapatos.

“é o parque, ué”, ele murmurou enquanto apontava para algum lugar do outro lado da a parede da sala. “É aquele grande parque logo abaixo do quarteirão.”

“Onde tem os balanços?”, Perguntei alegremente.

“Sim, sim”, o vovô respondeu enquanto ele me observava nervosamente. “Agora vamos logo antes que dê a hora do almoço “.

Como já estava quente lá fora, mesmo às 9h da manhã, ele disse que eu poderia usar apenas
meu pequeno maiô vermelho e uma camiseta branca com uma foto de todos os animais da Disney impressos na frente. Minha avó nunca me deixou usar essa camiseta fora de casa pois era um pouco pequena para mim.

Mas o vovô me disse para colocá-la. “Você pode brincar nos balanços, se você quiser. Mas
há um pequeno lago que podemos ir. Talvez. “

“Nadar?”, Perguntei com um sorriso enorme.

“Talvez”, ele respondeu. “Vamos ver.”

“Nós podemos nadar no parque?” Eu perguntei, pois estava confuso. “Eu pensei que só tivesse os balanços e o escorregador”.

“Sim isso também tem”, respondeu meu avô, procurando pelas chaves. “Mas isso é apenas uma pequena parte do parque. O parque é enorme. O lago é onde a maioria das pessoas não vão. “

Eu pulava para cima e para baixo de emoção. “Você também vai nadar, vovô? “, perguntei. Eu esperava que ele fosse, talvez eu pudesse ver aquele volume novamente. Mas eu olhei para o short bege e camisa pólo que ele usava e perguntou: “Você não vai usar seu maiô, vovô?”

“Eu estou bem assim”, foi tudo o que ele respondeu. “Você está pronto para ir?”

Depois que ele trancou a porta de casa, segurei sua mão e ele me levou pela quadra, a apenas algumas centenas de metros, até a entrada do parque.

Era um parque da cidade, nada demais. As grades do final do século 19 permaneceram por puro acaso. De ferro forjado, tinha algumas marcas de tinta spray. E o balanço do parque infantil, do lado de dentro, sempre parecia ter pelo menos um do seus seis balanços quebrado.

A vovó sempre dizia que ela nunca foi mais longe no parque do que isso. O parquinho ficava ao longo da rua e da calçada e era bem seguro. E quando alguém olhava em volta, era, de fato, o único lugar onde você veria uma mamãe.

Ninguém estava lá quando eu e meu avô chegamos. Ele olhou ao redor nervosamente, mas não sei por quê. Eu corri até um balanço e pedi para ele me empurrar.

Por não mais do que um minuto, vovô empurrou meu balanço enquanto seus olhos pareciam
analisar ao redor.

Também olhei em volta, percebendo pela primeira vez todas as árvores enormes que davam a volta pelo parquinho infantil. “Isso também é todo o parque, vovô?”, Perguntei enquanto eu balançava para frente e para trás no menor dos balanços.

“Uhum”, ele murmurou baixo.

Nesse momento, dois homens, da mesma idade do vovô, entraram no parque por aqueles portões e olharam diretamente para nós. Eu até perguntei ao meu avô se ele os conhecia desde que eles acenaram para nós antes de seguirem diretamente um caminho arborizado no final do parque, desaparecendo no meio das árvores.

“Ahm, eles?”, O vovô respondeu enquanto distraidamente empurrava minhas costas usando
uma mão. “Não, não. Por quê?”

“Eles pareciam conhecer você”, respondi.

Eu continuei balançando alto para frente e para trás algumas vezes antes de perguntar: “Eles estão andando na floresta? “

“Quem?”, Perguntou o vovô.

“Aqueles homens que passaram por nós”, respondi.

“Sim, homens gostam de passear por ali”, respondeu o vovô em tom sussurrado. “Lá tem ótimos, longos caminhos para passear”.

“É onde fica o lago?”, Perguntei entusiasmado. “É lá que nós podemos nadar? “

“Uhum”, ele murmurou.

Nesse momento, uma mulher empurrando um carrinho com dois bebês entrou no parque e se dirigiu em nossa direção. Ela não fez contato visual e se sentou no lado oposto.

Vovô parou o meu balanço e perguntou no meu ouvido: “Que tal nós tentarmos encontrar aquele lago?”

“Claro!”, Eu quase gritei quando pulei fora do balanço.

“Shhhh”, disse o vovô, olhando para ver se minha voz havia chamado a atenção da mulher. Vendo que ela estava alheia a nós, ocupada com os gêmeos, vovô levou o dedo aos lábios e sussurrou: “Nós não queremos que todos saibam sobre o nosso lago, não é? Especialmente as senhoras. “

Coloquei as mãos na boca. Eu temia ter revelado um segredo.

“Não é um lugar para mulheres, Chico”, ele disse enquanto me fazia um cafuné no meus cabelos castanhos. “O caminho é acidentado – difícil de andar – e venta muito lá atrás. Então, vamos manter isso em segredo, inclusive da vovó. Ok?”

“Ela não ficaria feliz se eu fosse para lá, né?” Eu afirmei apontando para meus sapatos novinhos.

“Bom, essa é uma das coisas que ela não gostaria”, respondeu ele. “Então é melhor mantermos tudo em segredo. Você pode fazer isso?”

Eu balancei a cabeça e peguei sua mão grande “Podemos ir agora? Por favor?”

Não sei por que estava tão animado. Eu estava até com um pouco de medo do que o vovô havia dito sobre aquele caminho. E ainda, por alguma razão, eu sabia que queria – precisava – ver aonde aqueles outros homens foram.

Vovô segurou minha mão quando passamos pelo trepa-trepa e os outros brinquedos. Enquanto andávamos, um homem de terno e gravata se aproximou de nós, caminhando na direção oposta. Me assustou no começo porque ele parecia ter saído do nada. E vendo um homem muito alto de terno e gravata no meio de todas essas árvores quase parecia engraçado para mim.

Ele não disse mais do que “Oi”, quando passou por nós. E meu avô respondeu:
“Olá” de volta ao homem.

Mas, enquanto seguíamos pelo caminho, notei que o homem parou e se virou para nós. Ele só ficou lá nos olhando quando eu virei minha cabeça para olhar para ele.

“Vovô”, eu sussurrei enquanto puxava seu braço.

Meu avô se inclinou um pouco quando paramos no caminho por um momento.

“Sim?”, Ele sussurrou de volta.

“Por que esse homem parou?”, Eu sussurrei indicando o homem que olhou para nós
enquanto ele estava no meio do passeio no parque.

“Ele?”, Respondeu o vovô, olhando rapidamente para trás. “‘Pode ter caído alguma coisa. Eu não sei “, acrescentou, enquanto olhava adiante no caminho.” Hmm, escuta, Chico… O que você acha de ajudar aquele homem enquanto eu procuro lá na frente o que ele possa ter perdido?”

“Claro, vovô”, eu disse, feliz em saber que talvez eu pudesse ajudar o homem de terno, que continuou no mesmo lugar por onde tínhamos passado, ao lado de um árvore alta, a poucos metros do caminho. “Eu posso ajudar”, eu disse.

“Eu não estarei longe, querido”, disse o vovô, franzindo a testa levemente. Parecia que
sua respiração acelerou, ele parecia nervoso.

“Eu vou ficar bem, vovô”, assegurei a ele.

“Eu vou estar ali frente, então não saia do passeio. Fique nesse passeio. Entendeu?”, ele disse num tom sério.

E com isso, virei, mas o vovô apressadamente seguiu em frente e desapareceu onde o passeio se curvava.

Eu parecia estar sozinho. Bem, quase sozinho. O homem de terno e gravata estava de frente para mim, olhando para mim. Ele não sorriu. Ele não franziu a testa. Ele só ficou lá parecendo quase tão confuso quanto eu.

Mas foi emocionante ficar sozinho na floresta, embora a maioria dos arbustos eram mais altos do que eu. De longe, eu suponho que ninguém poderia saber que eu estava lá já que os arbustos me escondiam da vista.

Eu não sabia como ajudar o homem. Eu não sabia o que ele poderia ter perdido ou se, de fato, ele tivesse perdido alguma coisa. Eu o assisti um pouco mais e ele virou a cabeça como se procurasse algo.

Aparentemente, não vendo nada, ele olhou para mim novamente e deu um leve sorriso.

Eu sorri amplamente, pois eu gostava de homens. Eu sempre gostei. Não sei porque exatamente pois eu não conhecia muitos homens além do meu pai e do vovô, mas ainda assim, eu sabia que gostava deles.

E eu sabia que gostava do que eles tinham dentro de suas calças. Com apenas sete anos, e eu já sabia disso. Fiquei olhando para a virilha do homem até o ponto em que ele teve que procurar para onde eu estava olhando.

Ele não disse nada. Tudo o que ele fez quando foi empurrar seu quadril para frente, como se estivesse mostrando sua virilha melhor para mim. Meus olhos se arregalaram, assim como meu sorriso quando ele fez isso. Parecia que ele tinha algo super grande dentro de suas calças, algo que formava um recheio longo e largo, que corria por baixo da fivela do cinto até a coxa.

Eu lentamente caminhei até ele, certificando-me de permanecer no caminho como meu avô tinha me dito. Cheguei mais perto e o homem continuou empurrando seu quadril em minha direção, tornando aquele recheio ainda maior e mais óbvio.

Quando eu estava a menos de um metro do homem, ele sussurrou: “Lindo dia, não é?”

Eu balancei a cabeça e olhei para aquela protuberância dele.

“Aquele é seu avô?”, Ele sussurrou enquanto olhava para mim.

“Uhum”, eu murmurei.

“Eu imaginava”, o homem disse enquanto seu bulto realmente pulava e latejava
dentro de suas calças bege. “Ele deixou você aqui, né?”

Eu balancei a cabeça e disse: “Ele está procurando alguma coisa.”

“Ah é? ‘, O homem perguntou enquanto girava os quadris muito lentamente. Fiquei hipnotizado
pelo que ele tinha dentro de suas calças. “O que ele está procurando?”

“Não sei”, respondi. “Você não perdeu alguma coisa?”

“Foi o que ele disse?”, O homem respondeu enquanto sorria. “Que eu perdi alguma coisa?”

Eu novamente concordei.

“Quer me ajudar a procurar?”, O homem perguntou lentamente.

“Claro”, respondi. “O que você perdeu?”

“Eu acho que perdi uma moeda”, disse o homem enquanto examinava novamente o chão de pedras como se procurando por algo. “Você sabe como é uma moeda de 1 real?”

“Uhum”, eu disse, balançando a cabeça com entusiasmo. “Eu tenho muitas delas no meu porquinho em casa “.

“Bem, então”, o homem sussurrou em sua voz baixa e profunda: “Acho que você pode ser
capaz de me ajudar a encontrar minha moeda? “

Eu balancei a cabeça, mas perguntei: “Claro, mas é pequena e pode estar em qualquer lugar”.

O homem bateu nos bolsos do paletó enquanto empurrava os quadris para fora. Ainda mais. Ele se apoiou nos joelhos, a fim de se meter em uma postura estranha, mas que tornou sua saliência ainda mais óbvia. “Que tal eu olhar dentro desses bolsos aqui “, disse ele, sentindo o bolso do peito. “E você pode ajudar olhando esses bolsos, ok?”

Eu olhei para o homem que parecia alto demais sobre mim. Eu vi que ele sorriu e eu sorri de volta porque fiquei emocionado em fazer o que ele estava pedindo.

“Você quer dizer, eu posso olhar neles?”, Perguntei enquanto apontava para os bolsos da frente.
nas calças dele.

O homem acenou devagar para mim enquanto me dava um estranho sorriso, “Quer me ajudar?”

“Claro”, eu respondi quando me aproximei dele, onde estaríamos meio escondidos pelas árvores.

Enquanto ele fingia olhar através do paletó, eu estendi o braço para que eu pudesse enfiar minha mão direita nos bolsos da frente do homem. Ele era tão alto que até teve que dobrar os joelhos levemente para que eu pudesse alcançar.

Eu nem tive que cavar tão fundo para sentir que ele tinha algo super duro ao longo do bolso. Eu ri porque pensei que sabia o que era deve ter sido.

“Você gosta disso?”, O homem sussurrou. “Você pôde sentir uma moeda lá?”

Eu balancei minha cabeça e ri um pouco mais enquanto minha mão pequena corria ao longo do comprimento de algo muito duro e quente do outro lado do tecido do bolso. Com meus dedinhos parados, eu podia sentir aquilo pulsar e pulsar contra eles.

Eu olhei para o homem e ele sorriu quando sussurrou quase inaudível. “Quantos anos você tem?”

Com a outra mão livre, levantei os dedos e pensei que o homem estava prestes a desabar quando seus joelhos dobraram levemente. “Ai caraaaaalho”, ele murmurou baixinho.

Minha mão pequena, dentro do bolso da frente, acariciou o comprimento daquela coisa grande e dura e eu olhei para ele e sorri timidamente.

“Você encontrou algo, bebê?”, Ele sussurrou. Assim ele parou de remexer nos bolsos do terno. Ele colocou as mãos nos quadris e olhou para a minha mão no bolso e a maneira como seu pau fazia uma obscena e enorme tenda em suas calças.

Torci um pouco a cabeça sem saber como responder pois encontrara de fato alguma coisa. Mas eu sabia que não era uma moeda.

Eu sabia o que era, mas tinha medo que o homem pudesse me fazer parar se ele soubesse o que eu tinha encontrado. Eu não queria que ele tirasse minha mão de suas calças e não queria parar de sentir a coisa dura e quente lá dentro.

“Você acha que pode tirar isso para mim?”, Ele perguntou em voz baixa e agitada.

Dei de ombros e tentei puxar a coisa dura que era super grossa entre meus dedinhos. Mas estava do outro lado do forro do bolso e, portanto, impossível.

“Está tudo preso por dentro”, lamentei enquanto fazia beicinho. Eu estava realmente chateado porque eu sabia o que os homens tinham lá e adorava ver os pênis de adultos.

“Ohh meu bebê”, o homem disse enquanto olhava para cima e para baixo no caminho novamente. “Não chora. Ele pode sair pra brincar, se você quiser. Você quer ver o que um homem nestes bosques tem aqui? “

Eu balancei a cabeça entusiasticamente enquanto tateava e apertava seu calibre dentro do seu
bolso um pouco mais.

“Você faz isso para muitos homens?”, Ele perguntou calmamente enquanto se afastava, mais ou menos um passo, e gentilmente puxou minha mão do bolso dele.

Dei de ombros e respondi: “Apenas meu avô.”

“Ai caraaaaalho”, respondeu o homem. “Eu imaginei. Aposto que é por isso que você está aqui
então.”

Eu não entendi o que o homem quis dizer e então eu apenas estendi ambas as mãos sobre a tenda nas calças dele, enormemente sobressaltada. Apertei. Era como se ele tivesse uma vara de aço lá dentro.

“Existe outro jeito”, disse o homem. “é a maneira mais fácil de você conseguir entrar nas calças de um homem. Lembre-se sempre disso, vou te mostrar e te ensinar, ok?”

Eu balancei a cabeça e olhei diretamente para a mala dele enquanto seus polegares descansavam no cinto e os dedos batiam na parte superior da calça.

“Isso aqui, garoto”, explicou o homem, “é um zíper. Está vendo?”

Olhei para a pequena aba de metal que estava escondida atrás de uma parcela de
tecido.

“Isso abre as calças de um homem. E exatamente no lugar onde você mais gosta”, disse ele com uma risada profunda e travessa. Como ele permitiu que a aba do zíper brilhasse no único raio de sol que flui através da folhagem muito densa, ele traçou o comprimento de sua enorme ereção através de suas calças. “O que os homens têm aqui, bebê, tudo pode ser seu se você aprender a abrir esse zíper direito aí. E você gosta do que temos aqui, não é? “

Eu sorri para ele e acenei com a cabeça.

“Aqui?”, Perguntei enquanto agarrava levemente a aba entre meu pequeno polegar e
dedo indicador.

“Uhum”, o homem respondeu com a boca entreaberta. “Esse é o melhor caminho, bebê.”

Puxei e foi mais fácil do que eu pensava abrir o zíper do homem.

“Viu?”, Ele disse enquanto observava cada movimento cuidadosamente. “Você pode entrar
nas calças de um adulto em um piscar de olhos, bebê. “

Eu sorri, pois agora sabia como poderia ter acesso ao tico de qualquer homem.

Puxei o longo zíper por toda a enorme protuberância e desci o máximo possível Quando se abriu, a cueca do homem apareceu pela abertura. Era azul claro e estava tão molhada pela ereção do homem que uma pequena gota transparente se formava sobre o tecido.

“Pode brincar, garoto”, o homem sussurrou enquanto se mantinha firme inclinando-se levemente contra o tronco da árvore. “Vamos lá, brinque com papai, ok? “

Franzi minha testa, pois sabia que esse homem não era meu pai. Ele era mais velho que
meu pai e não se parecia em nada com meu pai.

Parei o que estava prestes a fazer e esclareci a situação.

“Você não é meu pai”, eu disse com firmeza. “Meu pai está no trabalho.”

“Oh, eu sei que não sou seu pai”, disse o homem, com medo de que talvez ele tenha me deixado bravo. “Mas eu sou um pai, como seu pai é um pai.”

“Sério?”, Perguntei, pois não sabia se acreditava ou não no homem.

“Juro”, o homem disse enquanto cruzava o peito rapidamente. “Mas tenho três garotas. Muito para minha frustração.”

Eu nem sabia o que significava frustração, então não perguntei.

“Elas são muito, muito mais velhas do que você, bebê”, disse o homem com um respiro fundo, enquanto eu massageio sua ereção através da cueca azul. “Vocês sabe o que é o ensino médio?”

Eu balancei minha cabeça.

“Bem, elas estão no ensino médio”, disse o homem lentamente, enquanto fechava os olhos, aparentemente gostando do jeito que eu estava brincando com ele através de seu boxer.

“Então você também é papai”, eu disse sorrindo.

“Está certo, amor”, respondeu o homem enquanto olhava para mim novamente. “E aposto que qualquer homem ficaria feliz em ser seu pai por pelo menos um pouco se você deseja abrir o zíper para eles”.

“Sério?”, Respondi.

“Siiiim, claro!”, o homem murmurou. “Você pode abrir o zíper de qualquer papai e eu aposto que ele vai deixar você brincar. Mas isso aqui é segredo. Não deixe as mulheres ou as pessoas erradas verem você fazendo isso.”

“Por quê?”, Perguntei.

“Você pode ter problemas se alguém que não seja um pai ou um menino grande te veja fazendo isso”, respondeu ele.” Seu avô foi esperto em trazê-lo aqui. Aqui sempre há muitos papais que, eu aposto, vão deixar você brincar com eles se nenhuma mulher está por perto. “

Eu queria ver o que esse homem tinha dentro de sua cueca. Eu gostei de sentir o grande pênis desse papai e agora queria brincar com ele melhor. Vovô já havia me ensinado como abrir cueca boxer, e era a mesma desse homem. Abri e me afastei, e uma ereção enorme saiu pelo buraco da cueca e veio direto no meu rosto.

Eu devo ter tido alguma reação porque o homem riu quando viu que a cabeça incrivelmente melada de seu pênis, agora finalmente livre, tinha tocado a ponta do meu nariz levemente.

“Parece que eu tenho um grande problema”, o homem disse com um sorriso. “Um grande problema, não é?”

Eu balancei a cabeça com um sorriso enorme, pois achei que não havia nada mais bonito no mundo inteiro do que o pênis de um adulto. Por que me senti assim pode permanecer um mistério, mas era verdade. De repente, eu comecei a amar pênis adultos talvez mais do que qualquer outra coisa nessa idade.

“Ohhh, isso é muuuuito lindo, cara”, o homem disse enquanto mantinha as mãos na cintura, enquanto ele me observava tentando acariciar comprimento de sua ereção espessa demais para as minhas mãozinhas. Ele por acaso tinha a mesma pele que o vovô tem, facilitando para mim o trabalho de puxar para cima e para baixo, segurando-a no meu pequeno aperto.

“Continua fazendo isso, bebê”, o homem murmurou: “Vou acabar te deixando todo bagunçado”. Com isso, o homem riu enquanto despenteava minha cabelo.

O homem, tão excitado, numa pulsada viu então uma gota consideravelmente grande se formar. Ela saia da cabeça ardente e vermelha do seu pau, e antes de ameaçar pingar no chão, com o seu dedo indicador, pegou aquela coisa doce e pegajosa que o vovô também faz e colocou o dedo grosso na minha boca.

“Você gosta de melzinho?”, O homem sussurrou.

Eu assenti enquanto chupava seu dedo como um bezerrinho faminto, fazendo-o rir.

“Dá pra ver”, disse ele. “Alguém mais vem alimentando você com esse melzinho, bebê? Alguém em casa, talvez? “

Abri minha boca, agora pegajosa, apenas o suficiente para dizer: “Eu tomo do meu avô. Mas ele não sabe “.

“Não sabe?”, O homem perguntou, sinceramente confuso.

“Eu lambi um pouco enquanto ele estava dormindo”, respondi.

“Dormindo, é?”, O homem riu. “Tá bom, continua assim. Sempre que o avô está dormindo.”

O homem então mediu sua ereção, colocando-a toda sobre o meu rosto e ficou assim alguns segundos.

“Aaaaai caraaaalhoooo”, ele murmurou para si mesmo enquanto seu escroto pesado e peludo passava ao longo do meu nariz e lábios.

“Você quer chupar isso para o papai?”, O homem perguntou enquanto se afastava alguns centímetros. Ele olhou diretamente para sua enorme ereção, a cabeça larga de cogumelo que neste ponto já babava um fluxo estável, a ponto de pingar no chão a cada momento.

Eu fiz que sim com a cabeça.

“Você tem certeza?”, Ele perguntou. “É um pouco grande.”

“Eu gosto dos grandes!”, Eu ri enquanto olhava para a maneira como o homem fazia o seu pênis
adulto saltar para cima e para baixo, e como o melzinho escorria.

“Abra bem sua boca”, ele instruiu. E quando eu me inclinei adiante, ele acrescentou: “Mais! Abre mais do que isso, minha rola é muito grande pra você.”

Não sabia o que era rola, mas eu estiquei minhas mandíbulas de criança até o ponto em que elas não podiam mais, até o homem dizer: “Iiiiiisssssoooo… olha que bonita essa linguinha. Sim, você quer, não quer? Olhe para você precisando do leite do papai como uma boa putinha.”

Eu assenti, nem mesmo sabendo o que era uma patinha nem do tal leite do papai.

E em um impulso rápido o homem empurrou a cabeça larga de seu pênis na minha boca.

Isso me fez engasgar por um momento, mas quando ele foi retirá-lo, eu espontaneamente segurei seu tico super grosso, como se estivesse segurando em uma mamadeira.

“Ohhh! O bebê não quer que o papai tira da sua boquinha, não é?”, O homem riu enquanto ele avançava alguns centímetros para frente. “Isso é um bom garoto. Gosta de mamar na mamadeira do papai, né? É bom o gosto da minha rola, não é? Tá tomando todo meu melzinho?

Eu assenti enquanto chupava e amamentava o seu pênis tão duro e quente, com os olhinhos quase fechados.

“Isso bebêzão, mama gostoso, mama. É isso que você queria, levar leite na garganta”, ele disse enquanto observava atentamente enquanto sua ereção foi lentamente se aprofundando na minha boca pequena.

“Papai não vai conseguir colocar tudo. Mas é o suficiente para fazer o trabalho”, ele disse.

Nesse momento, ouvimos um barulho e o homem se preparou.

“Shhh”, ele imediatamente disse enquanto praticamente me puxava para o
lado oposto da enorme árvore. “Shhh”, ele repetiu. Enquanto esperávamos, vi seu pênis pendurado longo e grosso fora das suas calças e tentei alcançá-lo, mas ele segurou minha mão gentilmente mas com firmeza.

“Nããão, agora não”, ele sussurrou.

Novamente ouvimos mais barulho de folhas. E agora até eu estava ficando nervoso. Estávamos fora do caminho, mesmo que apenas alguns centímetros, e a maneira como o homem estava agindo estava me assustando.

“Fique parado. Alguém pode estar vindo”, ele sussurrou enquanto colocava seu enorme, agora mole, pênis de volta em suas calças. Rapidamente, ele fechou o zíper e levantou.

“Fique aqui um minuto”, ele instruiu. “Se eu não voltar, foi divertido.”

E com isso o homem desceu e desceu o caminho de volta para o Parquinho infantil.

Eu sabia o que era ficar parado mas não sabia o que era um minuto. Eu não tinha um relógio de pulso e, mesmo que eu tivesse um, não sabia ler as horas. E a minha boca estava toda melada.

Mas não tive medo, pois sabia que meu avô estava em algum lugar à frente, no mesmo caminho.

Fiquei embaixo da árvore pelo que pareceu uma eternidade e até vi um pássaro grande e vermelho em um galho bem acima de mim.

Então, ouvi novamente os barulhos. Esses mesmos barulhos estavam seguindo o caminho novamente. Mas parecia um barulho ainda mais alto de galhos e folhas. Eu mantive minha cabeça baixa, ouvindo atentamente e fiquei um pouco assustado. Quando levantei minha cabeça novamente, assim que os barulhos cessaram, pude ver que o homem retornou. E de pé, de cada lado dele, havia dois outros homens.

“Você está pronto para jogar o jogo do zíper, bebê?”, O homem perguntou.

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10 Comentários

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  • Responder Virjão

    Cara você tem que continuar esse conto!!!

  • Responder titio sacana

    cadê a continuação?

    meu pau está babando

  • Responder Paulista

    quem curte 5 aninhos me chama no telegram @gxxxxi

    • Bb__17

      N apareceu

    • Jao

      Seu telegram ta bloqueado ora msg me adc @jjoaomarcos

  • Responder Humberto

    Uau! Muito tenso!
    O conto é bem bom. ⭐⭐⭐⭐⭐
    Gosto de como você para no ápice e deixa que a imaginação do eleitor leve à um fim. É frustrante até! rsrsrsrs. Mais divertido.

  • Responder Faruck

    Topzao continue o jogo dos zíperes aceyeu gizei muito @eloiin meu telegram.

  • Responder Victor Hugo

    Pqp cara continua isso pfvr
    Quero muito le mais desse jogo do ziper.
    Incrível ?

    • Sandro

      Excelente, continua estou aguardando a continuação do outro, perversões caseiras.

  • Responder Leon

    Muito bom, parabéns.