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O instrutor de ginástica e Ângelo

2577 palavras | 8 |4.69
Por

Me chamo Nelson, 32, Negro, 1,89, parrudo mas definido (estilo Max Konnor). Sou formado em Ed. Física e dou aulas de Ginástica artística em um clube atlético da minha cidade.

O clube tem vários ambientes diferentes, pistas, quadras, piscinas, e durante o dia várias turmas tem aulas. No ginásio de 12h às 16h sou responsável por uma turma mista de 7 a 12, que é guiada por mim e minha assistente. Ela dá suporte às moças e eu cuido dos rapazes.

Um dos alunos da turma, é Ângelo, 8, carismático e bem humorado, é o tipo palhaço da turma, mas muito focado; tem futuro no esporte se guiado na direção certa. Esguio e com a pele clara, tem por volta de 1,20, cabelos castanho claro e olhos cor de mel.

Foi em uma terça feira, chegou trazido pela babá, que depois que deixa ele na porta do ginásio, fica pelas dependências do clube esperando o fim da aula. Entrou na sala sorrindo, acenando pra todos, e veio direto na minha direção:

– Oi tio! Disse me dando um abraço apertado.
– Fala carinha, como vai essa força?
– tá tudo bem, ainda tô com aquele roxo aqui na canela que quando aperta dá vontade de rir, olha – disse, levantando uma perna da calça pra mostrar o pequeno hematoma na canela esquerda.

– Já já ele some, é só continuar praticando e tomando cuidado. Vamo lá aquecer pra começar?

Ali mesmo Ângelo baixou as calças e guardou na bolsa, ficando só de body, que era como um pequeno macacão, parava um pouco acima da metade das coxas, a parte de cima era estilo “mamãe to forte” com a gola bem cavada. A roupa era quase plástica e justa no corpo do menino. deixava tudo bem definido e entregava que Ângelo não estava usando cueca.

Depois do aquecimento, fui levá-lo ao cavalo. Pra subir ele ainda precisa de ajuda pela altura, então já nem pede mais, só chega perto do aparelho e olha pra mim. Geralmente seguro ele pela cintura e levanto (o que faz o body dar uma entradinha na bunda e depois espero pra ver ele colocando a mão pra puxar pra fora), mas naquele dia decidi que uma mao iria na cintura, e a outra por baixo, no meio das pernas. Quando coloquei a mão direita, com o dedo médio bem na divisão do bumbum, sentir ele dar uma tremidinha e deixou escapar um risinho, mas foi questão de segundos entre segurar ele e colocar no cavalo.

durante o treinamento todo dei um jeito de não deixar de segurar ele, até que em certo momento fui mais ousado e em uma das levantadas, consegui posicionar o polegar na portinha dele e fiz uma leve pressão. Mais uma vez percebi ele soltou um risinho que não conseguiu segurar, e como estávamos afastados da assistente e dos outros alunos, perguntei:

– Cê tá rindo carinha, mas de quê?

– É aqui tio, quando você me levantou por aqui por baixo, deu uma coceirinha na barriga, dando uma risadinha mais uma vez.

– E você gosta da coceirinha, Ângelo?

– Gosto tio! Disse ele

– Você ja sentiu essa coceirinha antes?

Ele fez uma expressão de desconfiado e disse:

– A-acho que sim tio.
Ali sabia que ia chegar onde queria.

– Então carinha, terminamos por hoje, vai lá tomar seu banho e amanhã a gente se vê.

O banheiro masculino do clube é enorme, com vários chuveiros num mesmo espaço, como um grande retangulo, onde 3 das 4 paredes tem chuveiros e uma é a entrada. Nenhum dos chuveiros tem paredes ou portas, é comum do clube, e sempre tem uma duzia de garotos e o treinador de alguma modalidade tomando banho depois das aulas.
Nesse horário porém, eu sabia que nenhuma das turmas, fora os rapazinhos da minha iriam estar usando o tal vestiário. Também já tinha percebido que depois da aula Ângelo encontra a babá e vão pra cantina comer alguma coisa; talvez seja costume, mas tenho a impressão de que ele tem alguma vergonha de tomar banho com os outros 3 alunos nos chuveiros. De longe observa ele, que terminava o salgado prestando atenção na porta do banheiro, provavelmente monitorando pra ver o ultimo aluno saindo pra que ele pudesse tomar banho. Naquele dia, decidi que iria tomar um banho também.

Vi angelo pegando a bolsa e indo em direção ao banheiro, esperei uns minutos e fui atrás.

entrando no banheiro passei pela área das pias, reservados e mictórios e andei até os armários e o box no fundo, e em cima de um dos bancos a bolsa aberta de angelo, com o body dele do avesso jogado no chão.
Olhando pros lados, discretamente peguei o body e fui direto nos fundilhos. olhei, examinei, levei ao nariz e dei uma cafungada forte. Senti um cheirinho de suor, aquele cheirinho característico de cu, e um pouquinho de xixi (provavelmente Ângelo não balançava direito antes de guardar, rs)

Saindo do meu delírio, olhei pro box, e de costas, nu, vi Ângelo ligando o chuveiro.

Ele não tinha percebido minha presença, então fui tirando a roupa sem fazer barulho, e entrei no box.
Fui me aproximando do chuveiro ao lado e liguei.

ele deu um pulinho com o susto que levou ao ter me notado, parado, pelado bem próximo a ele:

– T-tio… o-o que você tá fazendo a- aqui? Disse com uma expressão de espanto e ficou mais branco do que já era.

Eu realmente não costumava tomar banho no banheiro comum, geralmente usava o dos monitores que só tinha dois box separados, só ia no comum como quem não quer nada no fim das aulas de futebol dar umas incertas nos rapazinhos se banhando

– Vim tomar um banho ué! O treino hoje foi puxado né carinha? Olhei pra ele, enquanto ele de perfil olhava pro outro lado meio desconfiado. A água caia no cabelo e escorria pelo corpinho esguio e levemente definido, como ele estava de perfil, consegui dar uma examinada no pintinho sem pelos coberto pelo prepúcio e em cima de um saquinho tão liso quanto, retraído pela temperatura da água.

Ele se esfregava e de repente notei que o tempo todo olhava pra mim, (ou melhor, pra minha rola), e virava o rosto rapidamente. Dedici fingir que não tinha notado e deixar ele olhar mais um pouco
Modestia à parte tenho o membro um pouco acima da média, bem aparado, com prepúcio, 19cm e pouca coisa mais grosso que uma lata de desodorante quando ereto.

Olhei pra ele e ele ficou vermelho e após ser pego no flagra me manjando. Indaguei:

– O que foi carinha?

– N-nada, nada tio… É que…

– Pode falar

– S-seu bigulim… ele é diferente do meu…

Bingo.

– É? Como assim? Você nunca viu outro rapaz sem roupa? Nem seu pai? Nunca tomou banho com ele?

– Não… Meu pai não mora com a gente, quem me dá banho é a Beth, ela diz que eu já tô grandinho então fica do lado de fora do box esperando eu terminar…

– É mesmo?… Mas então, por que nosso bigulim é diferente?…

– Olha! o meu é desse tamaninho, Olha! Disse ele segurando com a pontinha dos dedos o pequeno “bigulim”. O seu é grande! grandão! é da sua cor e tem esses cabelinhos em cima! o meu não tem cabelinho nenhum!

Ali meu membro começou a dar sinal de vida, nada muito aparente, mas o volume já tinha aumentado. Ele continuou:

– A beth sempre fala pra eu puxar a pelinha pra trás e limpar bem pq se não fica sujo!

– Ela que te ensinou como lavar? como é, você me ensina?

– Ensinou! Olha! Disse isso puxando pra trás seu prepúcio e exibindo a cabecinha, do tamanho de uma bola de gude.

– Aí eu passo sabonete aqui embaixo ó, em volta, e na pelinha também, depois é só enxaguar!

Aquela cena foi me dando cada vez mais desejo, mas eu queria continuar ali:

– Caramba! É assim então!? Ângelo… você ajuda o tio a lavar o bigulim também? Me mostra aqui; Segurei a rola despretensiosamente como se oferecesse pra ele pegar

– P-posso tio; Ele disse se aproximando e estendendo as mãos para me tocar.

Senti as mãozinhas ensaboadas e fui conduzindo:

– Você falou que tem que puxar a pelinha pra trás né? Pode puxar.

Com uma mão inteira Ângelo põe a cabeça da minha rola pra fora, arregala os olhos e solta:

– Nossa! Eu disse que nosso bigulim era muito diferente!

Soltei uma risada e disse:

– Mais diferente carinha? Queria ouvir ele descrevendo e comparando nossos membros.

– É! Olha! a cabecinha do meu é roxo clarinho e eu consigo lavar com a ponta dos dedos! Olha a sua! – Disse pegando meu pau de novo – É rosa! E eu tenho que usar as duas mãos pra esfregar!

Aquilo já estava me enlouquecendo:

– Então esfrega pro tio, me ajuda a limpar, carinha!

E ele continuou esfregando, alheio a tudo, entretido com aquele membro crescendo nas mãos dele, até que:

– Ó tio! que isso!?

– O que tem, Ângelo?

– Seu bigulim tá duro!

E lá estava eu, dentro de um vestiário vazio, pelado, ensaboado com o pau apontando pra cima de tão duro, e na frente do Ângelo.

– É normal! O seu já ficou assim alguma vez Ângelo?

– Hmm… às vezes tio… mas não conta pra ninguém…

– Pode falar.

– Às vezes, de noite, quando a Beth me coloca na cama, eu ponho a mão no bigulim e fico mexendo… Ele fica assim… durinho, durinho igual ao seu! Mas não desse tamanhão todo – Disse soltando uma risadinha. Aí eu mexo, mexo, mexo e de repente sinto uma coceirinha igual a que eu senti na barriga quando você me levantou, aí depois eu vou dormir.

Mais uma vez, quis saber da tal coceirinha:

– E é boa essa coceirinha? Você gosta?

– Gosto tio, todo dia eu mexo pra sentir a coceirinha, mas eu faço escondido, não conta pra Beth! Nem pra minha mãe, por favor!

– Olha, eu prometo não contar, mas com uma condição.

– Qual?

– Você vai ter que me ensinar a sentir a coceirinha também.

– Ensino! é mó legal! Mas depois o bigulim fica molhado de novo, e no dia seguinte fica um cheiro diferente…

– Molhado é? Agora fiquei mais curioso, vamos nos secar e você me mostra.

Saímos do box, prontamente me enrolei na toalha e enquanto ele se secava perguntei se não queria ajuda pra ir mais rápido. Ele me deu a toalha e sequei seu cabelo, orelhas, rosto, e fui descendo. Cheguei no peito e passei pelos mamilos, barriga e costas. coloquei um joelho não chão e fiquei da altura dele. fiz uma espécie de concha com a mao e fui direito no pintinho, a mão inteira segurava o saquinho e tudo. Fui muito delicado esfregando levemente, e de repente o “bigulim” com a cabecinha de fora começou a dar sinal de vida.
O meu já tinha descido um pouco e estava meia bomba. Nos entreolhamos e fixamos o olhar um no outro enquanto já sem a toalha eu alisava o pintinho pra frente e pra trás.

– Você gosta Ângelo? Ele confirmou com a cabeça

– A gente não pode ficar aqui né tio, se não alguém pode descobrir nosso segredo… segredo de meninos!

– Isso mesmo… Mas eu conheço o lugar certo pra você me mostrar como sentir a coceirinha. Nos vestimos e antes de sairmos do vestiário me certifiquei de que a babá não estava por perto. Eram apenas alguns passos do vestiário comum para o dos monitores no mesmo corredor. Todos os monitores tinham uma chave e a porta podia ser trancada. Saimos dali e discretamente entramos no vestiário dos monitores. Tranquei a porta, acendi a luz e sentamos em um dos bancos compridos.

– Pronto Ângelo, agora você pode ensinar pro tio como sentir a coceirinha.

– Tá, mas a gente vai precisar tirar a roupa de novo! Disse ele já puxando a blusa pra cima. Fiz o mesmo e os dois já estavamos sem cueca, eu sentado, ele em pé na minha frente.

– Primeiro eu começo assim – segurou o pintinho e começou a esfregar levemente, nisso meu pau já tava latejando, e ele entretido com o dele.

– Que tal se a gente fizer um pro outro? ia ser legal né? Sugeri.

– Tá bom!

Ele sentou no banco, do meu lado, mas rapidamente coloquei sentado na minha coxa esquerda, e com a mão direita comecei a dar prazer a ele. Ele segurou meu pau pela cabeça e eu pedi:

– Assim ó, pra cima e pra baixo…

– Olha tio! o seu já tá todo molhado! parece cuspe! O meu fica assim também só que pouquinho…

Tudo aquilo estava me deixando doido, imaginei fazer mil coisas mas não podia assusta-lo e não queria correr com as coisas.

– Ângelo, tive uma ideia: tio deita, e você deita por cima, aí a gente encosta nossos pintinhos e com uma mão só a gente mexe neles…. . Ele concordou, e assim o fizemos. me deitei, com as pernas um pouco separadas e ele veio por cima como se fosse cavalgar. Encostamos nossos paus duros; eu conseguia ver pouco do dele, a diferença de tamanho era muito grande. Segurei sua bundinha e puxei na minha direção

– Assim, Assim… E ele começou o movimento instintivo de meter, esfregando o pauzinho no meu, e aumentando cada vez mais a velocidade, ele fazia com sofreguidão.

-Hmm…hmmm tio….

– Isso carinha, continua

Meu pau ja escorria de tanto babar. Ficamos naquele frenesi uns 10 minutos.

– Ah…ahhh..eu vou ..

– V-vai o que tio?

– Ughh… ahhhh

E gozei. Gozei como nunca antes. Os jatos na direção do meu peito escorreram pro chão enquanto Ângelo olhava confuso.

– Não para Ângelo, continua fazendo no tio. Ele obedeceu, continuou até eu sentir seu corpinho tremer. Sabia que ele tinha atingido o clímax. Olhava pra ele já suado com o rosto ruborizado e os olhinhos fechados. Ali, ainda meio bambo e com o corpo mole, senti algo quente no meu pinto, olhei rápido e vi que Ângelo estava fazendo xixi, tão intenso seu primeiro orgasmo, não aguentou e liberou tudo ali mesmo. Confesso que achei mais excitante ainda. Quando ele saiu do transe e percebeu, morreu de vergonha.

– T-tio! Desculpa tio! Levantou rapido de cima de mim e se afastou cobrindo o pintinho.

Dei uma risada leve e disse que nao tinha problema, que acontecia. Ele perdeu a vergonha e sorriu.

– Você gostou Ângelo?

– Foi a melhor coceirinha que já senti.

Sorri satisfeito.

-Vamos nos lavar que a Beth tá lá fora te esperando.

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8 Comentários

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  • Responder [email protected]

    Que top cara

  • Responder Negão PDF.

    Come gostoso esse moleque.

    • anônimo

      verdade

  • Responder A

    Continua

  • Responder Anonimo

    Cara continua com esse conto aí, to curtindo

  • Responder GabCapx

    continua !!!

  • Responder OgaihtAzuos

    Delícia dms lembro de quando brincava com meu vizinho eu brincava com o pipi dele

    • @OgaihtAzuos

      Tgam