#

O amigo do meu marido foi o primeiro a comer meu cuzinho

1756 palavras | 3 |4.69
Por

Continuação do conto “O amigo do meu marido me comeu“.
Meu caso com o amigo do meu marido estava cada dia melhor. Ele me comia em todos os cantos da casa. E me fazia gozar como meu marido nunca havia feito. As desculpas pela demora da reforma do seu apartamento eram cada dia piores mas meu corninho acreditava. E pra não levantar desconfianças, eu metia com meu marido sempre que ele tinha vontade. E ultimamente o safado queria sempre.
Antes de sair meu marido estava insaciável, subiu em cima de mim e socou bastante ao mesmo tempo que estava com a boca grudada em meu seio. Eu gemia alto com a perna arreganhada. E fiquei molinha quando ele gozou dentro. Em seguida tirou o pau e levantou minha calcinha. Me deixou largada na cama e depois de tomar banho foi trabalhar. Virei de lado e abracei o travesseiro, ainda estava cedinho e eu precisava descansar. Mas menos de dez minutos depois do meu marido sair, o amigo dele entrou no quarto – Você estava dando pra ele né sua cachorra, você tava gemendo de propósito pra me fazer vontade – Ele ajoelhou na cama já dando uns tapas na minha coxa – Eu tenho que dar pra ele, é meu marido. É minha obrigação – Respondi – E pro amigo dele você da por que? Me puxou pelas pernas já abrindo as duas – Porque eu gosto – Apoiei os cotovelos no colchão – Vagabunda ainda tá com porra de outro – Bateu na minha bucetinha e senti ela queimar – Ainn – Gemi baixinho. As alças da minha camisola desceram e ele viu meus peitos de fora – O corno fez a festa nos seus peitos também – Falou apertando cada um. Os dois ainda estavam vermelhos das chupadas do meu marido – Vadia… já tá toda fodida – Esfregou o pau na minha barriga – Me fode de novo quando é com ele não é gostoso – Reclamei e ele foi dando beijos no meu pescoço, me chupando, depois apalpou meus peitos e chupou mais que meu marido. Ele também lambeu minha barriguinha – Por favor, chupa minha bucetinha – Pedi manhosa e o safado obedeceu. Apertou minhas coxas e foi a coisa mais excitante que senti. Tinha acabado de entrar o pau de um nela e agora era outro que chupava. Nunca imaginei passar por isso mas era bom demais. Segurei a cabeça dele com as duas mãos e fui esfregando a buceta na cara dele. Ele chupava meu grelo e dedava meu buraquinho. Eu mesma apertava meus peitos e gemia alto pedindo pra isso nunca acabar. Acabei gozando na boca dele, mas ele continuou me lambendo, abriu mais minhas pernas e fiquei ainda mais arreganhada e então senti sua língua quente no meu cuzinho. Mesmo com tantos pedidos do meu marido, eu nunca tinha dado o rabo. Era um local proibido mas que o amigo dele já chegou invadindo. Tava tão gostoso com a língua que eu não reclamei deixei ele aproveitar. Sentia sua língua esfregando minhas pregas e me dava calafrio quando ele cuspia ali. Deixou tudo bem melado e voltou a dar atenção pra minha xota. Fechei os olhos e arranhei a nuca dele. E quando me dei conta o safado socou o dedo do meio no meu cu – Ahhh – Contrai o cuzinho apertando o dedo dele lá dentro – Calma – Sussurrou safado – Assim não Denis – Apertei seus ombros e ela alcançou a boca na minha – Putinha tem que dar o cu – Falou no meu ouvido e começou o soca soca primeiro com um, depois com dos dedos, laceando meu anelzinho – Eu nunca dei o cu Denis, para – Agarrei os braços no pescoço dele – Não tá gostoso? – Continuou dedando, eu estava gemendo de olhos fechados – Tá – Falei ofegante – Então deixa eu continuar – Respondeu – Tá mas só assim – Falei baixinho – É só a cabecinha, a gente só vai brincar – Ficou insistindo – Se doer você para? – Pedi manhosa e ele concordou – O cuzinho você vai dar só pra mim, entendeu? – Puxou forte meu cabelo até encostar nossos lábios – Entendi – Sussurrei e ele foi me acomodando melhor. Me deixou na posição frango assado e começou a me beijar muito, beijava minha boca, chupava meus peitos, depois voltava a beijar de novo. Ao mesmo tempo pegava em todo meu corpo, isso me deixou muito excitada, só ele sabia ficar nessa pegaçao. Eu esfregava a bucetinha no abdome dele e procurava o pau. Ele segurou a rola e mandou pra dentro – Ahhh – Arqueei o quadril e ele enfiou mais. Dei gostoso pra ele. Ele meteu sem dó, uma socada atrás da outra, deixou minha xota bem inchadinha e eu ja estava prestes a ter um orgasmo mas ele parou – Ahhh eu tava quase por favor continua – Implorei quase choramingando. E Denis percebeu que eu estava doidinha e tinha caído na armadilha, ele encostou o pau no meu cuzinho e abusou da minha excitação. Ele ja tava bem melado de tanta lambida mas ainda assim Denis passou um gelzinho que lubrificou ainda mais – Agora relaxa – Falou safado e encaixou a cabeçona do pau no meu anelzinho. Fechei os olhos com força, era muito grande – Hummm – Denis empurrou mais um pouco e gemeu. Senti escorregar pra dentro – Ahhh – Arranhei seus braços – Vai rebolando vai – Falou safado e enquanto eu rebolava ele esfregava meu grelo – Não tá doendo deixa assim – Falei mordendo os lábios e ele começou a tirar e colocar só a cabeça. Que sensação diferente. Eu segurava a bunda aberta pra ele brincar de vai vem só com a cabecinha – Que cuzinho lindo – Ele falava e esfregava a cabeça dele ao redor depois continuava a brincadeira, tava muito bom, as vezes escapava e ele arrumava no meu buraco de novo. Mas só essa brincadeirinha não era suficiente ele queria me fuder de verdade ele falava que tava com a rola latejando e começou a judiar. Segurou meu quadril e foi empurrando mais fundo. Eu sentia meu cuzinho rasgar – Ahhhhh chega assim doeu – Implorei contraindo o rabinho – Assim não… relaxa que vai passar – Segurou minha coxa e ficou parado lá dentro – Ahhh ahhh – Eu arranhava as costas dele – Que cuzinho apertado, to me segurando pra não gozar – Falava desesperado e se mexia bem devagarzinho pra me deixar acostumada e a dor foi passando – Ta ficando gostoso, to sentindo meu cuzinho pegar fogo – Confessei no ouvido dele. Nós dois estávamos muito suados, nossos corpos grudavam um no outro e Denis começou a se mexer de novo, dessa vez com a rola inteira socada dentro do meu cu. Nem sei como coube tudo dentro de mim. As vezes ardia mas ver como ele estava ficando louco me fazia suportar. Ele socava forte com pressa, a cama balançava muito, batia toda hora na parede e eu sentia uma dor prazerosa, não era aquela dor do começo. Agora era uma coisa boa. Fechei os olhos e o apertei com força contra mim. Choramingava igual uma cadelinha e ele não saia de cima. Podia ver seu quadril em constante movimento me fodendo como uma putinha qualquer. Ele gemia comigo, estava transtornado dentro de mim. Senti meu cuzinho quente, melado – Ahhh porra que cu gostoso caralho você é uma puta safada- Ele gozou me xingando e o pau sequer abaixou Por isso ele continuou socando. Minha buceta escorria, ja tinha gozado várias vezes. Ele me virou de bruços, só empinei a bunda e gritei quando aquela vara entrou de novo. Agora senti bem fundo. Minha barriga formigava. Dessa vez ele grudou em meus cabelos com uma mão e em meu ombro com a outra, e tomei tanto no cu. No primeiro anal Denis já me deixou toda esfolada e depois de gozar outra vez me largou com a bunda ardida e com porra derramando de dentro do cuzinho. Eu realmente havia me tornado uma vagabunda. Me senti vazia quando aquele pau saiu de dentro de mim. Ele caiu exausto do meu lado – Você acabou comigo – Falei agarrando o travesseiro – Você aprende rapidinho cachorra – Falou safado e dei um sorrisinho – Agora me deixa descansar – Respondi – Quer que eu saia daqui? – Me olhou – Claro que não… quero que você fique abraçado em mim – Me aproximei e deixei o amigo do meu marido me abraçar de conchinha. Depois de dar o cuzinho, eu havia ficado mais gamada nele. Levantamos pra tomar banho e almoçar, então deitamos de novo. Cochilamos juntinhos a tarde toda. Ele faltou serviço pra ficar comigo. Eu estava muito cansada, dormi pesado bastante tempo e só acordei quando senti alguma coisa me balançando, abri os olhos e meus peitos tavam de fora balançando. O amigo do meu marido tava atrás de mim me fodendo de ladinho. Nem sabia quanto tempo fazia que ele ja tava socando mas eu tava muito melada e me dava muito prazer essas pirocadas com força. Meu utero levou várias batidinhas da cabeçona dele – Cuida o horário ele ja deve estar pra chegar – Falei com a voz falhada remexendo a bucetinha no pau dele – Tem medo ne cachorra? Tem medo do corninho saber que você trepou o dia inteiro com o amigo dele? – Falava e socava gostoso – Ahhhh tenho – Apertava a mão dele no meu peito – Porque eu amo dar pro amigo dele e não quero parar – Respondi choramingando e depois de umas esfregadas no meu clitoris gozei com aquela tora dentro de mim e ele fez o mesmo gozou bem fundo da minha buceta – Eu vou te engravidar sua cachorra, você vai guardar gala até engravidar – Me apertou e revirei os olhos. Estava tão louca pela pica dele que nem reclamei. Só deixei ele depositar todo o esperma no meu canal. E deixei mais um macho feliz.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,69 de 26 votos)

Por #

3 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Fábio

    Delícia de conto, adoro uma vagabunda cachorra casada, isso mesmo, fode bastante com outro macho, enche a cabeça do seu corno de chifre.

  • Responder [email protected]

    Passei umas três semanas sem ir na casa do meu sogro, não sabia como reagiria a essa situação. Além disso nunca mais conseguimos nos encontrar, pois ele se enrolou no trabalho. Até que minha namorada falou que o pai tinha perguntado por mim, pelo nosso namoro.

    Novinhas Putinha come papãi???

    Inst @massagem.gatinhas ❤

  • Responder Drew

    Posta mais contos