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Numa Tarde de Chuva

1562 palavras | 2 |4.67
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Quando a juventude de um adolescente clama pelos pecados de uma gostosa brincadeira com os amiguinhos numa mão amiga.

Naquele já meio de tarde, quase três horas, quando chequei do ginásio, foi uma troca de roupa para um calção e o tradicional e nada mais famoso ki-chute para sair correndo portão à fora em direção da casa do Bentinho, chamá-lo para jogar bola na rua. Nesse disparate trôpego nem observei o tempo que fechava ao horizonte anunciando uma chuva daquelas, tão típica e normal no período da estação. Entre que andando e correndo desci pela trilha do terreno ao lado do muro da casa e chequei no portão, já gritando pelo meu amigo. Em minutos apareceu ele numa corrida, quase que ofegante.
“Vamos brincar de bola?”
“Não dá… A minha mãe saiu para ir à casa de minha tia e só volta à noite, sem falar que, olha, já está começando a chover… e tem mais, o Ricardinho está aqui. A mãe dele foi com a minha e ele ficou aqui.”
O prenúncio de chuva foi mais rápido e desabou a chover. Fui obrigado a entrar na área da casa. Com o aumento da chuva e a ação do vento, acabei entrando, indo para o quarto do Bentinho onde o Ricardinho estava. Quando pisei no quarto levei um susto em ver o moleque deitado na cama de bunda pra cima, com o shorts pelas coxas, mostrando a cuequinha amarela e uma bundinha linda. Olhei ao meu amigo como a perguntar o que era aquilo.
“Estamos lendo gibis… Ele gosta da Turma da Mônica…”
A cargo de esclarecimentos, Ricardinho é um garoto da nossa turminha, novinho ainda, que tem um corpo bem delicado, coxas lisas, grossas, uma bunda redondinha e um jeito de “viadinho”. Assim, normalmente a molecada da rua sempre estava encoxando-o, juntando ele. Sabia que o Bentinho, mais chegado a ele, de frequentarem a casa de um e outro, sempre estavam juntos. Por algumas vezes, nas nossas escapadas, longe dos demais olhares e de um flagra, ficávamos falando do Ricardinho, de “comer a bunda” dele. Lembrando que eu pelo menos catorze anos e Bentinho quase na mesma idade e Ricardinho mais novo alguma coisa. Inclusive, a última vez que estivemos juntos numa conversa dessa, vi o Bentinho de pau duro dentro do shorts, quase que rasgando o pano. Perguntei pra ele num tom de brincadeira aquele pau duro e ele respondeu pra eu bater “uma” pra ele.
“Vou encoxar você e pego no teu pau… Quer?” Disse-lhe entre uma certeza e o desejo inocente da época.
A reação dele surpreendeu mas fui obrigado a atender ao que propôs. Virou-se de costas, baixou o shorts e cueca e encostou-se ao meu pau que endureceu na hora. Tirei-o pra fora e encostei-me às carnes daquela bundinha macia, quente. Imediatamente segurei no pau do Bentinho apertando-o nos dedos numa massagem e friccionava o meu na bunda dele. A sensação foi muito agradável, gostosa, inexplicável. Subitamente Bentinho pediu para apressar o movimento. Então quase que só concentrei naquele vai e vem de minha mão no pinto dele e percebi ele estremecer, ofegando, soltando alguma coisa pelo pau. Em seguida ele soltou, levantou o shorts e cueca e saiu correndo, deixando na mão. Até então nada entendia de uma punheta e se a fizemos daquele jeito, foi apenas pelo instinto de prazer do nossos corpos. Entretanto, desde essa oportunidade, mesmo nada sendo dito, precisávamos de mais.
“Vamos ajudar ele a ler?” Disse observando o volume no shorts do Bentinho.
“Sim.” Respondeu.
“Vou trancar a porta da sala…” Bentinho saiu.
Enquanto foi a cumprir seu objetivo, pude olhar mais impune a bundinha do moleque, redondinha, cheia, macia, branca. Até então não havia ainda chegado a esse ponto com a minha irmã. Contudo foi inevitável não pensar nela e ter essa mesma vontade. Puxei a cuequinha para o vão dando mais nitidez às polpas. Ele remexeu-se mas assentiu. O meu pau estava ficando mais duro. Bentinho entrou de novo no quarto. Olhei-o. Aproximei e sem pudor abaixei o shorts dele, deixando-o de cueca. O pau duro. Em seguida sentei na cama ao lado do Ricardinho e opus meu peso às costas fazendo Bentinho descer ao meio das coxas aquele pedacinho de pano que encobria o vão. Um deslumbre aquele vão lindo! Ricardinho fez menção de virar mas ficou retido com o meu peso e minhas mãos segurando nas bandas da bunda abrindo-a. Então apareceu um o pequeno orifício rosa do cuzinho dele. Bentinho subiu em cima da cama, ajoelhou-se de lado e levou o pau para aquela bundinha. Ricardinho remexeu numa tentativa de escapar, mas tornou-se indefeso perante a nos dois. Deitando totalmente sobre ele Ricardinho ficou inerte. Coloquei em pé e puxei a cueca do meu amiguinho tirando-a pelos pés. Automaticamente fiquei pelado, como o pinto na mão, passando pelas coxas do Bentinho, que deixava enquanto esfregava-se na bundinha do outro. Não por uma razão especifica, mas por instinto, tirei meu amigo de cima do garoto, colocando-o em pé no meio do quarto e imediatamente já foi juntado de novo. Comecei a passar a mão no pequeno pinto do Ricardinho, que cresceu mas mesmo assim era pequeno demais. Comecei a perceber que a cada mexida no pauzinho, ele remexia mais dando um prazer maior ao Bentinho. Não sei explicar apenas fiz, sem pudor ou medo, abocanhei aquele “pauzinho”, grudando às coxas do Bentinho puxando-o mais contra o corpo de sua “menina”. Ricardinho passou a soltar um leve grunhido baixinho. Comecei a engolir aquele negócio durinho chupando. Percebi pelo rabo do olho o Bentinho olhando isso. Momentaneamente ele desgrudou e ficou lado a lado com o seu “viadinho”. Entendi o que ele queria. Fui de boca no pau dele também. Era mais grosso, mais duro. Enquanto fazia isso, levei a cabeça do Ricardinho para o meu pinto e também o fiz me chupar. Estava tudo muito gostoso e louco. Por fim, levamos o Ricardinho para a cama, deixando-o de quatro. Bentinho juntou por trás dele e começou a esfregar na bundinha dele. Grudei na bunda do Bentinho e passamos a nos esfregar. Assim nessa esfregação, do nada, num inesperado momento senti um estremecimento e um líquido saindo do meu pau, quente, volumoso, em jato. No tempo que a sensação invadia meu corpo de maneira estanha, espontânea, gostosa, afastei um pouco. Observei que meu amiguinho também passou contrair o corpo soltando urros do que parecei um prazer indescritível. Qual fizera eu, foi encolhendo e voltando-se para trás. Olhamos nossos paus sujos com os respingos entre as coxas, no chão e na bunda de ambos. Ricardinho continuou de quatro esperando. Como um prêmio, viramos ele de frente. Bentinho passou a acariciar aquele pequeno pauzinho branco, liso, dando ao seu “viadinho” uma prazer que fez-se remexer na cama.
Não demorou nada para sair daquele pinto um caldinho esbranquiçado e o Ricardinho ficar todo amolecido. Por cerca de meia hora todos nós ficamos calados e sem olhar um ao outro, como que temendo uma vergonha. Todavia, no auge de nossa pré adolescência o desejo sempre vem a falar mais alto. Como já que habituado, essa nossa segunda orgia foi bem mais fácil e ousada. Ricardinho deixou-se ficar de quatro, bundinha arrebitada e não importou em ver suas polpas arregaçadas e a cabeça do pau do Bentinho esfregando dentro do vão, tocando o seu orifício anal. Em pé puxei para escancarar bem a bundinha do moleque e dei uma cuspida no rego. A cabeça do pau tocava naquele buraco e por incrível que pareça entrou um pouco pra dentro, Foi quando Ricardinho fez um gesto de fugir. Forcei a bunda dele no pinto do Bentinho e percebi que realmente a cabeça entrou nas pregas do menino. Como que a consolar deitei abaixo do pinto do Ricardinho e passei a chupar mexendo ao mesmo tempo, Percebi que os dois estavam gostando de tudo, o Bentinho de enfiar no cuzinho e o Ricardinho de levar o pau e ter seu pinto mexido. De repente senti um gosto na boca, entre que doce e melado e o Bentinho urrando juntando mais a bunda do Ricardinho, num grotesco abraço, no que ele também soltou um pequeno grito de dor.
Quando os dois afrouxaram, desgrudando, pude reparar no fio de caldo branco que ainda escorria do pinto do Ricardo e de sua bunda que havia saído do pau do Bentinho. Pressentindo o fim dessa brincadeira busquei a mão do Bentinho para o meu pau e fiz ele “bater uma”. Foi surpreendente esse orgasmo pois era a primeira vez que isso ocorreu dessa maneira mais livre e consciente. Vendo os dedos grudados no meu pau, provocando o gozo, senti uma estranha excitação de desejo e atração. Pensei em muita coisa naquele instante. Quando cessou os tremores dando-me mais naturalidade, Ricardinho que estava sentado, teve sua cabeça puxada para o meu pau e esfreguei na sua boca, forçando-o a engolir.
“Limpa seu viadinho meu pau!”
Numa próxima uma situação onde o homem tem preço sim.

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2 Comentários

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  • Responder Deere ,John

    Né veado,em vez de ir atrás dumas meninas preferiu ir atrás duma mariconinha safada igual a você pra ficar de veadaged né seu veado sem vergonha,cuidado porque eu,John Deere,estou pelas ruas e comigo veadagem acaba mais rápido que uma chuva de verão!

    • Maria Odete

      Deixe de ser mentirosa bicha velha safada.
      O “mundo” sabe que vc gosta mesmo, é de uma rola grande e grossa pra preencher esse cu largo e guloso que tu tem.
      Vc está mais para caçador de machos, do que outra coisa qualquer.