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Meu sogro me descobriu (2)

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Meu sogro estava conversando com o rapaz atrás do balcão e eu só pensava em sair dali, queria sair correndo, mas minhas pernas não deixavam.
Depois de um tempo, meu sogro me indicou um caminho que deveríamos ir. Chegamos a um local com muitos armários. Ele disse que eu precisava deixar a roupa em um dos armários, trancar e ficar só de tolha.
Eu só pensava que ficaria só de toalha ali e que logo ficaria de pau duro e todos descobririam que eu era gay: estava apavorado! Mas não tinha o que fazer e por isso obedeci.
Voltamos à entrada onde tinha o balcão só de toalha, devolvemos as chaves dos armários e ele nos deu um pequeno sabonetinho. Continuei a seguir o meu sogro e finalmente percebi que veria meu sogro nu.
Chegamos a um local com inúmeros chuveiros, em que se poderia tomar um banho rápido e para minha sorte era tudo dividido, com portas e tudo. Ele disse que era necessário tomar um banho e usar aquele sabonetinho, pois ele era um tipo especial que abria os poros e ajudava a suar melhor e liberar as toxinas do corpo.
Entrei em uma das cabines, fechei a porta e comecei a tomar o meu banho e só pensava no que tinha me metido, maldizendo o dia que tinha aceitado namorar com a Vanessa: eu seria descoberto, seria terrível para mim.
Depois de um tempo, meu sogro bateu na porta para que eu saísse logo. Tirei o sabão do corpo, me sequei o mais rápido que pude, coloquei a toalha na cintura e saí.
Ele me levou por um corredor e passamos por várias portas, onde havia pequenas saunas. Olhava para dentro e sempre tinha um ou dois homens nus: alguns conversando e outros, não.
– Eu não gosto dessas salas pequenas, me deixam sufocado.
Chegamos ao fim do corredor e tinham 3 ou 4 portas. Ele parece ter escolhido uma de forma aleatória e entramos. Era uma sala enorme, toda de azulejos e com bancos em vários patamares como uma arquibancada de estádio de futebol. Estava quente e esfumaçado lá dentro, por isso meus olhos demoraram a ver a sala toda e se tinha alguém ali.
Ele se sentou num banco no meio da sala e sentei do lado dele. Aos poucos fui vendo que havia mais pessoas naquela sala enorme: eram 3 homens. Eles estavam separados o bastante para dizer que não estavam juntos e todos estavam nus, apenas sentados em suas toalhas.
Ver o pau daqueles homens fez o meu pau começar a acordar e me desesperei, coloquei o braço por cima da toalha. Enquanto isso, meu sogro não falava nada, imaginei que talvez tivesse brigado com a mulher e por isso queria relaxar.
Nem pensei em puxar assunto, tinha meus próprios problemas: estava louco tesão vendo 3 homens nus perto de mim e não podia dar qualquer bandeira. Meu sogro, então, apoiou as costas no encosto e fechou os olhos. Talvez fosse o que eu deveria fazer mesmo, tentar me isolar em meu mundo interno e ignorar que eu estava seminu do lado do meu sogro também seminu e outros 3 nus a apenas 20 ou 30 metros de mim. E assim fiz.
Logo depois eu ouvi barulho dele se mexendo. Abri os olhos e vi que ele tinha aberto a sua toalha e agora exibida seu pau para quem quisesse ver. Era um pau lindo, não muito grande, mas bem grosso. Meu pau tinha endurecido totalmente, eu tava com tesão por meu sogro. Eu nunca tinha reparado antes, mas ele era um belo coroa: por volta de 1,75 e 1, 80, branco, braços fortes e uma barriga bem grande de chopp. E o principal: um pau muito gostoso. Eu não poderia negar que estava morrendo de tesão pelo meu sogro. Mas também estava morrendo de medo que ele percebesse e me desse uma surra, não só porque era gay, mas por estar enganando a filha dele. E o pior é que ele conseguiria me bater facilmente, porque eu tinha um jeito de menino, baixinho (1, 65 de altura) , magro, branquinho, cabelos e olhos castanhos e um rosto delicado. Por isso voltei a fechar os olhos e apoiei as costas no encosto.
Não sei quanto tempo se passou e ele resolveu puxar assunto:
– Posso te fazer uma pergunta pessoal?
Eu abri os olhos e vi que ele continuava com os dele fechados.
– Você já transou? Já comeu uma bucetinha ou vai estrear esse piruzão na bucetinha da Vanessa?

Eu estava chocado em ver um pai falando da buceta da própria filha e nem consegui responder.
– Vai, poder falar sem medo.
Mas eu tava com medo! Será que era um teste? Será que ele queria descobrir se eu queria só comer a filha dele e ir embora? Não podia falar que sim, ele iria me bater ali mesmo. Por outro lado, se eu não falasse nada, ele poderia desconfiar que eu era gay. Eu não sabia o que fazer.
– Pode falar, não se preocupa comigo. Não vou pensar mal de você! Na sua idade, a gente namora pra poder enfiar o pau na buceta delas. Quem disser que não, é hipócrita! Quando a gente fica mais velho é que a gente pensa em casar e tal.
Ele continuava de olhos fechados e eu sem saber o que responder. Seria um teste? Nunca estive tão aflito em toda a minha vida! Queria sair dali correndo imediatamente, mas não tinha força nas pernas e nem desculpa nenhuma para dar.
– Sabe, enfiar o pau pela primeira vez numa bucetinha é a coisa mais deliciosa do mundo.
Ele abriu os olhos e disse:
-Basta eu falar em bucetinha, meu pau já fica durasso.
Olhei pra baixo e seu pau realmente estava durasso. Era maior do que eu imaginava e bem grosso, com uma grande cabeça vermelha despontando pro teto.
Eu comecei a tremer que nem vara verde. Ele deu um sorrisinho safado e chegou a boca bem perto do meu ouvido:
– Quer pegar nele?
Como assim? Meu sogro me oferecendo o pau? Era um teste pra ver se eu era viado, era esse o teste. Eu não poderia cair.
-Vai, pega. Ninguém vai saber, vai ser o nosso segredinho.
Como eu não reagia, ele pegou a minha mão e guiou até o pau dele. E começou a me forçar a movimentar para cima e para baixo. Ele continuou a falar no meu ouvido.
– É bom, né?
Eu tinha perdido totalmente qualquer vontade própria, se fosse um teste, eu teria sido reprovado. Mas me lembrei dos outros caras na sala e fui olhar. Deviam estar assustados vendo eu segurar o pau de outro homem. No entanto, os três nos olhavam com total tesão e se punhetando também.
– Não liga pra eles. Eles gostam também, se não gostarem, vão sair. Vai, continua, que mão deliciosa você tem. Vai, chupa ele! Chupa esse pau gostoso.
– Mas você é meu….
– Esquece isso, depois a gente conversa! Agora só quero saber dessa boquinha vermelha linda chupando o meu pau.
Ele segurou a minha nuca e foi empurrando minha cabeça para o seu pau. O primeiro toque dos meus lábios naquele pau maravilhoso foi incrível, eu me sentia realizando um sonho desejado há muitos anos. Mas a continuação não foi muito boa, pois eu não sabia como chupar e ele foi me ensinando, me orientando.
Depois de um tempo, ele me puxou para cima e conseguiu alcançar o meu pau. Começou a me punhetar e falar baixinho:
– Que delícia! Que boquinha deliciosa! Gostou do meu pau? O gosto dele é bom? Deixa eu sentir o gosto do meu pau nessa boquinha deliciosa.
Me puxou e me beijou ardentemente. Eu nunca tinha beijado com tanto tesão na vida e gozei na sua mão.

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