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Meu Primeiro Anal

2048 palavras | 4 |4.38

Após anos de espera, finalmente me saciei num belo rabo.

Olá a todos, este é o meu primeiro conto (dependendo do feedback, o último). Sou de Manaus-Am, por razões óbvias, irei mudar nomes, porque aqui em Manaus, todo mundo é ex de todo mundo.

Devido a quarentena, faculdade parada, trabalho parado, confinamento em casa, mente desocupada, acabei descobrindo este site e me deliciei com vários relatos. Muitos deles maravilhosos e ricos em detalhes, agradeço alguns autores por me proporcionar maravilhosas punhetas.
Conto digitado pelo celular, perdão por alguns erros.
Vamos aos fatos.

O fato narrado aconteceu em Novembro do ano passado (2019), estou compartilhando ele agora pelo fato de conhecer este site esses meses e por que foi algo marcante pra min.

Tenho 22 anos e sou industriário (trabalhador da indústria) do polo industrial de Manaus, fazia um curso técnico em uma escola técnica federal de Manaus, com duração de 2 anos, já estava em meus últimos meses e no fim do cursos. Havia feito muitas amizades com pessoas boas e maravilhosas. Entre elas, Thaís, (fictício) 19 anos, uma moreninha de 1,60mtrs de altura, por volta de uns 50kg, a típica baixinha moreninha, peitos pequenos iguais a uma maçã, bunda média, redonda e carnuda, cabelos encaracolados, dona de um olhar penetrante e uma boquinha carnuda e muito gostosinha, totalmente virgem, enfim, uma delícia de ninfeta.
Pais evangélicos, mais não daqueles muito controladores, atentos as atitudes da filha, mas, bastante mente aberta e legais. Ela tinha sim suas obrigações com eles, mais em alguns quesitos eram liberais com ela.
Eu sou branco, 1,77mtrs de altura e 90kg, gordo, 15 cm normal, nada grande avantajado como lí em alguns relatos (Sad), olhos e cabelos castanhos.
Nós dois conversávamos bastante, tínhamos muito em comum, eu e ela adoramos o mundo da tecnologia e games, animes e etc (nerd e geek). Fazíamos muitos trabalhos da escola juntos, devido ao meu trabalho, as vezes me “escorava” nela para obtenção de notas. Com o passar do tempo, notei que ela era a pessoa que eu mais conversava e consequentemente, por ela ser um pouco tímida e eu ser seu grande amigo, notei que ela me via com outros olhos. Suas mensagens era diárias perguntando sobre o meu dia e meu trabalho. Na escola, não desgrudavamos. Minhas saídas paras festas noturnas costumava incomodar ela, sentia ciúmes de eu ficar alguém.
Eu nunca fui um pegador ao longo dos meus 22 anos de vida, eu tive apenas 3 namoradas, na média de 2 anos cada relação e infelizmente nenhuma delas me permitiu me deliciar num belo anal. Com ao qual eu vinha cada dia, mês e ano me alimentando pelo porno e me saciando nas punhetas. Me perguntando quando iria ser o dia em que eu finalmente iria encher um cú de esperma.

Ao contrário dela, eu não conseguia sentir nenhum sentimento por ela, ao não ser pela amizade e pelo tesão de querer foder ela (tinha uma paixão mal resolvida).

Em um final de semana conversando, ela tomou coragem e se declarou pra min. Conversamos sobre seus sentimentos e sobre os “meus”. Ela me disse que me amava e passava o dia todo pensando em min. Caímos no assunto sexo, trocamos nudes, conversamos obscenidade e pude perceber o quanto ela era gostosíssima e quão burro eu seria se deixasse essa oportunidade passar. Adquirimos muita intimidade durante os meses passados.
Na segunda acordei pensando nela e no seu corpinho gostoso, me deliciei numa bela punheta e pensei.
“- Nunca tive uma virgem, tem uma louca por min, gostosinha, não irei perder a oportunidade.”
Na terça acordei atrasado para a escola e havia uma prova (trabalhava no segundo turno 15h às 23h então estudava de manhã) então fui com o carro do meu pai pra escola. Tivemos o dia normal eu e ela, conversamos e etc, começou uma chuva bem forte perto do final da aula, então disse:
” – Thaís eu vim de carro hj, quer uma carona até o terminal #?”
Thaís: ” – Sim, está chovendo muito, não tenho sombrinha, pelo visto vai custar a passar e eu vou me molhar todinha até eu chegar na parada.”
Seguimos até o carro.
Thaís: “- acordou atrasado hj de novo?”
Eu: ” – sim, tinha muita produção ontem e acordei quebrado.”
Thaís: ” – imaginei, vc não me respondeu.”
Eu: ” – não é porque eu não te respondi que eu deixei de pensar em vc”
Ela começou a rir e olhou nos meus olhos. Passei a mão nas suas coxas gostosas até próximo a sua virilha.
Eu: ” – Vc é maravilhosa, perfeita, inteligente, o corpos mais gostoso que eu já vi, seu cheiro, sua boca me deixam alucinado.
Peguei sua mão e levei até meu cacete.
Eu: ” – olha o estado que vc me deixa, as suas fotos nuas mostram que essa farda esconde muita coisa.”
Avançamos um ao outro e nos beijamos loucamente, nossa, que boca, que lábios, bem molhadinhos, queria sugar a energia dela a todo custo. Mãos apalpando tudo que eu tinha direito, nos seios da ninfeta virgem, na bunda e o pau pulsando debaixo das calças.
Nos recompomos, pois estávamos no estacionamento da instituição ainda e seguimos, estava sem dinheiro pra motel, pois os últimos trocados havia posto gasolina no carro e queria tirar a virgindade dela no meu quarto.
Mais é claro que não deixaria ela sair “ilesa” dali.
No caminho de casa, tinham um conjunto habitacional em construção, muitas ruas desertas e com a chuva o lugar era perfeito pra uma pegação.
Estacionei em um lugar deserto e começamos a pegação.
Botei ela no meu colo e beijei sua boca maravilhosa e gostosa, sentindo cada pedacinho dos seus lábios carnudos, enquanto uma mão se deliciava nos seus seios e os outra na sua bunda. Tirei sua blusa, seu sutiã e mamei deliciosamente nos seios, redondos, durinhos, iguais a uma maçã, chupava com muita vontade.
Thaís: “- AAAAAAAAH Q GOSTOSO, HUUUUUUUM”
Abaixei o banco do passageiro, tirei sua calça, já dominado pelo tesão, tirei sua linda calcinha e apreciei/admirei sua linda bucetinha, com pequenos lábios vaginais, ela com as duas mãos no rosto, acho que por vergonha. Cai de boca, chupei sua linda buceta e massageava seus seios, involuntariamente ela pressionava minha cabeça contra seu sexo, levantou o quadril e rebolava na minha boca.
Os gemidos da ninfeta dentro do carro eram abafados pela forte chuva que caia lá fora, acelerei os movimentos no seu grelo, sugava seus lábios e néctar. Seus gemidos foram ficando mais altos.
Thaís: “- AAAAAAAH, AAAI Q GOOOOOSTOS, PFVR, NAAAAAAAO PAAAAARA, SSHHHHHHHHH AAAAAAAAAHHHHHH HUUUUUUUUUUUUUUMM”
A ninfeta havia gozado, me deliciei até a última gota do seu néctar dos deuses. Enfim, pude apreciar sua cara de satisfação.
Mas,era minha vez, me sentei, tirei minha calça e liberei meu cacete, duríssimo, com a cabeça brilhosa com o pré-gozo. Balancei pra novinha minha caceta pra ela:
Eu: “- Vem, vem mamar teu homem, chupa essa piroca, vem sentir o gosto do teu macho.”
Ela ficou de 4 no banco do passageiro, com os pezinhos um em cima do outro e o rabo gostoso pra cima, nossa q visão. Segurei meu pau pela base, segurei ela pelos cabelos e mandei engolir.
Sem muita experiência, seus dentes roçavam um pouco em min, lhe dei instruções do que fazer e ela foi acertando. Diversas vezes nossos olhos se cruzavam, minha cara de satisfação não negava a sorte que eu estava tendo e ter uma ninfeta gostosinha me mamando, sua boca quente e molhada me davam um prazer indescritível, forçava a cabeça dela para baixo para tentar engolir o máximo do meu membro, subia babando mais. Estava me segurando ao máximo para não acabar e secar minhas bolas.
Já estava no limite daquela visão.
Subi o banco do passageiro e avancei pra frente os dois bancos deixando um pequeno espaço na parte traseira.
Eu:”- Fica de 4 aqui, fica de joelho no assoalho e deita o teu rostinho aqui no banco, empina esse cúzão.”
Tive a melhor visão, totalmente exposta, o rabo pra cima suas preguinhas virgem, seu rabo piscando e sua buceta ensopada brilhando.
Não resistir, cai de boca novamente, revezando entre o cú e a buceta. Com atenção especial no rabão, eu estava decidido que ela não sairia dali sem tomar pica no cú, eu iria estrear aquele cú e eu finalmente iria satisfazer minha vontade de encher um rabo com meu esperma.
Chupava, metia um dedo, babava bem, deixei bem lubrificado. Quando meus dedos e minha língua entravam sem resistência.
Finalmente, eu iria enfim, saciar minha vontade de comer um rabão. Após anos de punheta, minha vez tinha chego, nada iria atrapalhar aquilo.
Botei as mãozinhas dela pra trás, abrindo bem as bandas da bunda, queria ver e entrar todo. Melei a minha pica e mirei no seu cú.

Thaís:”- HUUUUUUUUUUUUUUMM, SHHHHSHHSHHHHHHHH AAAAAAAAR”

Quando encostei a cabeça no cú e pressionei, sentir uma descarga elétrica percorrer por toda a minha espinha, foi sensacional.
Forcei bem e a cabeça passou.

Thaís:”- AAAAI AIAIAIIAI, CALMA, DEVAGAR, PORFAVOR. DEVAGAR.”

Retirei meu membro, salivei bastante o cú e meu pau e forcei de novo.
Com uma mão eu segurava a base, com a outra passei em volta da barriga dela, massageando seu sexo, para relaxa-lá mais.

Thaís:”- AAAAAAAAAAH, ISSOOOOOOO, NOSSA, Q GOSTOSO, PRFVR DEVAGAR, BEM DEVAGARINHO”

Foi difícil atender esse pedido, nossa Sra, minha vontade era de literalmente, cravar minha estaca e enfiar tudo de uma vez. Mais alí eu teria todo o tempo do mundo para saciar aquilo que eu tanto quis.

Fui descendo e empurrando devagarinho, sentindo centímetro por centímetro daquele cú, quente, apertadíssimo, vendo meu pau literalmente ser mastigado. Uma sensação única, revirei meus olhos, não podia acreditar, finalmente. E que cú meus amigos. Tive que me segurar pra não me deleitar na hora. Parei por alguns minutos para me recompor, deixar a vontade de gozar passar e claro, pra ela se acostumar tbm.
Logo voltei a empurrar e finalmente, eu estava todo atolado dentro da novinha. Meu membro pulsava, eu sentia seu rabo macio e carnudo na minha virilha. Estava maravilhado com aquilo, na sorte que eu estava tendo, na visão que eu tinha. Sensacional.

Eu:”- AAAAAAH TOMA PICA NO CÚ SUA RABUDINHA, AAAAAH Q GOSTOSO, PUTAQUEOARIU FINALMENTE EU TÔ COMENDO UM RABÃO.”

THAIS:”- ISSO, ISSOOO SSHHHHHHHHHHH AH QUE GOSTOSO, NOSSA, QUE GOOOOOSTOSO”.”

Eu nao conseguir ia resistir por muito tempo, eu estava me esforçando muito, tudo contribuía para o meu gozo. O som da chuva, o carro exalando a sexo, literalmente cheirando a sexo, o balançar do carro, uma novinha gostosinha submissa a minha vontade. Eu estava no paraíso e no meu limite.

Socava fundo e com força, o som era maravilhoso

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

THAÍS:”- AAAAAI, ISSO, NAO PAAAARA, TA MUITO BOM”

EU:”- EU VOU GOOOZAR, FINALMENTE, EU VOU ENCHER TEU CÚ DE PORRA, AAAAAAAAAAAH Q DELICIIIIIIIIIIIIIAIIAIAAAAAA.”

FINALMENTE. FINALMENTE. Eu havia feito um anal e que anal. Com a piroca toda dentro eu sentir meu esperma sair, sentir minha alma sair na última gota de esperma, sentir aquele rabo maravilhoso drenar toda energia vital do meu corpo, aquele rabo gostoso, maravilhoso, quente, apertado.
Ela estava freneticamente massageando a buceta, quando ela finalmente gozou pela segunda vez, comigo atolado no seu rabo.

Thaís:”- AAAAAAAAAH SSSSHSHHHHHHH HHH HUUUUUUUM.”

Estávamos exaustos, suados, plenamente satisfeitos. Ali não era e nem local para tirar sua virgindade da buceta, com mais conforto e outro local eu faria aquilo.

E assim foi a melhor experiência que eu tive até hj. Desculpe se ficou muito longo.
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4 Comentários

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  • Responder garcia

    Muito bom.

  • Responder Julio Cesar

    Adorei ter tirado o cabaço do cuzinho dela. UM CUZINHO APERTADINHO É VIRGEM, É UMA LOUCURA TOTAL .

  • Responder lambuquine

    Sou de Manaus o conto foi bom!

  • Responder Ronaldo Venturo

    Adorei o conto, foi bem excitante, aguardo o outro conto de como tirou o cabacinho da bucetinha.