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Meu namorado faz minhas filhinhas gozarem

3743 palavras | 35 |4.77
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Nunca pensei que ia dizer as coisas que vou dizer aqui. Eu sou daquelas que sempre protegeu os filhos, orientou e nunca deixou passar barato nem bullying da escola, mas estou nesse dilema há uns meses, quase um ano. Me culpo mas estou viciada nisso.
Tenho duas filhas, a Aline com 12 e a Rúbia com 8. Tenho 29 e sou separada do pai delas desde que a Rúbia era bebê, criei sozinha e passei anos sem namorar. Estava decidida a não viver mais a dois.
Mas há um ano e pouco eu conheci meu atual namorado. Moramos em Curitiba e ele é gaúcho, alto, moreno claro, barbado e tatuado. Conheci por uns amigos em comum e ele me paquerava, mas eu não dava muita bola. Mas de tanto ele tentar, sendo um cara legal, inteligente, tranquilo, eu topei ficar com ele. Na primeira noite eu já caí de quatro, literalmente.
A gente se dá super bem na cama e ele me faz gozar várias vezes, como nenhum outro fez. A química da gente é incrível.
Ele queria namorar sério e eu estava fugindo, mas depois de uns meses, acabei cedendo. Começamos sem ir lá em casa, pois eu não queria ninguém com minhas filhas. Depois de uns meses, ele parecia apropriado para conhecê-las.
Foi uma primeira noite ótima lá. Jantamos juntos, rimos, elas aceitaram ele de cara e ele me pareceu muito respeitoso com as duas.
Aos poucos, o Gustavo, meu namorado, começou a frequentar nossa casa e participar da nossa rotina, como um namoro normal. E minhas filhas super se apegaram a ele, por falta da figura paterna.
Uma coisa que sempre me incomodou foi a mania da Aline de sentar no colo dele. Não achava maldade, mas queria evitar. Além disso, era sempre ela quem se jogava nos braços dele, procurava pra brigar, fazia festa. A Rúbia também, mas foi mais imitando a irmã. Da parte dele, ele parecia tímido com isso e tentava evitar, até porque me via de cara feia com ela, dizendo para ela sair de cima dele.
Depois, notei que ela passou a usar roupinhas mais ousadas. Blusinhas apertadas sem sutiã, shortinhos curtos e sainhas soltas, calcinha enfiada na bunda. Pensei: é a idade. Dei conselhos, proibi isso e aquilo, mas nunca quis ser uma mãe chata. Então só cuidava, mas deixava ela livre. Achei que cedo apareceria com um namoradinho em casa.
Moramos em uma casa pequena, de madeira (mas bem bonitinha) que meus pais deixaram pra mim. Na época, eu estava desempregada e só fazendo bicos de recepcionista de eventos e outras coisas assim. Então tava bem sem grana.
O trinco da porta do meu quarto quebrou, não fechava, apenas encostava, mas não travava nem trancava, e eu eu sem dinheiro pra consertar. Numa tarde, estávamos em casa e no soninho da tarde, bateu aquele tesão louco que dá quando o Gus se encosta em mim. Sussurrei pra ele pra irmos ao quarto.
Como sou super aberta com minha filha, eu cheguei nela e disse: leva a Rúbia pro seu quarto, não deixa ela ir no meu, que eu e o Gus vamos namorar. Ela disse “ok” e lá fomos eu e ele.
Começamos nossa safadeza de casal e em pouco tempo eu estava montada e pulando na rola deliciosa que ele tem, que é grande, não muito grossa, mas linda e gostosa.
Quando dei a primeira gozada, me amoleci e me debrucei sobre ele. Como ele ainda não tinha gozado, estava se mexendo embaixo de mim, metendo, e eu arreganhada deitada sobre ele, enquanto ele chupava meus peitos.
Nisso eu tive aquela sensação de estar sendo observada e virei o rosto pra porta e me deparei com a Aline e a Rúbia paradas olhando. Eu estava de bunda aberta pra porta, ou seja, dava pra ver claramente o pau dele entrando e saindo da minha buceta melada.
Eu surtei. Levantei de uma vez, gritei, mandei as duas pro quarto e dei um senhor esporro em ambas. A Aline tentou explicar que não percebeu a Rúbia sair e quando se deu conta, ela estava na porta assistindo minha foda. E que tentou tirar ela de lá, bem na hora que eu vi as duas. Mas eu não quis explicação. Foi castigo e, se acontecesse de novo, seria surra.
Fui de volta pro quarto e encontrei o Gustavo parado, esperando. Ele não se metia na minha educação com as meninas. Deitei, nervosa, tremendo. Aos poucos fui me acalmando e ele foi tentando retomar o clima.
– Amor, eu não sei… Tô muito nervosa.
Ele alisava meus peitos, passava o dedo na minha buceta e beijava meu pescoço.
– Deixa só eu terminar, vai. Tô tarado na tua buceta, deixa. Quero gozar, tô cheio de porra aqui.
E puxava minha mão pra punhetar o pau dele.
– Pelo menos me dá uma chupada, vai.
Cedi, comecei um boquete manhoso e depois me empolguei, caprichando. Quando ele me pediu o cuzinho, eu já tava virada na putinha de novo. Fiquei de quatro e deixei ele me enrabar fundo.
Nessa hora, a lembrança dos olhares das meninas veio com tudo e eu virei pra porta, mas não tinha ninguém. O que mais me pegou foi que eu gozei sendo enrabada sem nem me tocar, imaginando as duas vendo a cena.
E isso virou uma mania. Eu imaginava minhas filhas vendo a rola do Gus e vendo ele me comer, me subia um tesão, um fogo, e eu ficava louca. Ele adorava mas não sabia o motivo de eu ficar tão tarada.
Então, dias depois eu acabei buscando a mesma situação. Eu evitava pensar que era por isso, mas no fundo sabia que era. No começo da noite, a gente tava vendo um filme juntos na sala. Todos embaixo de um cobertor pois estava frio e ele atrás de mim.
Durante o filme, ele começou a passar a mão na minha bunda e beliscar os meus mamilos, me fazendo ficar toda melada e tarada. Quando ele puxou minha calcinha pro lado e meteu o dedo na minha buceta, eu não resisti, mordi os lábios. E na hora que ele disse: “vamo pro quarto” nem pensei duas vezes.
Falei pra Aline: “termina de ver o filme com a Rúbia” e saí.
No quarto, a puta que existe em mim baixou e eu fui pra cima dele na cama. Deixei a luz acesa. Eu chupava ele gulosa, como se fosse arrancar aquela piroca e engolir inteira. Fazia garganta profunda e depois tirava e lambia a cabeça, esfregava na cara, nos peitos. Mas meu tesão estava em deixar isso tudo possível de ver da porta, caso alguém espiasse.
Fizemos um 69 e eu fiquei de quatro por cima, toda arreganhada e pedi pra ele dedar minha buceta e meu cu. Ele socou os dedos e eu me arreganhava o máximo que podia.
De vez em quando eu olhava discretamente a porta pra ver se tinha indícios de platéia. E em pouco tempo vi a porta se mexer de levinho, deixando uma fresta aberta. A luz do corredor estava apagada, mas dava pra ver que havia gente lá. Fingi não perceber e continuei minha trepada, agora com muito mais tesão.
Nisso, deitei de costas na cama e pedi pro Gus meter por cima. Eu fiquei em posição de frango assado e ele com os pés na cama, se debruçava em cima de mim. Meus pés estavam ao redor da cabeça dele. Ele socava fundo e quem estava na porta via tudo em detalhes.
O Gus tem uma mania de tirar a piroca e esfregar na minha buceta, bater nela e depois tirar tudo e meter de novo fundo, me deixando doida. Na hora que ele começou a bater na minha buceta com a rola dele, eu tava tão tarada que gozei tremendo e gemendo alto.
Ele continuou metendo, agora socando forte e fundo, fazendo barulho e quando avisou que ia gozar eu pedi pra tirar e gozar em cima da minha buceta. Ele banhou minha buceta de porra, fazendo escorrer pra cama.
Caímos cansados e quando olhei de novo, depois de um tempinho, a platéia tinha saído. Refeitos, tomamos banhos e voltamos pra sala, onde as meninas fingiam ver o filme, quietíssimas. Às vezes, olhavam uma pra outra sorrindo.
E desde então eu sempre dava um jeito de foder com elas em casa, pois sabia que iriam ver. Dava um verdadeiro show pornô e morria de tesão e culpa.
Então uns meses depois uma outra coisa aconteceu. Estávamos em casa, Rúbia dormindo e eu na cozinha lavando louça. Me veio na cabeça perguntar alguma bobagem pra Aline, mas ela estava no banho. Então esperei sair. Uns minutos depois, ouvi a porta do banheiro bater, terminei uma panela que estava lavando e fui procurar por ela pra perguntar. Quando cheguei na sala, ela estava de quatro no chão, procurando algo na parte inferior do rack, enquanto o Gus estava sentado no sofá. De onde eu estava vi claramente a bucetinha dela (que estava toda raspadinha, vermelhinha e aberta) e o cuzinho e vi o Gus olhando fixamente, com a mão no pau.
Sem reação, falei:
– Aline!
Ela levantou num susto.
– Q… que… que foi, mãe?
– Menina!
Ela correu pro quarto. Fui atrás. Eu estava assustada, mas nem sei se tive raiva.
– Aline, você tava arreganhada no chão. O Gustavo tava vendo teu cu e tua buceta!
Ela abriu os olhos pra mim, eu não falava palavrão pra elas.
– Desc…desculpa, mãe, eu nem me liguei.
Ela começou a chorar. Eu sabia que tinha sido de propósito, óbvio. Mas tinha que admitir que me excitei. Não briguei com ela como faria em outros tempos. Só disse:
– Minha filha, presta mais atenção, ele é homem, claro que vai ficar com tesão de te ver assim… Deu pra ver teu cuzinho e o buraco do teu priquitinho todo aberto.
Ela baixou a cabeça, tava meio sem reação.
Saí e voltei pra cozinha.
Depois, agi normalmente, eu tinha ficado com muito tesão.
O Gustavo ficou totalmente sem jeito. Eu não toquei no assunto.
No dia seguinte, a coisa piorou. Cheguei de um evento e quando abri a porta dei de cara com a Aline de toalha, se recompondo, e o Gustavo vermelho, todo sem jeito e tentando disfarçar o pau duro dentro da calça. Me fiz de boba. A Rúbia também estava por perto e ficou envergonhada, mas ninguém deu sinal de nada.
Não liguei, entrei, avisei que ia tomar banho, beijei ele e as meninas. Deixei o chuveiro ligado e graças à porta que me ajudava, saí disfarçadamente pra ver se flagrava algo. Quando fui chegando próximo da cozinha, vi a Aline deitada sobre a mesa, a barriga pra baixo, se arrebitando de pernas abertas e o Gustavo esfregando o pau na buceta dela e batendo, daquele jeito que eu adoro. Ela gemia baixinho e se rebolava, ele fazia menção de meter, mas não metia, voltava e esfregar, do cuzinho até a buceta. Sabe o que é pior? A Rúbia tava vendo! A vadiazinha ficava quase enfiando a cara.
Ele bateu várias vezes e ela se abrindo, começou a gemer mais alto e ele começou a esfregar com força no grelo dela. Até que ela tremeu toda, gemendo, gozando, que foi quando ele se abaixou de uma vez e chupou o cu dela, ainda massageando o grelo dela com força.
Ele fez isso se punhetando e logo falou algo baixo que fez ela se virar de uma vez, de olho fechado e engolir a piroca do meu macho, mamando bem gulosa. Ele segurou a cabeça dela e meteu, e eu vi que ele gozou na boca dela.
Me afastei, estava tremendo da cabeça aos pés. Voltei ao banho, sentei no vaso e enfiei os dedos em mim, fazendo uma siririca desesperada que me fez gozar em segundos. Depois, saí do banho, vesti um babydoll curtinho e fui pra sala.
A Rúbia estava sentada no colo dele e logo pulou pra me abraçar. Acho que pra disfarçar algo também. Me fiz de retardada lembrando de tudo aquilo enquanto a gente via TV no sofá, todos juntos.
Era uma sexta e a Rúbia passaria o fim de semana na casa dos avós paternos. Enquanto isso, eu fiquei pensando em tudo que vi e no tesão que sentia, planejando algo.
Eu estava em choque mas já tinha perdido o juízo. Queria aquilo, queria mais.
No domingo, ela voltou pra casa de tardinha. Eu estava morta de saudades. Nessa noite, depois de jantarmos, eu adiei ao máximo a hora da cama, pois queria a Rúbia bem sonolenta. Dei um chá de camomila forte pras duas e ela dormiu no meu colo. A Aline foi pro quarto. Na hora de deitar, eu pus ela na cama comigo. Falei pro Gustavo que não transaríamos, estava com saudade da minha filhinha e ia dormir com ela. Mas deixei ele dormir junto (geralmente, quando dormia com ela, ele ficava no sofá).
Fazia calor e eu coloquei ela de blusinha do pijama e com uma calcinha fina, bem frouxinha de velha. Aninhei ela comigo na cama, ela ficou de barriguinha pra cima, com a cabeça apoiada no meu braço e eu deitei de lado. Gus foi tomar banho pra deitar e eu ajeitei ela, que dormia profundamente.
Puxei a blusa meio pra cima, a calcinha pro lado, fazendo parecer que era descuido aparecer a bucetinha dela. Quando ele saiu do banho, eu estava abraçada com ela, beijando a testa dela e dizendo:
– Estava morrendo de saudades do meu bebê.
Ele olhou, certeza que viu a bucetinha dela, nem conseguiu disfarçar direito, mas não comentou nada. Eu não mexi nela, deixei ela abertinha assim, fingindo não notar.
Quando ele deitou por trás de mim, ficou de conchinha. Ficamos conversando e observando ela, eu alisava os cabelos dela.
– Minha pequena está uma mocinha. Daqui a pouco tem pelinhos na xaninha.
Ele ficou quieto. Me beijou devagar no pescoço. Ele fazia carinho devagar e eu deixava, fingindo não reagir.
– Essa calcinha tá frouxa. Dá pra ver a xaninha olha. Toda lisinha, tá vendo, nem tem pelinhos.
Passei o dedo por cima da bucetinha dela, como um carinho.
– Nossa, parece que tá assada. Tá vermelhinha.
Puxei mais uma perna e abri a bucetinha dela com os dedos.
– Você acha que tá assada?
Ele ficou sem jeito.
– Não sei, amor, não entendo disso.
– É que tá áspera aqui, olha…
Passei o dedo. Ele olhou.
– Passa o dedo aqui.
– E…euu???
– Sim, amor, eu confio em você. Sei que não faria nada com as meninas com segundas intenções.
– Claro, né, amor…
– Então, passa o dedo aqui.
Ele passou o dedo onde eu indiquei, na parte externa.
– Achou áspero?
– N…não sei dizer…
Abri mais. Mostrei o buraquinho dela arreganhado.
– Acha que tá machucado?
– Acho que não.
Estiquei a mão no criado mudo e puxei uma pomadinha.
– Passa a pomada aqui.
Abri a buceta dela. Ele pegou a pomada e foi passando na virilha.
– Não, amor, no meio, né? A bucetinha fica assada dentro também.
Ele passou sem jeito. Deslizou, espalhou e eu notei a respiração ofegante.
Senti o pau dele encostar na minha bunda.
– NOssa, amor, tá de pau duro?
– Ehr.. é… eu tô com vontade de transar, né, amor?
– Hmmm, não é porque tá alisando a buceta da Rúbia?
– n…nãoo! não… eu…
– Ah, amor, bobagem. Você é homem, vê uma bucetinha virgem pequenininha assim, lisa e arreganhada. Claro que fica de pica dura. Ou não é?
Ele ficou sem jeito, não respondeu.
Nisso eu fiquei me esfregando, e a Rúbia seguia de bucetinha aberta, eu com a mão abrindo e beijando ele. Ele subiu a mão dele nos meus peitos, começou a apertar meus bicos e forçar o corpo contra o meu.
Eu peguei a mão dele e levei até a buceta dela de novo.
Ele começou sem jeito a deslizar o dedo no meio.
– Põe a piroca no meio das minhas pernas, vai…
Ele tirou, encaixou no meio, eu puxei a calcinha pro lado, fazendo esfregar na minha buceta.
Ele tirou a mão dela de novo, mas continuava olhando enquanto me beijava e se esfregava em mim.
Levantei as perninhas, arreganhando ela.
– Tá gostando de ver minha pequena assim? Aberta feito uma putinha?
– Tô.
– Quer ver mais?
– Quero.
Ele tinha cedido. Tirei a calcinha dela e abri as pernas, espondo a bucetinha e o cu.
– Olha esse cuzinho, amor. Passa o dedo, vai.
Ele passou, a cada passada pra frente e pra trás a cabeça do dedo apertava os buraquinhos dela.
– Dá vontade de meter?
– Sim, muitaaaa…
– O que? O dedo ou a rola?
– Os dois.
– E de chupar?
– Demais.
– Dá uma mamadinha na buceta dela, vai…
Ele me olhou. Ficou sem reação. Meu abaixei a cabeça e passei a língua no grelinho dela.
– Vem…
Ele veio por cima de mim, se inclinou e deslizou a língua devagar mas bem tarado, do cuzinho até o grelo. Ela se torceu.
– Viu? Até dormindo é uma putinha. (Falei) Notei que ela estava quase acordando, mas deixei rolar.
Direcionei o pau dele pra minha buceta e ele meteu, enquanto alisava a buceta da Rúbia.
– Nossa, amor, você tá ensopada. Entrou deslizando.
– Soca um pouco, vai…
Me empinei e ele pôs a mão na minha cintura, socando gostoso e fundo.
Eu mesma me afastei, fazendo ele tirar o pau. Levantei da cama e posicionei a Rúbia de lado.
– Agora mete aqui, entre as pernas dela.
Ele foi por trás dela, encaixou aquela vara deliciosa entre as coxinhas dela e ficou deslizando. Ele gemia de tesão, saía líquido da cabeça do pau dele. Levantei a perninha dela e mandei ele esfregar gostoso. Ele passava o pau com força, muito tesudo.
– No cuzinho agora, amor.
Ele obedecia e esfrega o pau, cutucava com o dedo, eu abria a bundinha dela e ele fingia meter a rola, mas deslizava em seguida. Tudo melado do pau dele, que estava babado da minha buceta.
Nisso, ela acorda.
– hmm…mamãe?
– Oi, bebê. Estamos brincando com você.
– De que?
– De putinha. Olha a piroca do Gus como tá? Ele tava passando em você….
Ela abriu os olhos sonolentos…
– VOcê gosta?
– Hum rum…
– Deixa o Gus chupar seu priqutinho, amor?
– Igual ele fez com a Line?
Nisso, ele ficou branco. E eu só respondi:
– Isso mesmo, igual ele fez com a Line. Ela gostou né? Você quer??
– Quero.
Nisso ela estava despertando.
– Chupa ela, amor, chupa.
Ele caiu de boca. A boca grande cobria toda a buceta dela, que ele chupava. Depois tirava e esfregava a ponta da língua pra cima e pra baixo, tentando enfiar no buraco. Eu ordenhava a piroca dele, que estava uma pedra.
Ela gemia baixinho e se abria.
– Esfrega na bucetinha dela, amor. Igual você faz comigo, bate com a rola vai…
Ele foi por cima, eu abri as pernas dela e ele começou a bater. Ele estava doido de tesão, ela meladinha dos meus caldos (acho que dos dela também) e eu pra gozar sem me tocar. Ele esfregou com força, empurrava no buraco de um jeito que se não fosse tão grande, ia entrar. Ela gemia, mas não reclamava.
– Quer fuder minha filhinha, amor?
– Quero muitoooo, o cu e a buceta.
– E a Aline, quer?
– Quero mais ainda, aquela puta que fica se arreganhando pra mim, tá me deixando doido esfregando aquele cu e aquela buceta na minha cara.
– Delícia, vou te deixar tirar os cabaços dela. Meter fundo, rasgar tudo.
Ele esfregava a Rúbia com força e gemia alto. A cabeça da rola se esfregava em tudo. Quando vi que ele ia gozar, eu me abri, deitada do lado dela.
– Goza em mim, vai, goza na minha buceta.
Ele veio e meteu com tudo. Rúbia se levantou e chegou perto pra ver.
Eu arreganhada abria a buceta com as mãos pra ele meter e ela assistindo de pertinho.
– Vou gozarrr, vou gozarrrr…
– Tira, tira!
Falei, aproximei a minha cara e a dela e disse:
– Põe a língua pra fora, filha.
Ela obedeceu, ficamos as duas com a língua pra fora e ele jorrou jatos de porra na nossa cara. Minha pequena se assustou e depois riu. E ele terminou de gozar esfregando a cabeça da piroca na língua dela. Ela limpou o rosto, não gostou do gosto, mas gostou de passar a língua na pica dele.
Ficamos juntos os três conversando e ela rindo, a gente olhava a buceta dela, abria, ele dedava, chupava e alisava. Até eu dei uma chupadinha com ela rindo e dizendo: “aii, mamãe, faz cosquinhaaa”.
Foi uma noite deliciosa que começou uma nova vida pra gente… Minha filhinha já experimentou rola e a Aline, então, nem se fala.
A Rúbia viciou em sentar no colo dele e se esfregar até gozar. Foi assim que deixou ele meter. Eu me culpo, mas estamos todos felizes. E eu não consigo evitar.

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35 Comentários

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  • Responder André pauzudo

    Nossa que conto maravilhoso. Cara de sorte e um sonho a ser realizado

    • rolo1974

      Q dlc

  • Responder Danadinho

    Alguma mamãe com o mesmo tesão?

  • Responder Bobinho

    Delicia de conto

  • Responder Tiozao PR

    adorei.
    Se precisar de um amigo, eu modo em Curitiba tbm.

  • Responder Alex CP

    caralho gozei gostoso

  • Responder Frezon

    muito bom conto adorei

  • Responder Ex

    Excelente e isso aí tem que deixar as meninas serem fezes também…

  • Responder Saudades dessa época

    Muito parecido com oq já vivi, só que minha namorada deu um remédio pra dormir pra filha

    • Tonyalves100

      Saudades dessa época, essa sua história ia ser muito excitante, nos conta mais, eu já comi minha cunhada dopada, tenho vídeos nesse tema, me chama no telegram, @tonyalves100, que conversamos

  • Responder Daken

    Fazia muito tempo que nao lia um conto(atual) tão bom. Parabéns!

  • Responder Tiranossauro Rex

    São das pessoas mais desinibidas. Que não tem nenhum problema com sua sexualidade que vem os melhores contos. Pode ser mentira?… Pode ser verdade? Vai saber ?
    O tesão bate forte. Isso que importa.

  • Responder Personal carioca

    Quero uma namorada com filhinhas assim

    • Roberto

      Meter a pica na mãe e ensinar as filhas, tesão de mais..

  • Responder pedro

    Excelente conto

  • Responder Amanda

    Sua pedófila

  • Responder Flavinha

    Karalho. Um conto diferente dos que já li. Se não fosse o Gus seria outro com certeza. Quero conhecer o Gus, me empresta ela, Parece que ele tem muito fogo no pau. bj

  • Responder Mel

    Conto muito bom.

  • Responder Homem ker

    Fez muito bem mamãe. Imagina com o fogo que elas estavam logo iam foder na rua assim tudo junto os quatro gozando gostoso. Reprimir é pior. Mas conta como foi o restante como ele comeu a mais velha e como foi comer as duas junto com você. Fiquei de pau duro louco para gozar de tanto tesão com seu conto. Se tem açllguma mamãe ai sozinha que queira um macho para iniciar sua filhinha me chama [email protected]

    • Roberto

      Verdade, melhor aprender em casa do que na rua com estranhos.

  • Responder Indio77

    Um dos melhores contos que já li espero a continuação o quanto antes

  • Responder Marcos

    A Aline já é crescida agora a outra de 7 anos é bizarro

  • Responder Vovô Amoroso

    Nossa, conto muito bem escrito !

  • Responder Marcão

    Deu muito tesão espero a continuação

  • Responder Carlos

    entra em contato

    [email protected]

  • Responder ....

    MT bom , ansioso pela continuação.

  • Responder Rebelk

    Nossa que delícia e que mãe maravilhosa vc , adorei de mais isso, coloca a continuação, espero que conte se elas ficam no colo dele quando vc chega , conta mais

  • Responder Pedro

    Viraram pedófilos

    • Eduardo

      até k enfim um ótimo conto p s lê espero continuacão logo

    • Nil

      Por definição sim, mas nada forçado, até com o consetimento da mãe, oque faz ficar mais excitante

  • Responder BigBlack

    CONTINUA… Tenho 15 anos, mas moro em SP, se sua família vim para cá um dia, é só me chamar, tenho certeza que vou ajudar essa família ser muito mais feliz. Email: [email protected]

  • Responder J O S S

    Este fernando é pedófilo comenta e elogia todos estes contos de pedofilia.

  • Responder Fernando

    Delicia de conto cleo, conta mais [email protected]

    • Patricia 42 anos casada

      Excelente conto, merece mto a continuação, vários capítulos, gostei mto, vc é uma excelente mãe, sabe cuida da familia, 3 putas em uma só casa é o sonho de todo macho, tbm já fui amante do meu padrasto e minha mãe sabia de td, nós eramos mtos felizes, foi uma época boa.

    • Pai Carinhoso

      Que delicia Patricia, tme telegram?
      @PapaiCarinhos0