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Meu namorado faz minhas filhinhas gozarem (parte 2)

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A primeira vez que o a Rúbia no meu sexo com Gus foi um divisor de águas pra mim. Eu já estava entregue ao desejo mas não sabia o que viria ainda. Por um lado, eu me culpava e dizia que não faria mais isso. Por outro eu dizia: “só vamos brincar com ela, sem penetração”, mas eu ficava tarada de imaginar ele comendo ela e a Aline.
Depois que o Gus gozou eu perguntei várias vezes à Rúbia se ela tinha gostado, se queria repetir, se não queria mais fazer aquilo e ela sempre estava tranquila e curiosa, dizendo que tinha sido muito legal e queria fazer mais. Isso tirava minha culpa. Também pedi pra ela manter segredo pra Aline, senão a gente não repetiria mais. Daí ela prometeu.
Ela dormiu novamente e eu e o Gus ficamos conversando, então eu pedi pra ele contar tudo pra mim sobre ele e a Aline.
Ele me disse que ela sempre se insinuou desde que ele chegou lá, e que ele levou de boa primeiro porque achava que era carência, mas que depois que ela viu nossa trepada, ela ficou bem mais explícita, sentando no colo dele de toalha, exibindo a bucetinha aberta pra ele em várias ocasiões.
Perguntei como chegou ao ponto de ele chupar ela. E ele falou que não conseguia resistir o tesão quando via a buceta dela (óbvio, né?) e ela começou a perguntar pra ele se ele podia mostrar porque eu ficava com tanto tesão quando ele batia na minha buceta com a rola.
Então ele começou a esfregar o pau na bucetinha dela e no grelo pra fazer ela gozar e não resistiu a chupar ela. E em troca ela chupava a pica dele e engolia o gozo.
– E a Rúbia?
– Nunca toquei na Rúbia antes, amor.
– Mas ela ficava vendo tudo com a Aline, Gus?
– Simmmm, elas são inseparáveis, tu sabe. Até perguntei pra Aline “e a Rúbia?” das primeiras vezes, mas ela disse que ela era a mais curiosa das duas. Amor, tu não sabe, ela não pede mas fica babando quando vê meu cacete esfregando na Aline. O olhinho da guria brilha.
Fiquei pensando naquilo e sentindo tesão.
– Promete uma coisa pra mim, Gus. Você só vai meter na Aline a primeira vez se eu estiver vendo. Depois, se ela gostar, você pode meter essa piroca gostosa onde ela quiser e quando ela quiser.
Ele me olhou.
– Tu tá falando sério?
– Sim, nunca falei mais sério. Eu sei que ela tá no cio, eu vi ela toda arreganhada pra ti e gozando no teu pau na cozinha. Não sou boba, Gus. Se não for contigo vai ser com outro, e já notei que ela se interessa por homem mais velho, não gosta de garotinho.
– Bom, Cleo, vamos ver o que rola.
Ele ficou muito preocupado, me falou que nunca tinha se envolvido com menininhas, mas a Rúbia e a Aline tinham um corpinho lindo, coxas grossas, bunda redondinha e que quando eu não tava, a Rúbia ficava sempre de saia ou toalha sem calcinha, ou de short descaradamente enfiado até a metade da bunda.
Ele ainda me fudeu de novo mais antes de dormir, com a Rúbia do lado, às vezes alisando ou dedando a bucetinha e o cu dela. Deixei a luz acesa e ela de pernas abertas dormindo, e o Gus ficou infinitamente mais tarado. Melhor pra mim que gozei muito.
Depois, fiquei pensando como envolver a Aline sem ser muito direta, pois me dava mais tesão assim.
No dia seguinte de manhã, falei pro Gus não contar pra Aline que eu tava sabendo do lance entre eles. E também disse pra ele ficar tirando uma casquinha dela, como se fosse escondido de mim, e saísse do quarto só de short de pijama, sem cueca, com a rola balançando do jeito mais tesudo que eu conheço rsrsrs (homens, as mulheres se deliciam com um pau meia bomba solto na calça ou bermuda, ok? Principalmente se o tecido não for grosso).
Enquanto preparava o café, a Rúbia toda excitada pulava no colo do Gus, só de calcinha e blusa como tinha dormido. Ele tirava uma casquinha descarada, esfregando ela no pau dele na frente da Aline, que olhava assim, bem incrédula, o meu jeito desligado (como disse antes, sempre fui 100% cuidadosa com elas). Ele só disfarçava um pouquinho mais quando eu me aproximava, mas eu ainda via ela sentada bem em cima da rola dura dele e ele dando umas sarradas gostosas na minha pequena.
Tomamos o café e eu pedi pra Aline lavar a louça que ficou da mesa rapidinho, enquanto eu preparava a Rúbia pro colégio. Me fiz de desatenta e via o Gus passar por ela e puxar a mão dela pro pau dele. Ela apertava e ria, a putinha.
Também vi ele passar por trás dela e meter a mão entre as pernas dela, por baixo do shortinho frouxo do babydoll que ela estava usando sem calcinha. E ela se empinava e abria as pernas pra sentir os dedos dele na bucetinha gulosa dela.
Em um momento, vi escondida na sala que, na pia, ele sussurrou algo pra ela e ela disse: “tem certeza?” e em seguida empinou muito a bunda pra trás se apoiando na pia. Ele puxou a abertura do short expondo aquele priquitinho carnudo e vermelhinho da minha filha e ficou passando rapidamente a pontinha do dedo no grelo dela, o que fazia ela se abrir ainda mais e dar pulinhos gemendo de costas. Então ele deslizou o dedo, fez menção de meter no buraquinho e em seguida foi pra trás dela, esfregar a rola dura que ele sacou fora da bermuda. Eu infelizmente não vi os detalhes, mas foi bem rápido, porque tínhamos pouco tempo pra nos arrumar pro colégio.
Logo depois cheguei falando que eu e a Rúbia estávamos pronta e a Aline podia usar o banheiro.
O Gus tava muito excitado, muito. E disse:
– Rúbia, quer que o Gus passe a piroca um pouquinho em você?
Ela ficou excitada e sorridente, fazendo que sim com a cabeça.
Ele me olhou e eu fiz que sim, então ela mesma levantou a sainha do colégio. Ele baixou a calcinha dela e a colocou de pé na frente dele, sentando na borda da cadeira.
Fiquei vendo a cabeça da rola melada dele aparecer e sumir no meio das coxas da minha caçula, que se abria e mordia o lábio gemendo baixinho e observando aquela cabeça brilhante abrir sua bucetinha safada.
– Tá gostando, filha?
– Hum rum. É muito bom, dá um choquinho bem gostoso.
O Gus enfiava acelerado segurando a cinturinha dela.
– Rúbia, abre bem as perninhas.
Ela se arreganhou o máximo que a calcinha permitiu e ele ficou batendo com a pica no priquitinho dela, por baixo, fazendo ela dar gritinhos e se tremer.
Ele fazia isso e depois esfregava com força, todo tesudo e falando:
– Isso, Rubinha, goza na rola do Gus, goza.
Quando ela se amoleceu, ele me chamou:
– Amor, corre aqui.
Eu sabia o que era. Ele levantou o corpo dela e, por baixo mesmo, eu abocanhei a piroca latejante dele e chupei, sentindo já os primeiros jatos invadirem minha boca. Eu abria os olhos e via a bucetinha aberta e gozada da Rúbia, bem vermelhinha, com o grelinho inchado e me enchia de tesão.
Nos recompusemos e saímos, deixamos elas no colégio e fomos trabalhar. Eu estava tão tesuda que expus minha buceta pro Gus dedar no carro, depois que elas saíram e ainda gozei me masturbando umas três vezes no banheiro da firma.
No almoço, fui pegar as meninas e deixar na casa da minha tia, que é uma senhora solteirona, e voltei ao trabalho. Mas observei as duas, vi que estavam bem de boa, sendo que a Rúbia parecia mais feliz e relaxada.
Pouco antes de sair troquei Whats com Gus e fiquei falando safadezas com ele. Disse pra ele deixar a Aline sentar no colo dele, pica na bucetinha dela, pele na pele, na minha frente, mas como se fosse escondido de mim.
Ele me confessou que tava doido pra meter nela, que quando ela se abria a vontade dele era enfiar o pau até o talo e as bolas, fazendo ela gritar. Nossa, o tesão que isso me dava!!! Perguntei:
– E a Rúbia?
– Ahhh, eu quero meter gostoso nela. No cuzinho e na bucetinha.
– Será que ela aguenta?
– A gente só descobre tentando. Se ela aguentar eu meto até o talo, também. Mas se for muito, se eu socar a cabecinha e um pouquinho mais já dá pra deixar ela cheinha de porra.
– Só mete se ela deixar, Gus. Só se ela quiser, tá? Vamos fazer ela ver você comer a Aline primeiro e depois ela decide se quer tentar. Senão, só faz ela gozar e chupar.
– Deixo ela mamar também. Aquela boquinha na minha rola, hmmmm, só de pensar…
Seguimos terminando o trabalho e fomos na titia pegar as meninas. Eram uns dias quentes em Curitiba e isso ajudava muito.
A Aline saiu de shortinho comportado e blusa fina, marcando os biquinhos inchados das tetinhas, mas quando viu eu e a Rúbia de camisão e calcinha disse que também ia ficar assim. Só que a safadinha veio sem calcinha e eu fingi que não vi.
Pouco depois, a Rúbia aproveitou uma saída dela de perto e veio me sussurrar:
– Mãe, a Aline disse pra eu ficar sem calcinha também, pode?
– Pode, mas não diz que eu sei.
Ela correu no quarto, tirou a calcinha e ficou só de blusa também.
Enquanto eu preparava o jantar, via as meninas se alternarem no colo do Gus, excitadas, numa algazarra bem safada.
Fui na sala levar um pouco da salada pra eles provarem se estava boa de sal e vi a Aline sentada em cima do pau do Gus. Ela tinha uma almofada no colo e percebi que a mão dele estava escondida por baixo, cutucando a bucetinha dela. E a safadinha dava pulinhos dizendo:
– Nossa, mãe, tá uma delícia essa salada!!!
Quando ela foi na cozinha só, eu aproveitei pra jogar com ela. Chamei e disse:
– Line, você sentada se mexendo no colo do Gus, ainda mais só de calcinha, vai deixar ele com a rola dura (usei mesmo essa linguagem). Tu até pode sentar no colo dele, nem vou ficar mais reclamando, porque tu não aprende, mas se depois sentir a piroca dele batendo no teu priquito, tu não me reclama.
Ela ficou sem jeito, engasgou e só disse:
– É… não mãe… sim senhora.
Ela voltou pra sala e quando eu fui chamar pra jantar, já estava de novo em cima dele, enquanto ele metia a mão do lado oposto embaixo da blusa dela, cutucando as tetinhas. Se ajeitaram antes que eu ‘visse’ e fomos pegar nossos pratos pois liberei pra gente comer na sala.
Todos juntos, a Rúbia me apronta sem perceber. Senta de perninha aberta apoiando o prato entre os joelhos e o peito.
A bucetinha dela aparece e mesmo eu fingindo não perceber, a Aline solta:
– Ô mãe, não vai brigar com a Rúbia porque tá sem calcinha? Olha isso??
– Deixa a menina, Aline. Ela até se assustou com teu grito.
– Ah, mas se fosse eu, já ia levar uma surra, né?
– Não ia! Nem te bati quando te encontrei de quatro com o cu e o priquito abertos e o Gus vendo tudo!
Nisso o Gus segurava o riso, comendo, como tirando onda da Aline.
– Ah, então se eu quiser posso ficar sem calcinha também e abrir as pernas aqui?
– Pode, ué, tu que sabe. A buceta é tua, mostra pra quem quiser.
– Pois agora deu!!
Ela colocou o prato no braço do sofá, foi até o quarto e voltou tão rápido que obviamente não daria tempo tirar nada. Mas ela já estava sem.
Então sentou no sofá do lado da Rúbia e fez a mesma posição.
– Vai deixar?
Olhei as duas ali, as bucetinhas expostas, o Gus vendo. Me deu um tesão gigante, mas fingi que não ligava.
Juntei os ombros e disse:
– Ué, como eu disse, a buceta é tua. Se quiser exibir, assim, na frente do Gus, aguente o tranco.
– E ele nunca viu a tua, mãe?
– Claro, mas ele viu, ficou de pau duro, meteu, rasgou e gozou um monte de porra dentro. Tu vai deixar se ele quiser fazer contigo? Porque tu que tá provocando.
Ela sorriu com cara de safada e continuou jantando, na mesma posição. Eu ainda acrescentei:
– E cuidado pra não mostrar o cu, porque se ele quiser meter a piroca no teu cu, vai ter que aguentar também.
Ficamos comendo assim, com as duas arreganhadas ali. A Aline parecia totalmente feliz em se exibir na minha frente e provocar o Gus, que não resistia e babava naqueles priquitinhos lisos. O da Aline chegava a brilhar, porque a putinha estava bem tesuda.
Eu me achava louca de permitir, mas o tesão era tão forte que eu nem pensava em dizer pra elas se vestirem. Olhava as duas ali, as bucetinhas gordinhas estufadas, o Gustavo com o pau duraço embaixo da roupa e a Aline se arreganhando por qualquer motivo.
Terminado o jantar fomos lavar as louças. Eu lavei as minhas e da Rúbia e o Gustavo ficou atrás de mim se esfregando, ali na frente delas, sarrando minha bunda descaradamente.
Resolvi que a gente ia ver filme na sala. Pusemos um puff bem grande que temos, que parece um colchonete gigante, e nos acomodamos. O Gus no meio, de barriga pra cima, e eu deitada com a cabeça no ombro dele. A Rúbia do lado, com a cabeça no outro ombro, e a Aline na ponta.
Eu falava umas safadezas pro Gus e a pica dele não descia. Ficava sempre marcando o calção, quase armando um circo.
Eu esbarrava e ria, fingindo fazer isso disfarçadamente. Quando as meninas saíram pra ir ao banheiro, eu meti a mão dentro da bermuda dele, atrasando a retirada de propósito. Quando elas já estavam na sala, tirei a mão bem rápido e (também de propósito), deixei a cabeça da rola dele pra fora da bermuda.
Elas deitaram.
A Aline disse:
– Ô, mãe, para de safadeza! Vi você mexer no pau do Gus, olha, deixou até pra fora.
– O que tem? Ele também não viu as bucetas de vocês no jantar? Todo mundo aqui tem o mesmo direito!
– Ah, e a Rúbia tá vendo, mãe!
– Rúbia, tá achando ruim?
Ela riu e disse que não balançando a cabeça. Na verdade, ela já estava sonolenta por dormir mais cedo.
– Só você que tá incomodada, Line. Relaxa aí e vê o filme.
Virei de costas pro Gus e disse pra ele ficar de conchinha comigo. Eu queria provocar a Aline, que sempre foi ciumenta e pirracenta.
Depois de uns minutos com ele beliscando meus peitos e se esfregando na minha bunda, ouvi ela resmungar:
– Mãe, vocês tão de safadeza aí e o Gus fica de costas pra mim! Não tô gostando.
– Nossa, guria reclamona. Quanta carência!
– Tô mesmo carente. Vou ficar aí entre os dois pombinhos.
Ela levantou e veio arranjando espaço entre a gente. O Gus tava com metade da rola fora da bermuda e assim ficou.
Ela deitou de barriga pra cima, dobrando as pernas. Se alguém tivesse de frente, veria a bucetinha dela. O Gus ficou de lado, virado de frente pra gente e deixando nas costas a Rúbia, que já tinha dormido.
Continuamos vendo o filme e ela não parou. Fingia apontar pra Rúbia e esbarrava na pica do Gus. Estava tão excitada que não se aquietava. Depois se aninhou de frente pra mim, virando a bunda pra ele.
– Gus, faz conchinha comigo, tô com frio.
Ele se ajeitou atrás dela, vi quando puxou a bermuda mais pra baixo, deixando aquela rola dura e grande dele solta. Ele foi bem descarado se encaixando nela e a safada deu uma gemidinha e disse:
– Nossa, que abraço gostoso, Gus.
– É pra matar tua carência, guria.
Ficamos “vendo o filme” e eu notava ela se mexer pra se esfregar. Quando ela parava, ele se mexia atrás dela com a mão pra baixo. Se bem conheço meu homem, ele tava apertando a rola contra a buceta dela, porque nessas horas ela segurava um gemido.
Fiquei fingindo concentração no filme enquanto o Gus metia a rola entre as pernas dela. Fechei os olhos e comecei a ressonar, entrando na brincadeira de inocente. Então os sussurros vieram.
– Mamãe tá dormindo, Gus.
– Sério?? Deixa eu ver essa buceta. Nossa, tá toda melada, que delícia.
– Esfrega, tá gostoso.
– Quero meter dentro, Aline.
– Nããããããoooo….
Nisso se calaram e ela gemia. Eu chegava a ouvir o barulho do pau batendo na buceta dela às vezes.
– Eiiii, Gus, aí não.
– Ué, teu cuzinho tá aberto aqui pro meu pau deixa…
– Não, não, tô sentindo empurrar.
– Deixa a cabecinha…
– Nãooo…
– Só pra eu gozar dentro.
– Não, não… Esfrega na buceta, vai…
– Então levanta a perna.
– A mamãe pode acordar.
– Não vai, abreee….
Ouvi o barulho do pau batendo e abri os olhos. Fiquei vidrada, eu tinha que ver aquela cena deliciosa. A Aline de olho fechado gemendo e mordendo os lábios e o Gus esfregando e batendo o pau na buceta dela, enquanto segurava uma perna dela pra cima.
Nisso ela abre os olhos e dá de cara comigo olhando.
– Gus, mãe… Gus, para. (Ela não podia sair porque ele estava segurando a perna dela).
– Calma tá gostoso, goza, vai…
– Gus, a mamãe…
E eu calada olhando.
– Amor, a buceta dela é muito gostosa, ela tava mostrando. Não resisti. Minha rola tá dura demais.
Eu tava hipnotizada.
Me ajoelhei na frente da Aline pasma.
– Ai, amor, a buceta dela é muito gostosa de esfregar.
Eu pus a mão e abri os lábios, deixando totalmente exposta (mais que já tava).
– Issoooo, ajuda ela a gozar, amor.
– Vou ajudar, ela tá precisando matar esse fogo. Fica esfregando esse priquito em você o tempo todo.
A Aline me olhava de olho arregalado.
– Relaxa, filha. Aproveita essa piroca gostosa, você não tava querendo?
– A senhora não vai me bater?
– Eu disse, se deixar ele de pau duro, vai ter que deixar meter. Vai deixar ou não?
– Eu…. Eu… não sei.
– Então deixa ele esfregar, quando decidir ele te fode. Vai, amor, aproveita.
Eu abria as pernas dela, puxava os lábios da bucetinha carnuda e ensopada dela e segurava a cabeça da piroca dele pra passar no grelo com mais força.
– Esfrega no buraco, amor.
Ele começou a passar a cabeça na entrada e eu fiquei dedando o grelo dela. Comecei a fazer uma siririca gostosa naquele grelinho duro, fazendo ela se melar mais e gemer.
– Ai, mãe, ai… Ai como isso é gostosoooooo…
Eu via o buraquinho da buceta dela se dilatar e comprimir de tesão e o Gus punhetava a rola fazendo a cabeça se empurrar na entrada.
– Quando quiser deixar ele meter, fala.
– Nãoooo… Mas tá gostoso demais.
– Você é uma putinha safada, Aline. Agora tem que deixar ele enfiar a piroca em você.
– Mas vai doer.
– Só quando rasgar teu cabaço, depois você vai querer que ele enfie tudo, fundo e força, igual faz comigo. É a melhor coisa da vida, minha filha, perde o medo.
Ela gemia e se torcia nos meus dedos. Nisso, a Rùbia acorda.
– Mamãe?
– Oi, meu amor.
– O que tá acontecendo?
– O Gus tá passando a piroca na bucetinha da Aline.
– Posso ver?
– Pode, vem cá.
A Aline me olhou de novo pasma. A Rúbia se sentou do lado e ficou com o rosto bem perto.
– Lindo, né, filha?
– É sim.
– Rubinha, dá sua opinião. Você acha que a Aline devia deixar o Gus meter a piroca nela?
– Acho que sim, mãe.
– Quando for sua vez, você vai deixar?
– Eu vou!
– No cuzinho ou na bucetinha?
– Onde é mais gostoso?
– Nos dois.
– Então nos dois.
– Então decide, Line. Até a Rúbia vai deixar o Gus meter.
Ela gemia, eu levantei a blusa dela e expus os peitinhos, fiquei passando uma mão, enquanto a outra esfregava a piroca do Gus na buceta, direcionando pro buraco.
– Mãeeeee, esfrega meu botãozinho de novo.
– Quer mais dedada no grelo, filha?
– Queroooo, tava bom demais, eu tava quase lá.
Nisso, o Gus intervém.
– Amor, antes dá uma chupada na buceta dela, vai.
– Eu?
– Sim, faz pra mim.
Abaixei e caí de boca na bucetinha da minha filha, sentindo aquele gosto quase doce na pele macia. Caprichei, empurrei a língua no grelo e no buraquinho e suguei forte. Quando soltei, fez vácuo, e barulho. Ela gemeu.
– Quer gozar agora, filha?
– Sim, mãe, me faz gozar.
– Deixa eu fazer o que quiser?
– Vai doer?
– Não.
– Então faz.
Ela arfava, a blusa levantava, os peitinhos arrepiados pra cima, toda suada e muito tesuda.
Puxei bastante a perna de cima pra frente, expondo a buceta e o cu dela.
– Deixa assim a perna.
Soltei, comecei a dedar o grelo dela de novo que tava inchado e muito sensível. Aproveitei a baba da buceta e passei no cuzinho, olhando pro Gus e piscando. Ele entendeu e direcionou a cabeçona da piroca dele pro anelzinho piscante dela.
– Vai gozar com rola no cu, filhinha.
Acelerei a siririca, fiz do jeito que gosto, forçando do ladinho e fazendo ela gemer. Com a outra mão eu passava os dedos no buraquinho da buceta, abrindo e fazendo ela babar toda. Eu segurava o grelo melado e puxava, apertava e beliscava e o priquito dela jorrava muita baba que descia pro cuzinho, onde o Gus ficava esfregando a cabecinha pra fazer abrir.
Pus as pontas de dois dedos no buraco da bucetinha dela, ela estava aceitando tudo.
Fiz sinal pra ele dar uma empurradinha e ele foi dando, e ela deixando.
Eu quase metia os dedos nela, enfiava o começo e tirava, alternando com as cabeceadas que ele dava no cu dela.
Assim ela tava levando ou dedada ou cabeçada de rola a todo segundo. A buceta vermelha inchada estava mais melada que a minha já ficou na vida. Uma delícia de ver.
Acelerei e apertei mais no grelo dela e como se fosse combinado, eu e o Gus forçávamos mais a cade entrada nos buracos da minha filhinha tarada e gulosa.
Quando a cabeça finalmente engatou ele parou.
– Line, o Gus tá com a cabeça no teu cuzinho?
– Eu tô sentindo.
– Tá doendo?
– Não, tá gostoso.
– Então começa a meter, Gus.
Ele começou a enfiar mais e tirar, enquanto eu metia um dedo na bucetinha dela até quase a metade. Eu abria a buceta com a outra mão, fazendo uma pinça com o indicador e o polegar.
– Mete mais fundo, amor, vai. Atola a piroca no rabo dessa putinha. Abre esse cu, vai.
– Vou enfiar logo, tô doido de tesão.
Segurei as pernas dela arreganhadas.
– Soca.
Ele foi metendo, devagar e sem tirar, segurando a rola pela base, até tudo ter entrado.
– Ahhhhhhhhhhhhhrr que delícia de cu, Aline!!!
– Pronto, sua putinha, tava com fogo no cu e na buceta, agora tá aguentando uma piroca inteira enfiada no teu cu. Soca, amor, vai. Rasga o cu dela.
– Eu vou gozar rápido, tô com muita vontade.
– Vaiii, enche o cu dela de porra. Mete, com força.
Ele segurou as pernas dela e começou a socar.
– Aaaiaaiii, tá doendo, aiiii.
– Relaxa, filha. Soca, Gus, socaaa com força.
Nisso voltei a dedar o grelo dela na siririca mais caprichada possível e abrindo o buraco da buceta com os dedos.
– Amor, eu gozar no cu dela. Vou encher o cu dela de porra.
– Isso, despeja porra na minha filhinha, vai.
– Agoraaa, agoraaa…
Acelerei com toda força e rapidez, fazendo a putinha da Aline gozar se arreganhando e quase gritando de tesão, com o Gus socando a piroca veiuda no cu dela, arregaçando todo e enchendo de porra.
Os dois gozaram ao mesmo tempo, se amolecendo enquanto eu enfiava um dedo na bucetinha dela, praticamente todo, perdido naquela meladeira.
Estávamos tão exaustos que até eu parecia que tinha gozado, embora tivesse morrendo de vontade.
Deitamos todos juntos, a Rúbia ficou entre a Aline e o Gus, também toda taradinha. Ele tirou a parte debaixo da roupa, foi ao banheiro lavar o pau que tinha umas sujeirinhas e voltou, ainda com a rola em riste. Deitou no mesmo lugar, de barriga pra cima.
A Rúbia estava curiosa e tarada, pegou na pica dele, puxando a pele e fazendo a cabeça aparecer. Ela mesma tomou a iniciativa de colocar na boca. Gus fechou os olhos e recebeu aquele carinho inesperado. Eu ainda queria dar uma gozada, então puxei a calcinha, comecei a me masturbar e fiquei vendo minha filhinha sentada nas pernas do meu namorado, pondo a cabeça da pica dele na boca e mamando (ela ainda é viciada nisso, às vezes vem fazer do nada).
Gozei gostoso, realizada nos meus desejos mais malucos. E a Aline se largou e dormiu ali, toda melada, com o cuzinho vazando porra.

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24 Comentários

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  • Responder Chacal2832

    Conto perfeito, se for real, vc é que é perfeita. Continue por favor, adorariamos ler as continuações.

  • Responder Pedro filosofo

    Uma mulher que sabe dar prazer a seu macho, sem limites e ainda dá prazer oferecendo suas filhas, é uma deusa rara, um prêmio da lotérica em que esse sortudo deve preservar, amar e cuidar para sempre

  • Responder Papai Carinhoso

    Que delicia de conto,
    me chama no telegram @PapaiCarinhos0

  • Responder mms

    fodia a bucetinha da minha enteada direto que ela com 14 aninhos ja tem a buceta larga e arrobada

    • mms

      arrombada*

  • Responder The DOG

    A riqueza dos detalhes é impressionante, se for real foi muito gostoso essa aventura !

  • Responder athos

    Gostei adorei gozei nossa muito tesão quero continuação fodendo a mais novinha metendo com força mamãe e irmã gozando junto. Se alguma mulher tem filhas e deseja faça contato. [email protected] eu respondo.

    • rolo1974

      Uau conta mais

  • Responder Indio77

    Puta que pariu que delícia de conto gozei duas vezes lendo uma na punheta e a outra minha mulher que pagou o pato espero ansioso a continuação

  • Responder Armando

    Nossa mesmo…. Tesão demais… Que coisa deliciosa. E pensar que isso acontece mesmo.
    É lindo quando o tesão é associado ao carinho e à responsabilidade. Seria maravilhoso se toda putaria, sobretudo que envolve novinhas, filhas, etc… fosse sempre assim.

    Obrigado pelo Relato.

  • Responder Nilramos

    Tô atrás de uma mãe assim, adorei a história, gozei duas vezes enquanto estava lendo, continuem

  • Responder Rebelk

    Nossaaaaa, que maravilha isso foi demais, se tiver continuação conta mais vamos adorar ler

  • Responder Páulo

    Ótimo conto espero a continuação de como ele tirou o cabaço dela com a sua ajuda que é muito importante amei bjs nesta sua duas putinhas igual a mãe um abraço ao no seu namorado de sorte.

  • Responder Pachecao

    Estou gosando muito sem mesmo tocar no meu pau vou agora tomar um banho e tocar uma gostosa punheta pensando em vocês. Cara de Sorte… Continue

  • Responder Bin DF

    Sou do DF, queria uma mãe carinhosa assim…
    @Andrel_89

  • Responder Eduardo

    q conto q tesão continua logo

  • Responder Amanda pedófila

    Virou uma mãe pedófila

    • Sick

      Ia adorar conversar com você Amanda

    • Nilramos

      Vc acaso seria assim também?

    • Nil

      Vc gostaria de ser assim também

  • Responder Mel

    Delicia de conto,1e2 muito bom.

  • Responder Dick Vigarista

    Nossa, que conto maravilhoso!!! Juro que nunca li nada tão excitante na minha vida! Superou até minha imaginação.

    • Eduardo e filha

      cadê a continuação to d pau duro