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Meu marido me vendeu para o chefe

694 palavras | 2 |2.86
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Este conto é ficcional e retratam fetiches meus.

Meu nome é Lidia, tenho vinte e quatros e sou casada com o João, de 32. Tenho 1,75 mais ou menos, cabelos castanhos escuros na altura dos ombros, coxa grosa, bunda redonda e a xota bem carnuda tipo inchada.

Quando casei com o João sabia que ele tinha problema com jogo, mas não pensei que fossem tão graves quanto se mostraram ser. Ele tinha uma dívida de mais de cinco mil reais e me vendeu ao chefe/agiota dele como meio de quitar as dívidas que tinha com o velho. Seu Joaquim tinha uns 60 anos eu acho, muito mais alto que eu, cabelos brancos e um cavanhaque até que charmoso. O velho tinha fama na empresa por comer todas as gostosas que eram suas funcionárias e eu já tinha o visto olhando para mim várias vezes.

No dia em que fui moeda de troca meu marido me acordou cedo de manhã e disse que precisava que eu fosse em lugar com ele sem fazer muitas perguntas. Eu aceitei e nós fomos. Antes disso João ficou dando pitaco no que eu deveria ou não vestir, acabei saindo de casa igual uma puta de esquina (uma maquiagem preta com batom vermelho, vestido preto rodado da cintura para baixo e saltos de quinze cm). João se negou a me deixar usar calcinha e foi quando eu me animei, porque pensei que ele fosse me levar a um motel ou algo assim.

Pegamos o ônibus (recebi vários olhares, mas por estar acompanhada nenhum me cantou) e paramos na frente do trabalho dele, estranhei mas me deixei ser guiada para dentro. O escritório tava todo escuro menos pela sala do diretor (Seu Joaquim). Quando entramos na sala dele eu senti um frio descer pela espinha mas sorri para o velho e sentei na cadeira que ele me indicou.

— É João essa aqui vai valer cada centavo!

Fiquei sem entender mas me mantive calada como meu marido sempre dizia pra eu ficar na presença de outros homens.

— Lidia, fica de pé e apoia as mãos na mesa. — Meu marido pede seco e eu abro a boca para rebater. — Agora porra!

Respiro fundo e confio nele. Apoio as mãos na mesa e vejo o velho arrodeando por trás de mim, ele levanta minha saia e quando faço menção a me mexer meu marido diz que é melhor não pro meu próprio bem.

— Empina esse cuzinho vai!

— Não! João, que porra é essa?

— Não? Cala a boca e faz o que eu mando sua vadia!

— Por quê?

— Porque agora eu sou seu dono. Seu marido deve a mim e me ofereceu você pra pagar a dívida. Agora sou eu que vai te foder todas as noites. Agora empina o rabo.

Meu marido faz que sim com a cabeça e eu obedeço, ainda desnorteada. Seu Joaquim da um tapa na minha bunda que faz o lugar arder e depois outro na minha buceta que me faz gemer contra minha vontade.

— Puta gostosa! — Ele grita dando outra tapa e rindo quando eu gemo de novo. — Fica de quadro e me chupa!

Obedeço sem falar nada mas me sentindo humilhada e com raiva. O velho abre a blusa e a calça e eu vejo aquela barriga despencar e quase cobrir o pinto peludo dele. Coloco a boca no pinto com nojo e ele ri, puxando meu cabelos para trás pra eu poder encarar ele.

— Primeiro meu saco pentelhudo! Lambe direitinho que eu te dou leitinho puta!

Passo a língua por toda aquela região peluda, sentindo vontade de vomitar enquanto ele dá tapas na minha cara e ri, olhando para mim. Ele dá outro puxão e cospe nos meus olhos me botando pra chupar sua rola, ele enfia minha cabeça cada vez mais fundo e minha vontade de vomitar é cada vez maior.

— Se vomitar vou te botar pra chupar mais pra aprender a ser boqueteira! — fala antes de me dar outro tapa na cara enquanto eu olho nos olhos dele. — Agora chupa meu pau!

Continua……k

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2 Comentários

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  • Responder Jucadadilvaopintao

    Me faz lembrsr o português que foi a ginecologista e atendido pela recepção marcou uma consulta , e quando atendido pela Doutora , perguntou qual era o tamanho de um grelo, ficou sabendo que no.máximo cinco centímetro disse :” O CURALHO MAMEI.UMA PICA “

    • Keylla

      Não entendi kkkkk