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Eu, minha esposa e nossas garotinhas V

1513 palavras | 3 |4.16
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Enquanto Bruna dormia… Valentina quem pediu

Depois daquela noite com minha enteada e sua mãe, eu não estava com os pensamentos certos, eu agora já não sabia o que era certo ou errado, eu tinha gostado de provar a pequena Valentina de 7 anos, mas será que valia apena correr todo aquele perigo por uma bucetinha?
Depois de muito pensar, eu achei melhor deixar isso de lado, fui dormir pensando que de manhã eu a levaria para suas casas e não as veria nunca mais.
Pela manhã, ainda sonolento na cama, eu acordo com Valentina pegando no meu pau, eu ainda estava 70% dormindo então eu apenas sentia a delicadeza de suas mãos de leve em volta de pau, ela não satisfeita, colocou meu pau em sua boca, envolvendo toda a cabecinha, nessa hora eu despertei e olhei para ela, que rapidamente tirou a rola de sua boca e ficou me olhando, eu olhei para Bruna e a mesma continuava dormindo… Mais uma vez eu pensei com a cabeça de baixo, eu dei um sorriso para ela, coloquei minha mão em sua cabecinha e fui direcionando devagarinho de encontro a minha rôla, ela entendeu o meu pedido e voltou a chupar meu pau que malmente entrava em sua boca, ela gastava mais tempo dando beijinhos do que chupando em si, nada mais delicioso do que uma boquinha em minha rola, ela chupava como uma deusa mirim da putaria, só não tinha tamanho, mas era questão de tempo para aquela garotinha se tornar uma grande putinha. Depois de alguns minutos, eu a puxei e atolei minha cara em sua bucetinha que estava molhadinha, ela dava gemidos abafados com a mão na boca, eu chupava com muita vontade aquela xoxota, deixava minha língua durinha e enfiava entre seus lábios vaginais, ela ia a loucura e agora estava rebolando em minha cara, era delicioso a sensação de proibido em nossa transa, eu fui chupando cada vez mais forte aquela xaninha e agora ela já não botava a mão na boca e sim cravava em meus cabelos me sufocando em sua buceta molhada, eu botei meu dedão e levei até a entradinha de seu cuzinho, enfiei com gosto, ela agora gemia mais alto, e dava espasmo, ela dava gritinhos de leve, depois de alguns minutinhos ela caiu sobre meu peito enquanto eu chupava todo o seu melzinho de direto da fonte. Olhei para o lado para certificar que Bruna ainda dormia, levantei com Valentina em meu colo que agora dormia desfalecida do orgasmo que acabara de sentir, coloquei na beirada cama, apoiei sua bunda em cima de um travesseiro para que ficasse mais alto, e fui pincelando naquela xoxotinha aprendiz, era deliciosa e macia, abraçava meu pau muito bem, minha primeira intenção foi só de bater uma punheta e gozar em cima dela, mas meu tesão estava a mil com tudo aquilo, outra vez a cabeça de baixo me traía com pensamentos que não me faziam resistir, meu pau doía de tão duro, então não perdi muito tempo e forcei para dentro daquela xoxota, eu pensei comigo “se ela não é virgem, então não tem problema”, não achei que seria tão difícil e apertado, eu nunca tinha comido alguém tão pequena… A cabeça até que não ofereceu muita resistência e logo entrou naquela bucetinha, eu sem perder nuito tempo, aumentei a força sobre meu pau e deslizei metade da rola dentro dela, aquela garotinha deu grito acordando sua mãe que nos flagrando naquela fudelancia:
– Mas que porra é essa? Gritou Bruna
– Estou brincando com nossa filhinha amor! Eu respondi
– Mas sem mim? você não sabe que a Valentina ainda é virgem? Bruna me olhando furiosa
Ih fudeu, fudeu, fudeu, eu olhei para baixo e vi Valentina chorando desesperada, eu tirei meu pau de dentro e constatei o sangue! Eu nunca tinha visto dentro dos lábios da buceta de uma criança antes, eu até vi o hímem enquanto eu chupava, mas eu nem me toquei, aliás foi sua mãe que falou que ela sempre participava das suas fodas, aquela garotinha era tão putinha que eu a tratei como putinha! mas foi aí que aprendi uma lição, que mesmo sendo nossas putinhas, elas também são crianças frágeis e precisam de cuidados! se eu que sou o pai não cuidar? quem vai cuidar? bom, eu não era o pai de Valentina, mas já estava tratando como ela como o tal, já havia até me esquecido da decisão que tinha tomado pela noite! Mais uma vez a minha cabeça de baixo tomando decisões erradas. arhhhhh
Bruna levantou e carregou Valentina até ao banheiro, eu fiquei com um pouco de sentimento de culpa, olhei para aquela mancha de sangue em meus lençóis e fiquei refletindo, passou tanta das coisas na minha cabeça, lembrei de quando morava com minha irmãs e primas e brincávamos de pai e mãe, lembrei de como meu pai era carinhoso e vivia passando a mão em nós, dando desculpa de que era apenas brincadeira, e nós inocentemente riamos, lembrei de um tio meu que havia sido preso após sua mulher o flagrar abusando de sua neta, e no meio de tantas idéias erradas, veio aquela de que todo pai tem tesão na filha, o que diferencia uns e outros, é que alguns acabam não se controlando!
Depois dessa breve reflexão, Bruna voltou com Valentina, a colocou em na cama e a deixou de pernas abertas, Bruna caminhou até mim e eu já fui pedindo desculpas, e para minha surpresa, ela disse:
-Olha, você não deveria ter abusado da minha filha enquanto eu dormia, mas a culpa também foi minha, afinal eu deveria ter dito a verdade! Valentina nunca havia ficado com homens antes, eu apenas ensinei ela a brincarmos sozinhas! e não me espanta o fato dela ter acordado te chupando, ela é curiosa!
– Então porquê mentiu? perguntei curioso
– Eu achei que se você visse ela como uma criança inocente, você não iria aceitar brincar com nós duas!
Eu não tinha resposta pra isso, isso era muita coisa para a cabeça de um homem. Você cresce condenando aquele que viria a ser você! agora eu olhava para Valentina e ficava preocupado com o que eu acabara de fazer, no que eu me tornei.
Bruna me ver olhando para o nada e pensativo e diz:
– Está tudo bem mesmo, ela não está mais chorando, e vou passar uma pomada e vai dar tudo certo.
Eu apenas acenei com a cabeça, e fiquei olhando para Bruna enquanto passava o remédio naquela grutinha, meus pensamentos sumiram e o tesão me deu conta, meu pau acabara de dar sinal de vida novamente.
Bruna me olha com cara de safada e não perde tempo, se ajoelha e me dar um delicioso boquete, enquanto ela me chupa, Valentina nos olha atentamente, eu chamei ela para perto de mim, ela agora estava com medo de mim… Então resolvi não mecher com ela, me concento em bruna que me faz o melhor boquete, mesmo a boquinha de Valentina sendo tímida ela também fazia um boquete muito bom, mas não supera a experiência de sua mãe… Com certeza eu iria querer provar as duas sempre, Valentina havia saído do quarto, e assim ficamos eu e bruna livres para continuar a nossa foda… Quando tudo acaba, mas uma vez tivemos uma conversa… Eu falei que havia percebido que tudo que eu queria era viver com as duas, formar enfim a minha família com Bruna e Velentina.
Brunca ficou feliz, mas me fez prometer uma coisa nada legal…
– Eu sou muito ciumenta, eu não queria ver meu macho penetrando a minha filha, é o mesmo que ser traída! Vamos fazer um trato, de agora em diante, você vai prometer só fuder nossa filha em minha presença! Ela propôs.
Eu não me importei muito com aquilo no momento, somente anos depois eu veria o quanto aquilo me prejudicaria…
Algumas semanas se passaram, Bruna estava se mudando para minha casa, durante aqueles 15 dias, eu não havia mais tocado em Valentina, a confiança dela em mim tinha sido abalada, eu estava muito triste por causa disso, ela sem sempre me evitava e só me respondia com sim ou não e muito raramente. mas tudo mudaria com uma surpresa…

Finalmente a parte 5, depois de 1 mês, desculpe a demora. Eu não postarei mais contos de autores anônimos… Mas se quiser perguntar algo, meu e-mail é esse [email protected]
Desculpe erros de português, meu pc queimou e tive que fazer celular (por isso a demora).

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3 Comentários

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  • Responder Coroa safado

    Quem não gosta de uma novinha?

  • Responder Eduardo

    continua muito meu e-mail [email protected] vamo troca ideia

  • Responder Observador

    Cara, vc é um dos melhores autores deste site… Parabéns