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Eu e as outras I – Poliana

1939 palavras | 0 |3.25
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Já que Valentina não estava facilitando, eu então fui atrás de uma nova namoradinha.

Esse é um spinoff do conto /2020/03/eu-minha-esposa-e-nossas-garotinhas-i/

Depois de alguns dias morando com Bruna e Valentina, minha vida agora era diferente, eu já havia me acostumado a viver sozinho… Bruna não era o que eu queria para um relacionamento, ela tinha alguns problemas em relação a ciúmes, já a Valentina ainda não estava confiando em mim 100%, isso estava me deixando intrigado, ela já tinha feito 8 anos. Nossa vida não ia tão bem, mas estava indo, nós saíamos em público como se fossemos uma família, elas eram a minha família.
Depois de um bom tempo depois do dia em que eu tirei o cabaço de Valentina, eu já estava querendo provar aquilo de novo, tinha alguma coisa no “proibido” que tinha me fisgado, de fato eu havia entrado naquela vida, e logo a vontade estava incontrolável, eu não podia mais tocar em Valentina, pelo menos, não por enquanto.
Como relatei, eu tenho alguns kitnet (pequenos apartamentos) que alugo e uma das inquilinas já estava à quase 2 meses sem pagar o aluguel, então fui até o local tirar satisfação… Assim que cheguei fui até a porta e bati, estava com um pouco de raiva por ter que passar por essa situação, eu não queria ter que pedir o apartamento… Não demorou e uma garota foi me atender, era uma menina de 11 anos, Branca no estilo latina, corpinho bem suave com leve bunda e um pequeno seio, ela me perguntou quem eu era e o que queria, eu me apresentei e perguntei seu nome, ela me disse que era Poliana e falou sua idade…
– Onde está sua mãe? Eu perguntei.
– Ela saiu para trabalhar cedo e ainda não voltou! Poliana respondeu.
– Mas você está sozinha? já comeu alguma coisa? Eu perguntei.
– Só de manhã! Falou Poliana.
Já era 1h da tarde, eu fui até meu carro e peguei meio pacote de bolacha salgada que carregava comigo para segurar a fome, eu dei para Poliana que me convidou pra entrar… Apesar da idade, ela parecia ser bem inocente, pela forma que conversamos e a forma que me tratava, mesmo eu sendo um estranho…
Perguntei se ela ficava sempre sozinha, ela me disse que sim, falou que havia perdido seu pai e sua mãe a 4 anos em um acidente de moto e que morava com sua avó paterna Luzia, mas não se dava bem com a mulher, pois a mesma não gostava de sua mãe e as duas eram bem parecidas (Dona Luzia sempre culpava a nora pela morte do filho, e culpava a criança por ter forçado o casamento dos dois), perguntei sobre a escola e ela me disse que não frequentava muito porquê não gostava e não tinha muitos amigos… A bolacha acabou rápido, ela estava com bastante fome, eu perguntei se ela não queria ir no supermercado no meu carro para comprar mais, ela ficou muito feliz pois não andava de carro, eu a deixei sentar no banco da frente pois eu queria ficar apreciando aquela pequena mulher, no caminho eu falei sobre minha vida e minha família, disse a ela que eu também não via meus pais e minha vida era solitária (não falei sobre Bruna e nem sobre Valentina), chegamos no supermercado e eu comprei várias coisas pra ela… Voltamos e quando chegamos Luzia estava em casa, eu olhei para ela e pedi uma conversa em particular, falei pra ela sobre o aluguel e também mecionei a criança que não poderia ficar sozinha, ela chorou e falou o quanto estava passando por problemas e a garota só era um peso, pois não sabia limpar ou trabalhar, eu ofereci um acordo com o aluguel mais baixo e me ofereci para cuidar da Poliana pela manhã (Já que Bruna saia cedo para o trabalho e só voltava de noite, e Valentina acabara de entrar em um colégio de tempo integral por escolha da mãe), eu não vou mentir, já estava com boas intenções em relação a Poliana, eu fiquei louco quando vi ela pela primeira vez e já estava desejando uma buceta jovem a muito tempo, só precisava fazer algum plano, Luzia nem se importou em deixar eu ficar com Poliana, afinal ela nem gostava da menina. Então no dia seguinte fiz uma rota que se tornaria minha rotina, era deixar Valentina na escola, e ir direto para o encontro de Poliana, lá eu buscava ela e levava para minha casa, pois seria mais aconchegante, quando chegamos eu já estava feliz por ter aquela garotinha em minha casa a minha disposição… Era só questão de tempo para experimentar aquela garota, eu primeiramente ficava só de cueca e calção largo e fino, para que Poliana visse meu volume. Nos primeiro dias eu escondia fotos de Valentina e Bruna, eu não tinha experiência em seduzir alguém que nem sequer sabia o que era sexo, então eu fiz coisas que vinham em minha cabeça, nós assistimos filmes com algumas cenas picantes, mas nada de nudez por enquanto, ela ficava um pouco sem jeito e olhava discretamente para o volume em meu short, eu levantava mostrando aquela barraca armada e ia até ao banheiro bater uma deliciosa punheta, voltava e ficava puxando assunto perguntando se ela já beijava, se tinha namorado se gostava de alguém, ela respondia bem tímida. Já no 3° dia eu perguntei se ela gostava de mim, ela disse que sim, então eu falei que também gostava muito dela… Logo ela me perguntou porquê eu perguntei, parecia está bem interessada no assunto, eu olhei para ela e dei um beijo em sua bochecha e disse que achava ela a coisa mais linda do mundo, ela disse que não era bonita, de uma forma que lembro até hoje, ela ficou olhando nos meus olhos, eu não exitei e dei um selinho em sua boca, quando eu recuei ela demonstrou que também queria pois veio me beijando também, e logo estávamos nós dois no sofá nos beijando como um casal… Depois de algum tempo, eu fiz uma cena para ver a reação dela.
– Desculpa, eu não deveria ter feito isso, é muito perigoso. Eu falei demonstrando estar assustado.
– Porquê tio? Ela perguntou preocupada.
– Porquê você é muito novinha, ainda é uma criança, e crianças não podem fazer isso com adultos. Ela não gostou quando eu chamei ela de criança.
– Mas eu gostei tio, eu já tenho idade pra namorar.
Aquilo foi músicas pros meus ouvidos…
– Promete que não vai falar pra ninguém? Perguntei
– Claro, você vai ser meu namorado secreto. Disse ela
Eu me espantei, nem a maior das interesseiras que fiquei foram tão fácil quanto Poliana, ela tinha gostado muito de minha casa, não sabia que poderia ser tão fácil conquistar uma garota de 11 anos.
Eu então fui até ela puxei pelo braço e coloquei sentada sobre a mesa de jantar, eu fiquei beijando ela por muito tempo enquanto eu apalpava seus seios e corpo, eu perguntei pra ela se ela já tinha feito sexo, ela disse que não sabia como era, então eu levei até meu quarto e coloquei um filme porno para ela assistir, eu tirei dua roupa e já fui chupando aquele peitinho delicioso, eu não estava no clima para preliminares, então beijei sua barriguinha, a deitei na cama e já fui tirando seu short jeans e sua calcinha, eu apreciei aquela xoxotinha bem gostosa e úmida, tinha cabelos bem ralinho, eu chupei ela toda, porém tinha pressa, me sentia um adolescente tendo sua primeira tranza de novo, eu mostrei para ela a cena do boquete e falei para ela reproduzir o mesmo comigo, eu puxei meu pau e botei na direção dela, ela olhou um pouco com nojo, mas logo eu botei a mão em sua cabeça e ela não teve escolha, se não chupar meu pau, o boquete dela era bem melhor do que o de Valentina pois conseguia engolir metade de meu pau, eu já não aguentava de tesão acumulado e para não gozar, tirei o da boca de Poliana, eu então abrir as pernas dela e fui aconchegando a cabeça de meu pau entre seus lábios vaginais, ela estava um pouco assustada e se apoiava em seus braços para ver o que fazia, eu estava descontrolado e na hora nem pensei que poderia cometer com ela o mesmo erro que cometi com Poliana, eu apenas queria esfolar aquela buceta rosa, eu passei a rola na entrada de sua xaninha e só deu tempo de falar pra ela que ia doer um pouquinho, eu então fui enfiando… Pelo menos dessa vez eu fui enfiando devagar, a buceta dela bem grandinha e aberta, e seu clitóris ficava bem inchado, a cada vez que eu ia pra frente eu ouvia um gritinho de minha presa, ela agora tinha deitado de vez na cama e suas mãos estavam em minha barriga fazendo um leve movimento para tirar meu pau de dentro, mas eu a segurava forte pela cintura e não deixei ela escapar, eu ia introduzindo ainda mais enquanto eu olhava para seu rosto com expressão de dor, senti o hímem e forcei um pouco mais, ela deu um grito mais alto mas eu não parei e fui penetrando devagarinho até que entrou tudo, ela agora chorava bem de leve, mas não fazia escândalo ou reclamava… Os outros cabaços que tirei não chegaram nem aos pés da facilidade desse, eu perguntei se estava doendo, ela me respondeu com voz de choro e com os olhos fechados -Sim. Eu dei um tempo e fiquei um pouco parado para a sua pepeka se acostumar com minha rôla, eu falei pra ela coisas como “Agora você é uma mulher de verdade, uma criança não aguentaria tudo isso!” e “Ainda bem que eu tenho uma namorada corajosa com você”. Quando eu vi que ela estava mais relaxada, então eu fui puxando meu pau devagar enquanto ouvia um “Aaaahr”, eu bem devagarinho fui enfiando de novo e em seguida fazendo um delicioso vai e vem, ela agora já não chorava, ela estava apertando seus pequenos seios e me olhava gemendo bem gostosinho (é sério, o gemido dela é o mais gostoso de todos, deixa o maior dos moralista com tesão). Eu não demorei muto, confesso que poderia ter aguentado mais, porém aquela bucetinha era tão apertada e meu tesão estava tão acumulado que não resistir e gozei naquela xota jovem. E depois fiz um coisa que viraria um costume… após tirar um cabaço, eu peguei meu celular e abrir um pouco aquela xota com os dedos e filmei a porra saindo junto com sangue, enquanto apreciava aquele estrago.
Agora eu tinha um problema, eu tinha Bruna e tinha Poliana, mas nenhuma sabia da outra…

Esse foi um spinoff do conto https://contoseroticoscnn.com/2020/03/eu-minha-esposa-e-nossas-garotinhas-i/
Espro que gostem, ainda tem muita história pela frente… Como disse no último conto, estou sem pc e por isso digito do celular, desculpa por ERROS DE PORTUGUÊS.

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