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Enrabada pelo moleque (revisado)

1664 palavras | 20 |4.47
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Meu nome é Rosana, tenho 29 anos, morena clara, estatura média. A história que vou contar aconteceu no final do ano passado. Eu sou noiva e pretendo me casar este ano. Eu faço faculdade de Letras e estava desempregada havia oito meses. Para o meu sustento eu tomava conta de dois adolescentes, cujos pais que são amigos meus e que me ofereceram a “função”, trabalham no período de tarde/noite (donos de restaurante). O nome dos meninos: Tatiana, a mais nova e Vitor (Vitinho, de 15 anos). Um nerd bobão e espinhento, mas com o corpo adolescente bem formado como um homenzinho. Bom, devo dizer que nesse tempo todo eu nunca reparei nada demais do garoto para comigo. Ele sempre me respeitou. Até que um dia, quando eu lavava algumas peças de roupa na área de serviço, no pretexto de pegar o celular que estava do outro lado, Vitinho passou ralando em meu traseiro. Nada demais, se não fosse o fato de que entre a máquina e a parede, embora a distância não fosse muito grande, havia espaço suficiente para ele passar sem precisar fazer aquilo. Quando olhei meio de lado, notei o volume sob o seu calção, ele estava bastante excitado. Qual foi a minha surpresa, quando ao retornar, ele descaradamente me encoxou, fazendo-me desequilibrar e sentir o seu talo na minha bunda, contra a costura de meu fino short de malha. Embora isso tenha me feito esquentar por dentro, chamei-lhe a atenção na primeira oportunidade que tive: Falei-lhe que exigia respeito, que tinha o dobro de sua idade, que não estava ali para isso e… coisas do gênero. Durante os dias seguintes, parece que a bronca surtiu efeito, afinal ele ficou todo sem graça, evitando me encarar de frente. Deu até dó. Certo dia, após tomarmos, os três, banho na bela piscina da casa, dirigi-me ao quarto, quando de repente, Vitinho surge do nada, arrancando a minha toalha, talvez pensando que eu estivesse nua, – estava ainda de biquini – me atira de bruços na cama, e começa a ralar em mim, mesmo que sobre o calção, de vez em quando beijando-me o pescoço, arfando como um cachorro no cio. Fingi “lutar” com ele por quase um minuto, quando resolvi empurrá-lo, até porque, confesso, as minhas pernas já estavam bambeando. Não é preciso dizer que tasquei-lhe outra bronca. No entanto, dessa vez ele resolveu também falar: disse que não estava dormindo por minha causa, que sonhava comigo todas as noites, que já tinha batido várias em minha homenagem e que era maluco por minha bunda. Eu senti-me um tanto transtornada: um moleque que alimenta o maior tesão por mim? Não sabia o que pensar. Um dia, ele chegou cedo da escola, estávamos só nós dois. Ele me agarrou por trás e disse:
– Tem que ser hoje, Rô, por favor, me deixa fazer com você!
O seu atrevimento me pegou de surpresa e eu mais uma vez relutei. Ele porém implorava:
– Por favor, Rosana! Deixa só um pouquinho!
Então eu resolvi ceder em parte. Falei para ele se sentar que eu lhe mostraria a minha bunda. Ele aceitou , é lógico. Sentou-se na cadeira tremendo igual a uma vara verde. Eu me virei de costas e levantando a saia, afastei a minha calcinha para o lado, deixando a minha polpinha à mostra. O garoto parecia que ia desmaiar, suava e tremia.
– Pô, chega mais perto – falou.
Eu atendi. E cheguei para trás do jeito que estava e resolvi ajudá-lo:
– Ok, pode passar a mão!
E deixei-o apalpar minha bunda por sobre a calcinha. Vi que ele estava fascinado; só faltava babar. Sentia as suas mãos tremerem enquanto amassavam meu traseiro. O problema é que aquela situação pervertida estava começando a me excitar, pois comecei a sentir um calor entre as minhas pernas Nesse momento minha cabeça começou a zunir e me desconhecendo por completo, falei para ele colocar o pau pra fora do calção, o que ele atendeu mais que depressa. Creio que o meu pedido o pegou de surpresa, pois os seus olhos começaram a brilhar, ao mesmo tempo em que abaixando o calção, o seu pau pulou latejando, com a cabeçorra rosada. Totalmente fora de mim, abaixei-me e comecei a punhetá-lo, o que fez com que ele gemesse alto.
– Tá gostando, safado? – Perguntei.
Ele só sorriu com os olhos fechados e acenou com a cabeça. Pensei então que, uma vez que iniciei a loucura, que fosse mais além, pelo menos para fazê-lo gozar. Não tenho grilos sexuais, pelo contrário, tenho bastante experiência, porém, o pouco de lucidez que me restava não me permitiria transar com aquela moleque. Então, abaixando-me, comecei a passar a língua na lateral da rola quente dele, não queria abocanhá-lo por inteiro; afinal, não confio na higiene dos adolescentes. Enfim… De vez em quando, eu o lambia em movimento circulares a pontinha da cabeça. Nesses momentos o garoto se contorcia todo, segurando firme a sua própria coxa. Mas para minha surpresa, ele me pediu para parar e voltar à posição de pé, de costas para ele. Percebi aí o quanto o moleque gostava mesmo de uma bunda. Fiz o que ele pediu. Imediatamente, ele começou novamente a alisar o meu bumbum. De súbito, Vitinho enfiou as mãos por baixo da minha calcinha e a desceu com tudo, expondo minha bundona livre. Eu me assustei, mas, confesso que o fato de me ver como objeto do desejo de um jovem me excitava. Ele agora se curvara e, ajoelhado, cheirava, esfregava e mordiscava a minha bunda. E eu ali, calcinha nos joelhos e saia grudada na cintura, apoiando-me na parede, com a bunda na sua cara. Ao mesmo tempo ele abrindo a minha bunda com as duas mãos, começou a dar linguadas voluptuosas no meu rabo. Com isso eu enlouqueci, comecei a gemer, meio que sem graça, por estar de sacanagem com um moleque que há poucos dias eu recriminara. Nesse momento, tive um lampejo de racionalidade e ameaçei parar, pois aquilo já tinha ido longe demais.Tentava, sinceramente, me esquivar e levantar a calcinha, mais ele me puxava mais para si, e fez algo que admito que eu adorei: ele me deu umas quatro surpreendentes palmadas, que estalaram na minha bunda. Até que meu esforço parece que o aborreceu, pois ele puxando-me com violência me fez sentar em seu colo, gritando com raiva:
– Chega, Rô, vou comer esta bunda gostosa é agora!
Quando finalmente pude perceber o quanto ele tinha força e como o seu caralho estava duro e latejante, forçando o meu reguinho. Notei que ele levou a mão à boca e cuspiu nela, para em seguida esfregar a entrada do meu cu. Notei que mesmo na sua inexperência, ele sentiu o quanto eu já estava molhada na xoxota e apreveitou para enfiar o dedo na frente também, fazendo-me delirar, justamente por sua falta de ritmo, voltando em seguida e besuntando o meu buraco traseiro. A essa altura eu já não tinha mais forças para lutar e gemendo falei que então fizesse logo. Foi quando ele apontou o cacete para o meu cu e começou a forçar entrada. Eu gemi baixinho de dor. E parece que isso o preocupou pois ele parou, entretanto, eu já desesperada gritei:
– Porra, cara! Ou tira ou enfia tudo de uma vez!
Ouvindo eu dizer isso, ele afastou o meu corpo e em seguida me fez sentar violentamente em seu pau, metendo até a metade, me fazendo gritar alto. O prazer que veio depois disso foi indescritível. Comecei então a rebolar que nem uma louca em seu colo, enquanro ele amassava os meus peitos, às vezes, forçando o meu rosto, beijava-me a boca. Para completar eu ainda apertava o meu grelinho freneticamente. Não podia acreditar: um frangote de 15 anos e eu ali pulando e me esfregando em seu colo. Pude perceber que, na certa, ele era virgem pois tremia muito e gemia também e principalmente pela frase clássica:
– Rô, eu acho que vou gozar!
E eu aumentando o rebolado e me marsturbando, gritei:
– Goza, Vitinho, goza, que eu também vou! Num movimento forte, ele empurrou o seu quadril para cima, levantando-me junto, enquanto puxava minha bunda para si e o meu cu engoliu totalmente a sua vara, sob o meu grito de dor e tesão:
– Caraaalho, Vitinho!
Logo senti o seu pau latejar dentro de mim e me inundar com o seu líquido quente. Após eu gozar também, vi que ele mal conseguia falar, mas parecia realizado. Então nos levantamos e fomos tomar um banho juntos, aproveitando a ausência da caçula, onde ele tentou comer minha buceta, mas não permiti, deixando apenas ele mamar meu peitos e lhe fiz um boquete completo, em que, na minha experiência, percebendo que ele iria gozar mais uma vez, o direcionei para os meus peitos, debaixo do chuveiro. Pronto: eu tinha acabado de tirar a virgindade do filho dos meus patrões. Não fizemos isso mais nenhuma vez, embora ele tentasse. Prometemos que aquele seria nosso segredo, apesar de que eu acho que dificilmente um garoto vai perder a oportunidade de contar uma coisa dessas, para tirar onda, nem que seja apenas para o melhor amigo. Até que uma semana depois , surgiu uma oportunidade de emprego e eu deixei a casa. Mas confesso que essa experiência ficará guardada para sempre em minha memória. O moleque tarado que me fez gozar.

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20 Comentários

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  • Responder Voldemort

    Delicia

  • Responder ER

    [email protected]
    Tenho 16 anos

  • Responder Juliana

    É muito bom mesmo.. é mas fogoso não amolece não.. bct parece que vai pegar fogo

    • Robson

      Imagino que ja tenha sentado em algum desse jeito ne….

  • Responder Viuva 32 carente

    Tava dezendo carinho no pau dele. Minha buceta começou se babando. Agruta da minha buceta parecia uma fogueira. Os mamilos tezzo duro de tesão o redondinho do meu ku corsando

    • Bob DF

      Chama no telegram @Andrel_89

  • Responder Viuva 32 carente

    O mulequinho é gostoso… O meleki é SAFADO e carinhoso .EU evito até as tias perto dele com ele. Tem quase 13 cm de pika grossa

    • ER

      Tenho 16 anos, queria uma mulher mais velha

  • Responder Viuva 32 carente

    O mulequinho é gostoso… O meleki é SAFADO e carinhoso .EU evito até as tias perto dele…com ele.. ja é grande e grosso. Cabeça maravilhosa enxada as veias incha por cima fica odunlada e grossa… EU fiquei olhando para as mulheres q olhar pra ele. Chama a atenção mesmo… os olhos da tias dele brilha quando ta olhando…. EU evito dele ta nu quando elas tão por casa… ou minha vizinha quando vem tomar cafezinho comigo… A Helena vei pela manhã cedo viu ele…não se controlou não… ós lábios persoadiu dizendo eita porra é um julgamentinho todo… aí ja faz uma buceta gozar.. EU nunca mas EU dexei ela ver ele…. quando ela ta por perto chamou ele pr dentro de casa…..tem mulher q não resistiu olhar mulek gostoso… tem delas q adora da o ku dela pr molek.. senti 12 cm de pika grossa no ku dela.. a cabeça esfolhada provoca mas tesão

    • Eu

      Abre a buceta pra mim vadia

  • Responder Amo uma putaria

    Amei seu conto mas acho q vc poderia ter ido mais além e feito mais coisas e mais vezes .
    Vamos tc @iron500

  • Responder dudu safado

    que puta safada volta e da a buceta pra ele, certeza quando casar o marido vai ser corno.puta sempre é puta..

    • Ivox

      Que história show Rosana, você é demais, me passa o seu contato do telegram para a gente trocar umas ideias

    • Viúva. 35

      Eu achei a minha calcinha na cama dele. Pela manhã na hora do café. PR o meu decote olhos dele falta pular fora. Olha pr minha bunda. EU fui levar a toalha pr ele no banheiro o pau dele tava duro. O pau

    • Viúva. 35

      A realidade é que tem Mulek gostoso. Ele já tem 12 cm de pika é grossa gostosa deixa uma gruta tampada

    • Viúva. 35

      O pau dele já deixa uma gruta tampada

    • Viúva. 35

      O pau dele já deixa uma gruta arroiada.. uma buceta sorrindo

    • Viúva. 35

      Tem molek safado gostoso carinhoso querendo fuder. Carinhos pegando na buceta exibindo o pau duro esfregava o pau dele querendo meter

    • Viúva. 35

      Ele tem 12 cm de pika grossa safado gostoso cachorrinho carinhoso putinho safado

  • Responder Wd DF

    Seu casamento promete,delícia o seu conto!
    Wr distrito federal meu Skype