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Descobrindo a safadeza com a namoradinha adolescente [7]

2544 palavras | 3 |4.36
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Ajudei minha putinha a descer do barco ainda incrédulo com sua safadeza, uma coisa era putaria com tios e conhecidos, mas aquilo ali era a prova viva de que ela nao era apenas safadinha, e sim uma putinha completa. Ela foi caminhando na minha frente, pela água, com aquela calcinha de biquini infantil totalmente enfiada na bundinha, com as laterais puxadas pra cima, não me aguentei e, quando vi que estávamos relativamente escondidos entre alguns barcos, puxei ela pra mim, dando uma encoxada, e meti minha mão em sua bucetinha por baixo do biquini, dando beijos no pescoço.

Sua bucetinha estava totalmente molhada e bem abertinha, pra ser sincero não tinha muito interesse em mexer ali na porra dos outros, mas nesse momento o tesão falava mais alto, então apenas encostei ela em um barco, puxei o biquini mais para o lado e cravei a rola na sua bucetinha por trás, sem dó ali mesmo, ela não parecia demonstrar cansaço mesmo depois de toda a ação, e rebolava no meu pau gemendo, e jogando a bunda pra trás, até eu gozar no fundo de sua bucetinha.

Depois de ajeitarmos um pouco as nossas roupas continuamos a nossa caminhada até a praia, um bom tempo já havia se passado e seus pais deviam estar preucupados a essa altura, fui provocando ela no caminho, chamando de putinha e falando que ela estava muito safada, ela fazia um pouco de biquinho mas só ria e gostava dos “elogios”, perguntei o que tanto eles conversaram enquanto eu estava la dentro do barco, e ela disse que tinha passado seu número de celular a um deles, que havia pedido dizendo que iria convidar para futuras festinhas no barco.

Chegamos à praia e sem erro levamos uma bronca de sua mãe, perguntando porque demoramos tanto, Thays deu algumas desculpa que pareceram satisfazer sua mãe que logo se distraiu com outra coisa.

Naquele dia não aconteceu mais nada de especial, e na manhã seguinte acordei meio tarde e com a casa praticamente vazia, a maioria dos parentes já tinha ido embora, e os que não tinha ido, havia saído ao mercado, ou à praia, então na casa havia apenas eu, Thays, a putinha Suelen, e alguns dos outros primos mais novos. Logo Suelen e Thays inventaram de assitir um filme em um dos quartos que tinha ar condicionado, tinham dois priminhos que estavam ali mais brincando e incomodando do que assitindo o filme, cheguei para me juntar à elas na cama de casal e estrategicamente me deitei no meio das duas, eu estava ainda com a minha roupa de dormir que era basicamente um calção de tactel com uma cueca fina.

As duas estavam quietinhas até o momento mas com certeza já imaginavam safadeza, quando os pivetes começaram a rir e fazer barulho meio alto, Thays prontamente os enxotou do quarto alegando que queria assistir o filme e estavam fazendo barulho, eles recolheram o seu jogo e foram para a sala, que era relativamente longe do quarto, tendo que atravessar todo o longo corredor.

Pronto, estava só eu e as duas putinhas mirins da família sozinhos no quarto, Thays havia apenas encostado a porta por causa do ar condicionado, e ainda conseguiamos ouvir a bagunça dos moleques na sala, não havia nenhum adulto na casa mas eles poderiam chegar a qualquer momento.. Thays voltou e se deitou ao meu lado, sem perder tempo abracei ela por trás das costas e levei a mão por baixo do shorts na parte da frente, acariciando sua rachinha por cima da calcinha. Ela deu uma risadinha me chamando de safado, e Suelen soltou uma interjeição como quem deixava transparecer que estava com ciúmes.

“Não precisa ficar carente neném”, soltei, sem demora agracando ela também e colocando a mão dentro de seu shorts assim como fazia com Thays, agora acariciando as duas bucetas lisinhas, Thays deu uma revirada de olho com uma risadinha fingindo ciúme, só pra se fazer um pouco. Imediatamente comecei a beijar ela vorazmente, sem soltar das duas, beijámos de língua ruidosamente enquanto eu acelerava os movimentos nas duas, quando nos soltamos um pouco, me lembro que Suelen soltou algo do tipo “Nossa, porque não se comem logo kkk”.

“Calma, tem pra você também” imediatamente me virei de costas pra minha namorada e comecei a beijar aquela boquinha pequena e carnuda, apesar de ja ter comido ela, tinha tido pouquíssimas oportunidades de beijar tranquilamente aquela putinha mirim, depois de alguns minutos, Thays também falou algo brincando que estava com ciúme, então tive uma idéia e falei.

– Ué, vocês podem brincar também.

Thays deu apenas uma risada, e eu insisti – Vai amor, você já até deu uns beijinhos nela aquele dia que eu me lembro muito bem. – Thays sorrindo apenas se inclinou passando pela minha frente e começou a beijar Suelen, que correspondeu á altura, e logo aquelas duas safadinhas estavam trocando longos beijos molhados na minha frente, aumentando em muito o meu tesão pois a cena era linda.

Aparentemente não podíamos fazer muito mais devido ao risco da situação, mas pra mim o risco era apenas um bônus de tesão, então sem mais nem menos, puxei o short folgadinho de minha namorada pro lado e caí de boca naquela bucetinha. “Amoor, nãooo” ela tentou me puxar pelos cabelos dizendo que era perigoso, mas logo os protestos deram lugar a gemidos contidos e ela apenas curtia, enquanto chupava, discretamente fui puxando o corpinho de Suelen para ficar bem ao lado dela, e já ia com a mão procurando sua bucetinha, depois de mais ou menos um minuto, simplesmente levantei a cabeça, e baixando o shortinho de Suelen, comecei a mesma coisa nela.

Eu adorava chupar aquelas duas “bucetinhas gêmeas” lindas, ainda mais a de Suelen que era naturalmente lisinha e ainda mais fechadinha, logo em seguida pude perceber que as duas se beijavam apaixonadamente enquanto eu chupava a mais novinha, e Thays que também tinha muito tesão no “arriscado” dedilhava sua bucetinha enquanto beijava aquela novinha safada que estávamos treinando.

Aleguei que o shortinho de Suelen estava me atrapalhando, e rapidamente tirei ele, dizendo que qualquer coisa era só se enfiar em baixo do lençol, então tive total acesso à sua bucetinha deliciosa abrindo totalmente as suas perninhas e levantando mais sua camisa, enquanto ela ainda beijava Thays. Enquanto chupava, discretamente tirei meu pau já bem duro pra fora do calção, e depois de um tempinho, simplesmente me levantei, e indo pra cima de Suelen, comecei a pincelar meu pai na entrada da sua bucetinha.

– Amorrrr, eles tão ali na sala – Se assustou Thays preucupada, Suelen nada falava,

– De boa, dá pra ouvir se alguem tiver vindo. – E sem nem me importar comecei a penetrar, ainda era pouco difícil devido ao tamanho, mas aquela bucetinha era a melhor sensação do mundo, parecia que abraçava e mastigava todo o meu pau. Thays ainda fazia cara de preucupada e nada falava, mas o tesão como sempre falava mais alto e até acariciava a bucetinha de Suelen ajudando a magrelinha a ficar com ainda mais tesão. Eu não me preucava muito com os moleques da sala, até porque dois deles eram Carlos e Luis que já haviam participado de nossas putarias no no passado, junto com eles haviam mais algumas crianças mais novas e era onde morava o problema.

Depois de enterrar todo o meu pau em Suelen, comecei a bombar cadencialmente. A cama era boa e não chegava a fazer barulho alto, mas se alguém de repente começasse a prestar atenção, poderia perceber alguma coisa. Nesse momento Thays ainda fazendo cara de preucupação, foi até a porta observar discretamente caso alguém viesse, depois de mais ou menos uns três minutos decidi mudar de posição, me sentei na cama mais próximo a porta, e posicionei Suelen no meu colo, de costas pra mim, com as pernas bem abertinhas à mostra pra Thays, segurei por baixo daquela bundinha que praticamente cabia na minha mão, e comecei a bombar com agilidade, Suelen dava gemidinhos deliciosos tentando manter o volume baixo, e parecia bastante excitada, Thays nos observava mordendo os lábios, e depois de alguns minutos não se aguentou, se abaixou na nossa frente, e começou a lamber e chupar com vontade a bucetinha de Suelen enquanto eu a penetrava.

Aquele momento foi demais para a putinha mirim, que ainda sem nem 12 aninhos completos, experimentava a penetração completa de um menino mais velho, enquanto a sua priminha cachorra chupava sua bucetinha, ela ainda tentava conter os gemidos mas mal conseguia, e acabava deixando escapar um gemido ou outro mais alto, eu sentia que o gozo já estava quase vindo, quando de repente ouvimos um barulho de gente chegando pelo corredor.

Todos nos congelamos em choque, em um segundo Thays ainda tentou correr na direção da porta que ainda estava entreaberta mas foi tarde de mais, de repente, quem aparece na porta é justamente Luis, o priminho de 13 anos que já havia praticamente comido Thays [conto 04].

Thays congelou por um segundo enquanto dava de cara com o menino, ao perceber que vinha mais gente atrás, ela rapidamente puxou ele pra dentro do quarto e fechou a porta. A cara de Luis era impagável, estava eu sentado na cama, com o pau todo enterrado na bucetinha de sua priminha mais nova, enquanto sua outra prima mais velha e gostosa estava em pé com o shorts abaixado, ele apenas olhava de boca aberta.

A minha excitação era demais pra me importar com isso, simplesmente recomecei a bombar cadenciadamente em Suelen, Thays simplesmente se abaixou na frente de Luis, abaixou toda a sua bermuda e começou a chupá-lo. O pinto do moleque ficou duro em uns 5 segundos e logo ele já gemia de tesão, ainda incrédulo, Thays deitou-se na beirada da cama de costas, com as pernas erguidas, e puxou ele em sua direção, fazendo Luis se encaixar em sua bucetinha, sem demora ele agarrou as pernas dela e começou a comer furiosamente., ficamos ali os 4 transando nessa posição por alguns poucos minutos,, quando eu, ao invés de ficar sentado, me deitei as costas na cama, e puxei Suelen, ainda de costas pra mim, até a minha cara, pra eu chupar aquela bucetinha, pois queria ainda segurar um pouco o gozo, assim que comecei a chupar, senti a mão de Thays no meu pau, e logo senti que ela estava se reposicionando pra sentar em cima dele, e começou a cavalgar, ficando de frente pra Suelen, que estava sentada em cima do meu rosto, não era minha ideia, mas apreciei a surpresa movimentando levemente o quadril.

Foi então que percebi que Thays havia chamado Luis para ir atrás dela, a safadinha estava querendo experimentar uma DP pela “segunda” vez (se é que contava o que ela havia feito com meu primo Luan e o irmão dele). O menino veio atrás meio desajeitado, e a princípio pareceu que ele achava que era pra enfiar o pinto na bucetinha dela, junto com o meu, então eu vi que ela estendeu a mão pra trás, ajeitando ele, que pareceu começar a penetrar.

Não pude perceber o que estava acontecendo direito porque com a bucetinha de Suelen na minha cara não tinha visão de nada, apenas pude perceber que as duas se beijavam, Thays começava a rebolar cavalgando e o menino ainda continuava ali atrás dela.

Logo Suelen gozou, aperando minha cabeça com as suas perninhas e saiu de cima de mim indo pro lado, então pude ver com clareza que Luis realmente já havia enfiado todo o pinto no cu de Thays, e ela rebolava nos dois ao mesmo tempo, aparentemente tendo alguma dificuldade, mas com cara de quem no fundo estava gostando. O pinto do moleque não era tão grande, mas receber dois ao mesmo tempo pela primeira vez ainda era um desafio.

Eu tentava segurar o gozo, e quando percebi que Thays já estava quase chegando lá, acelerei um pouco os movimentos e logo enchi o fundo de sua bucetinha, quase ao mesmo tempo que percebi ela parando e dando um gemido mais alto, poucos segundos depois Luis também veio entrando todos naquele semi estado de transe.

Thays saiu de cima de mim e olhei pro lado na direção de Suelen, ela estava deitadinha de lado, lindinha, cansada da foda, ainda sem o shorts e com aquela bucetinha brilhando, eu simplesmente fui na direção dela e dei um beijo naquela boquinha novinha e gostosa , ela correspondeu com muita vontade, subindo no meu colo me agarrando, e beijando com língua, eu ouvia Thays falar que devíamos parar porque já era quase meio dia e todos deviam já estar chegando, mas eu nem ligava. Falei pra eles dois irem lá pra sala, que eu ia dar uma limpada em Suelen pra ninguem desconfiar, terminei de tirar a blusa dela e puxei aquela novinha pro banheiro da suíte, combinei com ela de ela tomar banho e qualquer coisa eu só sairia rapidamente do banheiro pra não levantar suspeitas. Era muito arriscado alguem chegar e me flagrar com aquela novinha peladinha no banheiro, mas como sempre o tesão falava mais alto.

Puxei a putinha pela mão, abri o box e liguei o chuveiro, fiz menção de puxar ela pra dentro e poder lavar aquele corpinho, mas ela me surpreendeu, esticou as mãos para o meu pescoço, querendo me beijar mais, puxei ela pro meu colo e ficamos nos beijando apaixonadamente por alguns minutos, a putinha estava apaixonada, só podia.

Eu passava a mão por todo o seu corpinho, acariciando a bucetinha e seu cuzinho completamente fechado, logo me forcei a colocar ela no banho e falei pra ela se limpar. Lutando contra todos os meus instintos, deixei ela ali e, tentando secar um pouco o suor, fui pra sala.

Como se fosse cronometrado, depois de poucos minutos os adultos que estavam fora em compras chegaram, e logo se iniciaram as arrumações de almoço etc, e fomos orientados a arrumar as malas, como o quarto que eu estava dormindo era o mesmo que havia rolado a putaria momentos antes, apenas retornei pra lá achando que Suelen já havia saído a tempos.

O corredor estava deserto, e ao me aproximar do quarto e abrir a porta, percebi que ela estava vindo do banheiro enroladinha na sua toalha colorida, veio em direção da porta pra sair dali, passando por mim dando um sorrisinho sapeca, veio na minha direção, me deu mais um beijo molhado dizendo:

– Te amo.

E saiu dali me deixando sozinho no quarto.

Continua.

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3 Comentários

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  • Responder Gyntal

    Amo ler essa serie de contos to curtindo muito continua

  • Responder E eu tbm

    Sinceramente eu prefiro quandobos machos grandes comem a Thays, mas muito excitante o conto.

  • Responder J O S S

    que bacanal infantil,adoro conta mais.