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Descobrindo a safadeza com a namoradinha adolescente [10]

3611 palavras | 7 |4.50
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Minha putinha já tinha se tornado uma putinha completa e eu já havia aceito isso, e estava apenas concentrado em curtir o máximo possível, por mais incrível que possa parecer eu estava me dando super bem com ela (melhor do que nunca) e nossas transas só melhoravam, apesar de nossas oportunidades ainda serem um pouco limitadas. Além disso ainda tinha Suelen, sua prima safadinha, que continuava me mandando mensagens e muitas vezes passávamos a noite toda conversando, ela vivia me mandando mensagens safadas e ás vezes algumas fotos bem sensuais de seu corpinho lindo em desenvolvimento pelo falecido MSN. Em uma noite até havia surgido uma oportunidade de ligar a webcam comigo, e logo ela apareceu em minha tela, sozinha em seu quarto com a luz apagada, iluminada apenas pela tela do monitor.

Ela não se demorou pra baixar seu shortinho e tirar a blusa, expondo livremente seu corpinho pra mim, e eu nem precisei fazer nada. Falávamos safadezas no chat e eu percebia que, apesar de já ser mais de meia noite, ela não tirava o olho da porta de seu quarto, tinha certeza que o pequeno risco de ela ser pega a deixava ainda mais taradinha. Chegou até a, encostada na cadeira, abrir bem as perninhas pra câmera e se masturbar pra mim fazendo cara de safadinha, a vontade de comer de novo aquela cotinha super apertada já não cabia mais em mim, e precisava bolar algo pra criar alguma situação a sós com ela urgente.

Alguns dias depois quando estava com minha namorada no quarto, seus pais estavam na sala e, apesar de eles nos darem certa privacidade, não podíamos fazer nada de mais. Então estávamos sentados em sua escrivaninha, ela falava no msn com suas amigas, e logo após terminar um trabalho da escola, começamos a navegar na internet. Logo lembrei do famoso site OMEGLE (de conversas aleatórias pela webcam) e resolvi apresentar pra ela, que não dispensava uma safadeza e logo ela ficou interessada. Expliquei que aquelas pessoas eram aleatórias e nunca mais a veriam na vida então não havia nenhum problema (apesar de haver a possibilidade de as pessoas gravarem a conversa, mas essa parte ela não precisava saber). Logo começou a aparecer vários caras se masturbando a cada conversa que passávamos (o que mais tem no site), ela só dava risada e ia pra próxima conversa. A maioria eram de caras gordos com paus pequenos e feios, mas volta e meia apareciam algumas rolas grandes e duras que faziam ela morder os lábios entre as risadas.

Me posicionei mais de lado pra não aparecer muito na câmera e logo entrou na conversa mais um cara que estava mostrando apenas sua barriga sarada, e uma parte de uma cueca branca com um grande volume. Ela decidiu começar a conversar, o cara era gringo mas eu traduzia, ele começou meio galanteador falando que ela era muito linda e perguntando a idade, e etc, falei pra ela que não havia problema em ser sincera, e quando ela digitou “14” vi que o cara desceu a mão e deu uma boa apertada em seu volume. Ele não demorou a falar mais safadezas e perguntar o que ela podia mostrar, apenas estiquei minha mão e subi a blusinha que ela estava usando, expondo seus peitinhos empinados. Ele pareceu gostar e apertava cada vez mais o seu volume. “Pede pra ele mostrar o pau”, digitei a solicitação dela em inglês no site, e tivemos como resposta que ele poderia, só se ela mostrasse a bundinha pra ele.

Thays levantou ajoelhada na cadeira, e baixou sensualmente o shortinho que usava mostrando a sua bundinha empinada, que ficou particularmente linda na imagem, sem erro, o cara abaixou a cueca exibindo na câmera uma rola imensa, super veiuda, que já pingava, Thays se virou e baixou a calcinha na parte da frente, exibindo sua xotinha lisinha com lábios fechadinhos, o quarto estava super iluminado então o cara via com todos os detalhes. Ele se masturbava com velocidade, digitando safadezas e solicitações. Os dois se mostraram de tudo que é jeito, Thays chegou a enfiar quase três dedinhos em sua xotinha, ele a chamava de perfeita e falava que queria muito comer ela, e ela me pedia pra responder que estava louca pra dar pra ele, e queria sentar em seu pau, e não demorou muito pro cara gozar fartamente, arrancando mais suspiros de Thays.

Logo após essa safadeza remota, estávamos explodindo de tesão e mal podíamos nos conter, eu já estava com meu pau pra fora, acariciando, e ela com o shorts na altura dos joelhos, veio em mina direção e sentou no meu colo, enfiando tudo até o fim, e começou a rebolar vagarosamente, ambos atentos á qualquer barulho vindo de seus pais em outros lugares da casa, pois a porta estava apenas encostada. Discretamente estiquei minha mão ao mouse e iniciei outra conversa, que sem erro abriu já com outro cara se masturbando. Abaixei a webcam pra mostrar só da altura do peito pra baixo, e empurrei a cadeira pra nos posicionarmos na frente da câmera, e demos um show completo de penetração para algum sortudo aleatório. Vi que Thays ficou muito safada com esse tipo de exposição e prometemos logo fazer mais.

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Alguns dias depois, Thays estava caminhando com sua mãe pela praia quando foram aproximadas por um olheiro de uma agência de modelos, que disse ter se interessado muito na aparência de Thays, a elogiou um monte, deu seu cartão e falou pra ela ligar qualquer dia, pra mostrarem mais detalhes, porque ela tinha muito o perfil de modelo. Ela que já sonhava a muito tempo sem ser modelo, e era obviamente uma grande exibida, não perdeu tempo e fez sua mãe ligar no mesmo dia. Elas marcaram uma reunião para quando estivessem de volta na cidade. O dia chegou e ela foi com sua mãe para conhecerem melhor as opções, e ficou marcado de ela fazer algumas sessões de fotos como teste.

Eu acabei não indo junto nas duas primeiras sessões, mas as fotos ficaram realmente ótimas, ela tinha modelo com roupas normais de moda “teen”, na terceira oportunidade fui junto com ela e sua mãe, justamente, pra minha sorte, quando ela ia, além de outras roupas, modelar com alguns modelos novos de roupas de banho, que ficaram mais pro final da sessão. O fotógrafo principal da agência era um tal de Beto, que deixava transparecer bem claramente a sua boiolice, falava de um jeito manso, e sua falta de interesse por mulheres provavelmente até ajudava em sua profissão, pois podia lidar e direcionar as modelos de uma maneira que ficassem menos constrangidas. Ele tinha um assistente, Pedrinho, um cara de uns 30 e poucos anos, cabeça raspada, meio fortinho, não parecia ser gay mas também não era muito macho, era meio que uma incógnita, mas percebi alguns olhares meio estranhos vindo dele pra Thays.

Quando ela começou a provar os maiôs, cheguei a ficar com tesão ali mesmo dentro do estúdio, eu estava em um canto mais afastando pra não atrapalhar, só espiando. Ela tirou fotos com uns 3 ou 4 maiôs diferentes, e dois biquínis, nenhum deles era muito revelador, pois eram moda teen, mas no corpo perfeito dela tudo fica sensual.

As fotos foram enviadas por email alguns dias depois e realmente ficaram sensacionais, Thays não tardou a postar várias em seu facebook, recebendo bastante atenção de muita gente, o que a deixava toda metida. Logo veio a informação da agência que as suas fotos haviam sido enviadas pra potenciais clientes, e haviam alguns que haviam ficado interessados e em breve retornariam.

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Nesse meio tempo meu primo Luan [Conto 5] me ligou, em um sábado, falando que ia dar um bate-volta na praia com sua namorada, indo naquele dia e voltando no dia seguinte, e perguntou se nós não queríamos ir, logo aceitei e avisei minha namorada que ele passava pra nos buscar no meio dia. Já no carro ele avisou que talvez Daniel desse uma passada lá na casa da praia também, olhou na nossa direção e deu uma piscadinha.

Chegamos no começo da tarde ainda a tempo de pegar uma boa praia, Thays e Samara logicamente desfilaram com seus mini biquinis para deleite de todos os machos da praia, e o dia transcorreu com relativa normalidade, apenas com alguns comentários sacanas e provocações sobre nossa última “aventura”. No final do dia chegamos em casa, todos tomamos banho e comemos, quando eu achei que ia talvez começar a rolar alguma coisa, Luan recebe uma ligação de sua empresa. Seu cargo requeria que ele ficasse de “plantão” quase a todo momento, então ele com muito pesar nos avisou que precisaria voltar pra cidade naquele momento. Todos ficamos chateados pois era realmente uma pena, eu até comentei que já era melhor todos irmos embora de uma vez, mas ele insistiu pra que eu e Thays ficássemos, afinal Daniel iria chegar na manhã seguinte, e ele nos trazia de volta. Então assim, Luan e Samara partiram. Eu e minha namorada ficamos sozinhos com a casa só pra gente, aproveitamos para assistir filmes, transar no sofá, e irmos dormir bem tarde pelados mesmo, com todo o conforto em privacidade, o que não era muito comum pra gente.

Era mais ou menos umas 9h da manhã quando comecei a ouvir sons de conversas e risadas no carro, quando abri os olhos percebi que Thays estava sentada, segurando o lençol cobrindo seus peitinhos, e conversando animadamente com Daniel parado à porta.

– Flagrei os dois pombinhos então! Kkkkk, vamos tomar café e aproveitar a praia seus preguiçosos. – Disse ele pra mim quando vi que acordei.

E assim ele saiu do quarto, mais tarde, Thays me contou que ele a acordou com mordidas e beijos na sua bunda que estava toda exposta, e provavelmente teve bastante tempo pra apreciar a vista.

Tomamos um café rápido e logo entramos no carro de Daniel para partir pra praia, ela foi na frente com ele mas não achei nada demais. Percebi que por baixo da saída de praia ela tinha colocando o bikini amarelo infantil de sua prima Suelen, eu nem sabia que ela tinha ficado com aquele bikini, mas nem falei nada.

Passamos de carro na avenida bera-mar da praia principal daquela pequena cidade litorânia, e por ser ainda final de temporada, e um dia de sol super quente, ela estava logicamente lotada. Nenhum de nós estava muito a fim de aglomeração então continuamos zanzando de carro mais pra frente, procurando lugares e praias mais tranquilas. Daniel parecia animado e alegre, e logo começou com uns assuntos sobre umas praias aleatórias que ele conhecia, a uma certa distância dali, e de repente nos perguntou se éramos ousados mesmo. Vendo que não entendemos muito bem a pergunta, ele apenas riu e perguntou se não curtíamos ir em uma praia de nudismo.

Demos risada mas logo percebemos que era sério, sempre soube que havia uma praia de nudismo naquela cidade, mas nunca me passou pela cabeça visitar, sabia que era normal para uma comunidade específica, pra mim era uma coisa de um tipo de pessoa totalmente diferente.
Thays riu olhando pra mim, e não demos respostas muito definitivas, ele apenas riu e continou dirigindo em direção a famosa praia, falando que poderíamos dar uma olhada e qualquer coisa voltávamos.

O acesso a praia era por uma estrada de chão um pouco isolada, de poucos quilômetros, que dava em um pequeno estacionamento de areia em frente a uma praia bem isolada entre dois morros, haviam apenas uns 4 carros estacionados, e podíamos ver pouquíssimas pessoas na praia, todos nus, à distância.

Pegamos nossas coisas e, ainda vestido, nos dirigimos à faixa de areia, caminhando um pouco e escolhendo um lugar longe da maioria das pessoas, enquanto caminhávamos Daniel nos explicava que aquela praia não era super familiar, dos grupos nudistas, e sim mais para turistas e curiosos, mas ainda era um pouco visitada por famílias também. Montamos o guarda sol e as toalhas na areia, e Daniel, simplesmente nos olha dizendo “Bom então vamos né” e baixa sua sunga com um só movimento, expondo sua pica enorme bem na cara de minha namorada. Ela dá risada e parece meio nervosa, mas excitada com a situação e a visão daquele mastro, e anuncia que por enquanto só vai tirar a parte de cima. Logo ela está com seus peitinhos expostos, em pé ao lado de Daniel, abandando areia de sua toalha com naturalidade. Como quem está na chuva é pra se molhar, eu tiro meu calção e sento em uma das duas cadeiras que trouxemos.

Thays deitou de barriga pra baixo na toalha a nossa frente, e logo começou a tomar sol. Vi que Daniel mexia em uma das bolsas ao nosso lado e tira um tubo de protetor solar, ele fala pra Thays na maior cara de pau que ela precisava se proteger pra não queimar aquela pele tão sensível, e ela apenas dá uma risada. Sem nem ligar pra mim, o safado ajoelha ao lado dela e começa a passar protetor naquele corpinho. Ele se demora bastante em suas costas e ela parece gostar, não demorou muito pra ele começar a baixar as mãos e passar nas parte de trás das pernas, e em seguida em sua bundinha empinada, que particularmente ficava uma delícia naquele mini biquini enfiado.

A pessoa mais próxima da gente devia estar a uns 80m e com certeza não prestava atenção na gente. Daniel se demorava massageando as beiradas da bucetinha de Thays que praticamente apareciam pelas laterais, e chegou a passar a mão por baixo do pequeno triângulo da calcinha dela. Depois de alguns minutos de massagem sensual, ele pede pra ela se virar de frente. Ela imediatamente se vira com a maior naturalidade expondo seus peitinhos com maquinha de biquini. Ela estava de óculos escuros então não sabia onde ela olhava. Ele começou a massagear seus peitinhos sem pudor, espalhando creme cuidadosamente em todos os lugares dos ombros, da barriguinha, e da parte da frente das pernas. De repente ele simplesmente enfia a mão por baixo do biquini em sua bucetinha, massageando e dizendo.

– Se você decidir tirar a roupa depois, aqui tem que estar protegido também. – Ela apenas deu uma risada mas não fez nada pra impedi-lo, que abaixou um pouco o biquini expondo a testinha da buceta e massageou livremente a região, sem pressa. Percebi que o pau dele não estava duro, mas também não totalmente mole, estava um pouco inchado apenas, e ele intencionalmente deixava esfregar na mão de Thays enquanto estava abaixado, e ela só dava leves risadinhas. Eu já estava com o pau quase duro e coloquei uma toalha por cima pra disfarçar.

Ficamos ali tomando um sol, e quando Daniel propôs de irmos pra água um pouco, falei que não estava muito a fim, e ele deu risada dizendo que um dia eu me acostumava e aprendia a me controlar. Sem a menor cerimônia ele puxou Thays pela mão e foram em direção ao mar. Ele todo forte e peladão, e ela bem menor que ele, corpo todo durinho e apenas uma calcinha minúscula, naquela praia paradisíaca, não pude deixar de apreciar a visão.

Eles brincavam na água, mas não chegaram a se esfregar tanto, apenas em uns dois momentos, mas rapidamente, quem via podia facilmente achar que eram um casal. Enquanto eles estavam lá, percebi que haviam umas duas pessoas saindo de uma trilha na base do morro a nossa esquerda, entre o mato e as pedras. Então quando eles voltaram, perguntei a Daniel o que havia ali, ele disse que era a trilha ao topo do morro que era um belo mirante e perguntou se queríamos conhecer. Nós nos entreolhamos e falamos que sim, afinal parecia ser realmente um lugar bonito, Daniel então avisou que ia recolher as cadeiras e o guarda sol pra levar pro carro, e levaríamos apenas uma mochila.

Quando ficamos sozinhos ali na areia, Thays veio e me deu um beijo, e perguntou se estava tudo bem, falei que sim tranquilamente fingindo que mal havia entendido a pergunta, ela apenas me deu uma risadinha safada. Logo Daniel voltou, com a rolona enorme balançando e apenas uma mochila pequena nas costas, e perguntou a Thays se não queria se entregar logo ao estilo naturista. Ela ficou meio receosa e evasiva, mas com cara de safada, então sem cerimônia, ele se aproximou dela e puxou os nós das duas laterais do biquini dizendo “Vamos, você tá de férias”, Thays deu uma risada que foi mais um gritinho pelo susto, mas não chegou a impedí-lo, Daniel recolheu a peça diminuta e guardou em sua mochila e logo Thays estava ali, toda peladinha em uma praia quase deserta, mas pública, expondo todo o seu corpinho lisinho para quem passasse.

– Vamos? – Disse Daniel, e a puxou pela mão- Ei, hoje ela é minha namorada tá? Você tem muito tempo só pra você kkkkk – Apenas dei um sorriso amarelo e fui andando atrás dos dois, Thays apenas dava risada.

A subida da trilha demorou uns 10 minutos, indo atrás de Thays pude apreciar sua bucetinha em vários momentos, um pouco acima de mim, Daniel a auxiliava na subida como se fosse realmente seu namorado. Chegando no topo, pudemos perceber que além da vista incrível para boa parte da costa, o local estava completamente deserto. Ali na clareira do topo, havia um local um pouco mais abaixo e retirado, após umas pedras, Daniel que parecia conhecer bem o lugar logo nos puxou pra lá. Eu encostei em uma daquelas pedras pra tomar um pouco de fôlego, afinal não estava tão acostumado com exercício físico.

– Já cansou, foi? – Daniel caçoou – Vem “amor”, vamos apreciar a vista. – Ele puxou ela ate umas pedras um pouco mais na beirada do mirante, a uns 10 metros de onde eu estava, se encostou em uma pedra, e posicionou minha namorada em sua frente, de costas pra ele, sarrando descaradamente.

Eu subi um pouco mais na pedra, e arranjei uma posição pra me deitar de costas, fechando os olhos e repousando. Após uns dois minutos, dou uma espiada nos dois e vejo que Thays já estava de joelhos em sua frente, chupando sua jeba que já estava cavalar. Apenas dei um meio sorriso e revirando os olhos, me deitei novamente pra descansar mais. Deviam ter se passado um cinco minutos, e quando olhei novamente, Thays estava em pé apoiada na pedra, com a bundinha empinada ao máximo, e Daniel atrás dela bombava sua rola enorme o máximo que conseguia naquela bucetinha lisinha e apertada.

A visão de minha namorada peladinha era sempre um prazer pra mim, não tinha como resistir, levantei e me aproximei um pouco dos dois, ficando a uns 2m de distância, e me sentei no chão para apreciar melhor a vista. Daniel quase colocava todo seu caralho pra dentro, sobrando apenas alguns dedos pra fora, como da última vez que tinham feito. Depois de alguns minutos de foda, Daniel tirou sua pixa de dentro, virou ela de frente pra ele, encostando-a na pedra, e gozou fartamente em toda a sua barriguinha, e logo estavam se beijando apaixonadamente.

Alguns minutos depois, ao descer pela trilha, cruzamos por um grupo de umas 5 pessoas que subiam, e Thays pode se exibir toda peladinha pra eles, algo que eu sabia que ela gostava. Já no carro, Daniel desafiou a todos para irem pelados no carro até chegar em casa, o que fizemos sob risadas, mesmo com o vidro aberto. Com certeza algumas pessoas na rua deviam ter visto os peitinhos de Thays. Chegando em casa, Daniel estacionou na rua, e todos corremos pra dentro, rindo. Enquanto Daniel colocava a roupa pra descarregar as coisas do carro, puxei rapidamente Thays para o chuveiro, e depois um belo banho, comi ela em pé vorazmente ali mesmo no box.

Ela pra provocar, me falou que depois daquele dia não precisava mais usar roupas, e depois de se secar saiu peladinha pra sala, que logo foi agarrada por Daniel, que já queria mais um round ali no sofá mesmo. Infelizmente não podíamos ficar muito porque já precisávamos voltar. Na viagem de volta Thays foi novamente no banco da frente, deliciando Daniel com boquetes enquanto levava dedadas na buceta, e chegando em casa combinamos de repetir a experiência assim que possível.

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7 Comentários

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  • Responder Gato chef

    Olha tua namorada deve ser uma delícia mesmo .. Já que você é corno assumido deixa você tem fotos dela pra enviar

  • Responder Gaúcho

    Esse gostou de ser corno desde novo totalmente assumido. Mas a sequência de contos está ótima. Parabéns.

  • Responder Quenga miuda

    Oi, eu rescrevi o capitulo 9 e gostaria que você desse uma olhada e me dissesse o que acha, vou deixa meu mail aqui [email protected] caso tenha interesse.
    beijo Quenga miuda.

    • loriaxxx

      Mandei lá

    • Quenga miuda

      Oi serio, não chegou nada?

    • loriaxxx

      foi novamente

  • Responder Sabrina Saskia

    Sensacional!