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Cretina

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Eu tinha 16 anos e namorava Vinicius que era 5 anos mais velho que eu. Eu era apaixonada por ele, Vinicius foi meu primeiro namorado, ele era muito romântico, engraçado, safado, provocador, sedutor, lindo, gostoso, divertido, e muito cafajeste. Nós nos conhecemos quando eu tinha 14 anos em um evento beneficente da igreja onde tinha um bazar e, meu pai doou umas roupas na barraquinha dele. Minha mãe doou uma geladeira antiga para colocar na cantina da igreja e Vinicius foi a minha casa para ajudar meu pai a colocar a geladeira em cima do caminhão. Trocamos uns olhares maliciosos, mas, na ocasião, não passou disso. Meus pais eram/são bem rígidos, quase não me deixavam sair, namorar então, nem pensar. Minha avó, por incrível que pareça, era mais moderna e tentava me ajudar, no entanto, meu pai, principalmente, era osso duro de roer.

Por um ano eu e Vini conversamos muito e apesar de sermos de igrejas diferentes, nos encontrávamos frequentemente nos eventos religiosos promovidos na cidade. Depois de quase um ano e meio Vinicius foi me ver na saída da escola e nós ficamos, foi um beijo delicioso, bem sacana e cheio de tesão. Eu não me contive e mamei a rola de Vini dentro do banheiro masculino de uma padaria que tinha na frente do meu colégio. Vinicius me achou muito descolada, safada e ousada. No entanto, de descolada eu não tinha nada, só era insegura, ansiosa e queria aproveitar as poucas oportunidades que eu tinha. Na minha escola só tinha moleque fofoqueiro e meus pais não me deixavam sair, sendo assim, quando Vinicius apareceu, eu não perdi tempo e cai de boca!

Vinicius era o melhor namorado que uma menina de 16 anos poderia ter. Ele era mais velho, mais experiente, ousado, safado, dissimulado, sacana e, muito criativo. Ele me pediu em namoro para meu pai como se ele fosse um santo. Citou o “Namoro Cristão”, que queria “orar comigo”, “me conhecer melhor”, ser “um exemplo para os adolescentes da igreja”… Só charlatisse! Pra piorar, Vini mentiu a idade, falou para meus pais que tinha 17 anos, porem, na época, ele já tinha 21. Meu pai resistiu no começo, foi totalmente contra, mas com a ajuda da minha avó e as boas referencias de Vinicius, obtidas com o pastor da igreja dele, meu pai acabou cedendo após impor varias regras e condições. Resultado: duas semanas depois Vinicius tirou minha virgindade embaixo do nariz dos meus pais.
Vinicius me deflorou na minha casa, no meu quarto, na minha cama, em uma tarde de domingo, enquanto meu pai assistia ao jogo com meu sogro na sala e minha mãe aprendia a fazer pão-de-queijo com minha sogra na cozinha.

Eu não resisti à tentação, Vinicius me deixava louca. Tirei minha calcinha, abri minhas pernas e senti a dolorosa sensação do caralho de Vinicius invadindo o espaço estreito da minha bocetinha virgem adolescente. Doeu pra caralho e eu não podia gritar. Foi uma rapidinha bem sem graça, eu não senti prazer nenhum. No entanto, quando acabou, Vinicius foi fofo, carinhoso, atencioso e, safado como sempre, Vini levou minha calcinha dizendo que ia guardar de lembrança.

Em dois meses de namoro Vinicius começou a colocar suas asinhas de fora. Vini tinha o habito de propor umas apostas bem ousadas para eu fazer coisas que normalmente eu não faria e quebrar o gelo. Eu era bem tímida, não sabia me expressar e quando eu sentia tesão ficava muito constrangida. Mas Vini conseguiu me fazer relaxar com as apostas maliciosas e eu fui me soltando. Com as apostas eu fui desafiada a trepar em lugares públicos, chupar o pau dele em circunstancias inusitadas ou em lugares inapropriados, me exibir, sair sem calcinha, me masturbar na frente dele assistindo pornô, mandar nudes, dar o cu, deixar ele esporrar na minha boca, engolir porra, falar putaria, enfim… Comecei a fazer coisas que superavam o limite do meu pudor e contrariavam os princípios estabelecidos pelos meus pais!

Vinicius sabia que eu queria impressiona-lo, ele tinha certeza que eu era insegura e inexperiente. Deste modo, ele me manipulava e eu acabava fazendo tudo que Vinicius queria e, me excitava muito com isso. Confesso que eu adorava, achava muito excitante, desafiador, eu me sentia muito rebelde ao me libertar dos dogmas familiares estabelecidos pelos meus pais. Afrontar a autoridade do meu pai me dava muito tesão e, muitas das vezes eu perdia as apostas de proposito só pra me submeter às vontades de Vinicius e, ouvi-lo dizer que eu era a “pirainha dele” fazia um contraste perfeito com a imagem de “filha perfeita” que meu pai estabeleceu pra mim.

As apostas eram divertidas, eróticas e excitantes. A gente saia da rotina e, eu me sentia muito sexy, poderosa e descolada. Depois de um tempo, essas apostas eram as únicas coisas interessantes que eu e Vini fazíamos juntos. Após um ano de namoro, Vinicius começou a fazer faculdade e trabalhava na contabilidade de um supermercado. Na frente dos meus pais Vinicius era um santo, falava sobre serviços sociais, trabalhos voluntários, projetos filantrópicos na igreja, sobre a importância de construir uma família, sobre como achava lindo casar na igreja, sobre evangelizar os amigos e vizinhos, como ser um bom pai e batizar os filhos. Mas nas costas dos meus pais ele era devasso, safado, cafajeste, tarado, desrespeitoso e abusador. Vinicius me estimulava a ser dissimulada para meus pais nunca desconfiar de nada e ele continuar me tratando como uma putinha barata e submissa. Se meu pai imaginasse um decimo das coisas que Vinicius fazia comigo e me incentivava a fazer, papai surtaria, teria um colapso nervoso, um ataque cardíaco, um AVC, ou, provavelmente, mataria Vinicius. Isso me excitava de mais! Aos olhos dos meus pais eu era virgem, pura e casta. Casar virgem é questão de honra e um principio religioso irrevogável na minha família – Desculpa pai, mas dar a bocetinha é gostoso de mais. Eu pensei em guardar, pelo menos, o cuzinho, mas as apostas de Vinicius me fizeram perder o proposito, o juízo e as pregas.

Para tentar me preservar meu pai dizia para Vinicius que sempre quando ele fosse la em casa era pra ele ligar e avisar antes. Mas Vinicius nunca cumpria essa regra, de proposito! De acordo com meu pai Vinicius deveria ligar para que eu pudesse me preparar para recebê-lo, pois, eu poderia estar de camisola e, “não era adequado que o rapaz vice a moça com trajes noturnos.” Uma grande bobagem e eu fazia questão de não dar a mínima para essa regra idiota e fajuta. Mal sabia meu pai que Vinicius já tinha me visto peladinha tantas vezes que superou meus próprios pais em toda a minha infância. Minha avó também achava ridícula essa postura consercadora e retrograda do meu pai e dizia que ele era matuto! Se Vinicius chegasse e eu tivesse de camisola meu pai só deixava eu abrir a porta depois de trocar de roupa. Vini adorava isso, ele ficava muito excitado com o esforço do meu pai em me “preservar”. Vini ia na minha casa a noite de proposito, tocava a campainha, meu pai sabia que era ele e, me mandava trocar de roupa e, minha mãe abria a porta.

Eu e Vini tínhamos um combinado: sempre antes de trocar de roupa eu enviava uma foto me exibindo pra ele. Eu ia pro meu quarto, tirava uma foto fazendo cara de safada, mostrando minha camisolinha, exibindo discretamente meu peitinho, expondo minha bocetinha e enviava pra Vini com uma legenda bem sacana e provocante (muitas vezes Vinicius recebia as fotos sentando ao lado dos meus pais no sofá), eu trocava de roupa, mas, na maioria das vezes ficava sem calcinha e sutiã a pedido de Vini e, me encontrava com ele na sala. Vinicius, frequentemente, me dedava e agarrava meus peitos à revelia dos meus pais. Uma vez fomos há um restaurante e ele dedou minha bocetinha com meu pai ao lado. Em outra ocasião, eu, Vini e meu pai assistíamos Madagascar 3 na sala da minha casa. Eu deitei no meio do sofá com a cabeça no colo do meu pai e meus pés apoiados no colo de Vini. Estava frio e meu pai foi ate o quarto e pegou o edredom dele para eu me cobrir. Por baixo do edredom, Vini tirou minhas meias, colocou o pau pra fora, começou a esfregar o caralho na sola dos meus pés, eu confesso que eu adorei, o pau dele estava bem quentinho e latejava de tesão, até Vini gozar e lambuzar meus pés e o edredom dos meus pais de porra. Ao lado meu pai gargalhava com as piadas dos Pinguins sem imaginar que o edredom que ele dormia com minha mãe estava melado de gala quente e fresquinha. Pra tentar disfarçar, eu peguei café e deixei derramar um pouquinho e discretamente limpei com minha meia…

Uma vez Vini me fez mais uma de suas visitas-surpresa para levar um açaí pra mim. Eu estava só de camisola, meu pai não estava na sala. Vinicius chegou, me deu um estalinho bem sacana, segurando meu pescoço como se me enforcasse e agarrando minha bunda descaradamente eu me arrepiei dos pés a cabeça, fiquei molhadinha de tesão e meus peitinhos não conseguiram disfarçar, meus mamilos ficaram durinhos e marcaram minha camisola de um jeito tão profano e erótico que meu pai, assim que entrou na sala, percebeu e, ficou possesso, mandou Vinicius ir embora e me deu uma bronca. Meia hora depois eu estava deitada no sofá e meu pai dormiu assistindo novela na poltrona ao lado. Eu conversava com Vinicius pelo Wpp, ele me provocou e, eu acabei fazendo um vídeo tocando uma siririca bem gostosa, exibindo meus peitinhos, dando close na minha bocetinha melada cheia de tesão. Fazendo cara de puta, tirei minha calcinha, arreganhei minhas pernas, meti o dedo na xoxota, me masturbe toda atrevida até minar o mel molhado como vestígio do meu prazer. Pqp, foi uma das siriricas mais gostosas da minha vida, tive que me segurar para não gemer alto e acordar meu pai que dormia tranquilamente enquanto eu profanava nosso lar tocando uma siririca bem maledicente e depravada, registrando em vídeo para satisfazer os desejos insanos do macho que profanou minha castidade, fodeu minha bocetinha, degradou meu corpo ingênuo de adolescente pudica, mimada que o pai dorminhoco tanto prezava e protegia. Nesse dia eu me contorci histérica no sofá de tanto tesão, eu ainda ofegava quando meu pai despertou sonolento, eu me assustei, mas ele nem reparou, apenas levantou-se, me deu boa noite e foi dormir no quarto!

Vini era um amante perfeito, no entanto, nunca tinha dinheiro para a gente sair. Ou a gente estava na igreja ou na casa dele. Quando começamos a namorar Vini não tinha carro e, a gente saia frequentemente e nos divertíamos muito, porem, ele comprou um carro e, além das prestações do financiamento, Vinicius cismou em rebaixar, colocar rodas, som e, todo o dinheiro dele era para manter e equipar o maldito carro.

Vinicius morava com a mãe (Dolores), o pai (Lorival), a irmã caçula (Marielly – 14 anos), a irmã mais velha (Natana – 29 anos) e o marido (Ramon – 31 anos). Natana não era irmã legitima de Vinicius e Marielly. Lorival foi casado antes de conhecer a mãe de Vinicius e, a ex-mulher dele já tinha Natana. Quando a ex-mulher de Lorival sumiu no mapa ele ficou responsável por Natana, conheceu a mãe de Vinicius, eles se casaram, tiveram filhos e, Natana foi criada junto com Vini e Marielly. Natana se casou com Ramon quando tinha 25 anos, aos 27, engravidou, porem, teve um aborto espontâneo, ficou com depressão. Ramon tinha um lava-jato, trabalhava muito e, Natana ficava sozinha, o que agravava o seu quadro depressivo. Sendo assim eles foram morar na casa de Vinicius para Natana se recuperar e acabaram permanecendo. A casa de Vinicius era relativamente pequena para seis pessoas e eu estava lá todo fim de semana. Vini e eu quase não tínhamos intimidade, pois, na casa dele tinha muita gente e, na minha tinha pais com uma cabeça retrograda que remonta so século XIX.

O carro melhorou nossa intimidade, pois, nós podíamos ir para qualquer lugar e fazer a sacanagem que quiséssemos. Nos primeiros três meses, aproveitamos ao máximo e esgotamos todas as possibilidades de putaria e promiscuidade envolvendo o veiculo, eu satisfiz todos os desejos e vontades de Vinicius e gozei muito sendo a putinha dele. Fui ao motel pela primeira vez e fodi tanto em uma cadeira erótica que fiquei uma semana dolorida! Eu sou pequenininha, Vini era grandão, ele me dominava de um jeito tão lascivo que eu tinha que pedir para ele fazer devagarinho.
No inicio o carro deu asas a nossa imaginação pervertida e através da metodologia de apostas de Vinicius eu me submeti às loucuras mais insanas contrariando todas as regras dos meus pais. Meu pai sempre me dizia: “Se preserva minha filha”, mas no primeiro beijo quente, sentindo o volume do caralho de Vinicius se manifestando dentro da calça, eu esquecia tudo que meus pais me ensinaram e caia no pecado.
Eu e Vini não tínhamos limite! Nós fodemos no meio do mato quando voltávamos de uma festa da igreja em uma chácara. Quando a gente estava saindo do mato meu pastor passou e perguntou se estava tudo bem. Vini respondeu, sorrateiramente, dizendo que parou porque quase atropelou uma capivara (kkkkk). Todo mundo parou os carros para ver o suposto bicho no meio do mato. Enquanto isso minha bocetinha latejava de tesão admirada com a sagacidade de Vini.

O que não me falta são boas historias para contar envolvendo os caminhos que percorremos com o carro e as putarias que protagonizamos. Vini participava de um projeto social que percorria alguns bairros distribuindo marmitas para moradores de rua. Uma vez entramos em uma obra abandonada para distribuir as marmitas. Nós estávamos em um grupo de 9 pessoas e nos dividimos para atender toda a região e conseguir entregar comida para o máximo de pessoas. Ao entrarmos na obra Vinicius começou a dizer que eu estava muito gostosa e que ia me foderia dentro da construção. Ele começou a me agarrar e nós começamos a foder lá dentro, foi incrível! Foi uma foda inexplicavelmente excitante e triplamente assustadora, pois, dentro da obra tinham três usuários de crack doidões. Dois homens e uma mulher! Vinicius falou para os cracudos começarem a foder também, caso contrario, não ganhariam a comida. Um dos homens começou a bolinar a mulher, ela tentou sair, mas Vinicius fez uma cara de mau, a mulher se submeteu e, começou a beijar o outro cara que tinha um aspecto melhor. Eu usava uma calça jeans, um agasalho que minha mãe me deu e calçava um tênis. Vini me fez ficar peladinha, me deixando apenas de meias. Eu me exibi para os cracudos enquanto o homem e a mulher trepavam em cima de uns papelões e o outro cara mal-encarado, se masturbava nos assistindo. Vinicius puxava meu cabelo, me dava uns tapas, me ofendia com palavras sujas e me fodia deliciosamente me tratando como uma putinha qualquer. Eu gozei muito no caralho dele, foi insano! A mistura de medo e tesão me deixou tresloucada de prazer. O cheiro da comida que nós levamos, da cachaça barata e cigarro tomavam conta do ambiente. Um cenário caótico, insalubre, todo aquele clima proibido, insensato e irresponsável fez minha adrenalina triplicar me fazendo gemer alto alucinada de tesão como uma puta aloprada no cio. No final, Vini jogou minha calcinha e meu sutiã para os cracudos, demos as marmitas pra eles e fomos embora como se nada tivesse acontecido. Um mês depois estávamos entregando as marmitas e encontramos o casal de cracudos, quando eles nos viram ficaram felizes, começaram a rir, bateram na mão de Vinicius e perguntaram se a gente ia casar.

Vinicius tinha um pau que me deixava alucinada de tesão. A segunda vez que ele comeu meu cu é uma história que vale a pena ser contada. Envolve o maldito carro e as benditas apostas: Fomos levar minha avó para tomar vacina contra a gripe e enquanto esperávamos, eu e Vinicius fizemos uma aposta que consistia nas cores dos carros que passavam: se passassem mais carros na cor prata, Vinicius teria que gravar um vídeo para meu instagram (ele odiava fazer vídeo para rede social). Entretanto, se passassem mais carros brancos antes da minha avó voltar pro carro, eu deveria tirar minha calcinha, enfia-la dentro da minha bocetinha e eu só poderia tira-la quando a gente chegasse em casa.

Eu era bobinha, não tinha criatividade para pensar em sacanagens insanas para propor nas apostas, mas, Vinicius se superava sempre. Ele tinha uma tara enlouquecida em ver minha bocetinha engolindo minhas calcinhas, o que me estimulou a usar calcinhas cada vez menores para o desespero do meu pai. Eu escondia minhas calcinhas, lingeries, produtoinhos e objetos eróticos dentro da moldura de um espelho que eu tinha. No entanto, Vini gostava das calcinhas maiores para me dar mais trabalho ao introduzi-las no canal estreito da minha boceta apertadinha de adolescente fogosa.

Nesse bendito dia, eu perdi a aposta, pra variar e, antes que minha avó entrasse no carro, ainda no estacionamento do posto de saúde, eu fiz cara de safada, enfiei minha mão por baixo do vestido, tirei minha roupa intima, cheirei, lambi, arreganhei minhas pernas, toquei uma siririca, fiz um showzinho bem gostoso pro meu macho e comecei a enfiar minha calcinha lentamente dentro da minha boceta deixando só um pedacinho pra fora, exatamente do jeitinho que Vini gostava. Fiz minha performance, minha avó entrou no carro e, minha xoxota nervosa mastigava o tecido rendado da minha calcinha. Eu estava excitada, porem, agoniada com aquele pano dentro de mim, os meus mamilos estavam entumecidos e marcavam meu vestido descaradamente. Papai teria surtado novamente! Sem sutiã, sem calcinha, excitada, agoniada e com minha avó dentro do carro, Vinicius começou a provocar perguntando pra minha avó se ela queria ir almoçar no shopping. Eu dizia que não, implorei para ir pra casa, mas, Vini gargalhava e atiçava minha avó para ir ao Shopping e, não teve jeito, fomos! Ao chegar lá eu estava totalmente constrangida e irritada com a calcinha socada dentro da boceta. Deixamos minha avó sentada na praça de alimentação, fomos fazer nosso pedido. Na fila, Vini me encoxou por trás e começou a me provocar perguntando se minha calcinha estava molhada e se eu queria tira-la de dentro da minha bocetinha apertada. “Sua xoxota deve ta amarrotando a calcinha toda!” Constatava Vinicius com um tom sacana na voz. Eu, toda manhosa, ficava na ponta dos pés para tentar rebolar minha bunda no pau dele e, dizia murmurando que queria substituir a calcinha pelo caralho dele e suplicava para ele me deixar aliviar minha boceta da agonia de mastigar pano.

Voltamos pra mesa e antes de sentarmos minha avó chamou nossa atenção dizendo que eu estava “de sem-vergonhice” me esfregando em Vinicius na fila. Vinicius debochado como sempre, disse que “eu era terrível e não dava sossego um minuto”. Minha avó concluiu dizendo que “de santo Vinicius não tinha nada, pois, ele só enganava meu pai, porque ela, sabia que ele era malandro.”

Vinicius entregou a senha pra minha avó pediu que ela ficasse de olho no nosso pedido, me pegou pela mão e disse que íamos a farmácia comprar um xampu para mãe dele. Fomos ate o estacionamento do Shopping, entramos no carro e, como minha boceta estava ocupada provando minha calcinha eu tive que dar o meu delicado cuzinho pra ele. Eu amava o caralho de Vinicius, idolatrava aquela rola como se fosse um deus, podia mamar aquela rola por horas a fio. A cabeça do caralho dele era linda, lustrosa e refletia perfeitamente a imagem dos meus peitinhos quando ele insistia em se punhetar esfregando a cabeça da piroca nos meus mamilos. As solinhas dos meus pés, por diversas vezes, sentiram a temperatura cálida e as veias protuberantes do caralho pulsando freneticamente nos meus pés enquanto eu o masturbava discretamente no cimena, no ponto de ônibus, festinhas da igreja, casa de amigos, fila de drive-thru, aeroporto ou em baixo do edredom enquanto nossos pais estavam do lado. Quando o pau dele penetrava minha bocetinha apertada eu me derretia toda de tanto tesão, mas, deixar aquele pau foder meu cu era desafiador. A primeira vez eu quase morri de dor, mas, dessa vez, teria lubrificante e seria mais gostoso, de acordo com Vinicius. O filho da puta tinha razão! Doeu pra caralho, mas eu aguentei firme e aos poucos foi ficando muito gostoso e, enquanto eu rebolava meu cu devagarinho no caralho delicioso de Vinicius, ele me dava tapinhas na boceta e, ficava puxando lentamente o pano rendado da calcinha ate tira-la completamente de dentro de mim. Dar a bunda para Vinicius dentro do carro no estacionamento do shopping foi doloroso, desafiador, porem, proporcionalmente gostoso e excitante. Eu lacrimejava de tesão e martírio, gemia manhosinha como uma princesa vadia. A foda durou menos de dez minutos, foi uma rapidinha deliciosa, eu não cheguei a gozar, mas cheguei perto e me contorci de prazer com o caralho do meu macho enterrado na minha bunda até o talo. Vinicius batizou meu intestino esguichando um jato forte de porra quente lá no fundo do meu cu que me arrepiei dos pés à cabeça.

Vinicius pegou minha calcinha, colocou no bolso, voltamos à praça de alimentação e encontramos minha avó. Minha bunda escorria porra! Meu cuzinho parecia um churros com excesso de doce de leite… Viniciu despejou meio litro de gala dentro do meu cu, ele morria de vontade de foder meu cuzinho pela segunda vez, mas eu não deixava, doía muito, no entanto, a adrenalina de foder em lugares proibidos ou “fazer coisas erradas” me deixava muito relaxada e triplamente excitada. Só de crueldade, Vinicius não devolveu minha calcinha para que o paninho aparasse o excesso de porra que insistia em vazar. Eu andava e sentia a gala vazando, eu tentava travar a bundinha, mas aquele movimento de prende-e-solta somado ao frio do ar condicionado na minha boceta nervosa e no cuzinho melado me deixava com vontade de cagar. O efeito colateral era inevitável: Minha bocetinha minava mel e do meu cu brotava porra. Eu desisti de tentar combater e deixei a porra fluir entre minhas pernas melando minha coxa e, na medida do possível, eu limpava com o vestido, já que por sua vez, não tinha o edredom do meu pai para ajudar.

Encontramos minha avó na praça de alimentação eu estava sem calcinha, esporrada e excitada, acho que estava claro no meu rosto que eu tinha acabado de dar, pois, com um tom de malicia e deboche, minha avó perguntou “cadê o xampu que vocês foram comprar?”, respondemos que não encontramos a marca que a mãe de Vini queria. “Uhuum” Respondeu minha avó cheia de segundas intenções! Almoçamos, passeamos, minha avó comprou uma fritadeira elétrica e fomos embora pra casa. Desse dia em diante o caralho de Vini passou a frequentar meu cuzinho em todas as oportunidades. No inicio eu resistia um pouco, fazia uma charminho, mas em duas semanas eu aprendi a gostar muito da sensação, principalmente, quando Vini me fodia de ladinho. Vinicius preferia me ver de quatro, mas, de ladinho, pra mim, era muito mais gostoso. Nosso sexo era casa dia mais profano, sacana, gostoso e devasso. Eu estava bem satisfeita, porem, eu queria sair mais de casa, ir ao cinema, shows, boates, sair com amigos para comer uma pizza, mas, Vinicius se recusava e, afirmava que não tinha dinheiro (pelo menos, para sair comigo), no entanto ele parecia triplamente satisfeito: tinha minha bocetinha foder, comeu meu cu, comprou o carro que acabou com sua verba e, em uma briga, ele me respondeu: “Ué, voce quer que eu faça o que, roube pra gente sair!?”

Continua…

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4 Comentários

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  • Responder Fernanda

    Eu queria um macho pra mim dar leitinho na boquinha..

    • Roberto

      Te dou leitinho na boca

    • Adelio

      Estou aqui Fernanda! Me escreva:
      [email protected]

  • Responder ORFHEU

    vc aprendeu a ser a cadelinha submissa dele, sei como é ja fiz isso mtas vezes com minhas escravas e mtas novinhas como vc e algumas ate um pouco mais novas, sei o que esta sentindoe aposto que adora ser a vadia dele