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Corrompendo Anjos. O início

1544 palavras | 3 |4.38
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A estória de como virei de menino a predador e, depois, a homem de bem e pai de família. Começo com Gael.

Corrompendo anjos

Olá! Isso não é um conto mas outro desabafo dentre os quais já lí nesse site.

Sou um homem recuperado. Fui “estragado” quando menino, mas tive a sorte de aparecer o grande amor da minha vida, Renata, e estamos casados há 15 anos, temos 4 filhos, 2 meninos, 2 meninas e somos felizes e muito ativos. Renata era uma anjinha também, mas escolheu ser mulher, minha mulher, sem eu seduzi-la, minha esposa. É uma mulher de 1.70m, branca, corpo maravilhoso, olhos azuis vivos e cabelos castanhos bem claros, como loiro escuro. Forte, decidida, estudada e com um tesão incorrigível que não me dá paz uma noite sequer pois sabe da minha fome.

Sou feio e detonado.

Sou negro, 1.95m, 45 anos, sem gorduras no corpo. Tenho um membro grande de 23cm, em forma de cone, com um calombo em cima da cabeça e outro no meio do pau, no lado. Começa com 13cm de circunferência e no talo é 18cm. Tenho uma cicatriz que vai da testa, no lado direito, e atravessa o olho e minha bochecha. Fui marcado enquanto me defendia e vou resumir isso.

Nunca conheci meu pai. Minha mãe me teve em uma aventura de carnaval e nunca soube dizer quem era meu pai. Cresci com ela e ela se tornou religiosa, me levando à igreja todos os domingos e nunca se relacionou fixamente com outro homem. Era jovem e aquilo serviu como trauma para ela. Eu comecei a ir na igreja e o padre sempre me abraçava e dizia que eu era um menino muito bom, bonitinho, alto e grande pra minha idade. Eu me sentia acolhido e achava que estava feliz.

Tudo começou em um dia que eu resolvi ir à igreja e me oferecer ao padre para ajudar na paróquia. Eu queria me sentir útil e ví naquilo uma oportunidade. Quando cheguei, a igreja estava vazia mas eu ouvia o choro forte de um menino e fiquei curioso. Estava se confessando, caído e se machucado? Eu fui e vi o padre abraçado com ele por trás e falando:

– Xii… Pára de chorar anjinho. Já tirei tuas asas e teu vestidinho e tô tirando tua auréola agora. Aguenta e relaxa que dói menos… Shhhhh… Cuzinho gostoso…

Ele tava comendo o menino de 7 anos e eu ví e fiquei de olhos arregalados até ele me ver. O menino olhou pra mim cheio de lágrimas e vermelho e eu sai correndo sem rumo da paróquia, buscando achar um lugar pra me esconder e respirar.

Aconteceu que o padre deu parte de mim, falando que eu tava roubando a paróquia e eu fui preso e mandado pro reformatório. O moleque que estava dando o cú testemunhou contra mim e não tive opção. Preto, acusado pelo famoso padre com uma testemunha “inocente” tá na cadeia, ainda mais naquela época. É preto, é ladrão.

Cheguei no reformatório e troquei a roupa, pondo o uniforme. Fiquei em uma sala de observação e uns moleques vieram com graça por “carne nova”. Soquei eles até sangrarem bem e os agentes me levaram pra uma solitária. Me bateram demais com cacetete, chutes e fiveladas e eu fui estuprado. Tive o cú estourado e sangrei demais sozinho naquela sala. Não minto: não rolou prazer de tocar próstata ou nada daquela merda, mas dor, choro, gemido, febre alta, delírio, vômito. Arranhei eles e sabia quem eram e ia matar eles um dia.

Após 10 anos eu matei os três. Também matei os dois moleques que tentaram me estuprar, daí minha cicatriz no rosto. Tudo relatado como acidente que “aconteceu”.

A molecada me respeitava e me temia muito e os menores vinham ficar perto de mim pra evitar serem fudidos pelos outros. Foram longos 3 anos naquele inferno, mas eu mudei muito e tomei ódio de “anjinhos” como o moleque dando o cú na igreja, com aquela luz intensa no corpo e olhos e queria fuder todos eles e apagar a luz daqueles porras.

Falei: ódio forte, forjado no horror que eu vivi como preto bastardo, vagabundo, ladrão, sem ser porra nenhuma disso.

Sai e voltei pra casa. Minha mãe não falava comigo muito. Só pra eu não entrar em encrenca de novo e eu senti uma coisa forte ao ver livros. Passei a devorar livros. Menina nenhuma queria se aproximar de mim e faziam piadas do preto preso, cadeieiro, feio, com cicatriz e eu ignorei e passei a aprender a escrever melhor, ler muito, entender tudo de psicologia, sociologia, matemática, física e me tornei o primeiro preto marcado a ganhar dois prêmios do melhor aluno na pequena cidade em que eu vivia.

Daí as meninas aparecerem. As mandei pro inferno em alto e bom tom pra não deixar dúvida que aquelas frangas estavam sendo desprezadas. Meu ódio só aumentava, bem como minha fome por conhecimento e aprendizado.

Daí tudo começou. Eu tava quieto, lendo um livro, sentado no chão de terra, encostado em uma árvore. Estava tranquilo e lendo sobre Kepler e sua aventura nessa dimensão, nessa vida, e todos os preconceitos que ele sofreu. Em seguida, ví uns moleques se juntando contra um menino que tinha comprado um tênis novo e estava acuado e levando uns empurrões. Típico bullying e eu não aturo essa porra. Ví ele levar um murro no rosto pra tirar o tênis e não aguentei.

– SOLTA A PORRA DO MENINO AGORA!!! EU MATO O PRIMEIRO FILA-DA-PUTA QUE TOCAR NO MOLEQUE!!!

Levantei, fechei o livro e fui andando em direção aos moleques. Tinha 15 anos e 1.80m e estava sem camisa mostrando o peitoral. Resultado dos covardes, não sobrou nenhum e ví aquele menino olhar profundamente nos meus olhos com lágrimas caindo. Era um menino dos seus 8 ou 9 anos, branquinho, olhos fortes azuis e uma luz interna anormal. Era magrinho mas bem desenhadinho e exibia um shorts e camiseta de escola e um tênis branco que chamou a atenção da pivetaiada.

– Você vem comigo agora. Ninguém vai te bater mais anjinho. Qual teu nome?
– Gael.. Sou o Gael.. Sou teu vizinho lá de baixo.. E você? Você é tão grande..
– Sou Miguel mas pode me chamar de Guel se quiser. Sou normal, pequeno. Vc vai ser do meu tamanho ou maior ainda qdo o tempo passar. Agora relaxa e respira que vc tá bem okay?

Automaticamente eu abracei o menino pra ele ficar calmo e ele tremia e me abraçou forte. Deu um treco no meu coração ao sentir aquela coisinha santa e pura me abraçando e eu o peguei no colo e o levei pra árvore que eu tava sentado. Sentei e coloquei ele no meu colo e voltei a ler. Ele se arrumou no meu colo e se deitou no meu peito, tentando ler o que estava escrito.

– Lê um pouco pra mim? Ainda tô aprendendo e não sei o que tá escrito Guel.. Me olhou com aqueles olhos azuis com pureza e sinceridade e eu o abracei mais no colo e comecei a ler em voz alta pra ele ouvir. Eu senti o calorzinho daquele corpinho e meu pau começou a crescer sem eu querer.

Veio merda na minha cabeça. Veio corromper aquele menino e arrancar aquela pureza e o brilho, a luz dele e eu o arrumei no meio do meu colo, em cima da rola crescendo e coloquei suas pernas pra fora das minhas. Arrumei o pau no rego dele e voltei a ler. Ele se sentiu incomodado e tentava se arrumar, rebolando no meu colo e eu o apertava e curtia aquele anjinho enquanto ele se adaptava a ter uma rola preta forçando aquela bundinha branca.

– Tô te machucando Guel? Tá cutucando por baixo e tá muito duro. Vou sair pra não te machucar tá?
– Nãooooooooo Gaelzinho… Fica no teu banquinho que, de agora em diante, quero que vc sempre senta nele e se acostuma okay?
– Tá Guel.. Vc me protegeu e eu fico como vc quer tá?..

Dei um cheiro e uma mordidinha no pescoço dele que ele riu e se arrepiou todinho e voltei a ler o livro em voz alta até ele relaxar e só ficar rebolando a bunda no meu pau. Quando acabei de ler o capítulo, tirei ele do colo e me levantei com o pau duro no shorts e todo molhado na frente. Ele me olhou, olhou meu cacete estufando o shorts e passou a mão na bunda e no shorts melado e me olhou profundamente nos olhos de novo. Ele tinha essa coisa de fitar as coisas e o mundo parar.

– Molhou tudo atrás… Rsrsrs… Tô todo melado do teu pipi… Vou pra mamãe… Brigado por me proteger hoje… Nunca ninguém tomou conta de mim assim… Você é grandão e muito bonito Guel… Beijo Guel. E o moleque me puxou e me beijou bem na cicatriz. Xonei naquele anjinho que eu ia tomar a luz e fazer minha putinha!

(Continua)

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3 Comentários

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  • Responder Jucão

    Puxa! Me frustrei ao ver final acabando e nada mais quente acontecendo …..mas tá bom.

  • Responder bacellar

    Cara, não esqueça de continuar! Fiquei tarado pra segunda parte desse conto!

  • Responder Carlos27

    Que vc atole tão fundo que a biscatinha game