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atraí o filho do meu amigo de 7 aninhos com doce e o fodi

5289 palavras | 22 |4.65
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Ofereci pirulito pra ele e ele não sabia que eu falava do meu pau. O fodi sem pena até ele chorar.

Olá. Meu nome é Antônio, mas todos me chamam de Toni. Tenho 35 anos. Sou alto, magro, o corpo repleto de tatuagens, bonito, as pessoas dizem que pareço modelo. Tenho cabelos negros e lisos até os ombros. 1,90 de altura. 20cm de pau.

Isso aconteceu alguns anos atrás, com o filho do meu amigo. Meu amigo tem a mesma idade que eu. Se chama Márcio. Ele é bem loirinho, mais forte que eu. Um pouco mais baixo. Bem bombado. Olhos azuis.

No passado, eu e Márcio tivemos uma história que nunca aconteceu. Eramos apaixonados desde pequenos, na pré adolescência afirmamos mais isso com a puberdade, na adolescência a tensão era sufocante, e na vida adulta encerramos o que nunca começamos, seguindo nossas vidas.

Nunca tivemos coragem de seguir com o que sentimos, nunca nos declaramos, nunca tivemos coragem de se quer nos beijarmos.

A pressão da sociedade era enorme. Nossas famílias nunca que aceitariam dois garotos apaixonados. Então fomos obrigados a engolir os sentimentos e fingir sermos o que não somos.

Perfeitos.

Hoje, ambos adultos, continuamos amigos e continuamos não tocando no assunto. Se no passado não falamos, não seria agora casados e com filhos que falariamos. Talvez a parte boa seria que conseguimos seguir em frente, e apesar de tudo, não tinhamos casamentos infelizes, eu com Paula, que era uma mulher forte que me deu uma filha linda, Bia, de 12 anos. E Márcio com Carol, que era doce e lhe deu Milena de 5, e Bruninho de 7.

Mas o meu problema não era mais a minha paixão antiga por Márcio. Meu problema agora era com Bruninho.

Bruninho me fazia lembrar minha juventude apaixonada por Márcio.

Parecia que eu via meu pequeno Márcio inocente novamente. Bruninho era completamente ele, até o jeito rebelde.

o garoto estava na fase onde me lembrava a melhor fase de minha paixão por Marcio. A infantilidade, quando sentia vontade de beijar e tocar Marcio, sentia vontade de me esfregar nele, de conhecer meu próprio corpo e o dele e nunca pude porque não tinha coragem.

E agora havia Bruninho. Me lembrando essa fase gostosa onde se tem o frio na barriga.

O garoto era tão baixinho e inocente. O sorriso juvenil, os cabelos loiros bagunçados. O cheiro bom, a travessura. Ele era perfeito demais. Era a cara de Márcio. Loirinho igual, os olhos azuis. Só que bem baixinho e magro. Ele tinha 7 anos mas era tão baixo ou eu que era muito alto que parecia que ele tinha uns 4 anos.

Desde bem novo era agarrado comigo. Antigamente, me chamava de tio. Conforme foi crescendo, eu não gostava muito que ele me chamasse assim porque parecia que destacava mais ainda a diferença de idade.

Quando era mais novinho, era super agarrado comigo, até mesmo dormia em minha casa.

Antes eu o via com inocência, hoje ainda o vejo, mas o desejo.

E aquilo me matava por dentro.

Eu me via novamente em uma situação onde quero ms entregar mas não posso.

Bruninho era muito novo para mim. E era filho de meu melhor amigo.

Mas toda vez que o via esquecia disso por alguns segundos.

Quando o pequeno sentava em meu colo, bem em cima de meu membro, e ficava ali conversando como se fosse nada demais e balançando as pernas que não tocavam o chão.

Quando pulava em meu colo e envolvia as pernas em volta de minha cintura, fazendo com que eu tenha que segurar em sua pequena bunda para mantê-lo. Nessas horas, eu me concentra no sorriso inocente dele para perder a vontade de apertar aquela bunda.

Quando Brununho dorme em minha casa e vai pro meu quarto no meio da madrugada com medo do escuro e deita em minha cama, e depois de minutos, inconsciente, deita em cima de mim, o pequeno corpo me tratando como uma grande cama. Deus, eu já fiquei duro tantas vezes com isso.

Em uma delas, eu não me orgulho disso, mas tive que bater punheta por causa dele.

Mas é só que Bruninho estava lá, as pernas em cada lado de meu corpo grande, dormindo feito um anjo inocente, mas só de cueca, uma tão pequena. E não boxer, era uma comum que de tanto ele se mexer entrou dentro da pequena bunda, e parecia a porra de uma calcinha.

não o toquei, nunca faria isso com ele desacordado. Mas não consegui evitar de não ficar duro.

Mas também não levantei pra ir no banheiro.

Apenas deixei Brununho lá, agarrado ao lado esquerdo de meu corpo. E coloquei meu pau pesado pra fora, batendo uma com Bruninho do meu ladinho. Mordi os lábios enquanto olhava aquela bundinha empinada. Querendo enfiar o cacete ali, no filho do meu melhor amigo.

O pior de tudo é que Bruninho não tinha limites.

Ele não se importava em ser extremamente próximo de mim, de se agarrar a mim sempre, de me encher de beijos e ser invasivo sempre quando podia.

Não foi a punheta mais orgulhosa que já bati em minha vida. Minha consciência pesou depois daquilo, mas com certeza foi a mais prazerosa. Olhar aquela bundinha tão branquinha perto de mim, sentir o cheiro dele, sentir ele em cima de mim, fez meu pau doer de tanto prazer.

Porém, depois daquilo, eu prometi pra mim mesmo que não iria se repetir e que não pensaria mais daquela forma em relação a aquela criança

O problema é que eu descumpri minha promessa. Novamente, Bruninho era invasivo e sempre queria estar perto de mim.

Era uma luta para mim visitar Marcio e nem conseguir prestar atenção no que meu antigo amor falava, pois meus olhos sempre observavam aquele garotinho se divertindo de longe.

Era extremamente estranho quando o via brincar com Bia, minha filha.. Eles eram crianças, talvez até namorassem no futuro, e eu ali de olho em Bruninho. E quando olhava para Marcio, tentava pegar o olhar dele para Bia, para saber se o amigo tinha os pensamentos pervertidos diante de minha filha. Seria capaz de matá-lo, e tinha vontade de vomitar só de pensar em Marcio olhando-a de uma maneira diferente. Mas ele não o fazia.

Hipocrisia minha, eu sei. Ainda mais que Bruninho é uma criança ainda. E Bia já é pré adolescente. Não seria algo plausível também, mas seria menos condenável do que eu com Bruninho.

Então por que eu era tão filho da puta ao ponto de ser tão malicioso com a criança?

Com certeza meu amor mal resolvido por Marcio gerou essa obsessão por Bruninho. O pior é que nem amava o garoto como homem. Era algo apena sexual.

E o olhava e lembrava que quando tinha a idade dele, queria descobrir sensações em meu corpo junto a Marcio, descobrir a puberdade juntos. Mas nunca o fizemos. E agora queria desflorar Bruno. Mas Bruno era uma criança e eu um homem.

Era loucura.

Mas meu pau sempre doía só de pensar em minhas mãos grandes naquele corpinho.

Uma vez, Bruninho tinha um pirulito na boca, e chupava de uma forma deliciosa, fazendo barulhos e deixando a boca vermelhinha. Eu fiquei hipnotizado de olhar, aquilo mexia demais comigo. O garoto em um momento parou de brincar e veio correndo me abraçar, sempre sendo carinhoso, e longe de todos, eu só tinha olhos para ele.

Bruninho ofereceu um pirulito novo para mim, mas eu neguei, ainda hipnotizado. Bruninho insistiu e tirou o que ele chupava da boca e disse pra eu experimentar porque era gostoso, e se eu provasse, saberia disso e iria aceitar o não usado. Então experimentei, mas doces não me interessavam. A única coisa que me interessava era aquela boquinha gostosa.

Que estava vermelha e inchadinha de tanto chupar. E o combo perfeito era que estava tendo uma festa na piscina na casa de Marcio, e Bruninho estava apenas de sunga com o corpo molhado, eu não gostava de piscina e apenas estava afastado comendo com roupas normais, antes de Bruno ter se aproximado.

então tirei o pirulito da minha própria boca e devolvi pra boquinha de Bruno. Mas não soltei, apenas rodiei o palito, fazendo a bola açucarada rodear a pequena língua. Os lábios se fecharam ali e Bruninho sorriu com toda sua inocência. Sendo o menino bom e puro que é.

– Abre a boquinha, bebê. – Eu pedi doce, porque eu sim não era puro como meu garoto.

Ele abriu de boa vontade.

– Bota a língua pra fora.

Vi a pequena língua vermelha aparecer, e bati o pirulito ali, duas, três, quatro vezes, fazendo um barulhinho gostoso. Bruninho não entendia, os olhinhos azuis perdidos.

– É gostoso?

Ele assentiu como um filhotinho, óbvio que amava seu pirulito.

– Você ama chupar, não é?

Devolvi o pirulito pra Bruninho e sorriu todo fofo, assentindo.

Eu iria morrer com toda aquela inocência, meu pau pulsava de prazer.

– Será que sua boquinha aguentaria algo maior?

Acabei pensando alto demais, não era pra ele escutar.

Mas ele escutou.

– Tipo um pirulito maior? – Perguntou curioso

Eu hipnotizado assenti, e o garotinho fez o mesmo em seguida, sorrindo e saltitando, os olhinhos brilhando em inocência. Eu queria arrombar o cuzinho dele.

– Não é tão doce como esse…

– Mas é gostoso?

– Tanto, bebê. Você nem imagina o quanto.

– Então eu quero.

Bruninho falava de pirulito, eu falava de seu pau.

Respirei fundo, mas não consegui me controlar. Peguei na mão de Brununho e o levei pra trás da casa, onde dava pra ouvir as conversas e a música e qualquer um podia aparecer em qualquer momento, mas estavamos sozinhos.

Me encostei na parede. Pensando mais uma vez se iria fazer aquilo, mas olhei pra aquele corpinho claro, cheio de pintinhas, a sunguinha pequena, abrigando seu pau tão novo. Eu queria meter a mão ali, punhetar até ele gritar, descer mais e sentir o cu em meus dedos pulsando, pedindo meu cacete.

Mas me controlei em ao menos não tocá-lo, por hora.

Não aguentuei e simplesmente tirei meu pau pra fora do short, deixando exposto todo o cacete babado e grosso . As veias saltando, a cabeça inchada de tesão por aquele garoto, as bolas pesadas.

– É esse pirulito que tenho pra te oferecer.

Eu não tinha mais nenhum tipo de consciência. Olhei pro meu próprio pau e depois para Bruninho. Pegando na extensão e balançando ela um pouco, exibindo o meu cacete pro garoto.

– Vai querer?

Os olhos da criança estavam assustados e hipnotizados, ele não tirava os olhos de toda aquela grossura. Porque o seu pequeno pau não era daquele jeito.

Eu tinha um pau de homem.

Bruninho só tinha 7 anos

Seu pintinho era muito sensível e delicado para minha piroca enorme.

E eu sabia disso.

O susto de Bruninho me fazia sorrir.

– T-Tio….. Eh… por que tá assim? E-Ele é… nossa, é tão grande.

Ele disse todo inocente, os olhinhos brilhando.

– O seu nunca ficou assim, bebê?

Bruno desviou o olhar pela primeira vez e negou com vergonha

Que delícia, ele nem ao menos já gozou

– o seu tá desse jeito… tão…

– Tão o que?

– G-Grosso…

– Você gosta?

Ele não sabia o que responder, ele realmente não fazia ideia de tudo aquilo, porque eu estava assim. Mas assentiu envergonhado.

Ele voltou a olhar receoso pro cacete babado

– Tá tão molhadinho, como meu pirulito. – Sorriu inocente e ficando empolgado. – É doce?

Eu iria morrer com aquela inocência.

– Se você chupar direitinho, ele vai soltar leitinho doce pra você. – minha voz era maldosa, carregada de tesão, tão pesado como meu pau naquele momento.

E Bruno bateu palminhas todo adorável. Ele nem sabia o que era um boquete. Só queria chupar e ganhar seu leitinho doce. Deixar seu titio favorito feliz.

Ele caiu de joelhos no chão. Foi nessa hora que eu larguei o pau e senti que iria desmaiar com a cena do garoto diante de mim

Ele levou as mãos até o “pirulito” se assustando com a textura tão dura. Ah, eu sentia meu pau como pedra. A visão daquelas pequenas mãos em meu cacete grande, nem conseguindo fechá-las, era única. Os olhos brilhando em curiosidade, e para fechar, a língua vermelha pra fora igual a de um gatinho, pressionando a cabeça inchada.

mordi os lábios com força. Bruninho estranhou o gosto e continuou a lamber, mais de cinco vezes aquela língua passando na glande. Ele parecia um filhotinho, os olhos azuis inocentes.

Se afastou.

– Não tem gosto doce… mas é bem gostoso. – Falou animado.

Eu não tava acreditando que ele estava sendo inocente chupando uma piroca.

– Ain, chupa a cabecinha, vai.

Bruninho atendeu o pedido, fechando os lábios na cabeça, e só ela já preenchia a boca dele toda. O resto do membro não cabia. Mas era o suficiente pra me deixar louco

– Chupa, vai, chupa como se fosse seu pirulito.

Bruninho sugou a cabeça inchada, não tirando da sua boca.

Eu me contorci na parede, gemendo rouco e baixinho pra ninguém escutar.

Pra Márcio não ver o pecado que eu fazia com seu filho.

– É tão gostoso, titio… eu gosto desse meladinho que solta. – Bruno disse quando tirou a glande da boca, mas logo em seguida voltou com fome nela, fazendo barulhos estalados.

– Gosta, é? Abre a boquinha pra mim então, bota essa linguinha gostosa pra fora.

Bruninho fez de prontidão, como o gatinho obediente que era.

Então peguei no meu pau e bati a extensão pesada naquela língua. Bruninho se assustando mas deixando. E fiquei batendo com o pau ali, deixando melada a língua da minha criancinha. O barulho gostoso podia ser ouvido por qualquer um que passasse perto.

Passei a cabecinha pelas bochechas brancas, logo em seguida agarrando os cabelos loiros com delicadeza e esfregando toda a extensão no rostinho. Bruninho fechando os olhos e deixando eu bater com o pau em sua bochecha, mesmo sem entender, mas seu corpo estava adorando aquilo também. Sua pequena sunga carregava seu tesão, suas coxas se esfregando. Pauzinho dele tava durinho

O meu pau batia pesado nas bochechas, deixando elas mais vermelhas. Bruninho me deixava me esfregar em seu rosto, estava com devoção por minha pica, seu nariz cheirando minha piroca gostosa.

Eu empurrei minhas bolas pra boquinha dele, a linguinha trabalhando ali também. Então me inclinei mais pra frente. Quem nos encontrasse agora, veria Bruninho praticamente de quatro no chão, duro em sua sunguinha, sendo uma criança inocente, com um macho praticamente em cima dele, esfregando o saco dolorido de tesão no rostinho fofo. Fazia Bruno ficar parado enquanto esfregava o cacete e bolas na cara dele. E a criança lambia tudo desgovernado.

– Caralho, que vontade de gemer alto e todo mundo ver que o bebê da casa gosta de pica na cara.

Bruninho não entendeu aquele comentário mas gemeu com todas as sensações de me ver daquele jeito, seu pintinho deveris estar tão molhado na sunga.

– Volta a chupar… isso. – Bruninno voltou sedendo. – Isso, geme pra mim, geme neném.

E a criança gemia em todo o cacete, eu estava impressionado em como ele passava a língua desesperado no cumprimento, soltando gemidinhos manhosos. 

Não ia aguentar vê-lo daquele jeito tão pecaminoso, então afastei os lábios dele, mandando ele colocar a linguinha pra fora, ele fez na hora e não demorei a despejar todo o liquido ali e em todo seu rosto, vendo a grande quantidade de porra que saia de meu pau, o liquido branco encharcando o rostindo inocente, e o que caia na língua de Bruno o mesmo engolia como se fosse suco. 

– É tão doce seu leitinho… – Ele disse todo feliz. E inocente porque só me chupou porque achou que era tipo um pirulito.

Mesmo com porra na cara, e tendo acabado de chupar o pau, Bruninho não fazia ideia de que tudo aquilo era, continuava com a expressão inocente e chupando os lábios gozados como se eu tivesse o dado um doce. 

Eu me inclinei e coloquei minha língua grande pra fora, lambendo a porra das bochechas coradas, limpando todo o rostinho dele, recolhendo toda a minha própria goza, depois lambi os lábios dele e o fiz abri-los, enfiando sua língua naquela boquinha e entregando minha porra pra ele engolir. 

Bruninho, que nunca tinha beijado, muito menos daquele jeito pecaminoso, ficou louco e gemeu na minha boca, me fazendo levar minha mãozona no pintinho dele, apertando ali, sentindo o quão necessitado o garoto tava que se tacou em meus braços querendo gozar. 

a primeira vez dele sentindo prazer.

Eu tava beijando e tocando um garotinho e era tão gostoso.

Eu não cansado de ter judiado da boquinha de Bruninho com meu pau, agora judiava com minha língua experiente, comendo a boca dele com fome, enfiando a porra na garganta dele. 

– Vem, titio Toni vai te ajudar com seu leitinho. 

Levantei e peguei o garoto no colo, entrando na casa pelos fundos, sabendo que a musica tava alta e todos estavam se divertindo na piscina, ninguém iria dar falta dele por alguns segundos. 

Estava cometendo uma loucura, sabia disso, e o pior de tudo é que levei Bruno pro quarto de Marcio, trancando a porta e o colocando deitado na cama. 

Queria tocar em Bruninho na cama de Márcio.

E ver aquela carinha inocente e cheia de tesão, esperando eu mexer em seu corpinho na cama do próprio pai, que era o meu amor na juventude, me fez não pensar nas consequências 

Fiquei completamente sem roupas, não me importando de Marcio aparecer e me ver com o cacete babando querendo foder seu filhinho. 

Eu tava com coragem, iria enfiar a piroca numa criança. Minha piroca babava por isso. Que delícia!

Tirei a sunguinha de Bruninho, vendo ele tampar o rosto em vergonha. 

Mas eu só conseguia me importar com aquele pau lindo, de tamanho pequeno comparado as nossas idades de diferença, comparado ao meu pau. Era todo rosadinho, a cabecinha vermelha, as bolas bem inchadinhas, tudo estava melado e duro.  tão pequenininho

Eu não perdi tempo e me ajoelhei fora da cama, pegando nas pernas de Bruno e o puxando pra beirada, caindo de boca na delicia que aquele garoto era. 

Ele não aguentou, puxou um travesseiro e deu um gritinho ao sentir minha cavidade quente e úmida engolir todo seu pintinho. 

– Titio…. huh, huh, õn, titio! 

Eu era experiente, então não perdi tempo em delicadeza, abocanhei com vontade o garoto.

Subia e descia faminto, desesperado, como uma puta, queria agradar meu garoto, queria faze-lo gritar contra o travesseiro enquanto tinha gente lá fora que me mataria se me visse fazendo aquilo com ele.

O corpinho dele estava quente, Bruninho ficava babando minha boca, melando ela todinha, eu nem me importava, o gosto de piroquinha de criança era maravilhoso, só soltei aquele pau pra arrastar meu nariz pelas bolas vermelhas, cheirando ali com gosto, fechando os olhos porque aquele garoto era tão gostoso, e então abocanhei as duas, minha boca era grande demais pra aquele saquinho inchado, chupei as bolas dele com vontade, fazendo barulho com a boca e vendo ele todo dengoso.

Ele ia gozar pela primeira vez e sem soltar porra, eu sabia, mas parei na hora e levantei a cabeça pra assistir o ele tirar o travesseiro da cara e me olhar cheio de tesão, os olhinhos cheios de lagrimas. 

Era um pecado eu fazer uma criança de 7 aninhos sentir tesão, mas era tão gostoso. Minha piroca pulsava.

– Por que parou? Você brincando comigo tava tão bom.

O jeito que ele falava era tao doce, eu ficava encantado mesmo duro. 

– Quero brincar com você de um jeitinho mais gostoso… vira de costas e apoia seus joelhos e mãos no colchão? Prometo que você vai gostar muito, meu garotinho… 

Bruno sorriu animado, fazendo o que eu pedi, de um jeito um tanto errado, mas eu pus a mão nas costas dele e fiz ele ficar certinho, curvado e de quatro. 

O pauzinho dele pendurado entre as pernas, as bolas durinhas, cheias de porra dentro, aquela bundinha bem redonda empinada, o cuzinho piscando. Era um buraco tão pequeno, bem fechadinho, todo vermelho. Eu queria rasgar ele. 

Eu gemia toda hora.

Me inclinei e abocanhei o pau dele, sugando forte a rolinha pulsante, dando tapinhas fracos nas bolas, fazendo um baruto gostoso tipo buceta, Bruno ficou mais desesperado ainda. 

Não resisti e voltei a chupar aquele saquinho gostoso e sensível, meu nariz consequentemente se arrastando na entradinha cheirosa, me fazendo fechar os olhos com tesão, e sentir o buraquinho piscando com o contato. 

Que cu gostoso. O mais delicioso que já provei. Tem um cheiro incrível. Queria morder de tão delicioso que era aquele cheirinho de cuzinho de criança.

Me afastei e olhei pro lugar apetitoso. 

– Deixa eu brincar com ele, deixa? 

Bruninho não pensou duas vezes, assentindo rápido. 

Eu não perdi tempo e finalmente experimentei aquele rego.

Quantas vezes quis abaixar o short dele e devorar o cu? Ainda mais nos dias que Bruno não tinha noção do que fazia e simplesmente não largava de mim. 

– O gosto desse cuzinho é tão bom. – Eu disse cheio de tesão. – Um doce tão bom. – Maliciei e Bruno só conseguia gemer e balançar o rabinho, pedindo mais. – Meu bebê é tão gostoso. 

Lambi aquele cu com vontade, e em seguida chupei o buraquinho, sugando com força, escutando os gemidinhos doloridos porque eu chupava muito forte, acho que ele tava chorando, mas continuei chupando, não conseguia mais parar mesmo se ele pedisse, deixando o cuzinho dele em bico de tanto eu chupar.

Não resisti, queria experimentar aquele cuzinho por dentro, então enfiei minha língua, fazendo o corpo de Bruno tremer todo. 

– Aí não, titio… n-não… dói! – Pediu dengoso, mas continuou a esfregar a bunda na minha cara, não queria que eu parasse de devora-lo mesmo doendo. Sua cabeça caindo no travesseiro. – A-aaawn… aaan, õnn õn

– Você gosta que eu brinque com esse cu, não é? 

Imaginem o gemido delicioso da criança

– U-Uhum… você brinca t-tão bem, é tão gostoso… 

Eu continuei enfiar a língua sem dó nele, meu rosto esfregando de um lado pro outro na pequena bunda.

Novamente sabia que Bruninho queria gozar então parei. 

Podia ficar ali até ele gozar, mas preferia faze-lo gozar de outra forma. E  aqueles gemidinhos estavam me deixando louco. 

O virei de frente e Bruninho estava todo vermelho, as bochechas adoráveis pareciam que tinha levado tapas. As pernas juntas, o pintinho entre as coxas, se esfregando e querendo gozar.

– Caralho, você tá me deixando louco. – Eu disse desesperado naquele garotinho, abrindo as pernas dele, deixando ele com a bunda bem pra cima, expondo o cuzinho molhado, a minha piroca estava toda babada, eu a peguei e passei a cabeça inchada no cuzinho. – Eu quero comer meu doce preferido que é você… eu não deveria fazer isso, talvez essa delicia aqui não me aguente. – Eu disse dando tapas no cuzinho. – Mas meu cacete tá querendo tanto seu cu de bebê

– F-faz o que você quiser, titio… Eu deixo seu pintinho brincar comigo. 

Ele disse isso só porque queria me agradar. Não sabia a dor que sentiria.

Mas eu não me importava.

Eu sorri e deitei meu corpo no pequeno, segurando no rostinho dele. 

– Você é tao doce, tão lindo. Eu vou fazer gostoso e com carinho. 

Menti

Enquanto o enchia de beijos, meu cacete ia entrando e rasgando aquele corpinho despreparado por uma pica daquela grossura, mas Bruninho estava disposto e eu com muito tesão. 

Enchi Bruninho de beijos doces e carinhosos, enquanto ele aguentava todo membro grosso lhe rasgando, mas as pernas continuavam abertas, embora o cuzinho quisesse o expulsar varias vezes, eu quase tirei, porque era apertado demais, mal cabia meu pau ali e Bruninho estava gritando abafado de dor

Era uma delícia escutar a agonia dele

Eu até tentei esperar, mas olhei pra baixo e morri de tesão vendo a barriguinha da criança inchada com meu pau grosso ali

– Oh, meu amor… um bebê tão bom… 

comecei a tirar todo o cacete e voltar, e embora fosse devagar, mesmo assim minhas bolas pesadas batiam com força naquela bundinha e arrancava gritinhos doloridos de Bruno, me deixando com mais tesão ainda. 

Eu sabia que deveria estar sendo uma dor quase insuportável pro garotinho, mas justamente por a cavidade daquele cu ser tão pequena, e meu cacete  grande e grosso, que desde já consegui achar a próstata dele, o que fazia ele aguentar mesmo com dor. 

Então fui enfiando meu pau devagar, fazendo Bruno tremer e soltar lagrimas. 

– Não tá aguentando, bebê? – Bruninho assentiu que não estava desesperadamente, com medo de eu meter mais forte. – Tá chorando, tá? Gosta da minha piroca socando essa bundinha docinha? – Ele chourou desesperadamente, sendo dengoso nos gemidos, chorava de dor toda vez que eu metia, mas gemia ao sentir a cabeça inchada na próstata. 

– A-aaaan, tio… para… t-ta doendo tanto, para! Para, por favor… aaaaaaaaaaaa!

– Neném safado! 

Eu não estava acreditando que tava comendo aquele garoto mesmo. O desejei tanto. Socava minha pica nele no quarto de Marcio, a qualquer momento ele ou outra pessoa podendo entrar e me ver ali, pelado e judiando da criança, comendo aquela bunda apertada, fazendo ele chorar e gritar em minha pica. 

O pensamento não me fez parar, pelo contrário, me deu mais tesão. 

Tanto tesão que não consegui me controlar. Ficando de pé e pegando nas pernas dele, o trazendo pra beirada da cama e o arreganhando, deixando as pernas dele o mais abertas possível, o cuzinho já bem arrombado, piscando e querendo mais. Quase sangrando

Voltei a meter no garoto, mas sem calma nenhuma dessa vez, pelo contrário, comecei a socar rápido, batendo com força minhas bolas na bunda, e tampando a boquinha do garoto que começou a gritar alto e soltar mais lagrimas com a próstata sendo maltratada daquele jeito.

– Caralho, que cu gostoso! 

Eu gemia alto e rouco, arrebentando o cuzinho dele, a cama fazendo barulho assim como as nossas peles. A entradinha judiada também fazia um barulho molhado e gostoso. 

O cuzinho peidando toda hora. Meu corpo engolindo o pequeno, Bruninho gritava na minha mão que mandava ele parar. Mandava ele aguentar. E ele chorava com o pauzinho duro, cheio de tesao apesar da dor.

Bruninho chegava a estar todo vermelho de tanto cacete que levava no cuzinho. 

As lagrimas de prazer e dor caiam na minha mão e Bruninho a babava toda com seus gemidos abafados por ela. 

– Vai deixar eu enfiar leitinho nessa bundinha? – Bruno assentiu desesperadamente, gemendo de dor sem parar. Eu estava prestes a gozar, metia de um jeito bruto, como se fosse em um adulto. Meu cacete acabando com aquela criança. – Porra, como eu sempre quis te foder. Quantas vezes sonhei em enfiar minha piroca nesse cu pequeno. Caralho, que delicia que é poder sentir você gemendo pra mim, piscando pela minha piroca te rasgando. Você é um neném tão safado! Uma putinha inocente. 

Mexi um pouco no pauzinho e ele gozou na hora, sem soltar porra, e eu nem me importava de alguém escutar e entrar ali, deveria ser um privilégio ver uma criancinha tão gostosa gozar dando o cu, enquanto chora. Tirei minha mão da boca do garoto pra ouvir os gemidos deliciosos dele gozando desesperado. 

– O-Oooh, aaaan, ain, titio…voce tá acabando com meu bumbumÃNNNNNN, ÕNNNN, ÕNNNN, tá doendo, paraaaa, aaaaaaain aaaaaaain meu pintinho tá se sentindo tao bem, que gostosooon! ããnnnnn

Bruninho disse em um momento de desespero enquanto gozava e eu meti bruto no garoto, gozando dentro dele. 

Continei metendo e gozando vendo porra esporrar do cuzinho judiado. 

E continei metendo até não aguentar mais. 

Meu pau pulou pra fora e a entradinha rasgada derramou minha porra em grande quantidade, tanta que parecia que 10 caras haviam fodido o pequeno. (Que delícia só de imaginar)

Cai deitado do lado do garoto e o puxei pra cima de mim.

– Você foi maravilhoso, bebê. Meu doce favorito. – Disse beijando todo o rostinho dele. O garoto se aninhou a mim como um gatinho desesperado. – Tá doendo muito? 

Ele tava chorando baixinho no meu peito. Eu iria ficar com tesão de novo assim. Um choro lindo.

– Uhum… mas foi bom. Eu adorei brincar assim com você. – Bruninho deu um beijo na minha bochecha. Eu ficava bobo em como ele era inocente e fofo mesmo depois daquilo tudo. – Papai não pode saber, não é? 

– Não. – Eu disse e me preocupei porque sabia que Bruno não mentia pra Marcio. – Ah não ser que você queira dizer. Mas aí nunca mais poderíamos fazer isso. Seu pai não iria gostar. 

– Eu não vou contar pro papai, prometo. 

Caralho que tesão. Ele realmente gostou. Não contou pro pai. Eu meti nele mais algumas vezes outros dias. Porque naquele tive que cuidar do cu arrebentando dele antes que o pai dele subisse.

Arrebentei o cu dele mais vezes dias depois. Teve vezes que fiz ele sangrar. Mas ele sempre voltava pra minha casa pedindo mais.

Gostava de sentir minna piroca na barriga dele.

Já chorou e pediu pra eu parar, eu parava e ele queria mais.

Fiz ele sentar também.

Ele é muito gostoso. Como até hoje. Trato o cu dele como uma buceta experiente.

Hoje em dia ele tá maior. Tem 12 anos. Ele é ciumento, diz que ele é minha única criança. Diz que é meu garotinho. Que só ele é dono da minha pica. Kkkkikkj não posso brincar com outros. Ele não deixa. Mas não tenho do que reclamar. O cu dele já é o suficiente.

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22 Comentários

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  • Responder Anonimo

    Falou muita besteira no começo. Macho não tem que ter peso na consciencia na hora de fuder uma putinha, não importa a idade. A partir da parte do pirulito na boca ficou ótimo. Parabéns!
    Esvaziei meu saco bem gostoso.

  • Responder Luis

    Tesão de conto!! Quanto mais novinhos melhor!! @LuisAmon55

  • Responder PDF Negão.

    Parabéns, belo conto, gozei litros, imaginando cada cena deliciosa.

  • Responder maxx

    belo conto, soube usar bem as palavras e deixar a historia bem excitante, conte mais sobre esse relacionamento

  • Responder Boy_Cuiabá

    Poha q dlc. Mas e ele será q n anda pegando papai tbm?

    • boy,mirassol

      oi, vamos trocar informações sou de mato grosso

  • Responder GT

    delícia de conto!! gozei muito, escreve mais conto de criança sendo estuprada

    • Anonimo

      Isso. Criancinha estuprada é muito gostoso

    • Victor

      Deixa seu telegram anónimo

  • Responder Felipe

    Delicia …quem não adora um novinho

  • Responder anonimo

    um adulto tambem enfiou tudo em mim eu tinha so 5 anos

  • Responder Messin

    Continua contando suas aventuras com o Bruninho hoje em dia

  • Responder Jucão

    Cara tu é demais. Uma das historias mais excitante que já li. Quase morro de desejo sem saber se queria sentir sua rola entrando em mim ou minha rola entrando no cuzinho do Bruninho. Ou eu assistindo tudo isso. Adoraria trocar experiências com vc. ..juquinha59..

  • Responder Gsl

    Alguém tem grupo no Telegram?

    • Nicole

      Também quero

    • A

      Cria aí alguém

    • Ivox

      Hmm, deixem o telegram

  • Responder Red

    Traga mais sobre!!! Muito bom, tesão do caralho

  • Responder Roberto

    Cara que tesão de conto, pau latejando aqui, macho tem que comer mesmo, é a natureza, socar a rola e encher de porra quente.

  • Responder Dudu

    Delícia de conto.
    Parabéns.

    • Roberto

      Muiiito bom

  • Responder JhonPedoro

    PQP!!! GOZEI NA MINHA CARA DE TANTO TESÃO