# # #

As aventuras de motorista particular 01

1818 palavras | 4 |4.50
Por

Safado, cachorro, sem vergonha, manda ver na patroa, filhas, filho e amigas da família.

Sou o Haroldo, tenho trinta anos, moreno claro, um metro e oitenta de altura, faço ginástica pelo menos uma hora por dia para manter o corpo em forma, não tenho compromisso com ninguém e moro em um kit net sozinho na casa de meus patrões, sou motorista particular de uma família com cinco pessoas, Meu patrão Sr. Luiz já cinquentão, sua esposa dona Ana uma mulher belíssima, um verdadeiro mulherão, com tudo em cima, de uns quarenta e cinco anos, sua filha mais velha Luiza, cópia fiel da mãe em termos de beleza, com vinte dois anos, seu filho Gustavo com algumas particularidades, de vinte e um e a caçula Marina, baixinha, magrinha, linda de corpo e de rosto, porém, muito danada e está com dezoito anos.

Bem as coisas foram acontecendo aos poucos, já estou neste emprego há quatro anos e adquiri a confiança de todos gradativamente, mantendo sigilo absoluto em tudo que vi, ouvi e participei. A casa onde moro e trabalho fica em um condomínio de chácaras, com residências luxuosas e famílias ricas, com jovens senhoras belíssimas, adolescentes com os hormônios a flor da pele e maridos com muitas esquisitices.

Logo que comecei no emprego me sentia muito deslocado, procurava me manter sempre longe das conversas e quando estava em casa, sempre me trancava no meu quarto, quando necessitavam dos meus serviços, me chamavam pelo interfone consequentemente a solidão era terrivelmente dolorosa.

A primeira aventura começa com uns quatro meses depois que comecei a trabalhar. Seu Luis pediu que o levasse ao aeroporto, iria viajaria para São Paulo a negócios, quando retornei do aeroporto, dona Ana me chamou e pediu que a levasse em um prédio no centro da cidade, prontamente atendido, quando chegamos ao local, recebi a ordem de voltar após duas horas para pega-la, cumpri a ordem, porém, quando voltei para apanhá-la, estava com ar tristonho, parecia que tinha chorado, perguntei se havia acontecido algo e se poderia ajudar de alguma forma, dona Ana ficou calada e quando olhei pelo retrovisor vi que estava chorando silenciosamente, aquilo me incomodou e não resistindo, repeti a pergunta: Dona Ana posso ajudar? O que lhe aconteceu? Começou timidamente a contar o motivo de sua tristeza, dizia que desconfiava há muito tempo que seu marido tinha um caso com alguém e já vinha observando a mudança em seu comportamento em relação a tudo, e principalmente com ela, neste momento indaguei os detalhes, respondendo que ele não a procurava que há muito tempo eram como bons amigos, não demonstrava nenhum desejo por ela, parei no sinal, virei para trás e disse que aquilo era um absurdo, que ela era uma mulher linda, delicada, educada e que despertava desejo em qualquer homem inteligente e normal, me interrompendo falou: Qualquer homem, né seu Haroldo? Fiquei calado por um instante para poder decifrar a mensagem e pensei com meus botões, será que eu entendi direito, aproveitei e perguntei o que tinha feito lá naquele prédio que eu havia deixado a pouco, bateu no meu ombro e disse que um dia me contava.

O passeio continuava e o astral de Dona Ana melhorava, a massagem no ego começava a fazer efeito, mas, confesso que até então, não passava na minha cabeça a possibilidade de ter qualquer envolvimento a não ser profissional com aquela mulher, não me menosprezando, porém, era uma questão de lógica, o seu mundo era totalmente diferente do meu. Passando em frente a um cinema, Dona Ana pediu para parar, pois, queria assistir um filme, na hora alertei-a que aquele local não era o mais adequado para uma senhora, seria perigoso entrar sozinha, pensou e disse que iria a frente e eu deveria acompanhá-la de longe, ok, desta forma seria mais seguro. Descemos no estacionamento e se encaminhou ao cinema, mantinha uns dez metros dela, quando entrou na área de exibição sentou em uma fileira e fiquei logo atrás, começou o filme e observava todos os seus movimentos, em algumas cenas mais picantes se movimentava como se estivesse apertando as pernas com as mãos entre elas, aquela cena começou a me atiçar, a patroa estava batendo uma siririca bem na minha frente, me excitei na hora, meu pau ficou duro e comecei também uma leve masturbação, percebi quando relaxou na poltrona, terminou rapidinho, levantou-se e dirigiu-se ao toalete, no mesmo instante, outra mulher mais ou menos do mesmo porte físico a seguiu, uns vinte minutos depois saíram juntas e sorrindo, a desconhecida voltou para seu lugar e Dona Ana passou no corredor ao lado de minha poltrona fez um discreto sinal para acompanhá-la, levantei imediatamente e nos encaminhamos ao carro sem pronunciar palavras até chegamos a casa, ao descer olhou para mim e colocou o dedo nos lábios pedindo sigilo, dirigindo-se aos aposentos, guardei o veículo e fui para meu quarto pensar no que havia acontecido e tentar deduzir de quem era aquele apartamento que a levei, o que fez lá e com quem, e a misteriosa mulher do cinema quem seria, rolou um clima ou era imaginação da minha cabeça.

Dois dias passaram-se, seu Luiz não havia voltado, notei que a patroa estava inquieta andando pela propriedade inquieta, fui até ela e perguntei se estava precisando de algo, olhou para mim e falou que o que queria não poderia lhe dar por mais amigo que fosse, respondi que ela poderia pedir e eu daria um jeito de realizar, parou e me fitou dizendo: Será Haroldo? Vou pensar. Percebi na hora que ou ela estava aprontando ou ia aprontar e não queria perder a oportunidade de estar por perto e quem sabe ganhar uma lasquinha.

Toca o interfone por volta das duas da tarde, Dona Ana dizendo para eu ir para o carro em meia hora e aguardá-la, quando entrou pediu para levá-la ao cinema, o primeiro ritual se repetiu, com uma diferença, desta vez pediu que sentasse ao seu lado, fiquei eufórico, porém, me comportando com o máximo de naturalidade, o filme era de aventura e em um determinado momento havia uma cena onde os protagonistas se beijavam ardentemente em um quarto de hotel, foi o bastante para Dona Ana começar sua sessão de masturbação bem ali do meu lado como se eu não existisse, não resisti e comecei a alisar meu pau por cima da calça, quando ela percebeu, deu um sorriso safado e pediu que continuasse, já não cabia dentro da calça, abri o zíper coloquei para fora, quando viu aquele mastro com vinte e cinco centímetros de comprimento e da grossura do meu punho, a mulher pirou, agarrava, puxava quase machucando, chegou com o rosto perto do meu e cochichou para sairmos dali e irmos para um lugar mais discreto, falou e já se levantou se dirigindo para a saída do cinema, entramos no carro e fomos para um motel.

A perfeição daquele corpo me deixava enlouquecido, as pernas bem torneadas, cinturinha fina, seios médios, mas, perfeitos, um rabo que parecia ter sido desenhado, não conseguia acreditar que tudo aquilo era meu, mesmo que por algumas horas, me excitei na hora e fui despindo-a, peça por peça, era uma loucura, meu pau latejava dentro da cueca, Dona Ana se ajoelhou em minha frente, abrindo o zíper da calça e colocando para fora aquela tora, arregalou os olhos e falou da forma mais sínica possível, “Que pau maravilhoso, se soubesse que era assim, não teria esperado tanto tempo para provar, a Lurdinha (cozinheira) comentou comigo que tinha te visto urinando no quintal e que parecia enorme, porém, eu duvidei.” Dito isso, começou a mamar cada centímetro, babava de prazer, a cabeça já estava rocha, não largava um só instante, pedi que parasse e se deitasse na cama. Comecei um banho de língua naquela gata maravilhosa, dos pés á cabeça, não esqueci um só pedacinho de seu corpo, quando cheguei à bucetinha, a dedicação foi total, brincava com seu pinguelinho, lambendo, chupando e circulando a língua em volta dele, estava durinho e exposto, em dado momento agarrou-se ao meu corpo e se contorceu compulsivamente, havia chegado ao seu primeiro orgasmo, deixei-a voltar ao seu estado normal e chamei-a para tomarmos um banho.

No banheiro reiniciamos nossa fúria, fiz questão de lavar aquele monumento como se fosse a coisa mais importante do mundo, pedi que se virasse de costa e comecei a chupar seu cuzinho, ela se agarrava no Box, olhava prá trás e sorria dizendo “vai safado, mata tua patroa de prazer, faz muito tempo que não dou este rabinho, vem mete gostoso, com calma para não machucar, que pau lindo que você tem, será que aguento todinho, isso assim, mais um pouquinho, ai, assim, vai, mais um pouquinho. Meus amigos era o auge do desejo, minhas pernas bambeavam com o pau todo enterrado naquela bundinha apertadinha, estava quase perdendo a coordenação motora quando comecei a jorrar todo meu gozo dentro daquela delícia, que rabo maravilhoso.

Após concluirmos a primeira etapa do jogo e o placar estando um a um, voltamos para a cama e começamos o segundo tempo, agora a prioridade era a bucetinha, não poderia deixar de provar aquele apetitoso prato, por volta das oito da noite já com um placar bastante estendido, resolvemos sair de campo e voltarmos para casa.

No carro Dona Ana perguntou: Sabe aquele dia que pedi para que me levasse naquele prédio lá no centro, pois bem, já havia seguido meu marido outras vezes e fui saber quem morava lá, descobri que ali morava um garotão de programa sustentado por um coroa, sai dali tão decepcionada que procurei refúgio no cinema que você me levou, aquele filme me deu um tesão danado, como não tive coragem de ficar com você naquele dia, notei que aquela mulher não parava de me olhar, por isso fui ao toalete, sabendo que iria me seguir, lá, aquela pessoa que nem conhecia me deu um amasso e me chupou todinha e pela primeira vez senti prazer com outra mulher, foi esquisito, mas, muito gostoso, hoje resolvi matar meu desejo por você, e acredite me surpreendi. Dei um sorriso olhando pelo retrovisor e lhe disse: Da próxima vez vai ser muito melhor. Continuamos o retorno e ficou no ar um gostinho de quero mais.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,50 de 14 votos)

Por # # #

4 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Eletrônico

    Parei nós 25cm

  • Responder titio sacana

    quero saber como e quando irá comer a filha e o filho do patrão

  • Responder mamador discreto

    Quero um motorista particular assim

    • titio sacana

      só vc né safado