#

Amando a Emmanuelle 1

4638 palavras | 0 |3.25
Por

amor entre um homem e uma mulher, desde a adolescência até a fase adulta, com inúmeras situações intermediárias.

Um dia tava no trabalho e recebi uma ligação da Nana, minha esposa, me pedindo pra ir com ela à sua consulta com a Dra. Emmanuelle, na clínica dela, com quem ela fazia o pré-natal, as 15.30hs. Trabalhei normalmente até 14hs. Fui na minha moto pra casa, rapidinho, tomei um banho, comi alguma coisa e lá fomos nós.
Tudo tranquilo, quando a recepção anunciou o nome de minha esposa para o consultório 5. Entramos, a Dra. Emmanuelle veio nos receber na porta e tive uma surpresa ao apertar a mão dela, quando ela disse:
– Roberto, vc é Roberto, não é?
Claro que a tinha reconhecido. Nunca eu poderia esquecer aquele rosto, que beijei tanto, aquele corpão, que amei por tanto tempo. Ela tava fazendo charminho. Namoramos e fomos noivos. Como eu poderia esquecer, especialmente da sacanagem que ela me fez? Mas tudo bem.
– Quer dizer que a Daphne (esse é o nome da Nana), a famosa Daphne de quem eu ouvia falar é a tua esposa? Esse mundo é muito pequeno, menino.
Ela atendeu a Nana. Ficamos ainda conversando uma meia hora, ela perguntando como estavam meus pais (ela não lembrava que eu chamava meu padrasto de pai) e minha irmã, blá, blá, blá… No caminho pra casa, a Nana me perguntou como eu conheci a Manú.
– Essa é uma longa história, Nana. Pra não estender demais essa conversa, que foi um período muito triste na minha vida, eu conhecia a Manú quando ela tinha 12 anos e eu 14. Nós fomos namorados, depois noivos… e a história acabou aí.
– Como acabou aí? Vc tava tão assanhadinho com ela.
– Nana, vamos deixar essa história no passado. Foi uma coisa muito triste, que doeu muito em mim. Não quero falar mais sobre isso. Por favor!
– Desculpa, amor.

Noite de sexta-feira, lua cheia, sozinho à beira da piscina, tomando uma cervejinha pra relaxar. A Nana foi dormir. Parei no tempo e fiquei pensando:
– Puta que pariu, como essa porra de mundo é pequeno mesmo. Encontrar a Manú justo agora. Ela continua linda e gostosa.
Fechei os olhos e me veio como um flashback na cabeça: relembrei das gostosas trepadas que dei com a Manú, que conhecia desde quando eu tinha 14 e ela 12 anos, quando os pais dela compraram uma mini granja e a mansão vizinha à nossa casa. Fiz logo amizade com ela e o irmão (eles depois passaram a estudar no mesmo colégio que eu e minha irmã, daí termos ficado muito amigos, e eu ter traçado a Manú, tirando seu cabacinho. Um dia o irmão dela vinha de bicicleta e foi atropelado por um motorista bêbado numa Kombi. Ele faleceu na hora.
Na primeira semana que eles se mudaram, fiz amizade com o irmão dela, que andava muito de bicicleta e eu também. Passamos a andar juntos. Fui várias vezes na casa deles e daí comecei a amizade também com a Manú, que dava pra perceber, tinha fogo no rabo, pois quando eu ia pra lá, pra jogar videogame, ela vestia uns shortinho bem curtinho. Quando o irmão dela saia do quarto, pra trazer lanche, ela se levantava, rodando o corpo franzino, mas já mostrando que era gostosa, me perguntava se eu tinha gostado da roupa dela. Ela tava começando a aparecer os peitinhos, tinha uma bundinha média, mas bem gostosa, e um belo volume na frente, que dava pra perceber que ela tinha uma bela racha. Eu, que já pegava umas meninas do colégio e da rua, disse que ela era muito gostosa. Ela ficou toda se achando.
– Como vc sabe que sou gostosa se vc nunca me comeu? Se quiser, pode comer, eu deixo. Só tem que se livrar desse chato do meu irmão, que fica o tempo todo no meu pé.
Passei um tempo na casa dela depois da morte de seu irmão. Um dia, tava saindo do colégio, a mãe dela me ofereceu carona pra casa. Aceitei. Ela disse que não precisava eu deixar de ir lá na casa dela, podia continuar a amizade com a Manú. Achei aquilo o máximo.
Um dia, o pai dela me chamou, pois a Manú tava ruinzinha em matemática e precisava que alguém a ensinasse. No colégio, me indicaram, pois ensinava aos meus colegas e de outras turmas, e era muito bom, o melhor aluno em matemática, tinha até ganhado por dois anos seguidos as olimpíadas de matemática do colegio. Concordei em ensinar a ela. Fui tão bom com ela e ela aprendeu tanto que passou por média. O pai dela ficou muito satisfeito e me deu um videogame de presente.
No primeiro dia, ela veio me receber na porta. Naquele dia ela tava sozinha. Ela tava com um micro short que deixava a polpa da bunda a vista e uma bucetona super gostosa, com um topizinho que mal cobria os peitinhos. Olhei pra ela me babando. Ela percebeu, segurou minha mão pra cima, girou nos pés, e disse:
– Tô gostosa? Me vesti assim pra vc.
Meu pau subiu de imediato. Ela veio de mansinho, me agarrou pelo pescoço e me deu um beijo de língua. Eu a agarrei, encostei meu pau na sua bucetinha.
– Ai, que coisa mais gostosa vc tem aí embaixo. Assim vou subir em cima de vc, disse ela.
Nesse dia, quase não consegui ensinar a ela. Ela tava com o fogo todo aceso. Alisava minhas coxas por baixo da mesa, beijava minha orelha, meu rosto…
– Vc quer conhecer meu quarto? Antes que eu respondesse, ela me pegou pela mão e saiu me arrastando pro seu quarto.
Chegamos lá e eu a agarrei com tesão. Ela ficou assustada, já que até aquele momento ela tinha comandado a festa. Beijei seus lábios, vermelhos, mordi sua orelha, levantei seu top e acariciei os biquinhos de seus peito. Sai empurrando ela pra cama. Foi aí que ela parece que acordou. Se soltou de meus braços.
– Vc tá querendo me comer, é? Eu ainda sou virgem. E se eu ficar grávida? Meu pai vai matar vc…
Brochei na hora. Mas ela dava todos os sinais que tava querendo fuder, e me atiçando. Tava só fazendo charminho.
– Então vamos voltar a estudar. Se vc não quer nada comigo, é melhor vc ficar na sua.
Chegaram as férias, não vi mais a Manú, que devia ter ido passar na casa dos avós dela. Passaram-se dias, eu mais que entediado. Um dia, tava no quintal de casa, vi a Manú trepada na mangueira da casa dela, com uma saínha curtinha, mostrando aquela bundinha gostosa. Fiquei feliz e encarando ela.
– Que foi? Nunca viu uma mulher assim, não, tarado?
– Tão gostosa assim é a primeira vez.
Subi no muro pra ficar olhando melhor. Ela me pediu pra pular pra casa dela. Aí ela inventou que tava com medo de descer. Me pediu pra ajudá-la a descer. Ela foi descendo devagar, a saia levantou, deixando ela com a calcinha pequenininha, de bichinhos, toda a mostra. Desce se esfregando em mim. Quando ela tocou os pés no chão, ficou de ponta de pés, segurou meu rosto com as duas mãos, começamos a nos beijar. A danadinha sabia beijar muito bem. Eu já de pau duro, me esfreguei na sua bucetinha. Dessa vez ela correspondeu.
– Obrigado por ter me ajudado a passar de ano. Vamos lá pro galpão, pra vc ver como é legal.
Chegamos lá, agarrei ela por trás, ela empinou a bunda, subi sua blusa, segurei seus peitnhos, virei ela pra mim e comecei a chupar os biquinhos de seus seios, que estavam bem durinhos. Desci chupando sua pele até chegar na sua bucetinha. Chupei ela por cima da calcinha, depois afastei a calcinha e cai de boca naquela buceta cheirosa e gostosa, já toda meladinha, que nem parecia que ela tinha 13 anos. Chupei, chupei, coloquei meu dedo no seu cuzinho, ela gemia, segurava minha cabeça e forçava ela mais minha boca na sua buceta, até que começou a gozar e gozou uma três vezes seguidas. Ela tava quase desfalecendo, de tanto gozar.
– Vc já tinha gozado com algum garoto?
– Não. Essa é a primeira vez que alguém me faz gozar. Eu só tinha gozado sozinha, tocando siririca. Assim é muito melhor. Me faz gozar de novo.
Voltamos a nos beijar. Perguntei se ela já tinha visto uma pica. Ela disse que só nos filmes pornôs que via com as colegas da escola. Direcionei sua cabeça até minha pica, que tava dura, ainda dentro da bermuda. Ela abriu o zíper, baixou a cueca e minha pica saltou no rosto dela, que se assustou com o tamanho.
– Minha nossa, como é grande seu pau! É lindo! Tem uma cabeça linda! Posso beijar?
– Pode beijar, chupar, me fazer gozar na sua boca.
Ela foi beijando, depois abriu a boca e foi enfiando aos poucos. Quase não cabia na sua boca pequenininha. Ela não tinha jeito, mas fui ensinando e ela logo pegou o ritmo, começou a chupar pra valer. Chupava, tirava da boca, passava a língua na cabeça, descia pelo pau, chupava as bolas, voltava a enfiar na boca. Tava tão gostoso, ela chupava tão bem, que logo cheguei a sentir que ia gozar. Gozei tudo na sua boquinha. Ela engasgou, mas não tirou minha pica da boca. Escorreu um pouco pelo canto de sua boca, ela pegou com a mão e colocou na boca. A danadinha parecia uma putinha que já tinha dado a todo mundo. Engoliu toda minha gala.
– Ai, como é gostoso! Vou querer mais depois.
– Vc tem certeza que nunca tinha chupado uma pica antes, Manú? Vc chupou tão bem que até parece que já.
– Nunca. Seu pau é o primeiro que chupo. Se eu já tivesse chupado, eu diria que sim. Já tinha visto nos filmes. Achei gostoso engolir seu leitinho.
Já tava ficando tarde e podia ser que alguém aparecesse. Voltei pra casa todo feliz. Antes, dei ainda uns amassos nela, toquei uma siririca nela, botei o dedo no seu cuzinho. Deixei ela toda meladinha.
– Quero me encontrar com vc aqui amanhã. Vou estar sozinha em casa. De 1.30hs, ok? Vê se não demora. Já faz dias que tentava ver vc.
No outro dia, no horário combinado, eu estava lá. Passamos quase um mês nessa onda. Eu só não ia lá nas terças, quando a moça vinha lavar as roupas da família dela, e nas quintas, quando a arrumadeira vinha e só saia depois das 4 da tarde. Ficava ansioso pra chegar o outro dia. Ela chupou muito a minha pica e engoliu muita gala. Eu enfiava o dedo no cuzinho dela e a Manú adorava. Eu dizia a ela que ainda iria comer aquele cu e a bucetinha dela. Deixava ela louca pra saber quando eu iria tirar o cabaço dela e comer seu cuzinho. Eu dizia que iria pensar. Mas primeiro comi seu cuzinho.
Numa tarde de chuva, peguei um creme de pele da minha mãe e pulei o muro da casa dela. Chamei por ela, que logo apareceu.
– Vamos lá pro galpão? Disse eu.
– Mas tá chovendo. Vamos lá pro meu quarto.
Antes que eu respondesse, ela me puxou pelo braço quando me virei pra ir embora (tava só fazendo charminho!) e saiu me arrastando pro quarto dela.
– Vamos lá pro meu quarto, seu tarado. O que é isso que vc tem debaixo da camisa?
– É um creme pra eu comer seu cuzinho.
– Não, vou dar meu cu hoje a vc, não, amorzinho. Quero que primeiro vc tire o cabacinho da minha xaninha, depois eu dou meu cuzinho.
– Não. Assim vou embora.
– Tá legal, tarado por cu.
Subimos, ela na frente e eu me esfregando na sua bunda, já de pau duro. Chegamos e fui logo tirando o shortinho dela e sua blusa. Abocanhei seus peitos, chupei tanto que deixei uma marquinha perto do bico.
Arriei sua calcinha minúscula e cai de boca naquela buceta. Chupei seu pinguelinho, depois ia até seu cuzinho, voltava pro seu pinguelo. Fui acelerando até ela gritar que tava gozando, urrando, como nunca tinha feito no galpão. Com a chuva forte, ninguém ouvia nada.
Deixei ela se recuperar. Meu pau amoleceu e ela coeçou a chupar e logo ele ficou durão outra vez. Encostei a cabeça na sua buceta, pra lubirificar, depois ela virei, passei muito creme no seu cu e no meu pau e pus a cabeça no seu arinho, que piscava. Não demorou muito e a cabeça entrou. Ela deu um grito.
– Ai, para, para, para, tá ardendo muito, tá doendo, vc tá me arrombando… para, por favor…
Dei uma parada e comecei a alisar seu grelinho. Ela foi relaxando, voltei a enterrar mais meu pau no cuzinho apertadinho dela, que ainda chorando me pedia pra ir mais devagar, que tava doendo muito. Fui me movimentando bem devagar, quase parando, até ela dizer que não estava mais doendo.
– Vai, amor, passou mais a dor… come meu cuzinho, seu tarado, me estrupa, me arromba… esse cu é todo seu…
Acelerei o ritmo e ela tocava siririca, ficando toda relaxada.
– Ai, ai, vou gozar… goza no meu cuzinho, amor, vai, goza… enche ele de gala… ai,ai, me arromba, tarado… ai, to gozaaaaaando, come meu cu, me gala, ai, ai….
Ela gozou ao mesmo tempo que gozei no seu cuzinho arrochadinho. Deixei meu pau amolecer no seu cu e sair… minha gala começou a escorrer e ela correu pro banheiro pra se limpar. Depois de uns minutos, ela voltou toda alegrinha, falando que tinha adorado dar o cuzinho pra mim, mas que tava toda dolorida na bunda.
Depois dessa primeira vez, passei umas duas semanas comendo seu cuzinho (ela já estava bem acostumada a levar pau naquele cuzinho, que nem reclamava mais de dor) , chupando sua buceta e ela chupando meu pau e engolindo minha gala.
Na semana dos jogos escolares, não tivemos aula. Pedi a ela que quando os pais dela saíssem pro trabalho, ela deixasse a porta da cozinha aberta que eu iria trepar com ela de manhã no quarto dela, na cama dela, que era pra ela me esperar toda nua, tocando siririca. Quando cheguei, entre de mansinho no seu quarto e a Manú já estava me esperando toda nua, com as pernas toda arreganhada, me disse que já tinha gozado três vezes, só de pensar em eu vir de manhã comer ela. Tirei minha roupa e fui pra cima dela.
– Hoje vou tirar seu cabaço, Manuzinha.
– Vai mesmo ou vai amarelar? Vai me fazer mulher mesmo? Jura?. Ai, eu quero, amor. Come minha bucetinha. Guardei meu cabacinho pra vc tirar… Mas quero que vc goze dentro de mim.
– E se vc ficar grávida, doidinha?
– Fico nada, tarado. Eu tô perto de menstruar. Minha tia, que é ginecologista, disse que não tem perigo de engravidar faltando um ou dois dias pra menstruar. E eu vou menstruar hoje ou amanhã. Então, meu filho, meta essa rola na minha buceta.
– E sua tia sabe de nós dois, doida?
– Sabe, sim. Ela é minha ginecologista e claro que ela não vai contar nada pra mamãe nem pro papai, porque eu contei a ela como paciente dela e ela jurou que nunca contaria a eles, por ser uma questão de ética médica. Depois que eu menstruar, ela disse que vai me dar um anticoncepcional pra eu tomar e não ter perigo de engravidar.
– Tá bom, louca. Fico mais tranquilo.
Ela se virou e ficou em cima de mim. Segurou meu pau e botou na entradinha de sua buceta lisinha. Fui fazendo movimentos de vai e vem até a cabeça entrar e tocar no seu cabacinho. Ela deu um gritinho, abafando no meu pescoço. Pediu pra eu parar um pouco. Ficou paradinha, criando coragem, porque ela tirou um pouquinho e desceu de uma vez, gritando. Senti como se meu pau tivesse rasgando seu cabaço, ela gritava baixinho, chorava, se movimentava fazendo meu pau entrar e sair, até que parou, toda ofegante.
– Ai, amor, doeu muito, mas agora tá passando. Mexe bem gostoso, come sua gatinha, come, amor… agora que sou sua mulherzinha, goza dentro de mim, enche minha xaninha com essa gala gostosa… vai, amor, come sua putinha… enfia o dedinho no meu cu, amor…
Ela começou a acelerar mais e mais o ritmo, me pedindo pra gozar dentro dela, até que senti que ela ia dar uma gozada e tanto, na primeira vez com meu paau dentro de sua bucetinha. Acelerei também o ritmo e terminamos por gozar juntinhos, ela com sua boca colada na minha pra eu sentir sua gozada, seus urros, seus gritinhos. Eu nunca tinha gozado dentro de uma buceta, a dela foi a primeira. Ela arriou sobre mim.
– Ai, amor, adorei vc ter tirado meu cabaço, ter gozado dentro de mim… te amo, te amo tanto… quer casar comigo? Assim a gente não vai precisar se esconder, vamos trepar todos os dias… Quer?
– Manuzinha, vc só tem 13 e eu 15. Nunca que teus pais deixariam a gente casar nessa idade, nem meus pais aceitariam.
– E se eu engravidar? Vc casa comigo?
– Vc não é louca de ficar grávida só pra casar comigo, né?
– Sou, sim. Vc foi quem me fez mulher e vc me ama, eu sei. Eu te amo também.
– Manuzinha, vamos deixar as coisas rolarem. Quando a gente for maior de idade, eu tiver um emprego pra sustentar vc, aí a gente pensa em casar. Antes quero continuar comendo vc.
– Tá bom, taradão. Então, me prometa que vai me comer todos os dias, até quando a lavadeira e a arrumadeira estiverem aqui em casa e eu tiver menstruada.
– Com vc menstruada?
– Sim, minha tia disse que não tem problema algum. É que as pessoas tem nojo. Ai, amor, quero que vc me coma quando eu tiver menstruada. Vc me come?
– Tá, tá bom assim.
Depois de mais de um mês comendo a Mané quase todos os dias, ela chegou pra mim e me disse:
– Amor, posso trazer uma amiga minha pra vc comer. É a Suellen, aquela ruivinha, minha prima, que estuda comigo. Ela vem passar as férias aqui em casa. Ela quer que vc coma o cuzinho dela e tire o seu cabacinho. Contei tudo o que a gente faz. Eu toquei uma sirirca na bucetinha dela.
– Vc quer que eu coma a Suellen?
Caí das nuvens. Ela era prima da Manú, 14 anos, ruivinha, que eu vivia azarando, passava perto dela e beijava seu rosto, puxava seu cabelo, dizia que ela ia ser minha mulherzinha, abraçava ela por trás, me esfregando na sua bunda e ela arrepiava toda, além do que tinha uma bunda grandinha, gostosa, uns peitinhos, médios, umas coxinhas grossas e quando tava de short (eu sempre ia ver os treinos do vôlei, que era antes do jiu-jitsu), eu ficava encarando ela, que ficava com a carinha com um risinho cínico.
– Tá bom. Vc é que sabe. Quando ela vem?
– Ela já vem dormir aqui em casa hoje. E vai passar todas as férias. Na casa dela não tem piscina, Vc pode vir de manhã, depois que painho e mãinha saírem.
– Tá bom, eu venho. Mas quero que vcs duas me esperem nuas.
– hum, hum… adoro quando vc vem e quer que eu espere vc toda nua.
Nesse dia, resolvi fazer charminho. Nem apareci na casa de Manú. Ela, puta da vida, fumando num cachimbo de barro, foi lá em casa me procurar. Implorei pra minha irmã pra dizer que eu tava doente, tinha passado a noite com febre e minha mãe tinha me levado ao médico. Minha irmã encrencou, dizendo que eu arranjava meus balaios de gato e botava ela na fogueira, mas fez o que pedi. Manú passou o dia indo lá em casa, saber como eu estava. Quando minha mãe chegou, a Manú abordou ela, querendo saber como eu estava. Minha mãe disse que eu não tinha nada e estava só inventando pra não falar com ela. Puta que pariu, mãinha me entregou de bandeja. A Manú ficou puta da vida. Pediu pra subir até meu quarto. Abriu a porta e foi logo dizendo:
– Vc é um merda. Só porque ia comer duas, amarelou, seu porra. Não quero mais saber de vc. Nem me procure mais. Não falo nunca mais com vc. Vacilão!
– Tá bom. Tchau, pode ir!
– E vc só diz isso?
– Vc quer que eu diga o que, Manú?
– Seu cachorro, bandido, podia ter dito a gente que não ia, que não tava afim de comer nós duas… vc não me ama mais, é? Me abraça, vai, me beija, eu te amo, sou louca por vc…
– É, mas quer que eu coma também a sua prima, né?
– É só pra vc tirar o cabacinho dela, nada mais.
– Há há há, só tirar o cabacinho dela, né? Tá bom. Amanhã de manhã eu vou.
– Jura? Jura que me ama?
No outro dia, logo cedo, vi quando os pais dela saíram, pulei o muro e entrei pela cozinha. No quarto, as duas estavam nuas. A Manú tava sem nada e a Sue, com vergonha, tava coberta com o edredon. Já de pau duro, tirei minha roupa, a Sue arregalou os olhos. Nunca tinha visto um pau ao vivo e a cores na vida, só nos filmes pornôs que elas viam, coitada! A Manú segurou meu pau e me puxou pra juntou da cama e começou a chupar. Chamou a Sue pra mais perto e, segurando meu pau, borou ele na boquinha dela, que nem sabia chupar. A Manú foi ensinando a Sue como chupar, que pegou o ritmo e logo tava chupando com vontade, até eu gozar na sua boca. Ela tomou um susto, tirou rápido meu pau, fazendo eu melar seu rosto com gala. A Manú começou a chupar minha gala do rosto dela e colou sua boca na dela e fez ela engolir tudo.
– Ai, Sue, como vc perde um leitinho gostoso desse assim! Ainda bem que eu tava aqui pra dar na sua boquinha. Bebe tudinho, bebe, amor.
As duas ficaram se beijando até a Sue engolir toda minha gala. Depois de descansarem, Manú colocou a Sue de barriga pra cima e me fez em costar meu pau no seu pinguelo e ficou mexendo até a Sue gozar, ficando toda meladinha. Cai de boca na sua bucetinha, chupei, enfiei minha língua na entradinha de sua bucetinha, até que ela deu sua primeira gozada com um homem chupando sua buceta. Me ajeitei, a Manú passou bastante creme no meu pau, encheu o cu da prima de creme, e eu comecei a forçar a entrada da cabeça naquele cuzinho apertadinho, a cabeça entrou com dificuldade, ela reclamou que tava doendo. Parei. A Manú continuou a chupar os peitinho da prima e tocar siririca na sua buceta pra deixar ela mais relaxada e mais molhada, escorrendo seu melzinho pro seu cuzinho. Voltei a forçar mais a entrada, ela reclamava, chorava, pedia pra parar, que não ia aguentar e enfiar tudo.
– Vai, amor, enfia tudo no cu dessa putinha, dizia a Sue… vc não disse que queria dar o cu, agora tem que aguentar as dores, sua putinha, vagabunda, cachorra…
Meu pau tava todo enfiado no cu da Sue, parei um pouco, deixei ela se acostumar. Ela suava, pedia pra eu tirar, choramingava, parecia mais uma gatinha…
– Tá passando a dor, gostoso. Vai, come meu cuzinho, vai.
Acelerei o ritmo, enquanto a Manú chupava o pinguelo da prima, que não pedia mais pra parar, gemia alto, pedia pra Manú chupar mais, mais e mais, que ela ia gozar
– Vai, Manuzinha, gostosa, chupa mais meu pinguelo, me fode com essa língua tesuda… ai,ai, come meu cuzinho, Bob, me arromba, me estrupa. Ai, como sou puta, enche meu rabo de gala, vai, seu puto, me gala, ai, ai, to gozaaaaaando, me gala, me gala, enche meu cu de gala, seu tarado por cu…
A Sue tava suadissima, mas toda contentinha por ter gozado tanto e eu ter comido seu cuzinho, gozado dentro dela. Era o que ela queria. Passamos mais de uma semana eu comendo o cuzinho e a bucetinha da Manú, que tava cada vez mais gostosa, e o cuzinho da Sue. Numa manhã, fui pra casa da Manú, as duas estavam nuas se chupando.
– Porra, começaram a festa sem mim, suas putinhas?
– Foi, amor, disse a Manú. É que quis deixar ela com a bucetinha toda molhadinha, pra vc tirar o cabacinho dela hoje.
Tirei minha roupa, a Sue pulou da cama e abocanhou meu pau.
– Quero esse pauzão todo dentro de minha xaninha. Quero gozar com ele tocando meu útero.
Deitei ela na cama, a Manú pegou meu pau e colocou na entrada da buceta dela. Comecei a enfiar até sentir o cabacinho dela. A danada deu um grito, que a Manú abafou beijando ela. \ficou beijando ela, acariciando seus peitos até ela relaxar mais.
– Vai, amor, enfia esse pau todinho, tira o cabacinho dela de uma vez, sem peninha. Vai, eu taradinho.
Fui penetrando devagar, a Sue gemia alto, pedia pra eu botar mais que tava gostoso, forcei mais e mais…
– Vai, amor, tira esse cabaço de uma vez, disse a Manú.
– Vai, meu gostosinho, tira meu cabacinho, me faz sua mulher, me come todinha… tá doendo, mas tá gostoso… come minha bucetinha, me gala…
Forcei mais e senti o cabacinho dela se romper. Ela deu um grito. Parei e deixei ela se aclamar. Ela disse que ardia feito pimenta. Mas relaxou e me pediu pra continuar. Acelerei o ritmo, queria gozar logo, sabia que ela iria gozar logo também. Enquanto isso, a Manú, de olhos quase fechados, tocava sirirca vendo eu tirar o cabaço da prima. Dessa vez foi eu que disse que ia gozar.
– Vai, amor, goza dentro de mim, me enche com seu leitinho gostoso, me come, ai, ai, vou gozar, me gala, me gala… hummmmmm, to gozaaaaaaando… goza na sua putinha, amor…
Gozei tanto que logo minha gala começou a escorrer de sua bucetinha pro lençol.
– Puta que pariu, Sue, disse a Manú, vc deixou sujar o lençol. Agora vou ter que lavar, se a mãinha vir isso, to fudida.
Depois que tirei o cabacinho da Sue, passei a trepar com as duas quase todos os dias. Foram as melhores férias que passei em toda a minha vida.
Quando eu e a Manú ficamos noivos, nós três acertamos que eu e a Manú casaríamos e a Sue iria morar com a gente, pra termos um casamento a três, porque nem eu nem as duas queríamos nos separar.
Mas deu merda, depois.

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 3,25 de 4 votos)

Por #

Nenhum comentário

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos