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A pequena venezuelana

1904 palavras | 12 |3.98

Em meio a pandemia, arrumei um jeito de comer uma novinha venezuelana.

Olá, me chamo Marcos. Sou microempresário do setor de alimentos. Tenho uma pequena venda e distribuidora de água. Moro numa cidade do norte do Brasil. Tenho 35 anos, sou divorciado. Me cuido, faço academia todos os dias. Moreno, sem barriga de chopp. Um cara normal.

Aqui na minha cidade estamos com problema sério de casos de Covid19. Muitas mortes e muitas pessoas contaminadas. Por isso o governo endureceu as regras de isolamento social. Muitos lugares foram obrigados a fechar nesse período, ou a funcionar por meio de delivery.

O meu negócio se enquadra em serviços essenciais, por isso ainda estou funcionando. Venho todos os dias para abrir a loja, chego cedo. Às 8 da manhã já temos pedidos de entrega de água mineral para os condomínios próximos. Estamos bem localizados, quase no centro da cidade. Fora da época de pandemia tenho, além do entregador, dois funcionários, a caixa (bem gostosinha) e um repositor. Mas agora que o movimento caiu bastante, e por risco de contaminação, mandei os dois pra casa. Por enquanto estou sozinho trabalhando. O entregador fica de um lado para o outro levando água. Passo o maior tempo sozinho. Também mudei o horário de funcionamento, estamos fechando mais cedo.

A minha residência fica um pouco distante da loja, por isso venho todos os dias de carro. O trânsito está tranquilo, o que levava uma hora pra fazer um trajeto de carro, agora faço em 15 minutos. Nesse caminho sempre via pedintes nos semáforos. Mas nesses tempos de pandemia eles sumiram. Devem ter ido pra abrigos. Quem permaneceu foram os venezuelanos. Aqui na minha região, pela proximidade geográfica com a Venezuela, houve nos últimos anos uma grande migração de pessoas vindos fugidas de conflitos no seu país de origem. Para nosso Estado vieram muitos indígenas, e eles tem o hábito de pedir dinheiro nos semáforos, principalmente na região central da cidade.

Um dia desses, perto da minha loja, havia uma mãe e uma filha venezuelanas pedindo dinheiro no semáforo. Elas tem traços indígenas bem marcados, também usam vestimentas típicas que deixam clara a sua origem étnica. Todos eles são muito baixos, tanto homens quanto mulheres. Muitas vezes nem conseguimos diferenciar os adultos das crianças, só quando se aproximam dos carros é que dá pra ver a diferença.

Parei com o carro as duas se aproximaram da janela. As ruas estão mais vazias, ainda mais antes das 8 da manhã. Elas tem o sotaque muito carregado e pouco falam português. A mãe repetia duas palavras, “fome” “Ajuda” e estendia a mão. De perto dava pra perceber o quanto a mãe tinha a pele judiada, muitas marcas de expressão no rosto, devia ter 40 anos, mas aparentava mais. Já a filha era bem bonita, baixinha como a mãe, a pele morena e mais acobreada pelo tempo no sol. Cabelo preto bem liso, que chegava até quase a bunda. Ambas estavam com vestidos típicos,bem coloridos, que iam até meio das coxas.

Perguntei se ela queria uma cesta básica. Tenho algumas na loja. Vendo produtos de comida também, além de frutas e verduras frescas. Ela disse que sim. Apontei o outro quarteirão e disse que ia espera-las na loja.

O sinal abriu, segui. Pelo retrovisor fiquei olhando as pernas da pequena venezuelana. Meu pau ficou duro na hora. Estacionei o carro, abri a loja, e elas apareceram. “Hola”, arrisquei um espanhol. A mãe respondeu, mas a filha ficou calada. Pedi pra elas entrarem, fechei a porta de vidro da loja por causa do ar-condicionado.

Ficamos conversando 5 minutos, a mãe explicando a situação delas, nem tudo entendi por causa do sotaque carregado. Mas ela falava muito e bem dramática, com trejeitos e pequenos choros sem lágrimas. Enquanto a mãe tagarelava, eu ficava olhando pra pequena, tetando adivinhar a sua idade. É difícil, hora elas parecem crianças, hora parecem adolescentes e até adultas. A estatura não ajuda muito, elas são sempre baixas e magras. Mas com certeza ela não tinha mais de 15 anos, já era adolescente, dava pra ver pelos pequenos seios.

Vez ou outra a pequena me pegava olhando pra ela. Por duas vezes esboçou um sorriso. A mãe, que ainda falava, parou subitamente e perguntou pelo “baño”. Espanhol enferrujado, demorei a lembrar que era “banheiro”. Apontei uma porta ao fundo da loja. Ela falou algo na língua nativa para a filha, a menina concordou e olhou pro chão, a mãe pediu licença e seguiu até o banheiro.

Não perdi tempo, fui ao caixa e peguei 50 reais e entreguei a pequena. Ela tomou um susto e não quis pegar o dinheiro. Falei “toma, é teu, não mostra pra tua mãe”, ela relutou mais um pouco, mas pegou o dinheiro e guardou no seio direito. “Se tu quiser mais, pode vir aqui mais tarde, mas vem sozinha”, arrisquei, não tinha certeza nem que ela estava entendo o que eu falava. Ela concordou timidamente com a cabeça. Ainda rematei, “Pode vir, sem problema”. Ela concordou mais uma vez com a cabeça, mas nada disse.

Foi fácil perceber quando a mãe saiu do banheiro, era impossível não ouvir aquela mulher, ela falava sozinha. Veio dos fundos da loja falando, misturando português e espanhol. Entreguei pra ela a cesta básica, ela agradeceu e voltaram as duas pro semáforo. Antes de sair, na porta, toquei de leve a mão da menina, ela não fugiu ao toque.

Passou o dia e eu esqueci disso. Muito trabalho. Quando deu 16h eu estava me preparando para fechar a loja. Quando olhei pra porta e pequena estava batendo de leve no vidro e olhando pra dentro. Na hora meu pau endureceu. Corri até ela e abri a porta levemente afobado. “Então veio mesmo”, ela sorriu e entrou. aproveitei pra olhar os dois lados da rua, procurando a mãe. Nada da mulher tagarela. Se era cúmplice ou foi enganada, não me importa.

Tranquei a porta de vidro e fui até a pequena. Toquei no ombro, de novo ela não fugiu ao toque. Já devia ter feito isso outras vezes. Desci a mão até os seus seios, por cima do vestido colorido mesmo. Estava sem sutiã, o tecido fino me deixou quase tocar na pele. Ela fez uma carinha inocente, um misto de medo e desejo. Eu não sou alto, mesmo assim a menina era tão baixinha que a sua cabeça encostava na altura do meu umbigo. Tive que me abaixar, minha mão correu o corpo dela todo e foi apertar sua bunda. Ela era magra, mas tinha a carne nos lugares certos. Ela não reagia, a não ser por expressões no rosto.

Puxei uma cadeira que estava atrás do balcão, desses brancas de plástico, sem braços. Sentei e deixei a pequena em pé na minha frente. Me aproximei do seu rosto e nos beijamos. Um beijo demorado e molhado. Enquanto beijava, a puxava pra junto ao meu corpo. Minhas mãos passeavam pelas suas costas, descendo pra suas pernas e subindo por baixo do vestido em direção a sua bunda. Ela gemia baixinho, com os olhos fechados, chupava minha língua, mas ainda tímida. Minha mão que foi por baixo do vestido tocou sua calcinha, era uma peça de algodão. Continuei com a carícia e passei para parte da frente. Por cima da peça íntima, passei o dedo na sua racha, ela gemeu um pouco mais alto.

Parei o beijo e afastei um pouco a pequena. Fiquei olhando dos pés a cabeça. Eu sentado na cadeira e ela em pé na minha frente. Peguei na barra do vestido com as duas mão e subi até acima da sua cabeça, ela ficou apenas de calcinha. Uma calcinha branca, de algodão. Pequena, magra, com seios como uvas, não dava pra dizer com certeza a idade. Baixei a calcinha devagar, sua buceta não tinha pelos, mas indígenas não tem pelos no corpo, ou tem muito poucos. Os delas eram uma penugem fina.

Ela era leve e pequena. Carreguei-a, ainda sentado na cadeira, e encaixei a buceta dela na minha boca, comecei a chupar. Ela deu um leve grito de susto quando a tirei do chão, mas depois que minha língua molhada encontrou seu pequeno grelo, ela relaxou e começou a gemer baixinho. Fiquei um tempo chupando sua buceta, um gosto agridoce de suor, urina e tesão. Ela ficou muito molhada, acho que não esperava um carinho tão íntimo e tão bom.

Meu pau já estava duro dentro da calça jeans. Coloquei a pequena em pé de novo na minha frente e tirei a calça e a cueca, meu pau saltou duro. Sentei de novo. Aquela posição era boa ficava na altura da pequena. Pedi pra ela pegar no meu pau, ela fez com cuidado. Sua pequena mão quase não dava a volta no meu pau. Ela começou uma punheta de leve. Fui ficando com mais tesão. Peguei a outra mão dela e coloquei no meu saco. Disse pra ela fazer carinho nas minhas bolas.

Estava na dúvida se iria come-la, ainda não tinha decidido. Mas aquela punheta foi irresistível. Enquanto ela me punhetava eu voltei a fazer carinho na sua buceta, ela gemia baixinho e fechava os olhos. Queria deixa-la mais molhada, para meu pau entrar sem dor.

Quando senti que ela estava bem lubrificada, a peguei pela cintura, levantei no ar, pedi pra ela abrir as pernas e fui encaixando-a no meu pau. Ela foi descendo, meu pau com dificuldade, foi entrando na sua gruta, quente e molhada. Que sensação maravilhosa. Quando meu pau entrou todo, nossos corpos já estavam molhados de suor. Demos outro beijo demorado, e ela começou a quicar no meu pau, primeiro de forma devagar, mas acelerando junto com a própria respiração. Ela ia gozar, e eu também. Me controlei pra gozar junto com ela. Cada sobe desce meu pau ia acumulando mais prazer. O atrito entre meu pau e a sua buceta provocava um barulho delicioso. Fui acelerando as estocadas e ela foi gemendo cada vez mais rápido, sua voz era fina. Quando senti que ela ia gozar, relaxei e deixei meu gozo preenche-la por dentro. Gozamos ao mesmo tempo. Nossas respirações foram voltando ao normal.

Tirei ela de cima de mim depois de um tempo, ela estava mole e quente. Uma febre de prazer. Pedi pra ela se vestir. Dei mais um beijo gostoso. Fui até o caixa e peguei 100 reais. Ela arregalou os olhos quando viu a nota, devia estar esperando 50 reais.

Ela terminou de se arrumar, não disse nada, apenas perguntou se já podia ir, ela falava português com o leve sotaque. Disse que sim. Nos despedimos e ela saiu pela porta de vidro depois deu destrancar. Uma semana se passou, ainda espero que ela passe por aqui novamente.

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12 Comentários

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  • Responder Gildo

    Boa Vista roraima

  • Responder Dj Freld da House Music

    Belem do para mano.. somos nos…

  • Responder Cabloco

    Belo conto real.
    Também moro na divisa com a Venezuela…
    Essas venecas se cedem muito rápido
    Maiorias são gostosinhas mesmo…

  • Responder Anônimo

    Muito Bom!!

  • Responder D D

    Acho que é aqui em
    Manaus mas provável, —-

    • Anônimo

      Também acho que é manaus

  • Responder Marcos

    Essa cidade deve ser Belém-PA…. é só minha opinião.

  • Responder XiriQuerPau

    Onde é sua loja? Quero fazer uma visita, adoraria fuder gostoso. Pelos detalhes acho que moramos na mesma cidade.

  • Responder Hbr

    Já aconteceu comigo, ela devia ter uns 10 anos, peitinhos brotando,qdo parei no semáforo ela encostou na porta, daí fiz sinal que iria na farmácia da esquina, qdo estacionei ela correu até meu carro, daí peguei 10 reais e falei que dava p ela se baixasse um pouco a blusa p mim ver os peitinhos, ficou parada daí tomei a iniciativa, comecei alisar ela não fazia nada, depois baixei um pouco e fiquei alisando os peitnhos dela, dentro do carro botei o pau. p fora e fiquei punhetando um pouco, dei o dn p ela e saiu correndo de volta p o cruzamento..

  • Responder Rhadamazan de Oliveira

    Deliciosa narrativa dentro de uma fantasia, naquilo que não causa mal mas satisfaz o desejo. Parabens

    • Cabloco

      Mas realmente acontece muito na divisa da Venezuela com Brasil…

  • Responder Floriano, grande família.

    Muito bom. Também sou do Norte do país e já tive transei com Venezuelas, só que não menores de idade. Tive oportunidade, mas me preocupo muito. Vai que dá um B.O. ?
    Espero que a garota apareça.