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A iniciação de Tonho 4

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Na mesma hora em que tio e sobrinho postiços se lavaram e voltavam à sala para refazer as forças, Alberto, o padrasto de Tonho, expulso pela mulher do quarto porque as inesperadas regras tinham vindo, resolveu tomar um copo de leite e, ao passar pela mesa da sala, viu o bilhete do enteado, explicando que estava na casa do tio Euzébio. Ao ver o nome do velho lavrador seu vizinho, Alberto lembrou que tinha um compromisso com o ele, mas esquecera completamente e fora até dormir mais cedo. Desde que se casara com Augusta, selara uma grande amizade com o vizinho lavrador, um homem de bem e de companhia agradável, o único amigo que Augusta “aprovava”. Naquela tarde mesmo, ao passar por sua casa, o lavrador tinha reiterado o convite. Certamente encontraria lá seu enteado, também.

Olhou o relógio da sala, ainda eram nove e meia da noite e ficou se perguntando se deveria passar na casa de Euzébio. Mais uma vez ouviu o ronco de sua mulher. Foi o que bastou. Para não fazer barulho no quarto, pegou no banheiro a bermuda larga, a cueca e a camiseta atrás da porta do banheiro; na varanda, achou sua havaiana e se vestiu. Antes de sair do banheiro, deu uma última olhada no espelho. Alberto era um homem bonito aos 45 anos. Filho de espanhóis, tinha a pele clara, ligeiramente peludo nas pernas e no tórax, era alto, forte sem ser musculoso demais, olhos verdes, cabelos negros e um farto bigode. Pegou seu celular, no caso de Augusta querer localizá-lo, mas acrescentou a lápis no bilhete de Tonho que ele também estava na casa do vizinho, para que a mulher não se assustasse.

Quando viu a sala acesa de Euzébio, Alberto foi logo batendo palmas e chamando seu nome. Ao se aproximar da janela grande, viu que o amigo estava completamente relaxado sentado na sua cadeira favorita. — Opa, seja bem-vindo, doutor Alberto. Vamos entrando… — disse o dono da casa. — O lavrador, apesar dos protestos de Alberto, chamava-o sempre de doutor, embora soubesse que ele era apenas um vendedor autônomo.

— Boas, meu amigo Euzébio, quase esqueci da nossa prosa de hoje. Cheguei a deitar mais cedo, mas a patroa hoje está naqueles dias e me colocou pra fora do quarto — disse sorrindo Alberto, sendo acompanhado pelo lavrador. Estavam sentados lado a lado, Alberto na poltrona e Euzébio no sofá de dois lugares, entre eles a mesinha com os comes e bebes e seu fumo de rolo. — Você é que é feliz, meu amigo… Tem sempre sua mulher lhe esperando, enquanto eu vivo sozinho. Mas hoje estou feliz, conheci uma mulherzinha novinha, muito gostosa… — falou o negão cheio de malícia, lembrando da meia pirocada em Tonho, uma foda pela metade, mas que tinha valido a pena. Alberto, que sabia da fama de caralhudo de Euzébio, sempre quis perguntar sobre aquele tema, mas tinha vergonha.

— Mulherzinha nova, Euzébio? Boas falas… Por isso está assim tão relaxado hoje — brincou o vendedor. — E ainda reclama que não tem ninguém? Isso mesmo, amigo, não pode perder oportunidades… Pode contar como foi?…

O velho lavrador, sorrindo, mentiu dizendo que era uma mulher que tinha conhecido na véspera, mas na verdade relatou como tinha comido o sobrinho, enteado do visitante, momentos antes. Alberto sentiu que se pau se enchia de sangue, mas também o relato tinha sido totalmente erótico e chegou a sentir inveja do vizinho. Brincaram muito sobre o assunto, mas acabaram mudando de assunto. — Pensei em encontrar o Tonho por aqui, ele deixou um bilhete dizendo que estaria em sua companhia… — disse o padrasto.

— Ah, sim, o menino esteve por aqui sim, mas mandei ele voltar para a casa, porque a amiga Augusta estranharia a ausência dele — mentiu de novo o negão. — Felizmente o Tonho hoje resolveu dar um passeio até a vendinha. Esse menino precisa sair da barra da saia da mãe — recriminou o tio postiço. — Também acho, Euzébio, tá mais que na hora… — concordou o padrasto.

— Peço-lhe, porém, doutor, que não conte nada sobre a escapada dele à Augusta….

Alberto garantiu que seria um segredo. Depois de enrabar o garoto, Euzébio tinha vestido uma calça de moletom velha e não usava camisa em razão do forte calor. Quando se levantou para urinar, Alberto percebeu em cima da mesinha quatro caixas de DVD empilhadas, sendo que o de cima era claramente um pornô. Nunca tinha pensado em Euzébio sobre aquele prisma, mas ele próprio adorava um vídeo de putaria, embora em sua casa a mulher não permitisse esse tipo de coisa. Mas na sede da empresa, onde tinha seu próprio computador, sempre assistia a vídeos eróticos e até tinha baixado vários para seu prazer. — Quer dizer que meu amigo também gosta de um vídeo picante? — perguntou quando o dono da casa voltou.

— Ah, meu caro, gosto muito. Trago sempre pelos menos uns quatro por semana, para combater a solidão — riu o negão, sendo acompanhado pelo visitante. — Também gosta de um pornô, doutor?

— Nossa, amigo, gosto e gosto demais… Mas só posso ver no trabalho…

— Eu fiz uma boa economia e comprei esse aparelho e agora alugo os filmes quando vou à cidade. Estou velho e essa é uma das minhas distrações — explicou. — Se quiser, podemos ver um deles…

Era o mesmo que perguntar se macaco queria banana. Alberto topou na hora e o dono da casa ligou o aparelho, colocando o primeiro DVD. Estava feliz por ter um parceiro para comentar os filmes e rapidamente serviu os dois com nova rodada de caninha; fizeram um brinde rápido, esvaziando os copos de uma só vez. Euzébio chegou a sentir o pau dar sinal de vida, com a expectativa de ver os novos filmes e, antes que o “moço” chegasse ao seu tamanho máximo, procurou o almofadão e colocou no colo para evitar constrangimento a sua visita.

Logo na primeira cena, um negão como ele, caralhudo, deitado numa cama de cenário de hospital estava atracado com uma loira escultural vestida de enfermeira e a dupla caiu na putaria por uns 20 minutos. Os dois espectadores comentavam cada posição, cada reação da mulher, do homem e o clima de excitação tomava conta da sala. Quarenta minutos depois de muitas cenas variadas de sexo selvagem, o pornô chegou ao fim e Euzébio avisou que ia novamente ao banheiro mijar.

Aproveitou a ausência do amigo, Alberto deu uma ajeitada no pau e ficou na expectativa pelo próximo pornô. Quando voltou à sala, o pau de Euzébio tinha armado o moletom, como se fosse a lona de um circo. Alberto viu a cena e ficou de boca aberta. “Então era verdade o que diziam. Euzébio tinha um caralho imenso entre as pernas”. Meio sem graça, o negão pediu desculpas pelo seu estado e, colocando outro DVD, voltou a se sentar. — Fica frio, amigo Euzébio, estamos só nos dois, se quiser ficar mais à vontade, por mim não tem problema — disse o vendedor.

— E o doutor também, se quiser, não faça cerimônia…

O lavrador não se fez de rogado e tirou o moletom, atirando a peça para dentro do seu quarto. Alberto estava abismado com o tamanho do pau do amigo. Tinha mesmo 30cm como diziam e era muito grosso. — Puta que pariu, Euzébio. Tua pica é imensa, homem… — disse o vendedor.

— Atrapalha mais que ajuda, amigo, mas tenho que me conformar. Olha só essa morena do segundo filme…— disse o negão dirigindo o olhar para a tela, punhetando a cabeça do pau, que já estava encharcada de líquido pré-gozo.

Alberto simplesmente estava impressionado com o tamanho da jeba do outro e até esqueceu o filme, encarando o caralho do negão ao seu lado. Mas como também estava excitado, aceitou a sugestão do dono da casa, jogou longe as havaianas, tirou a bermuda toda junto com a cueca e a camiseta depois, encostando as suas roupas numa cadeira da sala. Euzébio pôde ver o amigo completamente nu e registrou que Alberto tinha uma bunda descomunal, que não se vê normalmente em homens. A lembrança da putaria com o enteado do visitante, fez com que sentisse ainda mais tesão. Naquele dia, pela primeira vez tinha transado com homem, mas no íntimo havia curtido muito. O negão acelerou a punheta na sua jeba preta, voltando a se concentrar no filme. O vendedor estava super excitado e seu pau que era pequeno, mínimo mesmo em comparação com o do lavrador, estava duro. Por duas vezes, observou que o caralho de Euzébio praticamente tinha batido em seu queixo, de tão grande que era. Alberto teve uma ideia maluca e resolveu arriscar. — Aposto que o amigo consegue chupar o próprio pau… consegue?

O velho lavrador olhou profundamente o padrasto de Tonho e, sem dizer uma só palavra, levou a cabeça do pau à boca. — Puta merda, Euzébio, o que é isso!!!!!! — exclamou o vendedor, que só tinha visto uma cena igual na internet. Punhetando furiosamente o seu membro, Alberto instintivamente puxou sua poltrona e ficou quase de frente para o sofá onde o dono da casa estava, mas sem atrapalhar a visão dele do filme pornô. Mesmo praticamente de costas para o filme, o vendedor queria mesmo era acompanhar aquela cena mais que erótica e resolveu incentivar o self-sucker. — Puta merda, negão, que talento você tem. Isso enterra mais na boca, você consegue.

Desde que tinha transado com o jovem Tonho, sem entender bem o porquê, Euzébio tinha gostado de ser observado, de ouvir o comentários sobre as dimensões de seu pau. Era um exibicionista. De rabo de olho, acompanhava Alberto vendo sua chupada no próprio pau, alternando a visão para as cenas eróticas do DVD. Ficou assim vários minutos, adorando cada um deles. Magro sem ser muito musculoso, o velho lavrador era um contorcionista. Já estava conseguindo engolir mais que a metade do pau e se esforçava ainda mais a cada incentivo do vizinho. — Isso, coroa, mama esse caralho. Agora abre bem as pernas, chega o corpo mais pra frente e puxa as pernas pra cima, segurando por trás dos joelhos. Alberto tinha visto um self-sucker fazer isso num filme e lembrou da posição.

Euzébio fez o que ele pediu e, realmente, conseguiu mamar mais alguns centímetros da sua própria jeba. Vivendo e aprendendo. O negão parecia na posição de frango assado, a olhota do cu escancarada, e boca travada no caralhão…. Estava gostando muito de ter uma testemunha naquele ato que, até hoje, era só seu, quando mamava o próprio pau em momentos de solidão. — Isso, mama, coroa… Bate uma punheta com a boca no teu pau e vai mais fundo que puder….

O lavrador obedecia e cada vez atingia mais fundo, sentido a cabeça do seu pau quase chegar a sua garganta. — Espera, vou te ajudar, Euzébio… — O vendedor se levantou e, ainda se masturbando, pousou a mão na nuca do negão empurrando sua cabeça para baixo, aumentando ainda mais a pressão para que ele engolisse mais e mais. Minutos depois, Euzébio tirou o pau da boca. — Assim, vou gozar, doutor…

— Não goza ainda não, porra… Quero gozar junto contigo… Vai chupando a cabeça… Passa a língua no líquido e bebe….

Num gesto ousado, Alberto passou a mão de leve na base do saco do negão, acariciando seu rego exposto. Euzébio suspirou e continuou mamando o próprio pau. Nunca nenhum homem tinha tocado naquela parte do seu corpo, mas tinha gostado. — Toca punheta no meu pau, doutor, e aí eu gozo… To quase… — implorou o velho lavrador tirando rapidamente seu próprio pau da boca para falar. Alberto ficou maluco com aquela cena que estava vivendo. Ajoelhando, chegou mais perto e com uma das mãos esforçou-se para punhetar o amigo, que adorou a mão grande do vendedor, que quase conseguia abraçar seu caralho. Com a outra mão, empurrava a cabeça do velho para baixo obrigando-o a engolir ainda mais sua trolha. Alberto também nunca tinha feito nada com homens, mas estava excitadíssimo… — Goza tudo na boca, amigo, minha porra tá na porta também… — disse com luxúria o marido de Augusta.

Euzébio, que agora só tinha olhos para o amigo vizinho, pensou no rabão do vendedor, e, tirando seu pau da boca, continuou mirando a cabeça naquela direção. Alberto compreendeu que a porra ia invadir a boca do negão e tirou a mão que estava sobre sua cabeça e levou-a ao seu pau. O primeiro jato encheu a boca do lavrador e, naquele momento, Alberto dobrou o corpo um pouco para trás, o que fez seu pau levantar e acabou soltando seu leite, que bateu direto na olhota do cu do coroa em vários jatos. Ao sentir a porra quente atingir seu cu, que piscou de reflexo ou tesão. Euzébio pousou sua mão forte sobre a mão do vendedor que continuava abraçando seu pau, e gozou muitos outros jatos de porra, engolindo tudo, sem perder uma só gota.

Os dois caíram para trás. Alberto no chão e Euzébio no encosto do sofá, enquanto o segundo filme erótico ainda enchia a sala de gemidos e sexo. — Nossa, Euzébio, que loucura… Nunca gozei tanto assim na vida…

— Eu também, doutor… Nem sei o que dizer… Nunca fiz isso com um homem — mentiu o lavrador. — Estou até com vergonha do amigo vizinho..

— Nada disso, amigo — cortou o vendedor. — Também nunca tinha feito isso com outro homem, mas esse segredo pode ficar entre nós dois, certo?

— Claro, doutor, por mim tá combinado, doutor. Segredo nosso… Quando quiser ver outro filminho comigo, é só aparecer…

— Quero sim. Amanhã venho aqui para vermos os outros filmes, ok? — disse o vizinho, piscando o olho, com cara de quem já imaginava outra safadeza. — Mas agora tenho que ir antes que a patroa fique brava.

Alberto entrou no banheiro, se limpou e depois se despediu do lavrador, que também tinha vestido o moletom para levar o vizinho até a porta.

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3 Comentários

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  • Responder Tales

    Genial todos seus contos são muito bons quero o conto do Euzebio comendo o Alberto

  • Responder Pachecao

    Chuparia os dois ao mesmo tempo. Continue

  • Responder [email protected]

    Gostaria de conhecer Euzébio e Alberto, mamaria os dois e daria o cu para eles fuderem bem gostoso