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A fazenda inesquecivel

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Foram 30 dias dificeis de acreditar que foram reais.
Depois de dois anos formados em fisioterapia, tentando de tudo para sobreviver, um amigo me ofereceu um trabalho temporario. Cuidar de um garoto especial em uma fazenda distante.
Esse meu amigo era enfermeiro e cuidava desse jovem garoto, mas iria tirar ferias e me indicou para substitui-lo.
Claro que eu aceitei, até porque eu ganharia por semana o que não estava ganhando por mês.
Depois de algumas horas de viagem cheguei na cidade maior, dirigi por mais uns 40 minutos até chegar em uma vila de uns cinco mil habitantes. Ainda enfrentei mais trinta minutos em estrada de terra até chegar na fazenda.
Uma fazenda bonita, com um grande lago numa parte mais baixa, muitas arvores, uma casa grande, antiga e muito bem conservada, cercada por outras casas menores e barracões. Notei tambem uma pequena casa a beira do lago.
Na casa grande fui recebido pir dona Vera, mulher branca na casa dos 40. Muito educada e de aparencia autoritaria. Vera era a mãe de Henrico (Rico) como era chamado.
Ela me apresentou a Debora, a empregada da casa. Mulher simpatica, com mais de 40, bramca como leite. Vera logo pediu que Debora buscasse o Rico para eu conhece-lo.
Eu tive uma grande surpresa. Esperava um garoto com aparencia especial. Mas Debora surgiu na sala com um menino lindo, 12 anos, branco com a pele levemente mais escura que sua mãe. Cabelo cheio e liso penteado de lado. Rico era um falso magro, meio cheinho, mas não gordinho. Estatura normal para a idade.
Ele ficava o tempo todo olhando pra baixo. Com as mãos juntas na frente do corpo. Quando Vera me apresentou o garoto olhou rapidamente na minha direção e só.
Vera me explicou a condiçao do menino. Ele não falava, raramente demonstrava sentimentos, não tinha agressividade, mas deveria ter atenção o tempo todo.
O mais complicado nas orientações foi que eu deveria dar banho no garoto, pois se deixasse ele sozinho, certamente ele não se lavaria direito. E na hora das necessidades eu tambem deveria auxilia-lo.
Dito tudo, Vera me explicou que eu dormiria no quarto do Rico. Mas que ficasse a vontade para usar a cozinha e me alimentar, mesmo durante a noite.
Vera era dona de uma pizzaria na pequena vila e seu pai era advogado. Ambos ficavam fora até tarde da noite. Debora serviria nosso jantar antes de ir para sua casa, que era uma das casa ao lado.
O pai de Vera eu só conheceria no dia seguinte, mas Vera mandou chamar seu funcionario de confiança. Seu Chico, um homem baixo de pele morena, muito troncudo e muito peludo. Barba por fazer e um cabelo quase raspado. Jeito muito simples e serio. E uma mala descomunal. Havia algo muito grosso e sacudo dentro daquele jeans surrado.
Como combinado, Fiquei o resto da tarde cuidando do garoto. Foi tudo muito tranquilo. Vera foi para vila e por volta das sete horas Debora serviu nosso jantar. Comemos e eu fui com Rico para o quarto. Ele ficou assistindo um pouco de tv antes do banho e Debora foi para sua casa.
Eu estava tenso. Teria que dar banho no garoto. E por mais que eu fosse discreto, eu era gay. Mas, tive que faze-lo. Chamei o Rico para tomar banho e já no banheiro ele parou nainha frente. Eu tenho 1,75 e o Rico batia no meu ombro. Tirei dua camiseta e pude ver seu peito e sua barriga. Seis mamilos rosados e seu umbigo bem desenhado.
O garoto agia mormalmente, parecia acostumado com alguem te dando banho. Eu me abaixei e baixei sua bermuda, tirando a perna e depois a outra. O garoto não me olhava diretamente, sua cueca branca escondia um volume bonito, até grande pra sua idade. Eu tentava me controlar, mas uma ereção estava me dominando. Então tirei a cueca do Henrico. Realmente vi um penis lindo, ainda mole, mas com uma grossura generosa e um tamanho realmente grande pra sua idade. Mesmo mole tinha uns 12 cm. E um saco lisinho com dois testiculos avantajados. Alguns pelos clarinhos logo acima do pinto.
Liguei o chuveiro e pedi pra ele entrar. Ele foi se molhando e eu percebi que realmente teria que dar banho nele. Lavei seu cabelo com o shampoo, enxaguei bem. Mas aquilo estava me molhando todo, então avisei ao garoto que ia tirar minha camisa pra não molhar, e assim fiz. Mas o garoto sequer reagiu. Continuei o banho, comecei a passar o sabonete no seu pescoço, no peito, desci até a barriga e já notei que seu pinto estava maior, começando apontar pra frente, resolvi lavar suas costas, com uma mão apoiada no seu peito eu passei o sabonete nas suas costas até chegar nas nadegas, redondas e cheinhas, lavei bastante e o garoto ficou de pinto duro, uns 14 ou 15 cm. Tamanho surpreendente. Cabeça ainda coberta. Baixei a mão que apoiava seu peito até bem perto do seu pinto e continuei lavando sua bunda. Agora seu rego. Fiz bastante espuma nainha mão e sempre conversando alegremente com ele, comecei a lavar seu buraquinho. Senti algumas pulsadas e usei o dedo para deixar bem limpinho. Seu cu picava no meu dedo e seu pinto, ainda mais duro, pulsava pra cima batendo na minha outra mão. Eu tambem estava com o pinto muito duro e melado.
Parei de lavar seu cuzinho e comecei a lavar seu pinto. Fiz muita espuma e lavei seu saco, senti o quanto era cheio e senti suas bolas brincando nos meus dedos. Depois puxei a pele descobrindo a cabeça rosada do seu pau, senti a grossura e o tamanho. Estava quente e pulsando. Falei com ele que teriamos que resolver aquilo. Ele me olhou por um segundo e eu comecei a punheta-lo.
Rico suspirava conforme eu o punhetava. Levei minha outra mão devolta ao seu rego e comecei a passar o dedo no sei cuzinho que piscava ainda mais forte conforme eu intensificava a punheta.
Senti o Rico contrair a bunda prendendo minga mão e metade do meu dedo que já estava penetrado no seu cu. Seu pinto tremeu e ele começou a gozar jatos fortes de uma porra ainda clarinha e liquida.
Continuei ali apoiando o garoto que se amoleceu todo. E depois de um tempo voltei a banha-lo. Meu pau doia de tao duro e meus pensamentos voavam. Até que não aguentei e decidi que era merecido eu bater uma depois de ter resolvido o problema do garoto.
Falei pra ele ficar debaixo do chuveiro pir mais um tempo. Me levantei como se fosse mijar no vaso ao lado do chuveiro. Tirei meu pau pra fora muito duro e todo melado. Não é exagerado, 17cm da grossura de um tubo de desodorante aerosol.
O garoto que o tempo todo evitava me olhar, mudou de atitude e comecou a encatareu pau duro. Comecei a me masturbar e ele olhando atento. Como o chuveiro não tinha box, em um certo momento Rico esticou o braço na intensão de segurar meu pau. E eu deixei. Segurei minha rola por cima da sua mão e continuei a punheta até que gozei. Uma quantidade incrivel no vaso e no azulejo. Minha mão e a mão do garoto ficaram meladas com a minha pirra que teimava em continuar jorrando do meu pau. Retomei minha respiraçao, soltei meu pau e mão do Rico, mas enquanto eu começava a limpar aquela lambança o garoto me surpreendeu. Levou sua mão a boca, degustando toda a minha porra. Fiquei olhando sem reação e o garoto limpou sua mão com a lingua como se eu não estivesse ali.
Meu pinto, ainda meio duro e melado de pirra deu sinal de vida enquanto eu via garoto se deliciar. Não me contive e o chamei. Ele me olhou e eu mostrei meu pinto melado. O garoto em silencio e sem cerimonia segurou meu pau e começou a lamber toda a porra que estava na cabeça. Lambeu o bruaquinho do canal como se quisesse mais e depois de limpar toda a cabeça do meu pau ele abocanhou quase a metade da rola de uma vez, sugando e limpando o restante. Tirou meu pau da boca e voltou pro chuveiro como se nada tivesse acontecido.
Eu ja sabia que minha jornada naquele trabalho poderia me dar muito prazer. Mas não imaginava as varias surpresas que eu teria!
Foi, sem sombra de duvidas, o melhor mes da minha vida.
Continuo…

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7 Comentários

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  • Responder Catatau

    Ótimo conto, parabéns.

  • Responder Indio77

    Espero ansioso pela continuação.

  • Responder Baixada

    Continua logo. Estou de pika dura aguardando a continuação! Não demore pra colocar a próxima parte!

  • Responder Boy_cuiaba

    Esperto o garoto. Será que seu amigo brinca com ele tbm? Imaginei altas senas até mesmo com o seu Chico tbm.

  • Responder Roberto

    Delícia, o garoto gosta é de leite de macho.

  • Responder Ricardo

    Continua

  • Responder Prof.Gastronomico

    Continua logo… Imagino que fora eu, tenham outros leitores com curiosidade e tesão a flor da pele esperando para saber onde isso vai dar