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A despedida de solteira

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Eu sou o Júlio, (vou usar nomes fictícios) trabalho em um empresa como motorista, e a Marcia, uma das atendentes do telemarketing, estava grávida e ia se casar.
Faltando uma semana para seu casamento, a Meire, sua melhor amiga, junto com mai duas amigas, resolveram fazer uma despedida de solteira, nada pesado, já que todas eram bem comportadas socialmente.
Elas então, me convidaram para ser o motorista delas, eu pegaria meu carro e as levariam para, primeiro em uma pizzaria, depois para um barzinho sofisticado.
Eu estava na época com 32 anos, estava separado, então pra mim, não tinha nenhum problema, o único desagrado era que eu não podia tomar nada.
A Marcia estava com 25 anos, muito bonita, e apesar da enorme barriga que despontava, era muito gostosa.
Saímos numa sexta-feira, fomos em uma pizzaria, onde elas comeram belas pizzas acompanhadas de chopes, e eu refrigerante. Depois seguimos a um barzinho em um bairro nobre para o deleite da noite.
Lá chegando, elas pediram, cervejas, caipirinhas de vódca, e mais algumas outras bebidas fortes e começaram a curtir a noite fazendo suas farras moderadas.
Quando deu por volta de 2 horas da manhã, elas já não aguentavam beber mais, e decidiram voltar.
Levei primeiro a Luíza, que morava mais perto, depois a Meire, a Roberta, e por último ficou a Marcia, que era a que morava na mesma rua que eu.
Ao deixar a Roberta, a Marcia que tinha ficado por último, era a que tinha bebido mais, e ainda totalmente embriagada, me pediu pra não levá-la para sua casa para não assustar a sua mãe pelo seu estado, então lhe perguntei.
– Pra onde você quer ir?
Ela embriagada mal conseguia balbuciar suas palavras.
– Ah zei lá, bode zer brum model bra mim dormir, e amanhã vamo bra gasa. Lio, em vozê eu gonfio.
Então fomos direto para um motel nas proximidades de uma rodovia aos arredores.
Lá chegando, eu a carreguei para o quarto, quando ela não aguentando, começou a vomitar, por mais que eu tentei protege-la de seu vomito, não deu, e ela acabou vomitando em seu vestido.
Como ela estava toda suja, ela tinha que tomar um banho.
Eu a levei ao banheiro, como não tinha outro jeito, tirei sua roupa, liguei o chuveiro, a coloquei sentada no chão do boxe, enquanto eu lavava seu vestido para não ficar manchado, depois de pendurá-lo para secar, fui dar um banho nela.
Tirei minha roupa, entrei no boxe, e quando eu fui levantá-la do chão, ao ver meu pinto, que aquela altura já estava duro, ela imediatamente abocanhou e começou a fazer um boquete. Ela chupava tão gostoso, tão gostoso, que parecia que ia arrancá-lo com a boca.
Eu a levantei, e comecei a ensaboá-la, e comecei a chupar seus peitos sedosos. Chupei sua buceta, e ela se esfregava na parede do boxe de tesão.
Ao término do banho, eu a levei para a cama, a coloquei sentada, deitei ela com as pernas pra fora, pus um travesseiro no chão pra não machucar os joelhos, abri bem suas pernas, que buceta, sem mais perda de tempo, enfiei meu pinto em sua buceta.
Ela estava tão embriagada, que acabou dormindo, enquanto eu metia em sua buceta gostosa.
Eu ficava massageando sua barrigona, e metendo em sua buceta. Sua buceta era tão fogosa, que parecia que a cada socada, queria mais, eu metia meu pinto bem duro em sua buceta, e sua buceta parecia que sugava meu pinto de vez.
Meti tanto nela, que dei umas 3 gozadas, depois eu a virei de 4, e comecei a comer seu cuzinho, que era tão arrombado, que quando eu coloquei a cabeça do meu pinto em sua entrada, seu cu se abriu como uma flor na primavera.
Puta cosão arrombado, dei umas boas socadas, e mesmo bêbada, ela gemia.
– Hum.
Quando acordamos, para não dar muito na vista, ela dormiu na cama de calcinha e sutiã, enquanto seu vestido secava, e eu dormi no chão pra dar a impressão que não aconteceu nada.
Quando ela acordou, ela me perguntou.
– Lio, porque você está dormindo no chão.
– Porque você sabe que eu te respeito.
– Tem certeza, você não fez nada comigo?
– Não.
– Sinto meu cu arder um pouco.
– Não sei.
– É, você é safado, eu tava bêbada, mas nem tanto.
– É, porque você não falou, eu parava, mas não deu pra resistir.
– Tava gostoso, mas isso fica só entre nós.
Como eu sempre fui um cara discreto, nunca falei nada pra ninguém, e até hoje, com muito cuidado para que ninguém perceba, muito menos seu marido, a gente transa pelo menos umas 2 vezes por semana.

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