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Vovó me deu para seu macho

2138 palavras | 10 |4.36
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Minha avó sempre foi uma mulher muito compreensiva, morava com minha vida e minha prima no interior, ela tem muito bom coração, sabe ver o lado bom das coisas e das pessoas. Ela sempre foi minha rainha, a amo quanto a minha mãe. Ela sempre esteve muito presente e sempre cuidou de mim.

O único problema é que essa mulher maravilhosa mora em outra cidade e não pode estar sempre comigo, mas ainda assim nos falamos sempre via ZAP, então eu meio que mantenho próxima dela. Um dia ela me contou uma novidade super legal, disse que tinha casado, que seu marido era um cara super legal e queria que eu gostasse tanto dele quanto dela. Não seria difícil, pois uma pessoa que faz bem e cuida da minha avó já tem meu coração.

Passou um tempo eles mudaram para São Paulo para morar perto de mim, vovó Eli uma senhora de 50 anos, corpo de 40, branquinha, cabelos lisos e castanhos na altura dos ombros, lábios finos, 1,60 e temperamento dócil me aparece com Gabriel, um negro de 1,78, magro, cavanhaque, sorridente e super expansivo. Ele não era propriamente bonito, mas tinha um ar de carinho e um jeito que me deixou encantada por ele. Mamãe não gostou dele, vi falando pelo telefone com Carina, sua amiga, que ele era diferente, tinha um volume muito grande nas calças e que a sogra não aguentaria aquilo tudo. Fiquei sem entender o que era o volume, mas deixei passar, depois perguntaria para a vovó.

Meu pai foi ajudar na mudança, se deu muito bem com Gabriel, ambos gostavam de videogame, tomar umas cervejinhas, então logo ficaram amigos e passaram a frequentar a casa um do outro ou marcar resenhas pelos cantos da cidade. Já eu achei interessante de verdade, eu tinha apenas 11 anos mas já notava que ele me olhava de forma diferente, carinhosa, respeitosa, mas diferente de verdade. Perguntei para a minha avó por que ele me olhava assim.

– Te incomoda a forma como ele te olha Bruninha?

– Não vó, apenas me sinto estranha.

– Estranha como?

– Não sei, quente e as vezes quando ele me beija ou me faz algum carinho, noto que minha calcinha fica molhada. Eu não sei porque, se na maior parte das vezes eu nem quero ir ao banheiro.

– Normal filha, sinal de que ele te trata bem e te faz bem. Vou te contar um segredo, eu também fico molhada lá embaixo quando ele me toca.

– Sério vó, achei que era só eu. Será que a mamãe também fica assim?

– Não sei, mas não pode falar disso com sua mãe ou ela vai brigar com você, te bater e impedir o Gabriel de te ver.

– Não vó, está maluca? Sei como minha mãe é, capaz de ela me matar.

– Isso mesmo, e enquanto for bom não tem porque falar nada pra ninguém e nem reclamar de nada. Será um segredo só nosso.

– Tá bom. Mas vó, ouvi minha mãe falando que achou ele estranho, falou algo sobre um volume nas calças dele, que a senhora não iria aguentar.

– Sua mãe não sabe o que diz, isso é coisa de adulto e a vovó aguenta sim.

– Mas o que é vó? Fico olhando quando ele vai lá mas não acho nada.

– Vou te contar, mas tem que manter segredo ok?

Claro que eu disse que ficaria quietinha sobre o assunto.

– O volume que sua mãe falou é o pinto dele, pois é muito grande.

– Mas por que ela iria dizer que a senhora não aguenta?

– Sua mãe não tem experiência e fala o que não sabe. O pinto dele serve para colocar na perereca da vovó e na boca.

– Na boca – fiz cara de nojo – mas ele usa para fazer xixi.

– O pinto não faz somente xixi, também serve para me dar leitinho.

– Sério? E na perereca pra que vó?

– Tudo que falei é gostoso, mas tem que ser com alguém que ame e não pode se contar para ninguém. Conto para você porque te amo e porque você está prontinha.

– Como assim?

– Sua bucetinha fica molhada quando está perto de alguém que ama, alguém que te faz bem como mulher. Isso significa que você também está gostando do Gabriel.

– Não vó, é seu marido.

– Não se preocupe, eu não ligo, desde que seja você. Eu também te amo, ficaria brava se fosse sua mãe, mas você pode também.

– Mas eu não sei de amo ele.

– Além de molhar a calcinha o que mais sente quando o vê?

– A mão fica suando, o coração dispara e fico esperando ele me beijar e me abraçar. Amo quando ele fica abraçado comigo enquanto fala com meu pai.

– É amor, e não precisa se envergonhar. Podemos ser dele se você quiser e não contar para ninguém.

– Mas vó, se é tão grande assim como a mamae e a senhora dizem, então eu tenho medo. Não vai caber na minha boca e nem na minha perereca.

– Deixe isso comigo, não acontecera nada que te machuque. Venha em casa hoje a noite, diga a sua mãe que dormirá aqui. Vou conversar com o Gabriel e vamos cuidar de você hoje.

Fiquei sem jeito mas deixei acontecer. A noite estava lá, tremendo e cheia de tesão, mesmo sem saber o que era isso. Minha avó me recebeu muito bem, estava cheirosa, tinha acabado de sair do banho com seus cabelos molhados, ainda de toalha me fez sentar no sofá e conversamos por algum tempo, então fomos para seu quarto onde a vi colocar uma langerie preta mega sensual naquele corpo esbelto, melhor que o de muita adolescente.

Enquanto conversávamos Gabriel entrou de toalha no quarto, ele tinha a barriga de tanquinho, um corpo belo, mesmo sendo magro.

– Olha quem está aqui, a minha princesa Bruna.

Ele se aproximou e me beijou o rosto deixando em mim aquele cheiro de colônia pós barba, era importada e cheirava muito bem, ainda mais em contraste com o cheiro do banho recém tomado. Naquela hora minhas pernas tremeram e minha calcinha molhou toda, mais que o normal, ainda mais quando pude ver o volume que a mamãe falava, era estranho e instigante.

Gabriel sentou ao meu lado na cama e a vovó veio para o outro lado, ambos pegaram minha mão e logo começaram a me fazer cócegas. Cai na cama e eles continuaram até que vovó passou as mãos quentes por debaixo da minha blusinha e começou a tocar diretamente a minha pele, naquela hora me arrepiei toda juntamente com as risadas que redobraram, na hora em que ela tocou meu seio por debaixo do sitien, Gabriel me beijou a boca.

Eu não sou boba, já beijei na escola, mas nunca alguém de barba e que tivesse um gosto tão diferente e profundo. Enquanto isso vovó acariciava meus bicos e subia a blusa expondo meus seios por completo, quando menos esperei estava com a boca neles sugando com gosto e o gigante tinha seus dedos entre minhas pernas umidecendo ainda mais minha calcinha.

Gemi entre seus lábios e ele se afastou um pouco, sem tirar seus dedos de mim e falou.

– Sua mãe me falou que você me amaga e fiquei feliz, pois também amamos você. Agora quero te fazer mulher. Quer ser minha mulher, tanto quanto sua avó?

– S.sim…

– Nós iremos brincar um pouco com seu corpo para se acostumar, depois vamos mostrar como se faz para que você decida se quer hoje ou não.

Apenas balancei a cabeça afirmativamente e o senti deslizar a mão livre pelo meu rosto, descer até a cabeça da minha avó e a acariciando, então tomou o outro seio e mamou nele enquanto me dedilhava e minha avó se deliciava no outro. Desceu a boca pelo meu corpo e foi tirando minha saia até que ficasse nos joelhos, então tirou seu dedo de mim e lambeu minha buceta.

O que saiu de mim foi um urro de prazer, ele então voltou o dedo, agora no meu canal vaginal enquanto sugava meu grelo. Nisso minha avó sobe e beija minha boca para evitar meus gritos, enquanto passa a acariciar meus seios simultaneamente. Aquilo foi demais para mim, gozei, gozei e mijei tudo junto, fazendo meu corpo tremer como nunca na vida, mas nem assim eles pararam e me fizeram gozar mais uma vez. Eu tinha acabado de mijar na cara dele e ele não parou nem assim de me chupar, não sabia se aquilo me dava mais tesão ou nojo, sei que ele saiu de lá e veio me beijar e eu o recebi com o mais gostoso beijo que já dei em alguém, não tinha gosto de mijo, tinha um sabor diferente, o meu sabor.

Eu estava muito mole, então ele me ajeitou na cama e deixou a toalha cair, foi então que vi o tamanho daquele pinto. Minha avó saiu de mim e correu para agarrar e chupar a rola dele.

– Aprenda Bru, você logo fará igual a safada da sua avó.

Quis protestar, ela não era safada, era uma santa, mas estava ainda mole e sem força, ela também não parecia ter ligado, chupou com mais força quando ele a xingou. Ele a virou na cama e começou a chupa-la também e eu ali de camarote assistindo tudo, então ele levantou e lutou para tirar o pau da boca dela, pois minha avó não queria largar. Foi obrigado a puxar o cabelo dela e a fazer ficar de pé, enquanto isso ela brigava que queria chupar mais, então ele a colocou de quatro na cama, meio que a força, e atolou aquela rola gigante na buceta dela.

Nessa hora acabou a resistência, vovó não queria mais chupar, ela só vibrava com as socadas fortes daquele negro fascinante. Ele socava rápido e forte, fazendo barulhos estranhos e arrancando suspiros e gemidos fortes dela, enquanto isso ele dava tapas em sua bunda que faziam com que ela gemesse mais ainda e pedisse mais tapas aí da.

Vendo como eu estava vovó baixou a cabeça entre minhas pernas e começou a chupar. Fiz um escândalo, era gostoso demais e eu não conseguia deixar de gritar, foi tão bom que ela até me pediu silêncio, a vizinhança não poderia saber.

Em determinado momento ela começou a me dedilhar e colocou minha mão no lugar para que eu continuasse, pois ela não conseguia gerir a rola e minha buceta naquela situação. Então comecei a me masturbar pela primeira vez, foi muito gostoso, ainda mais vendo os dois fodendo daquela forma. Eu também queria, mas era muito grande, estava com medo de machucar.

Gabriel dia e me olhava com desejo, ele lambia os lábios e quando parecia que sentia vontade de chupar, obrigava minha avó a fazer, assim foi mais de 1 hora até que ele começou a estremecer e a meter com violência na minha avó.

– Quer experimentar meu leitinho Bru?

Fiz que sim, sem ter muita força para responder pois minha avó estava novamente com a boca em mim. Então ele saiu rapidamente da buceta dela e levou aquele monstro até minha boca e senti um jato forte bater no fundo da minha garganta. Era muito leite, começou a escorrer pelos cantos da boca e vovó veio lamber o que vazava para depois tirar a rola da minha boca e terminar de limpa-la. Assim que estava limpa ela veio e me beijou com um monte de leite na boca dela.

Posso dizer que daquele dia em diante eu não sai mais da casa da vovó, agora eu tinha que ajudar ela a cuidar do meu novo vovô. Ele me tratava bem, dava presentes e ainda passou a me dar leite diariamente antes de ir para a escola. Mas melhor mesmo ficou quando perdi o medo e pedi para ele meter em mim.

Mas isso é outra estória.

@negroeamor no telegran
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10 Comentários

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  • Responder Negroeamor

    Meu telegran pifou, o novo é @negrotop, me chamem

  • Responder Ferny

    Que tesao de conto!

  • Responder Julio

    Continua tá muito bom . Excelente

  • Responder Mel

    Bom conto.

  • Responder Nana

    Hoje tenho 45 anos mas cresci sendo amante de um tio

  • Responder Nana

    Hoje tenho 45 anos,mas meu tio me chupou qdo eu tinha 5 anos,ele 35,foram anos de mta putaria com ele,até com outros h e casais juntos!!!Sinto saudades

  • Responder eu tbm

    Você só posta contos aqui???

    • Negroeamor

      Não, aqui e em alguns outros sites, mas aqui da mais liberdade.
      Porém estou também no telegran @negroeamor

  • Responder eu tbm

    Você só posta contos aqui?

  • Responder Suzi

    A amizade é algo que nos proporciona momentos inesquecíveis, nem sempre tudo é bom, mas quando é verdadeiro o menos bom sempre é preenchido pelo melhor. Nesse caso tem amizade, amor e sexo! Tem coisa melhor? Deliciaaaaaaaaa!