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Recomeçando a vida – 03

3391 palavras | 4 |4.93
Por

Mãe tarada, filha muito mais, o que a mãe aguenta chorando, a filha aguenta sorrindo.

Mantínhamos nossas relações, meses se passaram, Lucia se viciou no meu pau e a cada dia se tornava mais tarada, inventando mil formas de fazer amor, passamos a fazer amor praticamente todos os dias antes de sair para ir trabalhar e as vezes depois do almoço, ela chegava mais cedo em casa, fazia o café e ia direto para meu quarto para darmos uma boa trepada, meu pau já entrava com a maior facilidade na bucetinha, só não entrava todo, mas, no rabinho passou engolir tudo com a maior facilidade, e quando estava menstruada, sempre pagava um boquete maravilhoso, mas, as taras da baixinha não tinham limites, um dia perguntei para ela:
-Lucia, você continuas transando com teu marido?
-Claro Sr. Claudio, e hoje mais do que antes de lhe conhecer, adoro brincar com o pauzinho dele, geralmente trepo com o senhor aqui e quando ele chega do trabalho, trepo com ele de novo, pelo menos duas vezes por semana peço pra ele meter na minha bucetinha e quando não quer, dou um jeito de fazer um boquete, engulo o pau dele todinho e chupo até ele gozar na minha boca e tomar toda a sua gala,
-E o rabinho, você já está dando pra ele?
-Não, além dele não gostar, decidi que meu rabinho é só do senhor, e nos finais de semana heim, tem trepado com mais alguém?
-Como Lucia, se você não me dá folga e suga tudo que eu tenho?
Alguns dias depois dessa conversa, Lucia antes que eu saísse para o trabalho se dirigiu a mim e disse:
-Preciso conversar com o senhor na hora do almoço,
Fui para o trabalho curioso com o quê ela poderia ter de tão importante para falar comigo que não poderia ter falado durante o café da manhã. Quando cheguei, fui direto para meu quarto, entrei no banheiro e tomei um banho, saí do quarto e fui para a cozinha, quando cheguei lá, Lucia chegou perto de mim e começou a falar,
-Sr. Claudio, quero saber sua opinião sobre uma coisa que aconteceu lá em casa,
-Pode falar Lucia,
Um dia cheguei em casa e minha filha estava no quarto dela com o namoradinho, pelo que parece, está apaixonada, estava de joelho pagando um boquete, fiquei olhando pela fresta da porta, ele tem um pau igual ao do meu marido, um pauzinho muito pequeno, fiquei pensando que se ela for igual a mim, será uma eterna insatisfeita em relação a sexo, ai fiquei pensando que seria bom para ela conhecer um homem pauzudo e que soubesse dar prazer de verdade para uma mulher, o que o senhor acha?
-Entendi a tua preocupação, mas, qual a sua idéia e porque você está me contando isso?
-E se o senhor ensinasse pra ela como é fazer amor com um homem de verdade?
-Calma Lucia, a idéia é maravilhosa, mas, primeiro me conta como é sua filha,
-Ela tem quase o meu tamanho, fez dezesseis anos mês passado, um pouco mais baixinha, branquinha e magrinha que eu, mas, é muito mais bonita de rosto que eu, ela é linda mesmo, só queria que ela tivesse a oportunidade de ter outra experiência antes de se decidir casar com aquele pingo de gente, e se tornar sexualmente infeliz como fui até conhecer o senhor, conheci meu marido com quatorze anos, logo começamos na sacanagem e ele tirou meu cabaço e engravidei, nossos pais nos obrigaram a casar e fui uma fiel infeliz até conhecer o senhor, hoje é que sei o que é sentir prazer, conhecer meu corpo e aproveitar o que há de melhor na cama e não queria que Ana casasse antes de saber o que é bom, se depois, mesmo assim, ela quiser casar com o namorado dela, pelo menos fiz a minha parte.
-E como estais imaginando em fazer isso acontecer e será que ela vai querer, será que vai me agüentar? Mesmo porque disseste que ela é menor que tu, e não quero estragar a bucetinha e o rabinho dela.
-Pois é, só que ela pode ter puxado pra tia dela por parte de pai e ser funda como ela, a Maria é casada com um negão e me disse que o pau dele é bem grandinho e ela engole todinho na bucetinha sem problema nenhum,
-Está certo, eu topo, mas, como você vai fazer isso acontecer?
-Vou pensar Sr. Claudio, vou pensar.
Dias depois Lucia me chama para conversar e falar sobre seu plano de como fazer amor com sua filha Ana,
-Sr. Claudio, não virei na sexta-feira, para poder ter a desculpa de vir no domingo para compensar a folga e vou trazer a Ana comigo, tenho falado com ela sobre o senhor, digo que lhe acho um gato lindo, charmoso, cheirosinho e que acho que tem uma ferramenta imensa, quando falei isso, ela arregalou os olhos e demonstrou uma grande curiosidade, me encheu de perguntas, disse pra ela que se o senhor me desse bola, não dispensava de jeito nenhum e quando disse que estava pensando em trazê-la comigo no domingo, ela ficou eufórica e topou na hora.
O domingo chegou e logo cedo, ouvi barulhos vindos da cozinha, levantei e tomei meu banho, vesti um calção de jogador bem fininho e fui para a copa tomar meu café, quando sentei-me à mesa, vem a Lucia e logo atrás dela vejo a Ana, fiquei boquiaberto, que garota linda, fisicamente menor e com linhas mais delicadas que a mãe, um rosto belíssimo, pele clarinha, com dezesseis anos, mas, uma aparência de no máximo treze, tive uma excitação imediata, ambas me viram com o pau meia bomba dentro do calção que era impossível de esconder, fiquei sem jeito e as duas olharam fixamente na direção do meu pau, se olharam e sorriram maliciosamente uma para a outra, com um ar de cumplicidade, estava com vergonha por não ter conseguido me controlar, não tinha nem como cumprimentá-la daquele jeito, fiquei ali tentando conversar, mas, no fundo percebia o olhar de curiosidade da garotinha, pedi que sentassem uma de cada lado na mesa e que tomássemos café juntos, comecei a fazer perguntas sobre escola, amizades, e namorados para Ana, ela respondia de imediato e de vez em quando via que se esticava e tentava me olhar por baixo da mesa, aquilo me excitava ainda mais, era um jogo, as duas querendo me ver e eu fazendo de conta que não percebia e ao mesmo tempo deixando que vissem e matassem suas curiosidades, acabamos de tomar nossos cafés e como meu pau tinha quase voltado ao normal, levantei e disse:
-Ana, vou assistir um filme na sala, você quer ir também?
Antes de responder, ela olhou para a mãe como se estivesse pedindo autorização, Lucia, acenou positivamente com a cabeça e fomos pra lá, a sala era fechada, liguei o ar condicionado e em seguida a TV na NETFLIX e coloquei o primeiro filme da lista, sentamos cada um em uma poltrona, começamos a assistir em silêncio, ela estava com um shortinho colado no corpo, de um tecido fininho e bem curtinho e uma blusinha de tecido igualmente fino, quando se sentou, vi sua bucetinha desenhada no tecido e o biquinho dos seios marcados na blusa, ai meu pau endureceu de vez, e sabia que ela estava percebendo, pois, nosso ângulo de visão era igual e se eu conseguia ver sua bucetinha, certamente ela estava vendo meu pau que a essa altura já começava a sair pelo lado do short, Ana, não conseguia mais disfarçar a excitação e a curiosidade, apontando e olhando diretamente para meu pau disse:
-Seu Claudio, olhar quem está querendo fugir?
Olhei para meu pau e sinicamente fiz de conta que não havia percebido que estava excitado e que meu pau estava saindo pelo lado do calção.
-Desculpa, é que moro sozinho e pela falta de costume de ter companhia as vezes fico distraído e acontece isso,
Posso lhe pedir uma coisa, estou morrendo de curiosidade, nunca vi nada igual a isso no meio das suas pernas, o senhor pode me mostrar só um pouquinho?
-Posso, mas, e se tua mãe aparecer?
-Ela não vem agora, está na cozinha trabalhando. Deixa eu ver, deixa?
Com um pedido carinhoso desse, não tive como negar, meu pau que já estava durasso, foi só puxar o lado do short e colocar todinho pra fora, esfolei a cabeça e dei uma apertada na base, ela ficou vidrada, saiu da sua poltrona e veio na minha direção, se ajoelhou no tapete na minha frente, esticou o braço e com suas mãozinhas nervosas tocou nele, parecia que estava tocando em um copo de cristal de tanta delicadeza, olhos vidrados, chegou mais perto e deu um beijinho bem na cabeça do meu pau, levantou o rosto e deu um sorriso nervoso e tarado ao mesmo tempo, aí perguntei:
-Tá gostando Aninha?
-Nunca imaginei que existisse um pau de verdade deste tamanho, muito comprido, grosso, retinho, cheio de veias e duro, muito duro, é uma delícia, não dá nem pra comparar com o do meu namorado, ele tem um pauzinho, fininho e curtinho, mas, é bonitinho, tão delicado, não é como esse seu pauzão, um pau desse dentro de uma bucetinha como a minha deve fazer um estrado, mas, também deve ser uma delícia,
Ana, deu uma risada, mas, não soltava meu pau
-Você é virgem Ana?
-Não, namoro com o Luiz já faz mais de três anos, ele é quatro anos mais velho que eu, tinha treze anos quando aconteceu, começamos nos amassos, mãozinha boba, até que um dia não resisti e fizemos a primeira vez, foi bom, ele foi muito carinhoso, mas, pra dizer a verdade nunca senti tesão ou gozei como minha colegas me contam, se depender dele, toda hora tá com o pauzinho duro e quer meter, mas, por mim não sinto tanta vontade, parece que não me sinto completa e olha que já fiz de tudo,
-De tudo mesmo Ana?
-Já, boquete, punhetinha, rabinho e em todos os lugares possíveis,
-O que você mais gosta de fazer?
-Acho é dar o rabinho, como o pau dele é pequeno, só no rabinho que consigo sentir mais gostoso
-E comigo, você está a fim de fazer amor comigo?
-Tô morrendo de vontade, tô aqui toda molhadinha, só que morrendo de medo, nunca nem imaginei um pau desse tamanho dentro de min
-E sua mãe sabe das suas experiências?
-Acho que sim, só que não fala nada, embora sejamos muito amigas e termos liberdade de conversar de tudo uma com a outra, acho que ela morre de tesão pelo senhor, vive lhe elogiando, se o senhor quiser, ela topa na hora
-Esse tempo todo que estamos conversando você não largou meu pau nem um minuto, parece que gostou mesmo? Quer provar agora, vamos lá para o meu quarto? Tô morrendo de vontade de fazer amor contigo
-E a minha mãe, será que ela não vai perceber e brigar comigo?
-Vai nada, se ela falar alguma coisa a gente dá uma desculpa qualquer,
Levantamos, desligamos tudo e quando passamos pela cozinha, Lucia perguntou:
-Sr. Claudio, já terminou o filme?
-Não Lucia, vamos continuar assistindo lá no meu quarto que é mais confortável
Ana se manteve de cabeça baixa sem falar nada, olhei para a Lucia e dei um sorrisinho acompanhado de uma piscada, Lucia entendeu que ia rolar o que havíamos combinado, correspondeu com outra piscada dando sua aprovação.
Chegamos ao quarto e começamos a nos abraçar e nos beijar como dois namorados, a moleca era pequenina, mas, um tesão da cabeça aos pés, fui tirando uma por uma das pecas de suas roupas, que corpinho delicioso, depois me ajudou a tirar a minha roupa, totalmente nus, nosso tesão nos dominou, carreguei-a no colo e fomos para o banheiro, liguei a banheira e enquanto enchia, bolinávamos um ao outro, era hora curtir seu corpo, que boquinha vermelha, carnuda, nos beijamos com desejo e paixão, desci meus olhos aos seios, durinhos, em formato de pêra, biquinho pequenino e pontudo, percorri seu pescoço até abocanhar, lamber e chupar aquela maravilha da natureza, continuei baixando e encontrando sua púbis com pêlos ralos e lourinhos cobrindo uma bucetinha tufadinha e com lábios deixando ver de forma discreta um pinguelinho redondinho e saliente, já bastante durinho, fui com a boca e comecei a lamber e chupar aquele brotinho, um aroma de fêmea exalava e seu líquido brotava de suas entranhas demonstrando seu estado de excitação, pegava seu braço e percebia seu arrepio, sua carne tremendo e a respiração descompassada, ofegante, continuei chupando até senti que chegava ao êxtase, num gozo maravilhoso de se ver, que delícia de menina mulher.
Após este momento, entramos na banheira para tomarmos um merecido banho relaxante, continuamos conversando e como não poderia deixar de ser, voltamos a nos tocar e nos excitarmos mutuamente, sentados na banheira, enfiava o dedo em sua grutinha e ela massageava meu pênis, inevitavelmente me excitei e meu pau endureceu totalmente, ela veio e começou a chupar, engolia tudo que conseguia, não se contentando veio sentar bem na direção da cabeça do meu pau que estava roxa de tão dura, abriu bem as pernas e veio aos poucos baixando seu corpinho e alinhando na direção da entrada, encostou e forçou a primeira vez, voltou e tentou de novo, desta vez já conseguiu introduzir a cabeça, voltou e em sua terceira tentativa enfiou a cabeça e mais uns quinze centímetros, gemeu, parou e tirou de novo, sem deixar a cabeça sair, e já muito lubrificada arriou o corpo até o máximo que conseguia enfiar, que buceta funda a moleca tinha, ficou só uns dois dedos de fora, ou seja, meteu quase os 25 cm na bucetinha gulosa, quente e úmida, depois de ter conseguido essa façanha, sorriu, relaxou e começou a brincar com o pau enterrado na xaninha, que delícia de mulher, seus movimentos aceleraram anunciando um novo gozo, ela perdeu o controle, se contorcia, gemia, gritava de prazer, baixava a vista e se encantava com o que via, me abraçou com muita força anunciando mais um gozo, deixei ela brincar até onde agüentava, começou a se tremer, me apertou e soltou um urro de prazer gozando feito louca e me deixou mais louco com aquela cena, segurei para não gozar, fiquei só curtindo seu gozo e seu silêncio após este momento de auge do prazer, deixei meu pau amolecer, relaxei e sentamos de novo na banheira para completarmos nossos banhos.
Saímos do banheiro e voltamos para o quarto, nos deitando na cama com ela exausta, mas, ainda insaciada, foi quando puxei assunto perguntado:
-E aí Ana, gostou?
-Seu Claudio, nunca imaginei sentir tanto prazer com um homem, é muito diferente do meu namorado, mas, acho que o senhor não gostou, não quis gozar, não tenha medo que tomo anticoncepcional e não vou nem quero engravidar não.
-Não é nada disso Ana, como é com o seu namorado?
-Bem, sempre que ficamos juntos e com medo, fazemos rapidinho, tenho que gozar rápido e ele também, a maioria das vezes só ele goza, ou na minha boca ou numa metidinha sem graça pra mim, nunca tinha me sentido tão desejada e nem desejado tanto um homem como agora.
-Pois é, a diferença é essa, gosto de dar prazer, de curtir o momento, sem pressa, deixar a mulher comandar e se sentir a vontade, mas, ainda vou e quero gozar sim, vem pra cá para eu sentir o calor do teu corpo.
Quando ela veio se deitar ao meu lado, abracei seu corpinho e beijei sua boca com carinho, meu pau começou a endurecer e Ana começou a bater uma punhetinha, baixou a cabeça colocando em cima da minha barriga e ficou lambendo e chupando só a cabeça, o pau enrijeceu de vez, virei seu corpo bruscamente, retirando meu pau de sua boca e colocando-a de quatro na cama, comecei a lamber seu pescoço e vim descendo a língua até seu reguinho, abri sua bundinha e lambi seu cuzinho, deixando bem molhadinho, que buraquinho apertadinho e gostoso, lambia, molhava e enfiava o dedo, depois mais um, até que enfiei três dedos, neste momento ouço um leve barulho na porta e percebi que Ana também ouviu, mas, não demonstrou se assustar ou querer parar, então continuamos sabendo que estávamos sendo observados por Lucia, aí que me deu mais tesão, com o rabinho já lubrificado e relaxado, encostei a cabeça do pau na entradinha e comecei a forçar a entrada, de primeira entrou a cabeça e ela deu um gemido de dor, não perdoei e continuei enfiando e ela engolindo pedacinho por pedacinho sem recuar, quando já estava a metade dentro, ela sorriu e disse:
-Calma, volta um pouquinho, assim, agora mete de novo e não pára, só vou ficar satisfeita quando sentir teu saco batendo na minha bunda, vai, mete meu macho gostoso, quero tudo dentro de mim e goza o mais fundo possível no meu cuzinho, adoro dar e gozar pela bundinha.
Pedido feito, pedido atendido, recuei mais uma vez e fui enfiando até sentir que não tinha mais nada pra entrar, ela rebolava e jogava seu corpo para trás, ria e gemia nervosamente, não agüentei mais e ela percebeu que ia gozar pelo latejar do meu pau dentro do seu cuzinho, acelerei e agarrei em suas ancas, cravei até o fundo e comecei a gozar, foi muita gala morninha que despejei dentro dela, Ana acompanhou meu ritmo e gozou mais uma vez de forma intensa e depravada, ficamos totalmente exaustos, retirei meu pau de dentro dela com muitos filetes de sangue, neste momento olhei pra trás e vi Lucia em pé com a mão enfiada por baixo da saia batendo uma siririca, quando percebeu que sua filha ia se virar, ela saiu e fechou silenciosamente a porta.
-Seu Claudio, essa foi a melhor loucura que já vivi, nunca imaginei que poderia agüentar um pau desse tamanho e nem que pudesse ter tanto prazer e pudesse gozar tanto com ele, o senhor é uma delicia de macho, por falar nisso, acho que minha mãe nos viu fazendo amor, e agora, o que faço?
-Relaxa, se ela tivesse achado ruim, teria feito o maior escândalo, se viu e não falou nada, então está tudo bem.
Esperamos baixar a adrenalina e voltamos para tomarmos um rápido banho de chuveiro, quando terminamos pedi para Ana deitar na cama e fui até a cozinha tomar um copo d’água, foi quando dei uma palmada na bunda de Lucia e ela se virou-se e me disse:
-Sr. Claudio, eu vi tudo, parece que vocês ficaram surdos e loucos, vi vocês na sala, no banheiro e na cama, nunca imaginei que a minha Aninha, tão pequenina fosse agüentar na boca, na bucetinha e no rabinho o senhor, parece que o tesão anestesiou o corpo dela, será que ela gostou?
-Lucia, acho que sim, pelo menos foi o que ela disse, mas, saiba que ela engoliu todo meu pau, na bucetinha e no rabinho sem reclamar, você fode gostoso, mas, ela agüenta muito pau.
-Vou continuar fazendo de conta que não sei de nada, vou deixar ela puxar o assunto e me contar.
-Está certo, um dia quero fazer amor com vocês duas, Topa?
Vou pensar Sr. Claudio, vou pensar.
Quando retornei ao quarto, Ana dormia como uma anjinha, exausta e satisfeita.
Continua

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4 Comentários

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  • Responder Piaui20

    Quando vai lançar a parte 4

    • Bruto 55

      Hummm, deve ser uma pica deliciosa. Eu ainda não casei mas com certeza a minha futura esposa vai adorar me fazer de corninho manso. Eu a verei dando na minha frente e elogiando o garanhão que está comendo ela e eu ali do lado vendo e batendo uma punheta.

  • Responder velho negro

    gostei do conto,manda mais!

    • El touro

      Estou concluindo a quarta parte.