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O professor e a aluninha pobre 5

2497 palavras | 4 |4.43
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Para entender leia os contos anteriores.

Primeiramente desculpem pelos erros, o corretor transforma Rê em “Te” e uma série de palavras em outras completamente sem sentido. Como não reviso acaba saindo algumas merdas. (Se alguém se propuser a revisar antes é só chamar, pois não tenho saco)

Vamos lá…

A noite foi intensa, Rê e Gaby acabaram comigo, nunca tinha metido tanto, tão gostoso e com tanta qualidade quanto na noite anterior. O cabaço da Gaby foi para o espaço juntamente com sua inocência e com a vida hetero das duas, pois a partir daquele dia elas passariam a se acariciar também (amei essa parte).

Pela manhã acordei entre aquelas ninfetas maravilhosas e as vi dormindo calmamente, deveriam estar cansadas, afinal deram a noite toda. Meu pau começou a subir olhando para aquelas gostosas, eu estava pronto para atacar a Rê quando sinto a coberta ser puxada de nós.

– Ha, ha – disse Camilinha com a coberta nas mãos – então vocês se esconderam de mim aqui. Achei que tinham saído sem mim…

Fiquei sem reação, estava de pau duro e encaixado na Rê, já pronto para penetra-la de ladinho, até cuspidinha eu já tinha dado.

– O que é isso, por quê você estão peladas e na cama dele?

As meninas acordaram no susto levaram um tempo para processar o que acontecia, quando compreenderam tentaram se cobrir, mas não tinha nada que pudesse ajudar. Rê jogou o corpo para trás na hora do susto e fez meu pau entrar todo nela, ela gritou e me olhou desesperada e não se moveu para que a irmã não visse o que acontecia

– E esse sangue na cama – disse já se jogando encima das meninas. Quem se machucou, Gaby foi você?

– N…na… não Camilinha, está tudo bem. A Rê já me ajudou.

– Mas onde foi, me mostra.

– Não posso Camilinha, não dá agora.

– Como assim não dá? Vocês estão escondendo alguma coisa de mim, não gosto disso.

A Rê aproveitou que ela estava distraída e tirou meu pau de dentro dela, confesso que dificultei, não sei porque mas aquela estória me deixou com tesão, queria terminar. Depois de um beliscão a soltei, muito a contra gosto e ela tomou as redeas da situação.

– Camilinha, é coisa de mulher, não seja chata em falar de certas coisas na frente do Eduardo.

Ela fechou a cara e então se levantou da cama, Rê foi atrás dela, quando estava na porta ela se virou com raiva e olhou para nós três.

– Isso ainda não explica por que estão pelados e nem o por quê dele estar com o negócio igual ao do tio Mathias.

– Como assim menina – falou a Gaby agora perplexa – quando foi que você viu o tio Mathias assim?

– Não conto, vocês vão guardar os segredos de vocês, então também guardo os meus.

Ela saiu do quarto e a Rê foi atrás, mas não sem antes falar para nós vestirmos e bater a porta. Eu ali naquele estado com a delícia da Gaby do meu lado inteiramente nua me deixou tarado, então quando ela foi levantar da cama eu a agarrei por trás e fiz voltar, nisso meti a língua na sua boca e quando tentou sair puxei seu cabelo fazendo com que ficasse presa.

Sem o.menor pudor desci uma mão ao seu ventre enquanto com a boca chupei seus seios, eu queria beija-la, mas como ela não deixava tive que apelar. A resistência durou pouco, logo já estava encima dela acomodando a rola naquele túnel babado, bastou pouco esforço e a rola já sumia toda dentro dela. Tínhamos que ser rápidos então bombei com força e vontade enquanto me mantinha mamando seu seio e com a mão tapando sua boca, foram 10 minutos e nós dois gozamos muito.

Terminado nós trocamos e saímos do quarto de mãos dadas, Gaby com minha camiseta por cima da calcinha e eu de bermuda (sem cueca) e regata. Ao chegarmos na cozinha o café da manhã já estava posto, Rê havia posto uma de suas roupas que estavam no varal e estava linda, já Camilinha estava emburrada e comia com muita raiva.

– Vocês demoraram não é?

– É princesa, estávamos procurando a roupa da Gaby.

Rê olhou para trás com ar de reprovação e se limitou a bufar.

– Gaby – falou Camilinha – tem um negócio nas suas pernas, o que é isso? Fez xixi nas calças?

Era porra, eu nem pensei e gozei dentro dela novamente. Que merda eu estava fazendo?

– Camilinha – falou Rê – lembra do que falamos a pouco? Coisa de menina, não faça a Gaby passar vergonha.

– Quanto a você senhorita, vá ao banheiro agora se limpar, coloque um pouco de papel higiênico na calcinha para segurar isso aí. Depois faremos um jeito de tirar tudo.

Ela saiu e foi cumprir o que a irmã mais velha mandou enquanto eu sentava a mesa e saboreava o café da manhã. Realmente dei sorte, aquela menina era divina, dividia a cama com a irmã e ainda era prendada. Quando a Gaby chegou fomos todos comer e o papo transcorreu normalmente, até Camilinha começou a conversar depois que falei do banho de piscina que tomaríamos.

Assim o dia transcorreu normalmente, brincamos muito na água, bebi minhas cervejinhas, curti a vista maravilhosa que elas propiciaram e curtimos muito. No decorrer do dia tive de colocar cueca, pois estava muito excitado vendo aquelas bundas e a Camilinha não parava de olhar.

Já no final da manhã Rê saiu da água e veio me ajudar a limpar a cozinha e preparar o almoço. Ela havia mesmo se tornado a dona da casa, fazia de tudo para ajudar, lavava, varria a casa, ajudava na comida e quando dava chupava meu pau escondido de todas. Em determinado momento ela me levou para a sala e me fez sentar.

– Olha, falei com a Camilinha hoje e tentei inventar uma estória sobre o que aconteceu, mas ela já viu muita coisa então não dará para enganá-la mais.

– Isso pode ser um problema então.

– Talvez não. Se ela entrar para a família não teremos o que reclamar.

– Mas Rê, ela é muito nova, não acho que seja legal.

– Amor, o safado do tio Mathias já preparou ela. Ela me contou que quando ele ia em casa botava ela no colo e ficava roçando o pau na bunda dela. Dizia que a bunda dela era igual a da minha mãe, e que ela seria maravilhosa quando crescesse. Ele até já masturbou ela.

Fiquei puto da vida com isso, afinal ela era a menor de todas e o cara abusava dela.

– Não seja hipócrita, acha que não vejo a forma como olha para a bunda dela? Ela foi a única que puxou a mamãe, a bunda dela é linda e você sabe disso.

– Mas até aí tudo bem, o problema é tocar nela.

– Relaxa, ela já fez até chupeta, além do que, se ela quiser e não for nada forçado ninguém poderá reclamar.

– Como não, isso é crime. E se ela engravidar também, pós a Gaby já está quase lá e você só não por causa do remédio.

– Na verdade não tomei, tive medo de passar mal.

Eu estava fodido. Venho gozando dentro dela a dias, a possibilidade era gigantesca. Fiz uma série de perguntas só de seu corpo para notar se havia algo de diferente e ela respondeu que estava tudo normal, menos mal.

– Amor, seria tão ruim assim me ver grávida?

Fiquei sem palavras e ela se levantou calmamente e saiu rebolando para a piscina, fez para me provocar. Chegando lá ela mergulhou e foi atrás da Camilinha, então me chamou para vê-las brincando.

Rê agarrou a menina por trás e retirou seus seios do biquíni, Camilinha lutou para se soltar e arrumar mas foi impedida pela Gaby que chegou a sua frente e começou a mamar naqueles peitos em desenvolvimento. Fiquei maluco vendo aquilo, não tinha cueca que escondesse minha rola.

– Fica quieta menina – disse a Gaby – não queria saber o que fazíamos na cama pelados? Agora vai descobrir.

Ela mamava com gosto nos peitos da menina que se contorcia, Rê torceu seu rosto e beijou a boquinha da menina que arregalou os olhos em surpresa.

– Nós somos as mulheres dele – disse Rê depois de retirar sua língua deliciosa da boca dela – somos casadas com o Eduardo. Se você quiser também pode ser.

Camilinha parou de boca aberta, não acreditava no que estava ouvindo. Ela se soltou das irmãs e veio até mim com interrogação nos olhos.

– Isso é verdade tio? Você se casou com elas duas e ainda quer ficar comigo?

– Sim, caso você queira, mas se não quiser não tem problema, peço apenas que não conte para ninguém o que sabe. No mais, a casa continuara sendo sua também, não deixaremos de gostar de você se não aceitar.

– Mas eu não sei o que fazer, nunca casei.

Todos rimos da ingenuidade dela e a Rê se aproximou calmamente.

– Não é nada muito diferente do que você fez com tio Mathias, a diferença é que ele não fede e gosta de você. O tio Mathias só queria te fazer chupar ele.

Ela ame olhou e cheirou o ar para conferir se eu não fedia mesmo, algo bem engraçado por sinal, depois olhou para o meu pau e ficou analisando.

– É, o tio não tinha uma pica dessas não. Ele me obrigava a engolir tudo e era difícil, imagina se ele resolve me forçar como o tio.

– Não princesa, se quiser nem te faço chupar, não farei nada que te machuque.

– Já sei – disse a Gaby – vamos mostrar para ela como é gostoso chupar o Du.

Rê gostou da ideia e ambas saíram da água e já vieram retirando minha bermuda e me deixando nú, sem pudor Gaby caiu de boca e mostrou que aprendeu direitinho. Elas revezaram por um bom tempo enquanto Camila apenas olhava de perto o que elas faziam, o quanto gostavam e se divertiam. Quando estava quase gozando a Rê mandou parar e perguntou a Camila o que achou.

– É diferente, bem maior mas parece gostoso, quero tentar.

– Então vão para o quarto os dois, pode foder ela gostoso, apenas faça o que fez com a gente.

Peguei Camila no colo, aquela menina era muito desenvolvida, eu estava tentado a começar pelo anal ao invés do vaginal. A bunda dela era uma escultura. Então retirei seu biquíne e a coloquei na cama de barriga para cima, já deitada eu beijei sua boca de forma bem gostosa e fui descendo pelo corpo, suguei os seios durinhos e em pé para depois descer até seu mó te dê vênus.

Seus pelinhos nunca foram aparados, eram loirinhos e lindos, sem dó caí de boca e ela teve a reação mais forte das três, gritou de verdade, chegou a me assustar mas não parei. Quando olhei para a porta as outras duas estavam lá observando tudo e sorrindo, fiquei ainda mais excitado.

Subi novamente para sua boca e a beijei, agora com sabor de sua buceta, então ajeitei o pau no buraco e enquanto tentava penetrar apalpava seu seios e a beijava com carinho. Assim como as outras entrou fácil, restou um pouco de choro, mas foi rapidamente substituído por gemidos e pedidos de mais.

Variei as posições com ela, tendo extremo cuidado, afinal era sua primeira vez, e quando achei que não suportaria mais a Gaby entrou no meio e começou a chupar sua buceta enquanto eu foda. Mais uma vez um grito de desespero e dessa vez veio junto com um rio de urina e porra.

– Aí Camila, sua mijona, justo na minha boca?

A menina nem conseguia responder, termos dos pés a cabeça e estava mole.

– Cala. Boca Gaby, se bem me lembro ontem foi você que mijou em tudo.

Ficaram rindo e eu continuei bombando forte dentro dela. Quando não aguentava mais Rê veio e chupou minhas bolas enquanto Camilinha cavalgava. Foi o que faltava, enchi o canal dela de leite, foi porra pra caralho, gozei tanto que o pau até amoleceu.

Quando Camilinha desengatou Rê veio limpar meu pau com a boca, ela dizia que era pecado desperdiçar qualquer hora. Terminada a brincadeira fomos tomar banho, brincamos mais um pouco lá e depois fomos almoçar, estávamos varados de fome.

Camilinha no final aceitou ser minha esposa e disse ter adorado as chupadas na buceta. De todas essa virou a mais tarada, dava muito trabalho e precisava muito da Rê para dar conta do fogo dela.

Decidimos que queríamos viver juntos, então falamos com a mãe, que nem ligou, e seguimos para viver nossa vida de casados. Depois de duas semanas descobrimos que Rê estava grávida, fizemos uma festa daquelas com todos na cama e gozadas dentro de todas. A Gaby veio 6 meses depois, já a Camilinha, essa não quis filhos e se cuidou para isso, inclusive foi a única que não ficou com a gente depois de adulta, ela se envolveu com um médico mais velho e se casou oficialmente com ele.

Quanto a Gaby e Rê, elas, nunca quiseram me largar, dizem que eu era sua família delas e, mesmo que não tivéssemos filhos jamais me deixariam. Quanto a mim, tive de trabalhar muito mais para sustentar aquelas princesas e meus filhos, todos os três. Sim, a Camilinha, mesmo casada, vinha dar para mim, dizia que pinto igual não tinha e que apesar de amar o esposo eu aí da era seu primeiro amor. Nessa brincadeira ela descuidou na troca das pílulas e teve um bebê meu.

Não tinha como negar que era meu, nasceu moreninho como ela, mas com a rola preta e grande kkkk

Assim a estória das nossas vidas seguiu feliz.

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4 Comentários

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  • Responder Gabibarbosa

    Meu professor de ed física me engravidou quando eu tinha 11 anos, foi um choque pra todos, disse q um cara me pegou a força e fez comigo… deu tudo certo.. com 14 tive a segunda gravidez dele, hj estou com 19 anos e sempre q ele me fode ele diz que vai me engravidar, ele goza dentro de mim bem fundo e fala aí vai mais um pro trouxa do seu pai criar! Sei que É errado mas Isso me deixa com muito tesão.

  • Responder Negroeamor

    Meu telegran pifou, o novo é @negrotop, me chamem

  • Responder Viper

    Adorei os 5 contos, parabéns, foram deliciosos de ler

  • Responder Suzi

    Muito foda essa relação de vocês!
    Entrou fácil? Como assim?