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mostrando para o padrinho

1899 palavras | 19 |4.66
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Relato de uma pessoa que me enviou para desenvolver e escrever e publicar aqui.

O conto pode ficar chato no início, mais é preciso explicar para que todos entendam, não estou criando e sim relatando a realidade.
Tenho um amigo de infância, sempre moramos próximos quando criança e até a adolescência, estudávamos no mesmo colégio até terminarmos o segundo grau.
Descobrimos as coisas de sexos juntos e para falar a verdade, só não comemos um ao outro, mais batemos muitas punhetas um para o outro, não sei explicar porque não rolou uma  enrabadinha  nem uma chupetinha.
Tínhamos uma vizinha que era o nosso sonho de consumo, homenageamos  muito ela nas nossas punhetas, estudava também no mesmo colégio do bairro.
Fomos crescendo juntos e já na adolescência conseguimos namorar com ela, primeiro eu e depois ele.
Para a faculdade nos separamos eu e ele, mais continuamos amigos e ela namorando com ele.
Casaram e eu fui o padrinho de casamento deles.
Com um ano mais ou menos de casados anunciaram que ela estava grávida  de  uma menina.
A notícia foi a alegria das famílias dos dois e como continuamos muito amigos me foi prometido que seria o padrinho também da menina.
Tudo corria normal até ela completar cinco meses da gestação. Aí tudo começou a mudar, ela começou a se sentir ruim, desmaiava do nada, foi ficando fraca e os médicos não tinham explicação.
O tempo foi passando e com seis meses os médicos resolveram  interna-la pois  ela estava muito fraca e nada conseguia recuperá-la, até pentiando o cabelo ela cansava muito, não conseguia nem forças para se alimentar só..
Com oito meses ela não resistiu a doença e veio a falecer, mais os médicos conseguiram  salvar a menina.
Meu amigo se tornou pai e mãe de uma bebê desde o nascimento, cuidava dela sozinho, e a nossa amizade continuou, eu morava com os meus pais ainda, casei bem tarde
Sempre estávamos juntos, sempre estava na casa dele tomando umas geladas e comendo um churrasquinho, era nossa rotina todos os finais de semana, eu de vez em quanto tinha uma namorada, mais ele não, vivia para a filha.
Minha afilhada já com sete anos, era uma garota linda, cabelos no meio das costas, um corpinho de mocinha.
Apesar da idade, era bem desenvolvida, coxas grossas, bundinha empinadinha e os caroços dos  peitos  já dando sinal, iria ser precoce.
Eu sempre perguntava dele como era os banhos nela, como era viver só os dois, se  ele não aproveitava para tirar um casquinha, tinha muita intimidade para falar sobre isso. Ele sempre desconversava, dizia que via só como filha, ele sabia das minhas preferências,… sempre falava para eu  tirar o olho da minha afilhada.
Mais ela já preste a completar oito anos estava muito desenvolvida, a bundinha estava maior e os peitos já apresentavam uns carocinhos com bicos salientes, era carinhosa, abraçava e beijava ele,  sempre estava no colo dele e quase sempre só de calcinha de algodão com bichinhos ou florzinhas, moramos em uma cidade bem quente o ano inteiro.
Um belo dia, estávamos tomando nossa gelada,  era sábado, ela  deitada no tapete da sala vendo tv  e nos no sofá, eu vidrado naquela  bundinha e nos peitinhos inchados, como sempre só de calcinha.
Já tínhamos tomado bastante, ele bem calibrado,
Eu:- cara a Gisele tá ficando um tesãozinho, ela te dar muito carinho e beijos, não acredito  que você  não sinta nada quando dar banho nela!?
Você deve ficar só de cueca com ela no banheiro, não é?
Ele ficou me olhando por uns segundos ou minutos sei lá que tempo
– não, eu fico pelado com ela, sempre foi assim,
Eu:- e nunca rolou nada?
Ele:- sempre foi normal tomar banho com ela…..parou me olhou criando coragem para falar. E,  Mas uns meses atras, um dia tomando banho, já tinha finalizado o banho nela como sempre fazia e estava tomando o meu, tinha passado sabonete em mim e cheio de espuma de olhos fechados em baixo do chuveiro comecei a me enxaguar. Direpente sinto ela pegar no meu pau por curiosidade.
Fiquei parado sentindo sua mãozinha apertando ele, para não assustar, falei – meu amor, deixa o papai acabar logo o banho para irmos mudar de roupa!
Terminei, levei ela para o quarto e depois de cuidar dela lhe vesti e mandei ela ir ver seus filmes e me esperar na sala que eu iria fazer algo para comermos.
Ela saiu e eu fique pensando no ocorrido, nunca tinha acontecido antes, mais eu sentia nitidamente a maciez de sua mãozinha apertando meu pau, eu que vivia na punheta, aquela sensação fez meu cacete subir e ficar uma rocha, não tive outra escolha a não ser voltar para o banheiro e bater a melhor punheta da minha vida.
Eu com o pau trincando olhando para aquela bundinha que se mexendo vendo tv,  a calcinha entrou a metade no seu bumbum e ela displicentemente puxou  me mostrando toda a sua bundinha branquinha.
Falei:- e como foi depois nos banhos, continuou como eram?
Ele:- tentei, nos  seguintes  tomei cuidado para não ficar de frente para ela, sempre escondendo o pau. Não dava para deixar ela tomar banho sozinha.
Um dia eu não tinha batido minha costumeira punheta quando cheguei do trabalho e fui logo dar banho nela, a babá saia quando eu chegava e a Gisele não gostava de tomar banho com ela.
Tudo normal, dei seu banho e fui tomar o meu, fiquei de frente para a parede oposta a que ela estava e me despreocupei  concentrado no banho. Me veio no pensamento o tal dia, parece uma coisa, a minha caceta subiu como um raio e não deu tempo de concentrar para evitar, mais como eu estava para o outro lado  não percebi quando ela pegou e falou:- pai o seu pipi tá grandão! Já apertando, quase eu gozo na mão dela.
Eu tentando me controlar,- filha o papai já não falou que você não pode ficar pegando no pipi do papai!
Ela:- ,mais tá grandão e quente, sem tirar a mão.
Eu deixei ela pegar um pouco e pedi para ela soltar, mandei ela esperar no quarto que eu já iria terminar e ia cuidar dela, se ela não sai mais rápido eu teria gozado nela tão forte o que eu senti.
Eu:- você comeu ela? Ela ainda pega no seu pau?
Ele:- depois desse dia, eu não aguentava chegar no banheiro com ela, o pau já ficava duraço  e ela vinha pegar, eu comecei a deixar ela ficar mais tempo com ele na mão, ensinei ela a  punhetar até chegar próximo de gozar, era uma delícia que não dar para explicar.
Um dia ela punhetando, eu vi que ela gostava quando puxava a pele para baixo e a cabeça aparecia, ela  demorava olhando para a cabeça brilhando e babada, para ela tudo era novidade, aí veio a pergunta, – pai porque o seu pipi fica sempre duro agora quando agente toma banho?
Eu:- porque o papai chega estressado do trabalho!
Ela:-:e agora vai ficar sempre duro, não vai ficar para baixo novamente?
Ela nunca via como eu fazia para ele voltar o normal, mais resolvi mostrar para ela.
– filha, para voltar a ficar mole novamente, só você pode fazer!
Ela:-  como papai?
Eu:- você vai fazer como o papai ensinar  para você, tá bom? Vai sair um leitinho daqui, mostrei a cabeça para ela, mais só sai para você que é linda e inteligente, e não pode contar para ninguém o que fazemos aqui, porque se não ele não vai mais sair o leitinho e não vai ficar mais mole, você promete que não vai contar para ninguém, nem para  sua professora?
Ela:- prometo pai, não vou contar para ninguém, juro, beijando os dedinhos em forma de cruz
Eu;- tá bom minha delicinha, toda essa conversa e ela não soltava ele
Ensinei ela a punhetar, ficava cansadinha, pegava com as duas mãos até eu gozar horrores, na primeira vez que ela viu eu gozar, tomou um susto e soltou, quase bate no seu rostinho.
Claro que agora ela já até chupa e bebe tudo para ficar cada vez mais bonita e forte, e também  sabe que eu posso ficar estressado a qualquer momento e lugar e só ela para me aliviar e socorrer, e ainda não comi.
Eu estava quase gozando na calça ouvindo ele contar e ela ali pertinho, não sabia como aproveitar aquela oportunidade de ouro.
Eu:- em qualquer lugar você pede para ela te aliviar?
Ele,:- claro que não, só quando estamos a  sois em casa.
Eu com um ar de incredulo, falo:-
Cara não estou acreditando que ela faz só em você falar isso de estressado!
Ele ficou me olhando, tomou mais um pouco de cerveja, sem me dizer nada, olha para ela e  chama,  filha! Ela levanta a cabeça olhando para ele e pergunta:- o que foi pai?
Ele:- meu bebê, papai tá muito estressado precisando da minha filhinha!
Ela sentou no chão e falou,:- o senhor não falou que eu não posso fazer quando estiver gente   aqui em casa e nem na frente da Ruth?(sua babá).
Ele,:- mais o seu padrinho pode ver, eu deixo!
Ela veio de joelhos e se posicionou no meio de suas pernas, puxou o calção dele  para baixo com a sua ajuda e saltou seu caralho muito duro, ela pegou apertou, deu beijo na cabeça e começou a punhetar, mostrava a cabeça brilhante e deixava sumir novamente, fez isso umas dez vezes, e ele com a cabeça jogada para trás só bufava com a sensação.
Ela puxou mais uma vez a pele para baixo expondo a cabeça e colocou na boca chupando gostoso, eu já quase perdendo o controle, e ela na chupeta no pai.
Ele começou a gemer forte anunciando que iria gozar e ela já bem treinada, colocou a boca só na cabeça para receber a gozada e não derramar nada, quando sentiu a primeira golfada, começou a engolir e ele lhe segurava a cabeça até acalmar de vez.
Ela tirou a boca, tinha engolido tudo e passou a costa da mão na boca e me deu um sorriso.
Eu tava explodindo de tesão quando ele se virou para mim, desabutuou minha bermuda, tirou  meu pau para fora e segurando falou para ela, :- olha o padrinho está muito estressado também, vem aliviar ele. Ela falou;- posso nele também?
Ele:- pode o papai deixa, só pode fazer em quem o papai deixar minha linda!, Ela veio pegou o meu pau…….
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19 Comentários

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  • Responder Luiz Antônio

    Continuando (final)
    De todas as ninas que me envolvi, minha afilhada foi a que mais me marcou.
    Foi a gozada mais intensa que tive desde então.
    Ficamos deitados na cama por um bom tempo, ela quis tomar banho por estava escorrendo muits porra da bucetinha dela. Levantamos e fomos pro banho.
    Deitamos na cama depois e ficamos conversando, falei que td que fizemos e o que poderíamos fazer depois, tinha que ser um segredo só nosso.
    Ainda trepamos mais uma vez, antes de tomar outro banho pra ir embora.
    Fomos andar pelo shopping, comprei mais algumas coisas pra ela e a levei pra casa.
    Ela já sabia que tinha comprado uma bike pq mostrei antes de subir para a kitnete. Mas para os país, eu havia comprado no shopping.
    Foram dois anos assim, eu ia pra minha cidade qdo dava, íamos pra kit e passávamos ótimos momentos.
    Qdo ela fez 13a, o compadre sofreu um acidente e se foi, e a comadre, se juntou com um cara que a Isa não gostava muito. Assim ela foi morar comigo no PR.
    Hj ela está com 40a, é mãe de duas belas meninas, nossas filhas, a Kátia de 19, e a Bella de 16. Até hj estamos juntos. Hj aos 56a, já estou aposentado, do trabalho, é claro, mas ainda brinco muito com a minha “afilhada”.

  • Responder Luiz Antônio

    Continuando (3)
    Como falei, joguei com ela.
    Disse-lhe que se não queria falar comigo, era pq boa coisa não era.
    Ela me olhou e falou.
    – ah padrinho…vc sabe o que é…
    – não sei, vc não quer me falar…
    Como ela não se decidia, falei.
    – bom, se vc não quer mesmo falar, vamos embora então.
    No carro ela se mostrava inquieta, perguntei o que era, e ela se abriu.
    Diazendo que os meninos só queriam se aproveitar, e que eles levavam as meninas para a sala do teatro, e lá passavam a mão nelas, e que as vezes, eles mostravam o pinto tbm. Foi a deixa que eu precisava. Perguntei se ela já tinha ido tbm, se passaram a mão nela e se já tinham mostrado o pinto pra ela.
    Nesse momento ela pareceu assustada, se calou como se pensasse no que ia falar. Mas, não dei trégua, fui direto ao ponto.
    – e aí, o pinto que vc viu, era grande ?
    Ela sorriu de nervoso, e respondeu falando baixinho.
    – mais ou menos…
    Diminui a velocidade e falei.
    – mais ou menos como, me explica isso…
    Ela se ajeitou no banco do carro, e começou a falar.
    – ai padrinhoo…pq vc quer saber ?
    – ué, pq sim…tô curioso, e já falei que isso é um segredo só nosso, não é pra comentar com ninguém, ninguém mesmo…

    • Luiz Antônio

      Continuando(4)
      Ela me assegurou que ninguém sabia, que eu era o primeiro.
      Perguntei quem mais ia com os meninos. Ela contou que era só ela e uma amiga, e que era só um menino do Fund II. Estranhei pq ela havia falado “os meninos”, e cobrei isso. Ela explicou, que à amiga sempre fala que os meninos só querem aproveitar, por isso falou.
      Eu já estava quase gozando na cueca, só de imaginar ela olhando pra rola do tal garoto. Voltei a pergunta, se a rola era grande ou não. Ela falou que achou normal, pq nunca viu outra. A resposta abriu a porta que eu queria. Já estávamos quase perto de onde ela morava, sugeri ir pra outro lugar, ela aceitou. Fui pra casa da minha mãe, pq sabia que após o almoço, ela costumava dormir a tarde, arrisquei. Entramos, o silêncio era total. Fui até o quarto, minha mãe não estava. Olhei td, e nada. Foi melhor que o esperado. Verifiquei se td estava trancado, e voltei pra sala. Sentei ao lado dela, peguei-a no colo, e perguntei, se ela chegou beijar o menino na boca e onde ele passava a mão.
      Ela disse que eram só selinhos, e apontou para os seios, e depois pra bucetinha.
      Sem pedir, puxei uma alça do vestido, e acariciei um seio. Ela apenas sorriu.

    • Luiz Antônio

      Continuando(5)
      Qdo acariciei-lhe o seio, e ela sorriu, achei que podia avançar um pouco mais.
      Abaixei a outra alça, mas não toquei-lhe os seios, abracei-a, e senti que ela estava tremendo. Perguntei.
      – tá com medo do padrinho ?
      Ela me olhou de um jeito estranho, então sussurrei em seu ouvido.
      – fica calma, que o padrinho não vai fazer nada que vc não quiser…tá bom ?
      – ahã…
      – confia no padrinho ?
      – ahã
      Dei um selinho, ela retribuiu.
      Perguntei se ela já sabia beijar na boca. Disse que não, perguntei.
      – quer aprender ?
      – ahã…
      Foi o beijo mais desajeitado que já senti, porém o mais gostoso, e o mais apaixonante.
      Perguntei se ela queria ver meu pau tbm, ela quis. Levantei, fui no quarto, tirei a roupa e voltei nu. Qdo me viu, se espantou e começou a rir. Sentei ao lado dela, e fiz ela pegar, e acariciar minha rola. Depois falei que era a vez dela. Ajudei-a se despir, e qdo a vi nua, quase gozei. Foi a bucetinha mais linda que vi até hj. Brincamos muito aquela tarde. Chupei aquela bucetinha até sentir os espamos de seu corpo e ela pedir pra eu parar. Ela tbm chupou, meio desajeitada no início, mas pegou o jeito rápido.

    • Luiz Antônio

      Continuando(6)
      Tomamos banho juntos, com cuidado pra não molhar os cabelos dela. Nos vestimos e saímos. Antes de leva-la pra casa, resolvi dar uma volta pelo shopping que ela estava acostumada a ir com os país. Tomamos sorvetes, lanchamos, ela ganhou mais presentes, e levei-a pra casa. Qdo chegamos, o compadre estava dormindo. Ela ficou toda radiante mostrando pra mãe td que ganhou. Fiquei conversando com a comadre pouco mais de uma hr e fui embora, não sem antes falar com Isa, que caso perguntassem onde fomos, ela contar só o que combinamos. Fiquei de voltar no outro fds, pra leva-la num famoso parque aquático. Ela se mostrou mais inteligente do que pensei. Soube se sair muito bem, qdo a mãe perguntou onde fomos o que fizemos e tal. Saímos cedo no sábado, pra ir ao tal parque. Passamos um dia ótimo, brincamos muito, mas a brincadeira melhor, foi no chalé que aluguei no parque. Perdi as contas de qtas vezes gozei com ela e a fiz gozar tbm(ninas novinhas gozam sim). A tardezinha já estávamos na casa dela. Fiquei mais uma semana, e antes de voltar para o trabalho, prometi de visita-la pelo menos uma vez ao mês, se tivesse tempo sobrando. Infelizmente não deu.

    • Luiz Antônio

      Continuando (7)
      Infelizmente não tive como cumprir a promessa, mas falava com ela toda semana por telefone, e pedia a minha assistente para comprar algum presente, e enviar pelos Correios, e ela adorava. Voltei três meses depois para o seu aniversário de 10a. No mesmo dia que cheguei, com a desculpa de comprar um presente pra ela, pq eu já tinha comprado. Fui busca-la na escola, e se vacilo, ela tinha me beijado na boca na porta da escola. Eu já tinha td preparado, havia alugado até uma kit mobiliada, só comprei algumas roupas de cama, mesa e banho, e produtos de higiene pessoal.
      Assim que a peguei na escola, fomos direto pra “casa”. Chegamos, ela olhou e perguntou de quem era aquele “ap”, falei que era de um amigo do trabalho. Mas eu queria mesmo era matar as saudades dos beijos e do gostinho da bucetinha dela, era isso que me interessava.
      Qdo tirei sua roupa, e olhei pra bucetinha, ela riu toda orgulhosa, mostrando seus primeiros pelos pubianos.
      Depois de muitos beijos e carícias, e faze-la gozar seguidas vezes chupando sua bucetinha deliciosa, perguntei se ela deixava eu colocar minha rola nela. Me perguntou se ia doer, falei que seria carinhoso, e se doesse eu parava.

    • Luiz Antônio

      Continuando (8)
      Falei que seria carinhoso, e se ela se sentisse incomodada, era só falar que eu parava.
      Na posição papai-mamãe, me ajeitei sobre ela, e comecei a pincelar a rola na bucetinha dela. Ela me olhava com um jeito apreensivo, mas eu falava pra ela relaxar, que ia ser tão gostoso como qdo eu chupava ela. Qdo senti que ela estava totalmente relaxada, e entregue. Dei uma estocada de leve. Ela estava tão excitada qto eu e seus fluidos chegavam escorrer, a cabeça entrou de uma só vez, rompendo seu cabacinho. Ela deu só um gritinho de dor, e me abraçou por inteiro, entrelaçando as pernas na minha cintura. Esperei ela assimilar a dor inicial, e fui penetrando lentamente com calma, até sentir nossas pelves coladas. Beijava a boca dela com volúpia ao mesmo tempo que me movimentava dentro dela. A respiração dela estava ofegante, e ela gemia muito. Perguntei se estava doendo, ela disse que não, que estava sentindo uma coisa estranha. E assim fui socando devagar, até que senti que ia gozar e acelerei um pouco. Explodi dentro dela, e a sensação que tive, é que não ia parar de ejacular, tamanha quantidade de gala que despejei dentro dela.

  • Responder Luiz Antônio

    Eu trabalhava no PR, e faziam dois anos que não via minha afilhada. Resolvi tirar férias e viajar pro meu estado. Cheguei no sábado a tarde. Descansei, e resolvi sair um pouco. Qdo cheguei na casa do meu comprade, dei de cara com a Isa. Aquela magrelinha de antes, se fora. Apesar da idade, seu corpo começava a tomar formas. Coxas grossas, bundinha arrebitada, e seios bem desenvolvidos, pequenos, porém belos. Cabelos compridos, com franjas que emolduravam seu belo rosto. E os olhos azuis, coroavam o conjunto da obra.
    Ela estava com 9a, e naquela época não tinha Internet, só nos falávamos por telefone.
    Qdo me viu, toda feliz, saiu gritando pela casa anunciando minha chegada.
    Meu comprade veio ao meu encontro junto com a comadre. Enfim, colocamos as conversas em dia, e perto das 22h, resolvi ir embora. Depois de um banho, deitado em minha cama, veio a imagem da Isa na cabeça, e qdo dei por mim, estava de pau duro, imaginando mil coisas com a minha afilhada. Não teve como dormir, sem antes tocar uma bela punheta, imaginando desfrutar daquele corpinho delicioso. Desde mais novo, sempre gostei de ninas, e a Isa estava um tesãozinho, e se tivesse chance, eu ia brincar com ela.

    • Luiz Antônio

      Continuando…
      Eu só não sabia como fazer pra ficar a sós com ela, mas ia pensar num jeito.
      Acordei pela manhã, já pensando em busca-la pra passear um pouco e leva-la ao cinema. Falei pra minha mãe não me esperar para o almoço, ela chiou um pouco mas entendeu qdo falei que ia passear com a Isa. Peguei o carro do meu pai, e fui pra casa do compadre. Quinze minutos depois, eu e a Isa estávamos a caminho de um shopping. Não a levei onde ela estava acostumada, fui em outro. Ela estava linda.
      Vestido de alcinhas, na altura das coxas, uma sandália rasteirinha que combinava bem. Cabelos presos por um arco com a mesma estampa do vestido, e com os seios deliciosamente livres, leves e soltos. Enfim, ela estava linda e extremamente sensual.
      Eu não podia e nem queria ir diretamente ao pote, então conversamos sobre quase tudo.
      Já no shopping, depois de comprar alguns presentinhos básicos, tênis, blusinhas, maquiagens e perfumes, fomos almoçar pq já passava das 12h. Almoçamos, ela pediu sobremesa e depois fomos ao cinema. Durante a sessão, eu não estava nem aí pro filme, minha atenção era toda nela. Ficava imaginando uma forma de aborda-la, sem correr o risco de assusta-la, mas não sabia como.

    • Luiz Antônio

      Continuando (2)
      Então a minha ideia era tentar um jeito de aborda-la, como eu disse, sem assusta-la.
      E ela acabou me entregando de bandeja, o que eu queria.
      Saímos do cinema, e fomos caminhar pelo shopping, qdo passamos em frente uma loja, ela comentou que na escola tinha um menino, tão bonito qto o do cartaz da loja. Perguntei se ela tinha namorado, ela riu e respondeu que não. Duvidei em tom de brincadeira, dizendo que uma garota linda como ela, devia ter vários pretendentes. Ela entrou na onda e acabou soltando uma pérola, que me deixou um tanto surpreso. Disse-me que os garotos da escola, só queriam aproveitar das meninas, e riu depois de falar. Insisti, perguntando o que seria aproveitar das meninas. Ela ficou pensativa, e respondeu bem assim.
      – ah padrinho, tenho vergonha de falar isso…rsrsrs…
      Opa, era chance que eu queria, e confesso que já estava até excitado com aquela conversa.
      Fui por outro caminho, precisava conquistar a confiança dela, então falei que qq coisa que ela falasse, ia ser um segredo só nosso, e que ela não precisava ter vergonha, e podia falar sobre o que quisesse comigo.
      Como ela se mostrou apreensiva, joguei com ela.

  • Responder Marcelo o tesudo

    q maravinha Continue…. merece 1000.000 de votos

  • Responder Ronaldo mineirinho

    Que bom que você voltou Eletrônico, muito bom o conto meu deixou de pau bem duro. Eletrônico continue com seus contos porque tem quase um ano que você não escreve e eles são ótimos.

    • Eletrônico

      Estou encerrando a sequência do início com o meu garoto e vou publicar…e obrigado por curtir meus contos.

  • Responder JP

    Tesao de garotinha!!! Manda mais! Telegram JP_UK

  • Responder paulinha

    maravilha continua logo

  • Responder Adoro ninfetas.

    Que delícia de putinha!

  • Responder Ex

    Adoro incesto , muito bom relatos de pai e filhas .

  • Responder Boldin

    Muito bom, continua

  • Responder jair

    tesão de conto. Concerteza que ele meteu na bundinha dela.