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Minha querida aluninha – continuação

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Ela choramingava, me empurrava, me arranha, tudo sem sucesso. Ela apenas me excitava mais com essas atitudes, ela estava com o rosto bem molhado e vermelho de tanto chorar. Continuei com o beijo lascivo, passei as mãos por todo seu corpinho adolescente. Joguei ela no chão e eu fui pra cima dela, na hora ela começou a pedir que eu parasse, ela falava muito alto e alguém poderia ouvir. Enquanto ela falava, dei um forte tapa em seu rosto, o tapa foi tão forte que ficou marafado em seu rosto. Na hora ela arregalou os olhos e parou de falar. Não sei o que me deu que eu gostei de dar tapas em seu rosto, dei mais alguns tapas em seu rosto, até que me controlei, nessa altura meu pau já pulsava de tanto tensão. Sem perder mais tempo, fui despindo-a lentamente e ela continuou com a chorar, mas silenciosa. Quando finalmente ela estava totalmente nua, indefesa, toda minha, acho que por extinto, ela se encolheu e colocou as mãos em seus pequeninos seios na intenção de se esconder. Observe aquela garota totalmente vulnerável por alguns segundos e fui beijando seu pescoço, dei uns chupões, queria deixar minha marca nela. Desci lambendo toda extensão de seu corpo, lambi as partes internas de suas coxas e cuspi em sua bucetinha. Ela me olhava com uma tristeza e melancolia achando que ia me comover, mas ao contrário, aquilo aumentava ainda mais o meu tesão. Coloquei meu pau na sua entradinha e fui enfiando, a boceta dela era muito apertada e estava seca.
ELA- Por favor, por favor não faz isso… por favor. Quase que sua voz não saia, sua delicada e suave voz que estava bem trêmula e baixa, a coitadinha estava pálida e gelada.
EU- Ah, Thays…
Nem falei mais nada, continuei a enfiar até que senti seu cabacinho, coloquei a mão em sua boca e com tudo, estoquei até o talo, ela deu um grito que mesmo abafado foi um pouco alto, as lágrimas saiam em abundância de seus olhos. Permaneci com a mão lá e fui socando, cada vez mais forte, o atrito de nossa pele fazia um som ótimo para meus ouvidos. Ela arranhava, portava meu braço, mordia minha mão e eu cada vez com mais violência e força. Quando estava chegando no meu ápice, meti forte e deixei os jatos de porra inundarem sua parede vaginal, deixei meu pau amolecer e tirei, ao tirar de dentro dela, uma mistura de porra e sangue saia de dentro dela. Ela continuou encolhida no chão enquanto subiu meu zíper e ajeitava o cinto. Ela sentada no chão começou a se vestir, ela terminou de se vestir e eu limpei o chão com papel, ela ficou sentada em uma carteira olhando para baixo. Finalmente abri a porta, mais que depressa ela se levantou e correu meio que mancando para porta, antes que ela atravessasse a porta chamei ela. Ela petrificou, nem virou para olhar para mim.
EU- Thays, foi ótima no estudo Dirigido. Parabéns! E lembra do que te falei, né? Aí de você, se contar…
Ela balançou a cabeça afirmando e foi embora quase correndo. O resto do ano foi ela me evitando. Em setembro, percebi uma saliência em sua barriga, fiquei pensativo, mas deixei para lá. O tempo foi passando e a barriga dela foi crescendo, crescendo e tinha que ir tirar essa estória a limpo. Em um intervalo, falei que tinha que conversar com ela, enquanto eu falava com ela, a tal evita olhar nos meus olhos e tinha um certo ódio em seu olhar. Falei que se ela quisesse falar que eu era o pai para a família, não teria problema. Mas que ela não falasse que tinha sido estuprada, que tinha sido com o consentimentos dela, ela balançou a cabeça afirmando e se levantou para sair. Antes que ela saísse perguntei se podia tocar em sua barriga, ela na hora falou não, não insisti mais e ela saiu. Fiquei com o pensamento o dia todo em Thays, passando um tempo conheci a mãe dela, a mãe dela pensa que foi safadeza da filha, o que foi um alívio para mim. Entrei num acordo com a mãe dela, e de vez enquanto ia lá ver minha gravidazia. Adorava ver sua carinha de espanto com aquele barrigão. Fiquei de comprar toda as coisas do bebê que já nasceu, prematuro, mas tá bem. É um menino, Thays ainda tem muito ódio e raiva de mim, mas ela não tá errado, também não quer que eu chegue perto dela e nem do meu meninão. Mas vou deixar ela em paz, por um tempo e ajudar com os gastos.

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6 Comentários

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  • Responder Cícero ID:41igiywmm9cm

    Tá louco…conto ruim da porra.
    Sempre me senti atraído por ninas e ninos, mas nunca forcei uma situação,todas as vezes que rolou algo, foi na boa, e qdo não queriam mais do que as brincadeiras mais ousadas, eu ficava de boa, não avançava o sinal nem ferrando. Tinha uma guria, neta da minha vizinha, que adorava “brincar” mas não passava disso. Ela tinha dez anos, gostava mesmo era de chupar e ser chupada, o máximo que ela deixava era esfregar a rola na xotinha e no cusinho na hr de gozar, e mais nada. Ficamos nessa onda por muito tempo. Foram uns dois anos só assim, até que um dia ela chegou em casa, e estávamos brincando no sofá, ela disse que queria “tentar”, mas ela já estava com doze anos, e já menstruava tbm, e tinha medo de engravidar, e assim com jeito, paciência e muito carinho, tirei as preguinhas dela. Depois desse dia, sempre que pintava uma oportunidade, ela me dava o cusinho. Só fui tirar o cabacinho da xotinha dela mais de um ano depois de ter tirado as preguinhas. Metia na xotinha dela direto, mas qdo ia gozar, tirava e botava no cusinho, ou na boquinha dela. E foi assim com todas que me envolvi, só rolava sexo mesmo, se elas quisessem. E com ninos tbm era assim, se na hr pedissem pra eu parar, eu parava e pronto, só rolava qdo eles queriam. Enfim, nunca forcei mesmo, e por isso me dei bem com a maioria dos que me envolvi.

  • Responder Anônimo ID:1se64pd14

    Horrível

  • Responder Zé Casquete ID:8d5kxrsd9c1

    Que bosta!

  • Responder Nikki ID:h4827wp8jl

    Transar com garotas a cima de 15 (com consentimento delas é claro) a lei permite, mas estupro é monstruoso, espero que vc apodreça na cadeia.

  • Responder Ingrid ID:5pmopkujhrbr

    Ela deveria era deixar de ser boba e te denunciar! Porque lugar de monstros como você é na cadeia!

  • Responder piroca gostosa ID:19mikddm25

    Esse conto é uma porra foda-se eu vou te denunciar porra cara vai sofrer co nunca na prisão.