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Meu vovô, meu primeiro homem

2005 palavras | 8 |4.50
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O que vou contar pra vocês agora é uma história de paixão de verdade, que começou quando eu era pequena. Eu sou filha única dos meus pais e fui criada morando na casa dos meus avós paternos por um bom tempo.
Assim eu nasci e cresci até uns nove anos na casa dos meus avós. Quando eu era pequena lembro de me sentar no colo do vovô e sentir algo embaixo das minhas pernas. Eu adorava e ficava me esfregando devagarinho, até ele me tirar. Ele nem sempre deixava, às vezes só dizia pra eu sair.
Às vezes, dependendo da hora, dizia que estava na hora de me dar banho (geralmente antes do almoço ele ou vovó me davam banho e de tardinha, pra meus pais chegarem do trabalho e me encontrarem banhada).
Meu avô era um homem esbelto, alto que eu achava lindo. Era forte, mas muito cuidadoso. Tinha os cabelos grisalhos e uma barba fechada, cheirosa que eu gostava de ficar enrolando com meus dedinhos. Eu realmente era apaixonada por ele.
Quando era o vovô que me dava banho era sempre mais gostoso. Ele demorava mais tempo lavando minha florzinha e meu botãozinho, muito mais que a vovó, e de forma mais carinhosa. Eu adorava! E quando ele me levava pro quarto pra me enxugar, às vezes dava um beijinho neles e dizia que era nosso segredinho. Quando ele não dava, eu mesma pedia: “beijinho na florzinha, vovô”. Muito gostoso!
E vovô passando pomada pra assadura também era bom demais.
Vovó, claro, não via nada disso. Ela deixava ele cuidar de mim, mas tudo era diferente na presença de qualquer pessoa e eu adorava porque me sentia cúmplice dele, do meu amor.
Cansei de dormir de camisola no sofá, com a cabeça encostada no colo do vovô e quando começava a fingir cochilar, sentia ele colocar a mão dentro da minha calcinha frouxinha ou pela folga da perna e subir e descer o dedo entre os lábios da minha xaninha. É esse tipo de carinho que faz a menina crescer gostando de toques.
Eu adorava!
Mas meus pais finalmente compraram uma casa própria e eu tive que sair de lá. Meu pai não era carinhoso como vovô e não tinha tempo pra cuidar de mim, dar banho, perfumar, passar pomada, nada. Eu sentia muita falta do meu avô. Sempre íamos visitar eles, mas nenhum dos nossos momentos acontecia mais, me deixando triste.
O tempo passou e quando eu estava com 11 anos, meus pais se divorciaram. Eu morava com a minha mãe e meu pai casou com outra mulher. Ele não ligava muito pra mim, mas tinha direito a visitas e 15 dias das minhas férias. Resultado? Quando chegou a época de férias, ele me buscou e me deixou na casa dos meus avós. Eu não achei ruim, amava meus avós e era apaixonada pelo meu avô! Mas tudo havia mudado. Hoje eu sei que era porque eu era maior, e meu avô não faria mais aquelas coisas com medo que eu contasse. Mas eu não contaria jamais.
Eu fazia de tudo pra sentar no colo dele, mas ele não deixava eu ficar muito tempo, dizia que estava grande e pesada.
Eu não era magra, tinha uma bundinha pequena e redondinha, coxinhas grossas e botõezinhos de peitinhos saindo. Sou daquela corzinha dourada entre branca e morena, cabelos castanhos médios mas que era mais dourados quando eu era criança.
Mas eu achava que era verdade!
Uma vez pedi pra sentar no colo dele pra ver TV. Estávamos só eu e ele em casa, no comecinho da noite e vovó tinha ido ao mercado. Estava passando o jornal. Nem esperei ele dizer que sim e me acomodei no lugar que eu gostava: de bundinha bem em cima do meio das pernas dele, onde antes sentia crescer algo gostoso. Me acomodei e fiquei me mexendo devagarinho, tentando sentir. Logo começou a mágica! Sentia algo ficar inchado ali e eu adorava e forçava mais ainda minha bundinha pra baixo. Quando senti que estava bem duro do jeito que eu gostava, eu mudei um pouco de posição, pra sentir na minha florzinha aquilo (que era onde era mais gostoso).
O vovô me segurou pela cintura e disse: “agora chega, você está grande, está machucando o vovô”.
Aí eu pedi: “ah, vovô, mais um pouquinho, eu gosto tanto! Quando eu era pequena, adorava sentar no seu colo, o senhor lembra?”. Falei isso rebolando devagarinho e forte naquele negócio duro gostoso embaixo do pijama dele.
Ele me tirou de uma vez de cima dele e levantou. Eu vi aquela coisa dura forçar a roupa dele pra frente. Sabia que era aquilo que me fazia feliz, mas ele não me deixou mais chegar perto. Me puxou pelo braço e me levou pro quarto, me fez deitar na cama, me cobriu.
“Mocinha, vá dormir. Não fique falando essas coisas pra ninguém.”
“Falar o que?”
“Que sentava no meu colo, essas coisas… As pessoas podem entender mal. Vovó pode não gostar”
“Mas o que tem? Eu sinto sua falta. O senhor sempre foi carinhoso comigo”.
“Você lembra?”
Ele falou meio engasgado, meio nervoso.
“Lembro, vovô. O senhor dava beijinho na minha florzinha e fazia carinho nela pra eu dormir. Eu gostava tanto!”
Ele ficou me olhando…
“Não sabia que você lembrava”.
“Eu fingia que dormia só pro senhor fazer carinho nela”.
Ele riu…
“Você já era safadinha, é?”
Eu ri, ele veio, beijou minha testa e acariciou minha barriga. Eu segurei a mão dele e fiquei empurrando.
“Meu amor, vovô não pode fazer essas coisas..”
“Só um pouquinho, vovô, por favor.”
Ele desceu a mão, estava tremendo. Ficou fazendo carinho na minha barriga e a mão descendo pela minha xaninha, subiu no montinho, senti o dedo deslizar pelo meio, por cima da calcinha e me abri. Fechei os olhos. Estava ansiosa por aquele carinho de novo!
Abri as perninhas e senti o dedo dele passar tímido pra cima e pra baixo no meio da minha bucetinha, que estava ficando sensível. Mas eu queria pele na pele.
Puxei a calcinha frouxinha pro lado, fazendo o dedo dele encostar na minha bichinha quente e me abri mais. O lençol estava por cima de mim e o braço dele por baixo do lençol.
Senti quando ela começou a soltar babinha.
“Você é tão linda, meu amor, vovô te ama tanto.”
“Ainnnn, também te amo, vovô. Assim é tããão gostosoooso”
Estava toda derretida sentindo o dedo dele se apertar na minha xaninha melada.
Foi esquentando, melando, eu fui sentindo um calor no meio das pernas.
Eu tirei o lençol de cima de mim, porque estava bem afogueada e vovô se inclinou pra ver.
“Nossa, você está com uma buceta linda”
“Uma o que?”
“Buceta, sua florzinha.”
“O nome dela é buceta?”
Ele prendeu a respiração, gemeu e apertou o dedo em cima.
“É… mas não conta pra ninguém”.
Aquela apertada foi gostosa demais e eu tentava me abrir mais. Peguei nas minhas virilhas e me expus mais pra ele.
“Assim, vovô, assimmmmm… ”
Na descida, sentia ele empurrar a pontinha do dedo pra dentro e tirar. Sempre um pouquinho mais…
Ele se inclinou em cima de mim.
“Beija minha florzinha, vovô.”
Ele respirou…
“Beija, vovô, minha buceta”
Senti o nariz dele e a respiração e senti quando começou a passar a língua alternando com beijinhos. Ele ficou pressionando um lugarzinho gostoso, fazendo movimentos em círculo que me faziam tremer inteira e sentia a boca dele em cima da parte aberta da minha bucetinha melada.
Ele começou a sugar no buraco, sentia um dedo pressionar, a língua dele se mexer, o outro dedo apertar o lugar sensível.
Sentia umas chupadas fortes, o dedo rápido, o outro forçar o buraquinho, era uma mistura gostosa demais e eu gemia e me mexia, me rebolava e gemia e dizia: “assimmm, vovô… te amo vovô…. ”
Ele tirou a boca.
“Pede pra eu chupar sua buceta!”
“Que?”
“Pede, vai…”
“Chupa minha buceta, vovô….”
Ele meteu a boca de novo com toda força, senti a língua passar pela minha bucetinha inteira, e o dedo que não desgrudava do botãozinho se mexendo rápido. O outro pressionar embaixo.
“Chu…chupa a buce….taaaa, vovô”.
Foi subindo um fogo, uma onda e eu me tremi inteira, tendo meu primeiro gozo. E a boca do vovô não desgrudava.
Quando fui me acalmando, respirando fundo e devagar, ele tirou a boca de lá fazendo um vácuo gostoso.
“Gostou minha linda?”
Ele respirava fundo.
“Ahammmmmm”
Ele pegou o dedo melado e passou em cima dos meus lábios. Eu deixei a boca entreaberta respirando e ele colocava o dedo suavemente dentro da minha boca. Senti meu próprio gosto.
“Põe a língua pra fora, amor”.
Obedeci, como se fosse chupar um pirulito.
Ele ficou esfregando o dedo na minha língua. De repente, me dei conta que um dedo dele ainda estava dentro de mim. Mas não doía. Só soube porque ele tirou.
Ele levou a mão, ele soltou a cordinha do pijama e eu finalmente vi aquilo que me dava tanto prazer. Um negócio duro, apontando pra cima, babado, com um morango avermelhado na ponta que tinha uma boquinha. Eu sabia que homens tinham pau mas nunca tinha visto.
“Pega aqui, amorzinho”.
Ele puxou a minha mão e eu senti aquela coisa quente e melada.
“Isso, aperta a rola do vovô.Mexe assim….”
Fiquei admirada vendo aquilo e comecei a mexer pra cima e pra baixo como ele ensinou.
A mão dele voltou pra minha buceta e o dedo voltou a abrir caminho no meu buraquinho melado.
“Põe a boquinha aqui”.
“Na sua… rola?”
“Isso, chupa minha rola. Dá uma mamada aqui na cabeça…”
Me inclinei e tentei pôr na boca e chupar como um sorvete. Ele gemia.
Vovô segurou minha cabeça e empurrava, fazendo entrar mais, mas era carinhoso. Eu queria retribuir, ele era tão bom comigo!!!!!
Me esforcei pra engolir e sugar a rola dele e via ele gemer e arfar enquanto o dedo se mexia dentro de mim e forçava mais pra dentro.
Tirei a boca e avisei:
“Vovô, tá doendo um pouquinho minha buceta”
“Chupa mais minha rola, amorzinho, vai… Mama e deixa o vovô cuidar da sua buceta. Dói mas depois passa. Saiu um sanguezinho mas não se assuste. É pra você fazer o que gosta sem dor”
Confiei nele, abri mais as pernas e me esforcei na chupada daquela rola, era gostoso! Era macia, quente, molhada e salgadinha. Tinha cheirinho de sabonete.
Ele enfiou mais o dedo e agora ardia, mas eu confiava nele e tentava deixar entrar mais, me abrindo. Ardia bastante. Ele puxava e empurrava e doía, mas nada insuportável.
“Vou gozar, mama tudo. Mama….”
Não deu tempo imaginar o que era gozar. Senti um leite quente invadir minha boca e garganta. Me assustei, tirei a boca tossindo e aquilo espirrou minha cara, entrou pelo nariz, pegou no olho, orelha, cabelo. Na minha buceta, o dedo dele entrou com força e ficou parado lá no fundo. Eu sentia quase na barriga.
Ele gemeu, arfou e aquilo foi parando de espirrar em mim. Eu engoli parte do que entrou na minha boca e o gosto era estranho.
“aiiiii, amor… que delícia. vá se lavar, vai…”
Eu levantei e fui ao banheiro me lavar, meu rosto ardia. Preferi tomar um banho e senti arder a água na minha buceta e nos meus olhos.
Quando saí, ele não estava mais lá. Eu estava cansada e com sono, então deitei e dormi.
(Continua…)

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8 Comentários

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  • Responder Orquídea

    Adorei seu contato queria eu ter tido um avô pra me iniciar quando pequena meu pai ficava alisantmi há pepeka quando eu tinha uns 6 ou 7 anos mas do nada ele parou e nunca mais fez de novo fiquei só na vontade e sim mesmo novinha eu gostava e sentia uma quantura lá embaixo a consequência e que eu comecei a me esfregar em tudo que me fazia sentir aquela coleirinha gostosa que se tinha quando ele me alisava

  • Responder Mel

    Delicia de conto.

  • Responder FABIO

    otimo muito bom

  • Responder iamsantinho

    Hummm…. Safadinha!!!!

  • Responder lucio entrou

    esta voltando os bons tempos,adorei oconto, ,ai daniel coimbra ta melhorando o

  • Responder Buaz

    Que delícia de conto

  • Responder Gato Safado

    Muito bom que delicia

  • Responder Jhow

    Belo conto, parabéns!