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Enteada sonâmbula – Parte 2

1943 palavras | 5 |4.58
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Texto escrito pelo celular e sem revisão final, então desculpem os erros.

Leiam o conto anterior para entenderem tudo.

Lelê me deixou com um tesão da porra, ao entrar no quarto aquela noite Nat já estava dormindo, entao entrei por debaixo das cobertas, levantei o baby Doll dela e conferi que estava sem calcinha, daí cai de boca na buceta dela fazendo com que acordasse gemendo. Quando eu vi que estava no ponto, nem liguei para as reclamações dela de que teria de trabalhar cedo, botei para dentro e fodi por duas horas até descarregar a porra toda que minha enteada tinha juntado.

Nat caiu morta depois que terminamos, já eu ainda estava um pouco aceso, então conferi o sono dela e fui dar uma espiada no quarto da Letícia. Ela estava deitada com a mesma roupa que vestia quando foi se feitas, uma camisetinha larguinha e um shorts também largo. Tive uma ideia, como ela dormia muito pesado nem notaria nada, então tirei a roupa dela e coloquei um baby Doll que ela usava em dias de calor, só que deixei sem calcinha.

Eu queria ver melhor aquela bucetinha e era melhor fazer com ela vestida, vai que a mãe dela entra e me pega com o shorts dela abaixado. Quando já estava prontinha eu conferi bem a buceta e dei uma bela chupada até que ela gozou na minha boca. Quis meter nela, mas era muito arriscado, então resolvi me conter e voltar para o meu quarto.

Deitei e finalmente consegui dormir, quando eram umas 5h acordo com ela deitando na cama e três mim e sua mãe, ela era sonâmbula, então era comum ela fazer isso. Deixei ela se acomodar e aguardei Mar se levantar para tomar seu banho, pois sairia mais cedo aquele dia por conta de uma reunião. Assim que ela saiu passei os dedos pela bucetinha da menina, já deixada sem calcinha propositalmente, e senti que estava umida, sinal de que estava tendo algum sonho bom kkk.

Aproveitei que a mãe estava no banho e comecei a passar o pau na entradinha da buceta, foi bom de mais. Lelê se movia como se já soubesse o que fazer e facilitava o deslizar da rola já babada. Não precisei de muito e já estava quase gozando ela também, foi quando tive a ideia estúpida de colocar a cabecinha dentro dela.

Na hora que ajeitei a cabecinha na entrada Nat saiu do banheiro. Para disfarçar eu abracei a Lelê por trás, como se estivéssemos dormindo em conchinha e deixei o pau onde estava, torcendo para que ela parasse de se mexer. Prendi bem a garota enquanto minha esposa se trocava, mas ela inconscientemente começou a tentar se mexer e o pau foi entrando…QUE LOUCURA…

Eu estava perdendo o controle da situação, a cabeça estava quase toda dentro, eu estava com medo da mãe dela ver, com medo dela gozar e fazer barulho e com um tesão tão louco a ponto de quase gozar, ou seja, qualquer dessas coisas que acontecesse seria arriscado para mim. Lelê mexeu novamente e a cabeça entrou toda parando no seu hímen, nessa hora ela fez um chorinho, então Mar se aproximou e fez carinho em seu rosto.

– Tendo pesadelo novamente filha?

Ela sentou na beira da cama fazendo a menina mexer mais um pouco e praticamente rasgando o cabaço dela. Fiz força para não sair da posição e não gozar tão pouco.

– Será que está com dor ou é só sonho? Bem, vou ter que trabalhar, deixarei um bilhete para o Eduardo, se você passar mal ele te leva ao médico.

Então deu outro beijo e se levantou da cama, nessa hora ela fez a menina mexer novamente e o cabaço dela ir pras picas, literalmente. Por minha vez continuei parado enquanto a Nat se trocava e para a minha surpresa a safada começou a mexer novamente, mas dessa vez não tinha freio. Bastou ela sair do quarto para eu começar a mexer também e empurrar o pau mais pro fundo.

Lelê choramingava mas não saia da posição, então com cuidado eu continuei até que sua mãe entrou no quarto e veio nos beijar. Ela sempre me chama para dar um beijo nela, quando ela mexeu em mim acabou me empurrando e metade da rola entrou na menina, foi bom demais. Contive o gemido e dei um beijão nela, dizendo que quando voltasse iria querer mais. Mat fez cara de safada e saiu para trabalhar, aí abriu as portas da moral e eu comecei a foder a menina.

Sem ninguém em casa eu comecei a foder com mais vontade e senti que ela gostava. Bastou pouco esforço e o pau atingiu o fundo dela, não foi o pau todo, mas entrou tudo que podia e eu fiz questão de foder ela com vontade. Aquela sonambulazinha estava levando rola com gosto, fodi de ladinho e então resolvi subir nela e fazer na posição papai e mamãe. Bastou entrar nessa posição para ela gozar, então fodi assim por uns 15 minutos e também gozei um monte de porra dentro dela.

Que merda eu fiz, foi meu primeiro pensamento depois de gozar. Ela iria notar que algo havia acontecido, então para evitar problemas eu a levantei e levei para o banheiro, lá, ainda dormindo, tomou um banho comigo, onde tentei ao máximo tirar o leite de dentro dela. Aquilo me excitou, mas não podia vacilar, então depois do banho a sequei e levei para seu quarto, lá coloquei a mesma roupa da noite passada, já com calcinha.

Voltei para o meu quarto e retirei o lençol sujo de sangue e porra e botei para lavar enquanto colocava um novo e limpo no lugar. Lá pelas 10h Lelê acordou e veio meio que mancando me dar um beijo, estava sentado no sofá da sala e ela sentou no meu colo e me abraçou.

– Du, não estou me sentindo bem.

– Sim, sua mãe disse que vc fazia cara de dor enquanto dormia. Disse que se não estiver bem não é para ir para a escola, que te levasse ao médico.

– Acho que não quero ir para a escola, mas não precisa de médico.

– O que está sentindo minha linda?

– Minha florzinha está doendo e está molhada, como se tivesse feito xixi.

– É normal, você está crescendo, pode acontecer de doer quando está para virar mocinha. Esse molhadinho também é normal, mas se quiser podemos sim ir ao médico.

– Não, não quero mostrar ela para ninguém. Nem está doendo tanto assim, está mais sensível mesmo.

– Sensível como minha gatinha?

– Não sei, dá um choquinho quando passo a mão nela.

– Hummm…deixa eu ver?

– Não posso, mamãe disse para não mostrar para ninguém.

– Mas você viu meu pinto ontem, que tem de mais eu ver a sua?

– É mesmo né. Deixa eu ver ele hoje novamente?

– Sim, vamos fazer assim, vamos lá no meu quarto e eu mostro o meu e você a sua florzinha, tá bom?

– Tá, mas é segredo viu. Mamãe não pode saber que você viu minha florzinha.

– Nem que você viu meu pinto, então estamos iguais.

O tesão não parava, eu acabei de tirar o cabaço dela com ajuda inconsciente da mãe e agora ia botar o pau na mão dela estando acordada. Era tesão de mais, eu tava quase me gozando sem tocar no pau.

Chegando no quarto mandei ela mostrar a bucetinha dela e fui tirando toda minha roupa.

– Vai ficar pelado?

– Sim, a roupa só serve para esconder o pinto e a florzinha, se vamos mostrar um para o outro, então não tem porque usar nada.

– É verdade, vou tirar a minha também então.

Ficamos nus, meu pau estava duro de mais e babando, ela ficou fascinada com a rola e veio logo pegando nela. Achou quente e macia, embora dura. Fez um monte de perguntas e se divertiu tendo meu pau na mão. Aproveitei o facinho dela e fiz com que desse um beijo na cabeça, quando vi já estava metendo a rola na boca e quase me fazendo gozar, apenas paramos pois falei que tinha que ver a bucetinha dela.

Botei ela na cama de pernas abertas e comecei a passar os dedos pelo vão dá xota, ela tremia toda, dava para ver que estava vermelha por causa da foda de mais cedo, mas ela estava se sentindo bem com o dedo dentro, sinal de que estava boa, sem machucados. Então avisei que iria dar um beijinho e cai de boca, ela gritava de tesão, gozou duas vezes na minha boca antes de eu parar.

Enquanto ela descansava falei que faria meu pau dar um beijinho na buceta dela também, então comecei a passar a cabeça na entrada até que eu encaixei e fui entrando até o final dela, ficamos umas duas horas nessa brincadeira até que gozei tudo dentro dela, foi gostoso de mais.

Assim que terminamos, ainda pelados fomos para a sala e expliquei o que aconteceu e que deveria ser segredo, que a partir daquele dia ela seria minha mulher, assim como a mãe dela e que teria de cuidar de mim também, assim como a mãe fazia. Em compensação, eu cuidaria dela como esposa e não como menininha da casa. Ela aceitou, então a ensinei a beijar e começamos a foder na sala também, foi meus hora, afinal tinha fodido logo cedo e a mãe na noite anterior.

Quando estávamos no finalzinho a Nat liga, ela espertinha atende ainda no meu colo e começou a conversar com a mãe.

– Oi filha, você está bem? Estava fazendo umas caras feias hoje de manhã enquanto dormia, achei que estivesse com dor.

– Oi mamãe…eu…não vou para a…escola hoje tá?

– Mas por quê? Você está bem? E por que dessa voz assim?

– Aí mamãe…eu estou…brincando com o Du, por isso estou falando assim. Não quero ir…para a escola porque não estou muito…bem.

– Passa para o Du.

– Oi amor, chegou bem?

– Sim, me diga o que a Letícia tem? Se está brincando com você é sinal de que está bem já.

– Não, ela acordou com dor na perna hoje, daí comecei a fazer massagem ela já está melhorando. Esse é o motivo da brincadeira tbm, pois estou apertando ela e ela está fugindo.

Nessa hora Lelê gozou e deu um gemido gostoso.

– Tá vendo, aperte agora kkkkk

– Tá bom amor, mas não deixe ela abusar.

– Pode deixar, eu vou cuidar bem dela.

Mat desligou e eu gozei gostoso na buceta dela, foi a meia hora mais exitante, não sabia que ainda tinha tanto leite assim.

Meus dias passaram a ser maravilhosos com aquelas duas em casa, ainda mais quando a sobrinha lésbica começou a frequentar a casa…

Continua…

Telegran @negroeamor
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5 Comentários

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  • Responder Negroeamor

    Meu telegran pifou, o novo é @negrotop, me chamem

  • Responder Rafaella

    Continuem… por favor

  • Responder Rafaella

    Muito bom.. continuem…

    • Ricardo

      Rafaella vc quer brincar tbem?21968344269

  • Responder Suzi

    Esse pinto não fala tudo, mas pinta tudo!
    O segredo é se permitir florescer, seja como a Florzinha, floresça! Deliciaaaaaaaaa!