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A filha novinha do vizinho

1904 palavras | 12 |4.56
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Me chamo Eduardo, tenho 39 anos, negro, careca por opção, magro, não sou o que se chama de homem bonito, mas não faço feio e tenho meus encantos.

Aí lado da minha casa mora um casal com duas filhas menores, algo entre 15 e 12 anos, elas são meninas muito tímidas e retraídas, talvez seja por conta das brigas do casal. Vira e mexe se ouve um quebra quebra naquela casa e uma sucessão de palavrões sendo atirados a torto e a direita. Não aparenta ter agressão física, mas a verbal é imensa.

Como já vivi um relacionamento abusivo dessa forma em meu último casamento, eu sabia como o casal se sentia e principalmente como as meninas se sentiam. Então aos poucos fui me aproximando do casal, tentando conquistar a amizade deles afim de aconselhar e dizer o que poderiam mudar em prol das filhas. Tudo com muito cuidado para evitar que eu parecesse um vizinho alcoviteiro, daquele tipo que fica na janela assistindo e delirando com a briga alheia.

Por fim consegui virar amigo da família e contei um pouco da minha trajetória, indiquei uma terapeuta para fazer terapia de casal com eles e muito mais. Pasmem, as brigas pararam e o casal conquistou harmonia. Bem, foi isso que eu achei, até que teve uma nova briga feia e as meninas correram para a minha casa. Vendo que a coisa estava muito além do normal deixei as duas lá e fui até a casa do casal mediar o assunto, mas ao chegar os dois estavam se engalfinhando, tive de separar, levei umas bordoadas no meio do caminho e a coisa não melhorava até que a polícia baixou no recinto. Acabou que os dois foram para a delegacia e as meninas ficaram comigo.

Chegando em casa elas estavam tremendo, principalmente Luiza, a mais nova, já Monique parecia em shock, ela tinha uma grande marca de mão na cara, em meio a briga alguém deve tê-la acertado. Então fui a cozinha e peguei uma bolsa de gelo que eu usava para massagear o corpo depois dos treinos (quem faz artes marciais sabe do que estou falando) sentei ao seu lado no sofá, fiz com que se deitasse em meu colo e fiquei aplica do a bolsa com cuidado.

Monique era bem branquinha, daquele tipo que tem a bochecha rosadinha, corpo magro com volumes já, mas notadamente ainda em desenvolvimento. Ela tinha menos de 15 anos mas já era uma mulher com curvas e tudo mais, não coloquei maldade nela, apenas cuidei carinhosamente.

– Desculpa tio – falou Luiza – meu pai perdeu o controle porque eu falei que queria namorar um menino da minha escola. A mamãe tentou conversar com ele mas ele se descontrolou e para evitar de me bater a Nick – como apelidaram Monique – entrou na frente e ele deu esse tapão nela.

– Relaxa gatinha, logo seu pai cai em si e compreende as coisas. Ele é pai, quer seu melhor, por isso que não quer que namore agora, afinal você é muito nova. Quantos anos tem?

– Tenho 12, mas tem meninas na escola bem mais novas que já namoram escondido. Eu quis falar com eles, não queria mentir.

Então ela voltou a chorar e eu a chamei para ficar ao meu lado. Abracei a menina enquanto cuidará de sua irmã.

Tranquilizem as duas, fiz um lanche e as acomodei na mesa, forcei Nick a comer pois ela estava ainda fora do ar, depois de comerem cuidei da higiene delas e as acomodei no quarto da minha filha. Eu morava sozinho, tinha mais um quarto apenas para receber a minha menina quando ela vinha ficar comigo. Deitei Luiza na cama e Monique no colchão, tive medo de ela ter alguma reação a noite e cair sobre a irmã machucando as duas.

Depois de tudo feito fui para o meu quarto me deitar, também tive minha cota de bordoadas, então tomei um bom banho e né ajeitei na cama. No meio da noite sinto alguém se ajeitando debaixo das cobertas e me abraçando, logo pensei na.minha filha, ela tem essa mania de vir deitar comigo, é muito folgada, só então me lembrei que ela não estava comigo, era uma das meninas.

Acendi o abajur e vi Monique tremendo e chorando, então a abracei e comecei a fazer carinho nela até que ela dormiu e virou para o outro lado, ficando de conchinha comigo. Aí começou o meu tormento.

Eu durmo nu, quando ela entrou na mesma não me lembrei disso, mas ver aquela menina gostosa de convinha comigo, usando apenas a camiseta larga que lhe dei e calcinha por baixo me fez ficar aceso. Meu pau subiu na hora e ficou bem no vão das cochas dela. Tentei parar, mudar de posição, mas o corpo dela estava muito quente e gostoso, seu cheiro de banho tomado (na minha opinião é melhor que há) me esticava ainda mais, ao ponto de eu abraçar seu corpo e cheirar seus cabelos.

Quando fiz isso ela estremeceu e virou o rosto para trás buscando a minha boca. Fiquei sem jeito, mas vendo que ela queria eu fui e a beijei enquanto passava a mão por cima do seu peito e o apertava com carinho e delicadeza, arrancando dela um suspiro cheio de tesão.

– Eu nunca tive ninguém sabia? Nunca beijei e nem fiz amor – falou ela suavemente enquanto virava seu corpo para ficar de frente para mim.

– Meu pai sempre foi muito controlador, tudo o que conheço é briga, chingamento, violência e solidão. Você foi a primeira pessoa que me tratou com carinho de verdade e nem me conhece. Sabe que não sei que foi na minha casa fazer amizade com meus pais somente para cuidar da gente? Eu via a cara de dó que tinha ao olhar para mim e para a Lu, mas não somente dó, tinha carinho e amor. Por isso eu te amo desde que te vi e se aceitar quero ser sua mulher.

– Você tem razão em tudo ao que disse Nick, mas não acha que pode estar confundindo as coisas? Não quero que se arrependa amanhã do que fizermos e nem quero ter problemas com seus pais.

– Ninguém saberá, será nosso segredo. A Lu também se sente assim, nós amamos você por ter ido cuidar da gente, nossa vida melhorou muito depois que você apareceu.

Nessa hora ela me beijou e agarrou meu pau por debaixo da coberta. Não tive mais medo, arranquei sua blusa e comecei a beijar seu corpo até chegar em seus seios onde me esbaudei chupando e ouvindo seus gemidos. Desci pelo corpo, passei pelo umbigo e brinquei bastante com ele vendo seu corpo se arrepiar enquanto eu aproveitava para tirar sua calcinha. Passei meus lábios pelos cantinhos da virilha e desci pela perna até seus pés, lá no cada dedinho enquanto deslizava minhas mãos com suavidade pelas cochas

Fui subindo por suas pernas agora roçando meu cavanhaque até atingir o vão de suas cochas, nessa hora ela quase gritou e vi um filete de líquido incolor escorrer da sua vagina para sua nádegas. Ao ver aquilo na resisti, lambi cada gotinha começando pela bunda, meti a língua no cu dela fazendo-a arquear a coluna e então subi até a quelé monte de carne melado que estava entre suas pernas. Não tive dúvidas ou ataque de moral, lambi os grandes lábios para tirar qualquer resquício de líquido e então enfiei minha língua dentro da cavidade.

Nessa hora ela gemeu forte e deixou escorrer mais outro tanto de líquido enquanto eu sugava tudo. Começou uma briga entre a bucetinha dela e a minha língua, pois quanto mais ela molhava mais eu sugava e lambia até que subi para o clitóris e suguei ele, enquanto sugava brincava com a língua, foi nesse momento que ela sentiu meu dedo entrar e então se descontrolou e começou a gemer mais alto enquanto soltava um líquido branco e viscoso na minha cara. Era algo mágico, agora sim ela havia gozado na minha boca.

Aguardei ela se recompor e subi meu corpo para beijar sua boca, algo que ela fez sem experiência mas com muita vontade, mesmo que em meio a espasmos causados pela gozada.

– Quantos anos você tem Nick?

– Farei 14 em dois meses.

– Tem certeza de que quer fazer isso? O risco é grande e eu não vou fazer nada para evitar.

– Eu te amo, não faria com mais ninguém se não fosse você.

Então ajeitei meu pau na entrada da buceta dela e comecei a entrar vagarosamente nela. Como seu gozo era grosso, ele lubrificou mais que KY, então não foi difícil de entrar. Passada a dor do início as coisas começaram a fluir livremente, ela se movia com vontade e eu já fodia com força. Apesar da pouca idade ela aguentava a rola toda e chorava pedindo mais.

Foram pelo menos duas horas fodendo, ela já gritava de tesão dando uma gozada após a outra, estava cavalgando agora enquanto eu mamava aqueles apeitos que cresceriam ainda mais, provavelmente ficariam tão grandes quanto os gigantes peitos de sua mãe. Depois de gozar cavalgando eu a coloquei de quatro e disse que a trataria como mulher e não como menina, ela achou ótimo e disse que era para eu ser seu homem mesmo.

Nessa hora comecei a puxar seu cabelo e dar tapas firmes em sua bunda, ela se descontrolou e gritou apertando a buceta e me fazendo gozar como nunca dentro da quela bucetinha apertada. Nessa hora não liguei para o risco de gravidez nem nada, queria gozar e gritei enquanto sentia o que parecia ser litros de porra entrando nela. Nessa hora a porta abre e Luiza aparece com o rosto coberto de lágrimas.

– Achei que você fosse diferente tio, mas já está machucando minha irmã como meu pai faz com minha mãe.

Nessa hora senti uma vontade imensa de rir, mas me contive e Nick saiu da posição e saiu atrás da irmã que já caminhava para a porta de saída. Foi lindo ver ela correndo e a porra escorrendo pelo meio de suas pernas. Elas ficaram durante um tempo conversando na sala enquanto eu vestia uma roupa para ir ao encontro delas.

Quando cheguei na sala Lu olhava para a buceta da irmã e falava algo sobre o que estava saindo dela. Bem nessa hora a Nick virá para mim com um sorriso maravilhoso.

– Tio, quer dizer, amor. Expliquei para a Lu que agora nós estamos namorando, que sou sua mulher e que o que aconteceu ocorre entre pessoas que se amam.

Os olhos da menina brilhavam, assim como os da irmã.

– O problema é que ela disse que também te ama e estamos discutindo o que fazer

Continua…

@negroeamo no telegran
[email protected]

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12 Comentários

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  • Responder Negroeamor

    Meu telegran pifou, o novo é @negrotop, me chamem

  • Responder Benhur

    Carai esse foi muito maaaassaaaaa. adorei.

  • Responder rolo1974

    Continue logo
    .muito bom

    • Ebannus

      Sei…
      Eita imaginação fértil..

  • Responder Suzi

    Pensem bem o que fazer, porque se eu fizesse tudo o que tive vontade de fazer, teria sido, presa, teriam me colocado no hospício… talvez teria sido mais feliz.

  • Responder Ex

    Muito bom adorei seu conto .
    [email protected]

  • Responder Sucubu.

    O conto e bom, gente o conto é fictício aceitem isso.

  • Responder Negroeamor

    Sim Pikasso21, é ficção, mas o que vale aqui é a imaginação de cada um. Espero ter estigado todos vocês

  • Responder Pachecao

    Sortudo adorei seu conto quase gosei sem mesmo tocar no meu pau. Continue não demore a publicação

    • Pikasso21

      E fictício esse conto né

  • Responder Roludo

    Top

  • Responder Negro

    Top este conto pena que n tenho está sorte com minha enteada