# #

A enteada sonâmbula

1884 palavras | 11 |4.66
Por

Me chamo Eduardo, tenho 39 anos e sou casado com Nathalia, uma negra maravilhosa de 43 anos e com todos os atributos de uma bela negra de verdade. Nós casamos a 10 anos, ela já tinha uma filha de 4 aninhos, a Letícia, ou Lelê para nós de casa.

O casamento era bem próspero em todos os sentidos. Tínhamos amor mútuo, confiança, SEXO e muita reciprocidade entre ambos. Lelê era a paparicada da casa, sempre tratada com muito carinho, ganhava presentes direto, viagens e tudo mais, enfim, eu a tratava como minha filha e sem qualquer maldade.

Com o passar dos anos, ao todo 6 anos após nossa junção, Lelê começou a ter crises de sonambulismo, então por vezes vinha a acordar em nossa cama sem ter consciência disso. A levamos ao médico e foi dito que era um processo normal, pois o cérebro a noite processa as informações do dia anterior e gera alguns comandos ao cérebro da gente, mas para algumas pessoas esse processo se torna algo físico e não meramente mental.

Toda essa enrolação para dizer que essa crise de sonambulismo rendeu muito.

A menina estava passando para o estágio mulher, encorpando vem, pondo curvas e ficando tão gostosa quanto a mãe. Ela era baixinha, cintura fina, bunda GG e arrebitada, seios apontando com força, mostrando que seriam tamanho 50, como os da Nathalia e uma bucetinha inchada, inchada mesmo, parecendo capô de Fusca. A danada tinha um pacote tão farto que minha esposa a proibia de usar biquíne sem a saída de praia por cima ( aí já viu né….)

Meu tormento começou quando acordei excitado, no escuro e fui procurar a Nat para descarregar a pistola. Agarrei ela por trás e comecei a roçar meu pau de vagarzinho para que ela acordasse, como não acordou resolvi i vestir de vez. Baixei sua calcinha suavemente – achando estranho não ser uma fio dental, já que ela geralmente usa – desci a cabeça e comecei a chupar aquela buceta gostosa.

Estava diferente, parecia maior e mais fechada. Aquilo serviu para me excitar ainda mais, então lambi com mais vontade, chupei o cu também e senti ela tremendo, estava gostando, logo eu poderia por para dentro daquele bucetão, quem sabe até o cu eu teria.

Depois de babar bastante meti o dedo no cu enquanto chupava a buceta, estava apertado de mais, ela gemia baixinho e parecia sentir dor, então chupei mais, meti a língua dentro e depois voltei com o dedo no cu e a língua no grelo. Agora sim o dedo entrou e ela gemeu de prazer, fiquei uns 10 minutos ali até que decidi por meu pau naquela buceta linda. Quando ajeitei e comecei a cabecear a menina senti algo me travando e um gritinho de dor.

Parei na hora. Não entendi porra nenhuma, aquela voz não era da Nathalia, então me levantei e acendi a luz. Para a minha surpresa quem estava ali era a Lelê, sem calcinha, de pernas abertas, a bucetinha escorrendo um líquido branco, provavelmente o gozo dela por ter sido tão chupada e uma poça embaixo dela, que deveria ser a babá que coloquei no cu para tentar comer.

Entrei em desespero, não podia fazer isso com a menina, não tinha noção do que fazia. Então rapidamente vesti ela, mas não sem antes admirar o tamanho da buceta, era realmente grande como a minha esposa havia dito, e para piorar saborosa. Afastei os pensamentos e terminei de vesti-la para depois sair do quarto e procurar por Nathalia.

Passados uns 10 minutos minha esposa chega e já me pega tomando café sozinho na cozinha.

– Bom dia amor, acordou cedo, o que houve?

– Nada – respondi tentando disfarçar o mal estar que sentia com o ocorrido – apenas perdi o sono e vim tomar um copo de café antes de tomar um banho e sair para o trabalho.

– Que bom amor. Também estava sem sono então fui buscar pão quentinho para tomarmos café da manhã. Vá lá tomar seu banho, quando sair terei tudo já pronto.

Não reclamei, apenas me levantei e me virei em direção ao banheiro, quando ela me segurou pelo braço e me chamou de volta.

– Opa, o que aconteceu aqui?

Gelei, pensei que ela tivesse descoberto de alguma forma que eu tinha chupado sua filha e quase a penetrado.

– Não vá pensando que vou te deixar sair da mesa assim. Disse apontando para o meu pau que estava gigante desde que acordei e ficou ainda pior vendo a buceta maravilhosa da Lelê.

Sem falar nada ela me puxou, baixou minha cueca e caiu de boca na minha pica. Nathalia sabia fazer, estava botando tudo na boca, todos os 20cm com grossura animalesca. Quando vi que o gozo se aproximava eu a puxei pelos cabelos e a joguei sobre a mesa derrubando uma porção de coisas, então levantei o vestido florido e justinho que vestia e apenas afastei a calcinha para então entrar sem dó.

Sempre preso pela preliminar, mas aquele dia estava fora de mim, então botei nela com força, sorte que já estava molhada, pois eu estava na febre. Fodi com força e velocidade, quando vi que ela estava para gozar aproveitei e soltei meu leite todo junto com o dela. O problema é que o meu foi pensando em sua filha, então foi muito mais leite que o normal e meu pau não baixou.

Ainda com muito tesão a virei de frente e posicionei para entrar. Ela quis reclamar, disse que a Lelê poderia acordar e nos ver, aí fiquei com mais tesão ainda e comecei a socar nela com mais força, fazendo bastante barulho e metendo de um jeito que a fazia gemer alto, mesmo sem querer. Quando vi que não dava mais, botei ela no frango assado e fodi por mais 5 minutos até soltar um rio de esperma dentro dela novamente, somente aí eu a soltei.

– Você está louco Du, a Letícia podia nos ouvir – disse ela se recompondo. Nunca te vi assim, nem sei quantas vezes eu gozei agora

– Também não sei o que me deu, subiu iam teso intenso e vi você toda gostosa com esse vestido. Não resisti, meti forte, não me arrependo de nada.

– Quem falou em arrependimento? O problema é que agora quero ver eu conseguir trabalhar com esse tanto de leite dentro de mim e as pernas bambas como estão.

Rimos e nos beijamos, então fui para o banheiro pois precisava tomar meu banho e trabalhar, já estava atrasado. No box havia uma calcinha da Lelê, o tesão voltou e o pau novamente subiu. Já estava ficando chato, eu parecia adolescênte, os hormônios tomaram conta de mim e quando vi já estava gozando na calcinha da menina também.

Bem, nem preciso dizer que naquele dia cheguei atrasado no serviço, sorte é que eu era chefe e não tinha que dar satisfação. Mas foi ruim trabalhar o dia todo, não via a hora de chegar em casa e ver minha enteada. Aquela menina não me saia da cabeça.

Chegando em casa fui recebido por minha esposa com deu beijo habitual e pela Lelê com um abraço apertado e um beijo muito gostoso, nada de diferente do normal. Jantamos todos juntos e depois partimos para um filminho na sala, todos juntos no sofá, sendo que eu estava no meio delas e cheio de tesão.

Lá para a mercado do filme Nat caiu no sono e Letícia se deitou no meu colo. Tive um medo da peste, pois meu pau estava muito duro e ela poderia sentir, mas mantive a naturalidade e continuei assistindo o filme. Nathalia em determinado momento pediu desculpas e disse que iria para o quarto, estava varada de sono, falou para Lelê que assim que terminasse também fosse para a cama.

Assim que saiu a menina se esparramou ainda mais no sofá e se ajeitou no meu colo, então ela sentiu meu pau e colocou a mão encima e o apertou.

– Dia, o que é isso?

– O minha gatinha, não é nada não, pode ficar tranquila e assistir o seu filme.

Ela se deitou mas não tirou a mão da rola, aquilo era tão gostoso que ela começou a pulsar, então ela retirou a coberta de cima e passou a olhar para a minha rola diretamente sobre o shorts.

– É seu pinto? Por que ele está assim?

– Está assim porque te achou bonita e também porque você está com a mão nele, ele gosta de carinho.

– Serio? Não sabia que pontos gostavam de carinho.

– Gostam sim, sua mãe faz carinho nele todas as noites. Por isso não pode dizer a ela senão ela irá brigar com você por pegar no brinquedo dela e comigo por deixar você pegar.

– Mas é gostoso.

– Eu sei, também gosto muito, mas sua mãe não gostaria de saber.

– Tá bom, eu não conto, mas deixa eu ficar assim até o filme acabar?

– Tá bom, mas tem que ser segredo.

– Tá bom.

Ela passou o filme todo com a mão no meu pau. Em determinado momento eu comecei a me mover para que a mão deslizasse como em uma punheta leve, ela esperta notou e começou a fazer ela mesma enquanto assistia. Era uma loucura, estava quase gozando quando o filme acabou, então ela se levantou e foi em direção ao seu quarto, mas quando estava na porta parou e virou em minha direção.

– Du, posso te contar um segredo?

– Sim minha linda.

– Essa noite sonhei com você, foi um sonho estranho.

– Como foi?

– Você me beijava e tirava minha calcinha, depois fazia coisas que me fizeram sentir estranha. Igual a como me senti agora pegando no seu ponto.

Engoli a seco, ela sentiu tudo o que fiz e transportou para o sonho. Aquilo podia dar muito problema se a mãe dela soubesse.

– Sonhos as vezes são estranhos mesmo. Mas não vá contar para sua mãe nada disso, senão ela irá pensar mal de mim.

– Tá bom, não conto. Então se virou para entrar no quarto.

– Lelê – chamei antes que entrasse – me diga, você gostou?

– Do que?

– Do sonho?

– Foi diferente, mas sim eu gostei.

– Que bom, espero que aconteça novamente.

– Eu também.

Mandei um beijo e nos despedimos, mas antes de entrar ela me perguntou baixinho já de dentro do seu quarto.

– Amanhã posso pegar nele de novo?

Puta que pariu amigos, não sei o que faço se ela for parar na minha cama amanhã novamente.

@negroeamor
[email protected]

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,66 de 41 votos)

Por # #

11 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Negroeamor

    Meu telegran pifou, o novo é @negrotop, me chamem

  • Responder Bruna

    Publiquei um conto há mais de 24h e não aparece no site

  • Responder Lyahh

    Sempre a velha historia do kid bengala

    • Negroeamor

      Eu posso provar, me chama pelos contatos do conto

  • Responder Ana Júlia

    Delicia, chupo o pau do meu padrasto desde o ano passado, já perdi a conta de quantas vezes já chupei ele…bebo todo o leite.

    • OlhosAzuisBnu

      Que legal Ana. Venho acompanhando seus comentários no site a bastante tempo e fico contente em saber que vc está fazendo ele feliz.

    • CLEITON

      Legal Ana… vc esta certa…faz ele feliz.. gostaria de ter mais contato com vc…bjos e bom fds

  • Responder tiago araujo

    porque todo cara que escreve um conto, é o kid bengala sempre tem 20 cm pra cima, kkkkkkkkkk olha seu conto é ridiculo, ate parece que um quarto é escuro a ponto de não saber diferenciar uma mulher de uma novinha, e me polpe neh mano 10 anos de casado não conhece o corpo da esposa pra saber que não era ela, zuado e mentiroso, agora que vc gosta de abusar dela é fato, então escreve direito e sem inventar que seu conto da certo!

    • Negroeamor

      Cara, isso aqui é uma “estória” ficção, mas se quer uma história, vá ler um livro.
      Pare de buscar verdade onde é só pra se divertir…

      Venha gozar com nossos contos, caso goste disso

  • Responder Suzi

    Deixa a garota fazer o que ela está com vontade de fazer. Seja gentil!

    • Suzi

      Safadinha incestuosa, você escreve conto ?
      Eu posso ler e comentar.