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Vingança ou Compensação?

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Sei que muitos vão me achar imatura, mas vivi uma situação que não esperava e acabei tomando uma decisão que talvez não tenha sido a mais correta.

Gosto de ler os contos porque vemos a dimensão de problemas que os casais enfrentam. Eu estava com vergonha de escrever, primeiro por não ter experiência nisso e também por ser algo íntimo. Claro que não vou revelar meu nome e nem do meu marido, que nem sonha o que estou contado aqui. Por falar em sonho, ele está dormindo enquanto escrevo nesta quarentena. Que o exposto aqui sirva de lição para os homens casados.

Tenho menos de trinta anos, sou branquinha, olhos castanhos claros, rosto e corpo de uma adolescente, embora já tenha uma filha. Descreveria meu corpo assim: pouco mais de 1,65m, cerca de 55 kg, seios pequenos, bumbum durinho e pernas muito bonitas.

Namorei com meu marido desde o início da faculdade e casamos quando eu tinha vinte e dois anos e ele, dois anos mais velho. Nossa relação sempre foi muito tranquila, até que aconteceu algo que conto mais abaixo.

Não vou menosprezar meu marido porque sei que não é uma pessoa ruim. Ele se preocupa com meu bem estar e o da minha filha e até mesmo me ajudando em algumas tarefas, mas não gostei do que fez comigo.

Ele, como a maioria dos homens, gosta de sentar em frente a televisão para ver o jogo do seu time. No meu caso, ele também gosta de tomar uma bebida destilada e acaba pegando no sono, porque é muito fraco para beber. Até aí tudo bem, está em casa.

E tudo começa quando ele me diz que numa quarta-feira iria assistir ao jogo do seu time, no estádio, com um amigo do trabalho. Por mim tudo bem, não vi nenhum problema.
Acontece que isto começou a ficar um pouco mais frequente. Às vezes era numa quarta, outras numa quinta, num domingo à tarde e isso começou a me incomodar. Até falei com ele, se poderia me levar e ele disse que iria ver.

Dois meses depois ele trouxe ingressos para irmos num domingo à tarde. Confesso que não curti muito porque não gosto de futebol. Não me incomodei mais e ele continuou a ir.

Um dia, ao pegar a camisa dele para lavar, senti um cheiro diferente, de um perfume feminino. Coincidentemente, no dia anterior ele tinha ido ao jogo. Tentei tirar as ideias que me vieram à cabeça, mas ficaram remoendo meu cérebro quase uma semana.

Comecei a refletir sobre nossa vida sexual e me lembrei que havia decaído bem nos últimos tempos. Tudo bem que meu marido nunca foi um atleta sexual, aliás, além de gozar rápido ele é bem, digamos, conservador. Não gosta de me fazer oral, mas quer que eu faça nele e quanto a posições sexuais, noventa por cento é ele por cima e os outros dez, de ladinho. E o que é pior, me lembrei que fazia tempo que não tinha um orgasmo, só fingia. Em resumo, minha vida sexual estava uma merda.

Será que ele está tendo um caso e não me procura mais? Não é possível, pensei, afinal sou bonita e gostosa. Mas e se ele tiver outra que é melhor do que eu? Será que não dou mais prazer a ele? Por que estava me procurando tão pouco para fazer sexo ultimamente? Estas perguntas estavam me deixando louca. Naquela noite coloquei uma lingerie provocante e quando fomos para a cama, disse a ele que queria transar. Ele me disse que estava cansado do trabalho, mas como fiquei brava, ele transou rapidamente comigo. Sim, ele gozou rápido e eu … nada.

Na semana seguinte seu time jogava pela televisão e ele sentou-se no sofá. Eu estava super desconfiada e mulher quando suspeita de algo tem que investigar. Pensei: em quais objetos ele pode esconder alguma coisa. Notebook e celular, mas ambos são protegidos por senha, porém havia uma forma com o celular.

Disse a ele que iria ficar com nossa filha, mas despejei, no seu copo, uma dose super caprichada de sua bebida preferida. Ele reclamou que eu tinha colocado muito, mas eu disse que ele estava em casa, não iria dirigir e depois iria dormir.

Quase uma hora depois voltei e ele estava bêbado, roncando no sofá, com o celular em cima da mesa centro. Peguei e fiz o desbloqueio com a digital dele e saí dali. Fui olhar no watssapp e haviam várias mensagens, mas um me chamou a atenção: o nome era jogo mas a foto era de uma mulher.

Putz… Aquele ditado quem procura acha é a mais pura verdade. Abri e encontrei trocas de mensagens que me deixaram muito puta. Uma delas se referia a um filme perguntando o que ele tinha achado. A resposta foi que ficou ótimo e que ele guardaria para bater muitas punhetas.

Fiquei possessa. O vídeo não estava ali. Entrei no Google drive e vi uma pasta com o nome jogo. Abri e achei a porra do filme. Acho que foi feito pela câmera de um notebook e mostrava meu marido comendo ela de quatro. Filho da puta… Dava para contar nos dedos quantas vezes ele fez comigo de quatro.

Vi bem aquela mulher. Tudo bem era gostosa também, mas sinceramente, de rosto não era lá essas coisas. Mas gosto não se discute não é. Minha vontade era voltar na sala, jogar este celular na cabeça dele e falar um monte. Porém, me controlei e me conheço bem. Coloquei o celular no lugar que estava e subi para deitar, chorando baixinho, até pegar no sono.

Na manhã seguinte, na maior cara de pau, fiz que nada de anormal tinha acontecido. Ele foi trabalhar e levou minha filha para a escola. Voltei para o meu quarto e me arrumei também para ir trabalhar, só que coloquei uma saia mais curta e uma camisa mais soltinha. Já tinha um plano em mente: iria seduzir um amigo novinho do trabalho que acho uma gracinha e que sempre me dava umas olhadinhas.

Cheguei ao trabalho e como não poderia deixar de ser, chamando a atenção. Toda vez que eu levantava, pressentia os olhares masculinos me seguindo. Até mesmo o público feminino me olhava com certa inveja. Uma das minhas companheiras, no banheiro, me disse que eu estava de matar.

Perto da hora do almoço me dirigi a aquele amigo e perguntei se ele gostaria de almoçar comigo. Surpreso, ele olhou para os lados como se quisesse certificar que era com ele mesmo. Já tínhamos conversado várias vezes, mas sempre a trabalho e nunca ouve qualquer insinuação de qualquer parte e ele sabe que sou casada embora não conheça meu marido.

O almoço foi normal, conversamos sobre vários assuntos e eu nem estava preocupada com isso. O que eu queria era seduzi-lo e parece que ele não estava entendendo. Discretamente eu abri um botão da minha camisa e me levantei indo na direção de onde ele estava sentado, levando o meu celular. Me abaixando, comecei a mostrar fotos da minha filha. Meu rosto estava bem próximo do dele. Percebi que ele disfarçava, mas olhava meu decote e meus seios. Aquela situação me deixou excitada e fazia tempo que não vivenciava isso. Senti certa umidade na minha pepeca e os biquinhos do meu seio pareceram que estavam em pé.

Pedimos a conta e ele gentilmente queria pagar. Aproveitei a situação e coloquei minha mão sobre a dele dizendo que não, que iríamos dividir. Só que demorei para tirar a mão e ainda fiz um carinho. Ele percebeu.

Voltamos para o escritório e na hora de ir embora, esperei ele guardar as coisas e descemos juntos pelo elevador até a garagem. Quando chegamos próximos do meu carro, parei e ele disse que o dia estava muito diferente hoje. Olhei para ele e disse que talvez fosse o dia de sorte dele, dando um selinho na sua boca, abrindo a porta do meu carro e entrando rapidamente. Ele ficou sem ação. Não esperava aquilo. Liguei o carro e vim embora.

No dia seguinte, assim que cheguei ele veio até a minha mesa, dizendo que precisava falar comigo. Disse a ele que no final do expediente poderíamos descer e conversar na garagem. Ele propôs ir almoçar, mas eu disse que não seria legal repetir. O pessoal já tinha visto ontem. Como é um cara discreto, concordou comigo.

Final do expediente descemos pelo elevador até a garagem. Estávamos sozinhos e ele não perdeu tempo. Tascou um beijo na minha boca. Gostei. Já beijei muitos namorados e o dele era dos bons. Sugava minha língua para dentro da sua boca com volúpia. Correspondi, puxando a dele. Suas mãos agarraram minha bunda com força. Senti a pegada.

Quando nos desvencilhamos, eu ri e perguntei o que ele queria falar comigo. Gargalhando, com cara de sacana, me disse que agora eu já sabia e que era só marcar. Olhei para ele dizendo que estava certo então, seria domingo a tarde, lá pelas quatorze horas e revelei o nome de uma rua.

Escolhi domingo à tarde porque sabia que meu marido iria para o jogo. Jogo? Não… Ele iria comer aquela sirigaita. Pois bem, e eu ia dar para um gatinho. O local que marquei era próximo da casa da minha mãe, onde eu deixaria minha filha e tinha um estacionamento vinte e quatro horas. Disse ao meu marido que iria para casa da minha mãe e que voltaria tarde. Acredito que ele achou perfeito, pois teria mais tempo.

Chegou o domingo e rumei para casa da minha mãe, deixando minha filha e dizendo que iria à casa de uma amiga e que demoraria um pouco. Neta com a avó pode demorar o tempo que for, pensei.

Quando cheguei ao estacionamento já tinha visto o carro do meu amigo parado próximo. Acho que estava ansioso e eu, também. Não sei descrever o que sentia. Embora fosse uma vingança eu não estava muito contente com este sentimento. Me sentia estranha fazendo aquilo. Cheguei mesmo a pensar em desistir e voltar, mas a imagem do meu marido comendo aquela puta, me vinham à cabeça. Acho que encontrei a palavra certa para descrever e não sei se concordam, mas não era vingança, era compensação.

Não pense você que não achei que iria fazer o papel de puta. Na realidade já estava fazendo desde que comecei a seduzir meu amigo de trabalho. A sensação de perigo, de igualdade, de contrapartida, de retribuição e até mesmo de descobrir uma nova experiência, foi o que me movia e me excitava.

Entramos no motel e confesso que me achei meio estranha. Lógico que já tinha ido, mesmo com outros namorados e com meu próprio marido, mas era a primeira vez que eu fazia, com uma pessoa estranha e estando casada.

Perguntou se eu queria algo para beber ou comer, e disse que deixasse para mais tarde. Me abraçou e beijou. Novamente aquela língua invadia minha boca. Senti o pau duro dele contra minha pepeca, que começou a chorar kkkkk. Senti aquele líquido lubrificando e não havia mais volta.

Começou a me despir tirando a blusa e o sutiã. Meus pequenos peitinhos redondinhos estavam com os biquinhos durinhos demonstrando tudo o que sentia naquele momento. Começou a beijar meu pescoço e apalpar meus seios.

Soltou minha saia e baixou minha calcinha me deixando nua. Suas mãos começaram a explorar meu corpo, alisando minha bunda. Me virou de costas para ele e com uma mão acariciava meus peitos e com a outra mão alisava minha virilha e minha vulva. Eu estava completamente depilada e sentia o seu gostoso toque. Estava mais molhadinha, como há muito tempo não ficava.

A esta altura eu não pensava em mais nada, a não ser em sexo. Me virei e tirei sua camiseta. Tinha um belo peito com poucos pelos. Soltei o cinto, abri a calça que caiu em direção aos pés. Dava para ver que seu pinto estava bem duro dentro da cueca. Tirei a cueca dele e seu pinto saltou para fora e tinha um bom tamanho com os pelos bem curtinhos. Era praticamente do porte do meu marido, talvez uns dezesseis centímetros, mas não ligo para tamanho e sim o que ele vai fazer em mim.

Fomos tomar um banho e ali ajoelhei e comecei a chupar aquele pinto. Diferente do meu marido, ele não tinha aquilo que chamam de freio, aquela pequena pele que não deixa a glande ficar exposta. Desta maneira, embora a pele cobrisse a glande, facilmente ela era descoberta.

Eu não sei se sou uma boa chupadora de picas, mas tento fazer o melhor. A minha língua deslizava pela glande e eu lambia toda aquela lateral, indo parar no saco que beijava e fazia o movimento inverso até chegar novamente na glande e aí sim abocanhá-la, salivando bastante. Minha mão ajudava no serviço.

Ele me disse para parar que iria gozar e eu respondi que se ele tivesse força depois na cama para me comer, que poderia fazê-lo. E fez. Gozou no meu rosto. Foram umas quatro esguichadas. Nos lavamos e fomos para a cama.

Ali, deitada e ele ao meu lado, começou a morder, enfiar a língua na minha orelha e beijar meu pescoço, me fazendo arrepiar toda. Veio descendo e parou nos meus seios. Os biquinhos pareciam que iriam explodir. Sua língua começou a lambê-los e sua boca cabia quase que inteira, engolindo quase inteiramente. Chupava gostosamente meus mamilos e em retribuição procurei seu pinto com a minha mão, para alisá-lo. Ainda estava meia bomba.

Depois de alguns minutos, desceu para a minha barriga e começou a mordiscar e lamber minha virilha. Abriu as minhas pernas e logo senti o calor de sua boca na minha vagina. Sua língua entrou rápido explorando cada cantinho e me fez dar um grito. Fazia tempo que eu não tinha esta sensação, principalmente porque, como já escrevi, meu marido não gostava de chupar.

Seu dedo começou a entrar junto com a língua o que me fez gemer. Aqueles deslocamentos de língua e dedos estavam me deixando completamente louca. Repentinamente, minha respiração aumentou e meu coração parecia querer sair pela boca. Tentava fechar as pernas, mas a cabeça dele não deixava e gozei gostoso. Fazia muito tempo que não sentia isso.

Deitou-se ao meu lado e pude ver que já havia se recuperado. Seu pinto já estava duro novamente. Lembro de ele ter me perguntado que posição que eu gostaria de fazer, e respondi que todas. Rimos bastante, mas eu ainda estava enfraquecida por causa do orgasmo.

Ele não queria perder tempo. Colocou a camisinha e olhou para mim. Eu tomo anticoncepcional e nunca gostei muito de camisinha, mas achei prudente ele ter colocado, não só por causa de uma possível doença, mas para diminuir o risco de me fazer um filho, coisa que seria um desastre.

Deitado, fiquei de frente para ele deixando-o preso entre minhas pernas. Segurei seu pinto e me ajeitei até senti-lo na entrada da minha vagina. Fui sentando lentamente e ele fechou os olhos. Eu estava tão molhadinha que nem sentia a borracha de látex da camisinha. Quando ele abriu os olhos novamente, eu já fazia os movimentos de rebolar e subir e baixar. Comecei a contrair os músculos da minha vagina para mostrar que apesar do meu rostinho de adolescente, eu sabia muito bem o que fazer.

Ele foi ficando doidinho e me ajudava a subir e a descer com suas mãos na minha bunda. Deixei comandar a força e a velocidade com que ele queria que eu descesse, mas subir era eu quem comandava, ora lentamente, ora rápido. Esta sempre foi minha posição preferida, embora meu marido não goste muito e quase não fazemos. Mas estando no controle eu vou vendo as reações do meu parceiro e sentindo as minhas e o objetivo é gozarmos quase ao mesmo tempo.

E foi o que aconteceu, primeiro eu por causa do atrito do seu pênis no meu clitóris e ele, provavelmente pela chave de buceta que dei nele ao gozar.

Estava exausta e caí ao lado dele na cama. Ficamos em silêncio e um misto de pensamentos invadiu minha cabeça. Primeiro de arrependimento de ter feito isto com meu marido, depois de certo egoísmo da minha parte em ter gozado com outra pessoa, mas quer saber, o pensamento mais forte foi imaginar ele, naquele mesmo momento, se aproveitando e comendo aquela vadia. Imediatamente liguei o foda-se.

Almoçamos, descansamos e pedi para ele me comer de quatro. Enquanto ele se preparava colocando a camisinha, tirei uma selfie sem ele perceber. Eu estava de quatro, mostrando meus peitos, a lateral da minha bunda e ao fundo dava para vê-lo de pau duro.

Fiquei de quatro e relembrei um dos meus namorados que me comia desse jeito na adolescência. Porém, este meu novo amiguinho não deixava a desejar em nada, me penetrando, me comendo com força, me fazendo sentir que não tinha saída, que devia ser obediente a um macho. Com suas mãos firmes me segurava pela bunda. Nem precisava, eu não queria fugir, bobinho. Quando ele me soltava, eu jogava meu quadril para trás em direção ao pau dele, para que penetrasse mais e olhava por cima do ombro, gemendo, fazendo carinhas e bocas.

Estava muito gostoso, por isso ficamos um bom tempo nesta posição até que cansei meus joelhos e pedi para trocar. Ajeitou os travesseiros e mandou eu sentar sobre eles que me queria de frango assado.

Abri minhas pernas me arreganhando toda. Seu pinto não teve dificuldades em me penetrar. Comecei a dar as minhas contraídas vaginais para excitá-lo ainda mais. Ele meteu, meteu, meteu, forte, firme, como se fosse quisesse mais uma vez me mostrar que ele manda, que é o macho e eu sou apenas uma fêmea.

Em determinadas penetrações seu pinto tocava no meu clitóris, provocando um arrepio enorme. Aquilo que parece vir do fundo da alma e que você respira fundo inconscientemente. Os bicos dos meus seios se arrepiaram como se eu estivesse com muito frio. Meus músculos começaram a se contrair sem meu controle. Uma sensação de estremecimento como se estivesse tomando choques de prazer absoluto que me levou a falar silabicamente: pu-ta-que- o-pa-riu… kkkkk

Estava vendo estrelinhas, completamente entregue. Naquele momento poderiam fazer o que quisessem comigo por que não tinha forças para reagir. Ouvi ele gemer e depois gozar.

Deitados, lado a lado, ficamos nos olhando por algum tempo. Ele veio me beijar, mas disse a ele que não. Perguntou se tinha feito algo errado, algo que tivesse me desagradado, e eu disse que não, que somente o que estávamos fazendo era sexo e que não queria envolvimento.

Olhei para o relógio e já eram cinco e meia. Fui tomar um banho e ele me acompanhou. No chuveiro me virou de costas e me abraçou dizendo que queria minha bundinha. Por sobre o ombro, olhei para ele e disse que não. Pelo menos hoje não. Ele respeitou.

Saímos do motel e fiquei me perguntando por que os homens têm tanto desejo por uma bunda. Eu nunca dei e de certa forma, acho nojento, me desculpa. Não sei se teria coragem de dar.

Me deixou no estacionamento, fui pegar minha filha e cheguei em casa, satisfeita e antes do meu marido. Naquela noite, na cama, fiquei pensando por que não conseguia ter orgasmos com ele, afinal, apesar de tudo eu o amava, e sexo com amor deveria ser mais prazeroso.

Esta foi minha única vez que saí com aquele amigo. Sei que para muita gente minha atitude não foi correta, mas para mim foi uma forma de compensação. E hoje, vivo um grande dilema. Esta quarentena tem me feito pensar e não sei se conto para ele que sei da sua amante, se mostro a foto do meu, se mostro este conto… sinceramente, não sei.

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14 Comentários

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  • Responder Topotudo ID:8cipmr1c8ik

    Eu queria que minha esposa transasse com outro,mais ela não quer.

  • Responder Casadosafado ID:2pfqxwpdhnux

    Essa sua história é basicamente a minha , só que o contrário….
    A única diferença é que não tenho uma amiga ou nenhuma mulher que se enteresse por mim…
    Se quiser conversar eu ia gostar muito..
    [email protected]
    Eu sujiro que vc abra todo o jogo , quem sabe não fica mais exitante seu casamento…

    • Pachecao ID:xgn4gd9al

      Amor não fique confusa bala trocada não sou. Adorei seu conto fiquei muito excitado e com uma vontade de estar no lugar do seu AMIGO.

  • Responder Wagner ID:1e5vtc29wm8f2

    Olá sou Wagner
    Se você está satisfeita, e gozou não tem porque falar.
    Muitas vezes estamos numa relação por comodidade.
    As vezes precisamos mudar para ter nova perspectiva.
    Se quiser conversar
    [email protected]

  • Responder Casal cambirela no d4 ID:h5hr3bpm4m

    Sejam sinceros com vcs, conversem abram os corações e o casamento. Casal de nente aberta é uma relação duradouras e prazerosa.

  • Responder Hv ID:vuf1ml5z8

    Ele é um babaca, queria eu ter Uma mulher Como vc. Não se sinta culpada, vc merece ser Feliz na cama também.

  • Responder Mauro ID:831027x0zk3

    Acho que fez o certo e que deve procurar ter prazer, vc pode amar seu marido, mas ele não te ama mais, esta com vc por conveniencia, tem uma filha. Tire a prova, confronte ele, diga que sabe da outra, diga para ele escolher, se for a outra, vc vai estar livre para seguir sua vida e procurar alguem que te ame de verdade. Não espere o tempo passar. Bjs e boa sorte.
    Se quiser conversar, meu email é [email protected], tenho 54 anos.

  • Responder Luis ID:4adfjyc3zril

    Sugiro que mostre o conto.

    • Suzi ID:1cpe60h7t7i37

      Não faça isso, ele nunca te falou das traições.
      Bom, você é quem sabe o que deve ou não fazer.

  • Responder ARP ID:16knmh7q8ybbn

    Não faça nada que arrependa, viva a vida intensamente pois o tempo passa rápido, garanto que ele ainda está te traindo, faça o mesmo sem que ele desconfie e vá ser feliz mesmo ao lado dele

  • Responder Suzi ID:1cpe60h7t7i37

    Parabéns! Diria que tomou a decisão certa!
    Deixa o tempo dizer o que fazer, por hora vai curtindo do jeito que está. Gostei da forma como descreveu sua relação com seu esposo e com seu amigo. Continue nos presenteando com suas aventuras.

  • Responder Kazado57 ID:1eguovkd3cgbv

    Parabéns, conte a ele q Vc sabe sobre as saídas dele com a outra, como vai ficar ai VC propõe tbm sair com alguem pra ver q ele pensa acho justo.

  • Responder ddias ID:gsudr9b0jn

    mostra para ele o vídeo dele e foto sua.
    diz pra ele que cada vez que ele sair com outra mulher,vc vai dar para um cara diferente.
    se ele não ligar,é porque quer ser corno

  • Responder Gera ID:g3ivh5t0jl

    Delicia de conto!deixa rolar nao conte nada,goze sempre aja descricão