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A mulher feia da praia… parte 1

4126 palavras | 7 |4.52
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Como sabem escrevo do celular, então erros irão acontecer por conta do corretor e da falta de revisão.

Me chamo Eduardo, negro, 1,78 de altura, careca por opção, olhos castanhos, magro e definido, do tipo que tem peito alto, não chega a ser aquele peito de marombado mas dá um destaque. Enfim, não me julgo bonito, mas tenho meus predicados e sei chamar a atenção quando necessário.

Havia acabado de me separar e estava de férias na praia, completamente livre e sozinho curtindo meu buchannas com gelo de coco e olhando o mar quando vejo se aproximar pelo calçadão uma mulher de uns 40 anos vestida de forma humilde, com uma calça jeans (em dia de calor intenso) camiseta branca e cabelos presos. Muitos diriam que era uma mulher sem graça ou atributos, uma diarista qualquer curtindo a hora do almoço e passeando na orla, mas ela me chamou a atenção.

Eu estava sentado na areia da praia em meio a dezenas de gostosas mas meu olhar se prendeu naquela mulher com semblante cansado e com ar de trabalhadora, a atenção nela foi tamanha que acabei chamando a atenção dela e nossos olhos se cruzaram. Ao olhar direto para ela pude ver o que eu queria, ela era o tipo de.mulher que eu gosto, submissa. (Entendam, gosto de submissão consentida, do tipo que não te tira a liberdade de ser quem é ou te faz se atirar na frente de um ônibus por ordem do mestre. Não, gosto de algo em comum acordo e com limites claros e saudáveis, afinal um homem de verdade deve foder a buceta de uma mulher e não sua vida, seu coração e sua alma).

Me levantei de onde estava e caminhei até a mulher, que por sua vez parou ao me olhar e ficou mega constrangida ao me ver tendo a atitude de me aproximar. Confesso, ela não era bonita, tinha um rosto maltratado pelo Sol, usava uma calça que aparentava ter dois números maiores que o dela, cabelos maltratados e lábios, sem qualquer pintura, crus e ressecados. Ainda assim eu sabia que ela tinha uma amazona dentro dela, essa mulher iria me surpreender.

– Boa tarde – comecei assim que estava a sua frente – prazer, me chamo Eduardo e serei seu admirador/acompanhante nos próximos 20 dias em que estarei aqui em ferias.

Ao dizer isso me curvei em uma saudação, como aquelas que eram utilizadas na corte no tempo imperial. Ela entendeu a piada/gracejo e mostrou a primeira prova de que eu estava certo, um sorriso maravilhoso com todos os dentes e branquicimos. Confesso, sou um admirador de olhos e sorrisos, um sorriso bem aplicado me deixa.mais excitado que um peito gigante. Parece mentira, mas tentem admirar uma mulher olhando somente o rosto dela, sem poder observar o resto, somente então me digam se esses elementos não importam de fato. Mas retomando a estória…

– Cláudia – respondeu com a cabeça baixa, olhando para o chão e com a melodiosa voz mansa em um lindo e suave sotaque nordestino – a sua disposição.

– Hum…a minha disposição mesmo? Isso implica em muitas coisas que eu aprovo e me deixam bem mais interessado.

Claudia não respondeu, apenas manteve a cabeça baixa e a expressão de desamparo. Amei aquela expressão e atitude servil, era isso que eu precisava para as minhas férias ficarem verdadeiramente boas.

– Creio que tenha escutado o que eu disse quando me apresentei a você, preciso saber que me diga se concorda com isso.

Ela novamente manteve a cabeça baixa e se limitou a balançá-la afirmativamente.

– Não aceito balançar de cabeças como resposta, quero ouvir de você uma resposta direta.

– S.sim…- respondeu timidamente.

– Assim está bem melhor, não gosto de pessoas que não me respondam quando perguntado. Agora me responda, onde mora? É próximo daqui?

– Moro no Caiçara (praia grande SP) bem próximo daqui.

– Mora sozinha ou com alguem?, Tipo marido, filhos etc?

– Não, moro só desde que vim para São Paulo, não tenho filhos também, nem marido ou namorado.

– Muito bem então, me aguarde aqui que vou buscar minhas coisas e você me levará para sua casa. Aguarde, não vá embora…

Ela estava de choque, não pode acreditar que eu iria fazer algo assim. Quando voltei trazendo meus poucos pertences que havia deixado na areia, o que incluía um cooler com uma garrafa de whisky quase cheia, cervejas, gelo comum e de coco, minha camiseta e uma cadeira de praia, a encontrei agitada e com ar de quem enfrentava um dilema.

– Tem medo de mim, por isso dessa cara de medo? Se for o caso apenas me retiro e deixo você com sua rotina.

– Não senhor, apenas me envergonho de levá-lo onde moro, tenho um cantinho bem humilde para morar, até porque não tenho ninguém aqui para me ajudar, sou do Maranhão, vim sozinha para fugir da miséria e me deparei com a pobreza e a solidão.

– Não ligo, ficarei feliz em ir até sua casa, você verá que não sou de luxo, gosto mais da companhia e de algo mais que você irá me providenciar.

Maria corou ainda mais e não reclamou mais do fato, apenas seguiu com Eduardo até sua casa. No caminho ele descobriu que sua mãe havia morrido e que seu pai e tios a criavam, então ela fugiu de um pai que a maltratava, um tio que a violenta a e da tia que lhe fazia de escrava. Por sorte não havia “ganhado barriga”,como ela mesma dizia, e que o caminhoneiro que lhe trouxe até o litoral paulista não tentou nada com ela por lembrar sua filha.

Assim que peguei em sua rua pude constatar que ela realmente deveria morar mal, estava em um dos piores bairros da região, cheio de pobreza e entre a pobreza existia uma pensão, igualmente miserável, onde ela se hospedava. Ao entrar em sua casa se separou com móveis velhos, provavelmente fruto de doações, as paredes eram pretas de uma infiltração antiga que o dono deve ter arrumado, mas não se preocupou em reformar dentro do apartamento e uma geladeira que ao abrir a porta caiu e mostrou um vazio desolador dentro dela.

– A coisa anda difícil pelo visto não é?

Claudia não respondeu, apenas baixou a cabeça e chorou.

– Bem, sabe que não gosto que não me responda, mas vejo que não será fácil dessa vez, então deixarei passar.

Ele se aproximou dela, ficou frente a frente, enxugou dias lágrimas e continuou…

– Tem certeza de que aceita o que te propus a pouco na orla da praia? Sabe no que isso implica?

Ela balançou a cabeça novamente em um sinal afirmativo.

– S…sim senhor.

– Pois bem, gosto como me trata. Enquanto estivermos somente nós dois deverá me obedecer em tudo e me chamar por senhor, já na rua me tratar por Eduardo e será minha companheira, ok?

– S…sim.

– Preciso saber primeiramente o que não gosta que façam com você, afinal serei seu senhor e não seu carrasco.

A mulher baixou a cabeça e pensou por alguns instantes para depois responder.

– Meu tio me batia e me machucava, não quero sentir isso de novo. Se puder não faça isso…

– Aceitável. Faremos assim, mas saiba que se me desobedecer irei te punir e isso pode implicar em receber exatamente o que não quer. Correto?

O olhos de Cláudia se tiraram em água, ela não podia acreditar que viveria aquilo tudo de novo.

– S…sim.

– Calma mulher, não precisa ficar apreensiva, estamos nos conhecendo, então relevarei algumas coisas, desde que não sejam graves, até que se acostume comigo. Agora vamos ao que interessa.

Então a coloquei sentada no sofá e expliquei que toda escrava deveria primeiro agradar ao seu senhor antes de ganhar algo em troca, então mandei que baixasse as minhas calças e chupasse. Claudia fez o que mandei, mas na hora de chupar descobri que não sabia, nunca havia feito, fora que ao pegar na rola ficou paralisada, pelo visto as que havia tido eram muito menores.

Aquilo acendeu uma chama ainda mais forte em meu peito, minha rola quase saiu voando de tanto tesão, afinal ela era inexperiente, escrava, totalmente submissa e virgem de boca, aquilo era de mais. Não perdi tempo, a ensinei como chupar e ela por instinto aprendeu direitinho, a ponto de quase me fazer gozar em sua boca rapidinho, mas meu objetivo era a buceta e não a boca, então a fiz parar e mandei que fosse ao banheiro tomar um bom banho e quando saísse que arrumasse a cama para que se deitassem.

Enquanto ela o obedecia saí e procurei por um mercado próximo, onde comprei algumas coisas para a casa, também passei por uma loja de eletroeletrônicos usados e avistei um fogão e uma geladeira usados e em.otimo estado, rateei bastante, chorei muito e comprei os dois a um preço mínimo já deixando acertado o carreto para o dia seguinte. Voltei para casa com as compras e encontrei Carla deitada em um colchão sobre o chão e vestida com o que deveria ser seu pijama a me esperar.

Sou obrigado a confessar, sua casa tinha um “q” de miséria, móveis velhos, utensílios reutilizados, roupas rotas, mas não havia sujeira ou desorganização, a casa não cheirava material de limpeza, mas tão pouco fedia a mofo ou sujeira, isso muito.me agradava.

– Levante-se e venha até mim.

Ela veio meio assustada, então me aproximei e cherei seu pescoço e cabelos, não tinha cheiro de nada, nem suor e nem tão pouco o perfume do banho, então me toquei de que ela poderia não ter sabonete para se banhar, nem tão pouco shampoo, algo que dava aos cabelos um odor um pouco incômodo e uma aparência oleosa. Vejam bem, não era sujo, de forma alguma, mas sim sem o odor que estamos acostumados nos cabelos de nossas mulheres hoje em dia.

– Fiz algumas compras, guarde tudo e depois venha até mim.

Por minha vez sentei em um sofá duro que ali estava e aguardei que fizesse o que mandei. Enquanto se movimentava em obediência pude notar algo que até então não havia visto, ela era gostosa, tinha uma pele morena jambo, quadril largo, bunda grande, seios médios e firmes, cochas grossas e não tinha nada de barriga. A roupa larga que usava, provavelmente fruto de doações, escondiam sua beleza, já podia imaginar ela nua, ela com certeza seria muito melhor. Meu instinto não falha, tirei na sorte grande, meu pau a essa hora já havia tomado Viagra com rede Bull, ele estava tão duro e pulsava tanto que parecia um bater de asas.

Assim que terminou veio até onde eu estava e se ajoelhou na minha frente, sem que eu mandasse abriu minha calça e caiu de boca na rola, a filha da puta aprendeu direitinho, foi difícil segurar o leite, ainda mais depois que ela tirou a boca deixando a saliva escorrer pelo queixo e com aquele olhos castanhos quase mel me olhou de forma interrogativa e perguntou ( sem tirar a boca de perto do cacete, ou seja, o hálito dela batia todinho na rola…)

– O senhor acha que estou fazendo certo?

Apertei forte o braço do sofá para sentir dor e não gozar na cara dela, aquela carinha que para mim agora era quase angelical. Então sem responder levantei, tirei a roupa toda e lhe entreguei, ela dobrou e ajeitou no sofá cuidadosamente para não amassar, e tão mandei que fizesse o mesmo e depois pegasse uma sacola vermelha que estava sobre a cama. Assim que me atendeu a conduzi ao banheiro e mandei que ligasse o chuveiro para nós ganharmos juntos, ela protestou, disse que não tinha luz em sua casa, então não teria a água quente a qual eu estava habituado.

Não esperei resposta, fui eu mesmo abrir e me esbaldar naquela água fria e maravilhosa naquele dia quente, então mandei que pegasse um sabonete que estava dentro da sacola que trouxe, era um Dove, ela cheirou o sabonete com gosto, então mandei que se aproximasse pois eu mesmo iria dar um banho de verdade nela já que o que ela tomou não estava bom o bastante. Fiz bastante espuma nas mãos e fiz questão de deixar o sabonete de lado e eu mesmo percorrer seu corpo com as mãos. A cada toque meu era um arrepio ou um suspiro, ela era muito sensível e sem falar nada curtia muito cada deslisar dos meus dedos.

Quando alcancei seu seio ela gemeu gostoso, ali com ela nua a minha frente pude ter a certeza do meu acerto, ela era tão gostosa quanto eu imaginei, posso dizer com certeza que muito mais ainda. Ao vira-la de costas pude constatar que não havia uma estria em sua bunda generosa, celulites eram raras, até porque ela não se fartava das porcarias que as mulheres de hoje tem, ela vivia de uma dieta bem magra e pobre, o que favorecia seu biotipo. Enquanto a admirava Cláudia delirava com os meus toques, como vi que já estava entregue e que nada seria forçado investi para sua vagina, fiz mais sabão em minhas mãos e mandei que ficasse de frente para a parede com as mãos apoiadas, empinasse aquele bundão colossal e abrisse as pernas, então fui por trás dela e percorri suas costas com minhas mãos até seu quadril, então encostei meu queixo eu sua nuca e deslizei meu cavanhaque por sua coluna até onde minhas mãos estavam apoiadas.

Nessa hora tive de segura-la, pois ela teve um orgasmo sem que a ficasse verdadeiramente. Quando mais calma fiz com que voltasse a posição e novamente percorri seu corpo com minhas mãos ensaboadas, mais ao invés de passar a barba por suas costas fiz com que minha mão esquerda subisse ao seu seio enquanto a mão direita adentrou suas pernas. A danada tinha muito cabelo, mas não foi difícil explora-la já que seu grelo era muito saliente e volumoso, então resolvi judiar dela, comecei a massagear sua virilha e o lado esquerdo de seu clitóris sem tocar sua base, depois passei para o direito e agi da mesma forma, até introduzir dois dedos em seu canal ao mesmo tempo que apertava o bico do seio com a outra mão. Não teve jeito, ela gritou forte e tremeu tanto que nos levou ao chão, onde tive de aguardar por uns 3 minutos até que parasse de tremer e por mais uns 5 min até que conseguisse se mover livremente.

Tão logo conseguiu se levantar fiz com que sentasse sobre o vaso sanitário e mantivesse as pernas bem abertas, então peguei um barbeador que havia trazido em seu kit de higiene e comecei a depilar aquela selva, foi algo maravilhoso, pois pude ver realmente o quão saliente era aquele grelo. Terminada a danada desci para as pernas e também a depilei enquanto explicava a ela a importância de manter-se sem pelos pelo corpo, então peguei um creme depilatório e fiz o mesmo em seu buço para exterminar o bigodinho que ela tinha, então a coloquei debaixo de chuveiro e soltei seus cabelos para lava-los com shampoo e condicionador.

Gente, seus cabelos eram pretos e cacheados, batiam abaixo da cintura, era maravilhoso, o conjunto da obra era algo explendoroso. Lavei com carinho e cuidado e depois apliquei o condicionador, então a virei de frente para mim e a aninhei em meu peito enquanto massageava seu couro cabeludo explicando que deveríamos deixar agir por alguns minutos antes de tirar. Neste meio tempo ela começou a chorar copiosamente sacudindo seu corpo em soluços convulsivos, então dá melhor forma possível ela me confessou que nunca fora tão bem tratada na vida, que quando me viu na rua achou que eu iria querer um programa com ela, como estava desesperada e sem nada para comer, aluguel atrasado e sem esperança resolveu aceitar, mas não imaginava que seria assim.

– Nestes próximos 20 dias morarei aqui, cuidarei de tudo quanto for possível e em troca irei ser servido sempre que solicitado.

– Eu sou sua – disse ela agora de forma verdadeira e sem ressalva – faça de mim o que quiser.

Nessa hora agarrei seu cabelo com força puxando sua cabeça para trás, então a encostei na parede e a beijei com gosto. Ela não sabia beijar, tive de conduzir toda a ação, mas no final valeu a pena, pois ela se aplicou, aprendeu e retribuiu com prazer.

– Eu disse que uma escrava sempre tem que dar algo ao seu mestre para receber algo em troca, pois agora que você me deu sua obediência real e irrestrita te darei algo em troca, algo de igual valor.

Então a fez sentar novamente no vaso, abriu suas pernas e então cai de boca em sua buceta, foi algo mágico, pois ela nunca havia sentido algo assim, estava claro em suas ações e pelos gritos desesperados que a vizinhança com certeza ouvia do lado de fora, pois quando ela gozou prendeu minha cabeça entre suas pernas e gritou com tamanha força que cheguei a ficar tonto e cambalear para trás e quanto ela escorregava da privada para o chão quase desfalecida.

Vendo seu estado a coloquei de pé embaixo do chuveiro e ela, não sei se por instinto ou sem querer, assumiu a mesma posição em que eu a coloquei anteriormente, com as mãos na parede, pernas abertas e bunda arrebitada, nessa hora não quis saber se estava ou não se recuperando, encaixei a rola na entrada e, devido ao fato de ter gozado tanto, entrou facinho meus 20×10, roçando até o fundo dela. Quando caiu em si já estava com seus cabelos cheios de creme em minhas mãos e minha rola entrando e saindo vigorosamente enquanto puxava seu cabelo e batia em sua bunda.

Mais uma vez ela gozou, mas dessa vez não deixei que caísse, eu tinha duas semanas de porra acumulado no saco, desde a separação nem punheta eu batia, então aumentei as estocadas, apertei forte o peito dela, com a mão direita eu tocava diretamente seu clitóris enquanto gozava fortemente dentro dela para depois perdermos as forças e escorregamos para o chão. A foda foi tão forte que tivemos de terminar o banho do cabelo sentados, pois não havia força em nenhum de nós.

Terminado o banho lhe entreguei um jogo de lingerie que comprei na cor branca e mandei que colocasse, ela ficou linda, então nós aninhamos naquele colchão horroroso e dormimos o sonho dos justos até a noite, quando acordamos varados de fome e decidi que sairíamos para comer na praia.diz com que se trocasse e saímos de mais dadas. As pessoas estranhavam o casal feio, piadas surgiram mas não me importei, jantamos, curtimos o mar como namorados e voltamos para casa.

No meio do caminho mandei que colocasse os peitos para fora e caminhasse assim parte do caminho. Para meu espanto ela fez e foi recompensada com uma belíssima mamada em um canto escuro de uma das ruas. Claudia era engraçada, sempre que gozava ficava mole e caia, então tive de ampara-la pelo resto do caminho, ficou normal quando já estávamos perto de casa, foi quando três jovens nós abordaram.

– Que é isso tio, pegando o monstrinho do bairro – disse a menina que por sinal era muito bonita, mas visivelmente chapada – pode ter coisa melhor.

Esse melhor ela quis insinuar que ela mesma poderia ser o melhor. Todos tiram chapados.

– Tio, ela faz gostoso, isso eu sei, mas se ela não quiser tem puta baratinha lá no centro, larga essa porquinha, ela vive com a mesma roupa e esse cabelo preso.

Novamente todos riram e Cláudia ficou sem graça, quis correr para casa mas não permiti.

– Agradeço a oferta linda, mas já tenho companhia para hoje e mesmo que não tivesse, acredito que o rapaz ali não iria gostar de eu pegar o que é dele. Quanto as putas, elas não conseguem me dar o que ela da, já a parte da porca…garanto que onde interessa ela é mais limpa que sua amiguinha.

Os rapazes se estressaram e quiseram partir pra cima.

– Calma, não queremos problemas desnecessários aqui, sabemos que o “pessoal” da região não gosta de polícia. Além do que, apenas receberam de volta as palavras que soltaram, então,já que as verdades foram ditas e ninguém vai mudar de opinião, principalmente eu, estamos indo embora.

– Isso ai, vaza comedor de carniça – disse o rapaz que até então esteve calado.

Me virei, levantei o rosto da Claudia, que até então estava chorando e com os olhos no chão, então a fiz olhar para cada um.

– Olhe bem para cada um deles, eu te proíbo de ficar com eles ou dar qualquer ousadia a eles, entendeu?

Todos tiram e Cláudia novamente baixou a cabeça.

– Isso foi uma falta muito grave – disse olhando em seus olhos.

Claudia arregalou os olhos para mim, aquilo havia despertado as lembranças do nosso acordo.

– Sim senhor – respondeu ela agora com medo e firmeza – será feito do seu jeito.

Sem esperar mais nada seguimos para casa enquanto os adolescentes riam da nossa atitude. Chegando em casa mandei que Cláudia retirasse todas as roupas e ela fez, então retirei meu cinto e dei-lhe 3 cintadas em cada lado da bunda, não sem antes avisar que não poderia gritar, reclamar e nem tão pouco por as mãos em defesa, ela atendeu e recebeu as cintadas calada para depois ficar prostrada na cama e prantos.

– Entendeu o por quê do castigo?

– Sim – disse chorosa – eu o desobedeci.

– Não, mais que isso, você me desobedeceu na frente dos outros, questionou minha autoridade em frente àquela gente pequena.

– Nunca mais farei isso, prometo te obedecer.

– Muito bom, agora vista a lingerie que te dei e suba na cama, fique de quatro para que eu veja como está esse rabo.

Claudia obedeceu e sentiu minhas mãos sobre sua bunda em brasa para depois sentir a calcinha ser afastada e algo melado cair sobre sua boceta, então meu pau entrou com tudo e sem aviso. O engraçado é que ela confessou depois fato de que ao invés de doer, como deveria e como acontecia com seu tio, sentiu foi tesão e prazer enquanto eu socava com gosto em sua buceta.

Aquela noite foi longa, gozei mais uma vez em sua buceta e depois a ensinei a beber meu leite, ela parece não ter gostado dessa parte, mas adorou a rola dentro e as brincadeiras que fiz com seu cu. Quem gostou muito também foi um dos garotos que a ofenderam, pois os outros foram embora e ele que morava ali ouviu tudo e quis provar do que era meu, mas essa estória já ficou muito longa, terei de contar uma outra hora o que aconteceu a seguir…

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7 Comentários

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  • Responder ...

    Em umas partes do conto,a mulher feia da praia se chamava Claudia.Já em outra parte a mulher se chamava Carla.Depois voltou a ser Claudia novamente.

  • Responder Negroeamor

    Meu telegran pifou, o novo é @negrotop, me chamem

  • Responder FELICIDADE SP

    Preconceito pura, no inicio de sua narração.(uma diarista qualquer)Acredito q a diarista mais humilde seja bem melhor q vc, Perdi o tesão de lê sua história.

    • Negroeamor

      O preconceito parte da mente dos outros, pois reconheço o valor da profissão uma vez que fui criado por uma

  • Responder Susi

    Não sei o que me excita mais, se a história que nos faz refletir, ou, o prazer que dá um homem depilando sua parceira!
    Na dúvida fico com os dois.

    • Joel

      O facto de depilar uma mulher… a sensação é indescritivél…

  • Responder Ribeiro

    Voce e o melhor!!! Fico ancioso pelos seus contos!!