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Menininha pobre da favela 3

1727 palavras | 7 |4.49
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Se não leu os contos anteriores então leia, tem muita coisa boa antes de chegar aqui.

Erros de português serão normais pois estou digitando de celular.

Pela manhã me levantei com cheiro de café no ar, estava cansado pois tinha tido duas mulheres intensas até às duas horas da manhã, mas ainda assim precisava trabalhar. Fui a cozinha e encontrei Raquel toda linda com a mesa posta para mim e tudo de bom para comer.

As crianças já haviam chegado e estavam em farra no quintal, então cheguei perto e roubei um beijo bem gostoso e abraçando-a com carinho e amor. Sentei a mesa e como generosamente, então me lembrei que minha escova de dentes e outras coisas de higiene pessoal estavam no carro, então fui buscá-los e quando voltei pude ouvir Maria falando com sua filha.

– Limpa essa buceta menina, está escorrendo porra pelas pernas esse cara goza muito, então tem que limpar direto. Olha só aqui, eu também tô cheia, esse filho da puta não goza fora.

Raquel ficou ruborizada e então partiu para cima da mãe.

– Você deu pra ele, você não tem respeito por nada, não cuida de mim, me deixa cheia de crianças para cuidar e te dar dinheiro, me faz passar fome e agora quer o cara que eu amo?

– Eu te avisei que homem só gosta de buceta, você acha mesmo que ele vai querer algo com você? Ele já teve o que queria, quero ver é você conviver com o que está dentro de você agora.

As duas se engalfinharam e então eu cheguei na cozinha e apartei a briga, dei um belo tapa na cara de Maria e a puxei pelos cabelos até que chegasse bem perto do meu rosto.

– Escuta aqui sua bêbada desgraçada, não sou nenhum aproveitador, sou um homem direito e Raquel é minha mulher, nunca mais levante a mão para ela. Você se fez passar por ela ontem, por isso comi você, caso contrário nunca teria tocado no seu corpo. Tem mais como sou eu quem tenho posto comida e ordem nessa casa então eu tenho direito de mandar em tudo aqui, então me respeite e ande na linha.

“Quero você aqui todas as noites 20h e sem beber, pois todos os dias estarei aqui esperando por você enquanto cuido da casa e da minha mulher. As coisas irão mudar sim.”

– Seu filho da puta, acha mesmo que pode mandar na minha casa? Se acha está enganado, farei o que quero e como quero, você não manda em mim.

Levou outro tapa na cara e uma bela sacudida fazendo uma lágrima de raiva rolar de seus olhos e atraindo espanto para o rosto de Raquel que observava tudo.

– Bate viado, acha que tenho medo, acha que foi o único homem a me bater na vida? A diferença é que não dei para os homens que me bateram, aliás, o último homem que me comeu foi o desgraçado do pai dela, o que significa que se ela estiver bicuda eu também estou, então você estará batendo na mãe do seu filho.

Soltei Maria fazendo com que desabasse, então mm andei que sentasse e tomasse café, ela reclamou mas a puxei do chão e a fiz sentar na cadeira.

– Sim você pode ter razão, então tudo muda a partir de agora. Raquel, você viu que não fiz nada propositalmente, mas se for verdade terei de assumir minha responsabilidade com as duas, correto?

– Sim, eu entendo você é meu marido agora aceitarei o que disser

– Muito bem, Maria você entrará no mesmo ritmo, serei seu marido também e como Raquel terá de me obedecer e agir de acordo com as minhas regras.

– Hummm, até parece que você vai ser meu marido, eu cuido de mim, ninguém manda em mim.

– Ok, serei seu dono e você minha vagabunda então, não queria apenas rola, então vou usar você e te bater se me desobedecer. As coisas mudam para você a partir de agora.

” Quero que deixe de trabalhar no que dar e fique em casa cuidando de tudo com Raquel, não beberá mais e vai limpar todo esse quintal deixando este lugar verdadeiramente habitável. Quanto a Raquel, ela irá fazer a matrícula na escola hoje, quero que tenha um futuro digno. Quanto a mim trabalharei e farei as reformas nessa casa para que tenhamos um lugar decente para viver.

Farei a compra dos móveis novos e tudo mais que necessitarmos para viver bem e para cuidar dessas e de outras Crianças mais que iremos trazer.”

– Quem disse que sairei do meu serviço, eu mando na minha vida.

– Mandava Maria, agora quem manda sou eu. Já que está falando demais e nada de comer, então vá tomar seu banho, fique bem limpa, cuide dos cabelos, não quero ver sujeira ou cheiro de álcool quando eu voltar.

Então me levantei, beijei Raquel e vi Maria resmungar enquanto seguia para o banheiro para seu banho.

– Amor, espero que não tenha ficado brava por causa do que aconteceu comigo e sua mãe. Sou seu marido e vou cuidar bem de você de hoje em diante.

– Não se preocupe comigo, agora você tem duas mulheres te esperando quando chegar, mas quero ver como vou ficar viu. Foi muito bom ontem a noite, ainda está dolorido mas quero que faça novamente hoje, não quero que pegue apenas minha mãe.

– Não se preocupe, hoje será diferente de ontem, mas não menos gostoso e divertido.

Então segui para o serviço, teria de trabalhar bastante para fazer o que prometi. Passei na pensão onde morava e peguei minhas coisas já para ter tudo pronto quando chegasse em minha nova casa, no caminho entrei em lojas de móveis e comprei tudo o que precisava para deixar tudo perfeito, como queria que estivesse.

No final do dia fui recebido por duas mulheres maravilhosas, elas haviam ido comprar roupas com o dinheiro que deixei com Raquel, então estavam muito bem vestidas e bem limpas. Maria mostrou ter uma beleza que eu desconhecia, era loira com cabelos cacheados longos – sob a sujeira seu cabelo parecia castanho escuro – os mesmos lábios da filha e olhos penetrantes, fora que envergava um vestido azul claro que delineava suas curvas maravilhosas. Ela estava arredia mas demonstrava sobriedade e um certo brilho no olhar.

Raquel não estava menos exuberante, vestia um vestido amarelo, também soltinho no corpo, estava com o cabelo preso em uma trança maravilhosa e jogada pelo ombro direito até seu peito. Ela estava sexy com aquele pescoço a mostra e o cabelo em trança repartindo seus seios, ela era demais.

Me aproximei e beijei a boca de Raquel com carinho, então Maria se virou para ir para dentro, já resmungando que fez demais em vir me receber na porta, ver cena melosa era demais para ela. Então a puxei pelos braços e a fiz ficar de frente para mim.

– Não dê as costas para mim, não se esqueça do seu papel aqui.

Então a puxei e beijei sua boca como feito com a filha. Maria ficou vermelha e pela primeira vez demonstrou ternura, havia uma mulher maravilhosa por debaixo daquela armadura que eu estava quebrando.

Entramos em casa e o cheiro de comida invadia o espaço, Maria havia cozinhado e cozinhava muito vem mesmo. Foi então que descobri que era cozinheira em um motel de quinta, que fazia isso para sustentar seu vício e levar migalhas para casa. Soube através delas que as mães passaram a gostar mais da forma como as crianças eram tratadas e que pretendiam indicar a casa para mais pessoas da vizinhança. Foi um jantar agradável e cheio de mimos para as duas.

Após o jantar me levantei e fui ao carro buscar minhas coisas, deixei-as na sala, pois não havia lugar para guardar e fui tomar meu banho e mandei que Raquel viesse comigo para lavar minhas costas. Ordenei que deixasse a porta aberta, afinal somos casados e não havia necessidade disso, então em meio ao banho mandei que Raquel tirasse sua roupa e entrasse comigo na água. Sem pudor a apoiei na parede e comecei a socar dentro dela com vontade; enquanto ela gemia alto sua mãe se aproximou e começou a assistir sua filha sendo fodida com vontade para depois ficar de joelhos e levar uma bela gozada na boca.

Raquel não gostou do sabor e começou a cuspir a porra toda.

– Menina burra, tem que tomar o leite todo, não pode desperdiçar nada. Quando não quiser beber ponha na minha boca.

Então entrou no banheiro e começou a lamber a porra que escorria pelo rosto de Raquel e depois deu um beijo bem safado para tirar cada gotinha de leite da boca dela. Eu ainda de pau duro as puxei do banheiro e as joguei sobre o colchão o de arranquei a roupa molhada de Maria e mandei ver dentro dela, mas não sem antes fazer com que chupasse a buceta de sua filha. Maria não gostou muito da idéia, mas levou um belo tapa no traseiro e começou a fazer com vontade.

Naquela noite gozamos muito, Raquel aprendeu a beber meu leite e a dar o cu, Maria aprendeu seu lugar na casa e fodeu como uma vadia com o novo marido e a filha. Assim foram os dias até que ambas descobriram que estavam grávidas, Raquel foi a primeira Maria dois meses depois, que felicidade. Tudo o que pude pensar quando Maria anunciou a gravidez é que estava feito, pois mesmo no resguardo de uma ainda teria a outra para foder.

Pretendo fazer a versão dela do romance, quem gostar que peça essa continuação.

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7 Comentários

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  • Responder Suzi

    Seria bem interessante ler a versão da mulher .
    Quero ver continuação, por favor!

  • Responder Marcelo o tesudo

    É esse o verdadeiro marido. Manda ver até na sogrinha!!!!!! kkkkkkkk

  • Responder RaUL

    Esse é uma bela porcaria.

  • Responder Susi

    Cu ,cu, cu, cu, cu, cu, cuidado!
    Tú é o que? Tú é o que?

  • Responder Coyote 24cm

    Continua logo

  • Responder mary

    hummmmmm

  • Responder Ribeiro

    Continua! Seus contos sao os melhores, nao perco um!!