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A Seita – parte 1: “O sonho de Anissa”

1491 palavras | 8 |4.47
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Um lugar misterioso onde mulheres (das mais variadas idades) partilham um desejo em comum, mas bastante peculiar: obter prazer com meninos e meninas.

Olá meu nome é Marnie. Postei já à algum tempo alguns relatos (alguns fictícios outros não), bastando pesquisar meu pseudônimo. Todos tratam de lesbianismo.
A ficção que passo a narrar, tem como inspiração a intimidade com minha sobrinha Marcelinha, já aqui relatada em 4 partes. Sou bem louquinha e gosto de escrever sobre desejos proibidos. Espero que gostem e desculpem se algum erro ortográfico ou gramatical me escapou.
De um momento para outro, Anissa viu-se em sua salinha. A salinha onde cuidava e fantasiava o desejo por seus pequenos. Sim, desejo. Este foi um dos motivos de ser professora para essa faixa etária. Ouvi-los chamando-a de “tia” despertava nela os mais loucos e profanos prazeres. Tão íntimos e intensos que a fazia, as vezes, questionar-se sobre sua sanidade. Mas era mais forte que ela.
Cada vez que uma delas se aproximava, Anissa, com seus salto altos, se posicionava próximo de seus rostinhos e já imaginava o impossível. E muitas vezes se perguntava: Porque? Porque tinha tais pensamentos? Esse fetiche que experimentava toda vez que suas boquinhas se aproximavam da região de seu sexo. Elas a olhavam de baixo para cima. Anissa acariciava seus cabelos, abria um pouco mais as pernas e se aproximava ainda mais quase encostando e as vezes até roçando de leve sua pélvis em seus narizinhos.
Mas agora ela estava ali, só, em sua sala. Estava tudo no lugar: o quadro, as mesas com suas cadeirinhas, os brinquedos; além de todo o colorido e enfeite de uma sala infantil.
No entanto, era tão estranho, tudo tão silencioso. Anissa não se lembrava do que havia acontecido antes, quer dizer, imediatamente antes de estar ali. Foi como se do nada ela aparecesse em sua salinha. E foi do nada também que, em um dos cantinhos, uma voz surgisse.
“— Tia Anissa! “, era a voz de uma menina.
O som gostoso, suave e meigo daquela vozinha provocou nela um leve arrepio e, ao mesmo tempo, uma sensação de deleite.
Professorinha Anissa olhou na direção da voz e viu a garotinha em dos cantos do fundo, sentadinha em uma cadeirinha. Não a reconheceu. Não era uma de suas anjinhas. Mas era tão linda. Cabelos castanhos e compridos, com um enfeite de borboletinha em dos lados. Vestidinho com detalhes de florzinhas. Mas o detalhe principal mesmo, eram seu olhos, Com um tom esverdeado, como os seus, e que denotava um olhar um tanto magnético e sensual, mesmo para sua idade.
Anissa foi em sua direção e postou-se de joelhos a sua frente: “— Oi meu anjo. Quem é você?”
“— Meu nome é Aurora.”
“— Mas que nome lindo. Onde está sua mãe?”
“— Não sei.”, disse abaixando o seu lindo olhar e logo depois pediu: “— Fica um pouquinho comigo?”
“— Claro meu amor.”
Anissa foi até um dos armários e retirou dois colchonetes e almofadinhas, dispondo-os no chão.
“— Deita aqui e descansa um pouquinho meu bem. Vou ficar aqui do seu ladinho até sua mãe chegar, tá?”
“— Tá bom.”
Deitada de lado, Anissa aconchegou a menina junto a seu peito. Aurora aproveitou o momento, tratando de postar seu rostinho entre o pequeno decote da blusinha justa que realçava os belos seios da professorinha.
Foi o suficiente para lhe despertar seus loucos devaneios. Começou a imaginar o impossível acontecer. Essa luta interna entre o querer e resistir.
O “pior”, foi ver Aurora agindo de uma forma um tanto acintosa. Apertou-se a Anissa, com seu narizinho afundando ali na abertura do decote. Sentia a respiração da menina em sua pele.
Imediatamente Anissa contribuiu, colocando uma das mãos atrás de sua cabecinha, como que para ter certeza de que dali ela não sairia.
Mas Aurora queria mais. Sutilmente moveu seu rosto, sua boca, para a parte mais suculenta de um dos seios. Aurora queria o bico. Queria mamar.
O decote foi cedendo. Anissa também. A luta entre querer e resistir estava chegando ao fim: Anissa queria.
O encontro daquela boquinha faminta com o bico do seio foi como um choque elétrico para Anissa. Um turbilhão de sensações nunca experimentadas. Seu suspiro denunciou todo seu desejo, despertando de forma auspiciosa todas suas fantasias até então nunca realizadas.
Olhando ao ponto onde agora Aurora se deliciava, a professorinha viu seu seio totalmente exposto e a misteriosa menina, de olhinhos fechados, com a boquinha grudada no bico, sugando-a como se estivesse com fome, esperando que dali algum leite saísse.
Anissa não prestou atenção no quanto durou aquilo tudo. Parecia atemporal. Só o prazer é que importava. Aquela anjinha desconhecida, sua boca e seu desejo de mamar. A sensação de gozo era iminente.
Mas em dado momento, Aurora tirou a boca do seio, encarando com seus lindos olhos o olhar suplicante de sua “nutriz” e, desapontada por ter parado assim tão abruptamente e de forma tão inoportuna.
“— O que foi meu bem?”, indagou ainda arfante a professorinha.
A linda menina, então desviou o olhar e com um dedinho ficou rodeando o bico ainda úmido que estivera mamando.
“— É que eu queria… eu queria…”, Aurora parecia demonstrar incerteza em revelar suas vontades.
“— O que você queria meu anjinho? Pode dizer.”, Anissa perguntava enquanto acariciava os lindos cabelos de Aurora.
“— Eu queria… mamar…”.
“— Você quer no outro? É isso?”, Anissa perguntava e ao mesmo tempo retirava sua blusinha, expondo então ambos os seios e sua barriguinha bem delineada. Estava agora sentada na colchonete, apoiando-se na parede.
Aurora, postou-se sentada nas coxas de Anissa e seu dedinho agora, rodeava o umbigo da moça.
“— Não, eu queria mamar… ali!”
O dedinho de Aurora saiu do umbigo de Anissa e o apontou para a sainha desta. Exatamente para sua pélvis. Sim, a estranha e bela menina apontava seu dedinho para a xoxota de Anissa. Era ali que Aurora queria mamar.
Surpreendida, ou melhor, agradavelmente surpreendida, Anissa levantou suavemente o queixinho da menina: “— Meu bem… você tem certeza que quer isso?”
Anissa levantou-se ficando então de frente para Aurora. A saia curtinha da professora, fornecia a menina uma visão ampla da calcinha, transparente na parte superior e revelavam os pelos negros que formavam o triângulo de seu sexo. Na parte não transparente, Aurora podia visualizar a saliência do generoso e suculento grelo que Anissa possuía.
“— Deixa. Só um pouquinho. Eu sei que você quer.”, argumentou Aurora com o rostinho bem próximo ao sexo de Anissa.
“Que loucura. Que loucura é essa”, pensava Anissa.
Esta não resistiu. Desceu sua calcinha, para regozijo de Aurora, apoiou um pé em uma cadeirinha e com uma das mãos trouxe-a de forma delicada, mas resoluta, para a sua buceta.
A pequena, agora devidamente alojada em suas coxas, abocanhou o grelo rosado, carnudo, úmido já há algum tempo e começou a mamar.
A sensação era indescritível para Anissa. Tudo o que ela sempre sonhou estava se realizando. Quantas noites masturbava-se, imaginando esta cena: sua xoxota dando de mamar a uma criança. Fantasiava que as estava alimentado através de seu sexo. Sim, que sua buceta nutria aquelas boquinhas famintas.
E agora, vendo aquilo, estava prestes a gozar, a dar seu melzinho a esta linda menina que nem ao menos conhecia. A pequena Aurora, percebendo os frêmitos do corpo de sua nutriz, aconchegou-se mais e passou a mamar com mais volúpia, pois pressentia que o gozo viria logo para sua boquinha saborear.
Foi então que Anissa percebeu o absurdo da situação. E o perigo que corria. Estava em uma sala de aula, nua, e fazendo sexo com uma criança. Anissa se deu conta afinal, do surrealismo que aquilo tudo era. De um sobressalto, acordou.
Ainda com um resquício do prazer agora se esvaindo, deu lugar a Anissa a frustração e ao mesmo tempo a incredulidade, de que tudo o que passou foi um sonho, pois a noção de realidade, sentimentos e prazer foram por demais intensos. Parecia que ela fora transportada a um universo paralelo onde todos os sonhos são possíveis.
Anissa pesquisou mais tarde sobre esta experiência e descobriu que havia tido um sonho lúcido. Daí esta sensação de realidade. Passou então a estudar técnicas para ter novas experiências do tipo, pois queria mais. Queria rever Aurora.
E então, dias depois, o improvável tornou-se real. Anissa reencontrou Aurora. Aquilo, de tal forma a surpreendeu, que achou que estivesse em outro sonho lúcido. Mas não. Agora era real. Aurora era real. Anissa ainda não sabia, mas em pouco tempo, todos os seus sonhos, seus desejos mais íntimos fariam parte de seu dia a dia, de sua realidade. E seus prazeres não seriam apenas com Aurora…
Fim da primeira parte.

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8 Comentários

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  • Responder Railan Araujo mota

    Queria q VC fosse minha professora, amei o conto Marnie ^^

  • Responder .

    Marnie, teus contos são maravilhosos, perfeitamente escritos. Não demore a postar mais!

  • Responder Júnior Alves

    Voltou depois de tanto tempo e com um ótimo conto. Espero que não demore a postar a continuação

  • Responder Pedófilo

    Muito to , continua

  • Responder Charles Manson

    Nossa que conto heim.
    Gosto e respeito essa seita.
    Conta mais!!

    • Patricia Krenwinkel

      Nossa Mestre você por aqui
      Saudades

    • Charles Watson

      Opa reunião familiar tô aí só falar mestre que eu obedeso

  • Responder Dr

    Parabéns, adorei