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O Clube, parte 1

765 palavras | 1 |4.60
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Tomate tártara apena de contos gay, outros contos que escreverei vou posta no Tomate Cereja.

Minha historia com Iguinho havia chegado ao fim, pelo menos por enquanto, e eu agora estava vivendo na casa da minha tia, ja a duas semanas, era um lugar show, ela vivia em Pernambuco, em uma casa a beira mar, em um bairro que todos vocês chamaria de fim do mundo, pois não tinha quase nada, mercado, escola, farmácia, era tudo longe, mas tinha mato, muito mato, no verão tinha poeira pra todo lado, no inverno era sô lama, em fim, o tipo de lugar que eu não escolheria pra viver, mas estava lá.
Logo fiz amizade com Luiz, o filho da vizinha, que tinha 16 anos, e eu 19, Luiz passo a ir la em casa no final da tarte para conversa, e em uma dessa vezes me pegou batendo punheta, eu estava batendo pra iguinho, lembrando de tudo oque aconteceu, e tomei um puta susto com Luiz aparecendo de surpresa na janela.

Eu: Porra guri, tem boca pra chamar não e?.
Ele: Eita porra, foi mal ai mano, so queria te chamar pra anda na praia.
Eu: Pow cara, Blz, mas na próxima grita do protão primeiro.
Ele: Rlx, também ja fui pego fazendo isso.

Saímos e somos andando pela praia, eu meio puto ainda como ele, mas ele disse que ali, ninguém tinha modos, que os garotos são acostumando a tomar banho de praia nus deis de peguemos, por isso ele apareceu sem chama, pois para eles ali punheta não era nada de mais, disse a ele que tava de boa, que não tinha sido nada, e ele disse, ok, que ate gostou de ver minha rola, pois era bem grande, rimos, pois ele disse em tom de brincadeira, então perguntei se ele queria tomar banho de praia ele topou na hora, e foi tirando a roupa.
Eu: Ou, ou, ou cara, não precisa fica pelado não.
Ele: Rlx, cara, aqui e normal isso, eu e que não vou voltar de roupa molhada pra casa a noite.
Eu: Ue, por que não?
Ele: Mano, e um frio da desgraça, e melhor vc guarda a roupa pra vestir quando sair.

Aquilo era verdade, então tirei tudo também, e reparei a olhada que Luiz deu pro meu pau, corremos pra água, mergulhamos, como tava anoitecendo a água da praia fica quente, muito relaxante, Luiz então me atacou por trás, eu revidei, e a brincadeira foi rolando, e fomos ficando de pua duro com um sarrando no outro, então ele pega no meu pau, e eu não digo nada, ele sorri e diz.
Ele: grande mesmo o seu, quando mede?
Eu: 20 cm, e o seu?
Ele: 18 cm.

Peguei no dele também, e logo a brincadeira de lula virou brincadeira d punheta, ele se aproxima mais de mim, e ficamos colados juntos se punhetando um olhando pra o outro.
Ele: contra pra ninguém isso ok.
Eu: Ok.
E nos beijamos, era a segunda es que beijava um garoto, o fogo tomou nos dois, nos abraçamos, nossos paus duros se encostaram, e começamos a sarro gostoso, pica com pica, ficamos assim, poe um bom tempo ate ele me chamar pra sair, saímos abraçado pra evitar o frio, fomos pra de tras de uma barco de pesca que tava na areia, e deitamos, ele caiu de boca na minha rola, mamando com vigor, tinha experiencia, e punhetando sua pica, pensando, sera que sou bi mesmo?
Não sei, mas cai de boca no pau dele também, a muito tempo eu tinha desejo de chupa uma rola, e taquei o foda-se pra tudo e chupei a dele em um 69 gostoso, eu tinha dado uma chupadinha na d iguinho, mas a dele era tão peguenta que nem dava pra chama de rola, mas a do Luiz, era grande, feito a minha, e eu tava doido de tesao, chupamos gosto pos que uma gora, ate goza uma na boca do outro, era a primeira vez que eu sentia um pau jorrando porra em minha boca, mas com certeza não era a dele pois ele engoliu tudo, fiquei ali com a boca cheia de porra, quando ele viu, veio e me beijou, um beijo de porra, nossa aquilo era de mais, eu e ele se beijando com a bora escorrendo da minha boca pra dele e caindo nos melando.

No fim, fomos pra casa, melado cheirando a porra, marcamos de fazer de novo, e fui pra casa tomar banho.

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1 comentário

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  • Responder Saulo Batista

    Parabéns adorei o conto, to esperando a continuação ansioso
    Abraços