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Descobertas com a minha irmãzinha

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As descobertas do sexo são ótimas, e quando elas vem de encontro a você é melhor ainda. O sexo é algo que aflora muito cedo, e entre irmãos é muito bom.

No meu conto anterior, “Descobertas com meu irmão“, escrevi como foi minha iniciação sexual e depois que meu irmão foi para o seminário eu continuava com as minhas punhetas solitárias.
A nossa casa era muito simples e pequena, e quando me sentava na mesa da cozinha para minhas tarefas da escola tinha uma visão do box do banheiro, e num determinado dia, enquanto estudava, minha irmã mais nova que eu 3 anos tomava seu banho e como sempre fazia, a porta ficava aberta e o box era protegido por uma cortina plástica. Minha mãe deixou ela se banhando enquanto foi separar suas roupas, e foi nesse momento que minha irmã me chamou pelo nome e quando olhei para o banheiro eta estava com a cortina do box aberta e com as suas mãozinhas abria sua bucetinha toda rosinha e se exibia pra mim.
Aquilo foi como fogo na gasolina, ali mesmo sentado na mesa meu pau ficou super duro enquanto eu admirava aquela maravilha, minha primeira buceta foi da minha irmãzinha.
O meu show particular foi interrompido pelo barulho de mãe voltando para terminar o banho dela, e enquanto minha mãe a enxugava ela olhava por cima dos ombros dela fixando meus olhos com um olhar safado e ao mesmo tempo me pedindo segredo.
Naquele momento tive a certeza que veria aquela delicia de buceta mais vezes, e como num ato insano coloquei minha mão dentro calção e me bati uma deliciosa punheta ali mesmo, perto da minha mãe e da minha irmã correndo o risco de ser pego e levar uma bela surra. Ao sair do banheiro minha mãe me manda tomar banho também, e mais uma vez me acabei em outra punheta maravilhosa pensando naquela bucetinha rosada, toda aberta se oferecendo par mim.
Os dias foram passando e não tive mais a oportunidade de acompanhar os banhos de minha irmã, pois minha mãe com sua mania de organização mudou a posição da mesa da cozinha, mas sempre que aparecia uma chance minha irmã levantava a saia e puxava a calcinha pro lado e se mostrava pra mim, e eu corria pro banheiro bater mais uma punheta.
Numa certa tarde, estávamos no quintal pegando algumas goiabas e minha mãe dormia com minha irmã caçula, em determinado momento minha irmã disse que ia ao banheiro fazer xixi e eu como curioso que sempre fui disse a ela pra fazer ali mesmo pra eu ver, e ela safadinha nem pensou, baixou a calcinha e fez ali mesmo no quintal. Que coisa mais linda aquela bucetinha fazendo xixi ali na minha frente. Não resisti, tirei meu pau bem duro pra fora e bati uma na frente da minha irmã. Ela olhava fixamente no meu pau, pois nunca tinha visto, e aquele olhar no meu pau e aquela bucetinha ainda a mostra molhadinha de xixi me fizeram ter um gozo surreal que ela adorou ver mas não quis pegar no meu pau naquele momento.
O gozo foi tão intenso que nem consegui mais ficar de pau duro, mesmo ela pedindo pra eu fazer mais.
A partir desse dia as brincadeiras foram esquentando e começamos a colocar a mão um no outro, mas o auge foi um dia em que minha mãe saiu e levou minha irmã caçula ao médico e nos deixou em casa pois ela ia demorar e não dava pra levar três crianças.
Fechamos toda a casa sob orientação de não atender ninguém e começamos a “brincar” novamente e nesse dia minha irmã inventou uma brincadeira onde ela corria em minha direção, pulava no meu colo me abraçando com suas pernas encaixando de forma certeira sua buceta no meu pau, e eu a segurava enquanto ela se esfregava em mim. Como ela não conseguia ficar muito tempo nessa posição, isso se repetia 3, 4 as vezes 5 vezes e é claro que eu gozava muito que caíamos os dois no chão, e ela com aquela carinha safada me olhava e perguntava “saiu?”, se referindo a minha porra.
Fomos mantendo a brincadeira assim por um bom tempo, até que um dia resolvemos tirar nossas roupas, pois até então ficamos vestidos, ela puxava a calcinha pra me mostrar e eu apenas tirava o pau do calção, e então pelados começamos a brincar. A sensação de contato da bucetinha dela, nesse momento já meladinha (mas eu não entendia porque) com o meu pau duro foi viciante e toda vez que podíamos estávamos pelados brincando e eu gozando muito nela, que achava divertido aquela coisa gosmenta em sua buceta, e logo depois corria no banheiro se limpar.
A cumplicidade entre nós era tanta que numa tarde quente, nossas vizinhas de 10 e 9 anos se banhavam em um tambor de água fria enquanto conversam com a gente sob a cerca, nós dois vimos a buceta da mais nova pois ela estava de calcinha e como molhou acabou cedendo mostrando uma buceta branquinha bem pequena e fechadinha. Chamei minha irmã para brincar pois meu pau ficou muito duro com aquela visão, e minha irmã depois da gente brincar ficou muito brava porque eu falei que devíamos chamar a vizinha pra brincar com a gente. Ela disse que era só com ela que podia brincar.
Passamos a nos arriscar durante a noite, pois dormia eu, ela e a caçula no mesmo quarto, e quando todos dormiam, um acordava ou outro para brincar. Foi nessa época que ela começou a segurar meu pau e bater punheta pra mim até eu gozar e eu ficava alisando a bucetinha dela que ficava toda babada.
o tempo passou e fomos crescendo, ela ficou mais esperta, pois seus peitinhos começaram a crescer e minha mãe começou a orientar sobre os assuntos femininos orientando a se comportar e não deixar ninguém colocar a mão nela, até que um dia depois de muita insistência ela aceitou fazer a brincadeira do colo mas não tirou a roupa, e nesse dia ele se fregou tanto no meu pau que aconteceu algo diferente, de repente ela me aperta cada vez mais com as pernas e começa a tremer e se esfregar mais e mais, e eu não entendia o que acontecia mas estava muito bom, bom mesmo, e eu apertei mais ela contra o meu pau até gozar enquanto ela tremia mais no meu colo. Mais tarde fui entender que ela tinha gozado e muito. O primeiro orgasmo da minha irmã foi comigo quando ela tinha 9 ou 10 anos, e toda vez que me lembro desse episódio fico com o pau duro e me acabo na punheta, como farei ao terminar de escrever.
O tempo passou e nossa relação incestuosa esfriou, mas ficamos cúmplices em nossas aventuras fora de casa, com um acobertando o outro. Meu silencio tinha preço – as amiguinhas dela. Peguei várias.
Depois de muito tempo, tentei investir na caçula, nessa época ela tinha 12 anos, corpo em formação, uma delícia, mas não tinha espaço. Um belo dia, ela estava no banho nas esqueceu a toalha e logo me chamou para que levasse uma. Quando abriu a porta, mesmo tentando se esconder, pude ver seus peitinhos pontudos de bico rosa toda molhada do banho e uma buceta com pelos ralinhos … fui a loucura.
Ela percebeu que eu vi mas não fez nada para se esconder, mas nunca deu espaço para nada, mesmo eu tentando muito.
Nas festas de família ela me provocava, sentava no meu colo na frente de todos, e todo mundo elogiava o carinho dos irmãos. Enquanto todos elogiavam ela me deixava de pau duro e sentia ele, e quando resolvia sair ela sem pre avisava “já já vou me levantar” …era o sinal pra eu baixar o pau e não sermos descobertos.
Nunca passamos disso e tenho certeza que ela se excitava e até gozava, pois algumas vezes saía do meu colo e ia pro banheiro.
uma unica investida direta foi quando ela tinha 14 anos, com um corpo delicioso. Nós estamos no estacionamento de uma faculdade esperando uma prima terminar o vestibular, e dentro do carro fui pro ataque, mas ela não cedeu e disse que se fizesse novamente não sairia mais comigo.
Até seus 16 anos ela ainda sentava no meu colo como fazia antes. Sentava, me excitava, ficava um tempo e me avisava que ia sair, e sempre que saía ia direto pro banheiro, ou seja, minha irmã caçula me usava como seu objeto de desejo e prazer, gostava de sentir meu pau tocando nela até gozar.
Nunca penetrei minhas irmãs, mas me esfreguei muito em suas bucetinhas lindas, rosa e sem pelo.
Hoje tenho 47 anos, adoro sexo, minha namorada tem 26 anos (adoro as novinhas) e temos uma vida sexual louca.
Minhas irmãs são bem resolvidas sexualmente e ambas preferem homens mais velhos.
Posso dizer que graças aos meus irmãos sou uma pessoa com a cabeça totalmente aberta para sexo.
No próximo conto vou relatar minha primeira relação Homossexual com penetração.

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