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Aventuras delirantes

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Meu psiquiatra me diagnosticou como um exibicionista. Só não contei que eu também gostava de mostrar meu pau pra crianças. O remédio que ele me receitou não fez efeito porque o gosto de ver crianças vendo meu pau era muito maior. É incrível, mas tem muitas meninas taradas. Elas já nascem pensando em sexo. Já me masturbei na frente de uma penca de meninas curiosas. Eu vejo uma garotinha, com aquelas bundinhas maravilhosas e já fico de pau duro. Eu espero uma boa chance, quando estamos sozinhos, sem ninguém vendo, e tiro o pau pra fora e me masturbo. A maioria delas fica só olhando e não querem se aproximar quando as chamo. Mas algumas poucas ficam de olhinhos grelados vendo eu me masturbar e gozar. Não importa aonde for, quando pinta a chance mostro o pau e bato uma punheta. Já tive algumas experiências com garotinhas que pegaram no meu pau e bateram punheta pra mim. Duas delas colocaram na boca e chuparam rápido. Tenho certeza que algumas crianças nasceram pra chupar pica. Vou contar uma experiência que me marcou muito. O nome dela era Suellen e ela tinha 7 anos de idade. Foi no clube que eu a encontrei. Ela estava usando um biquini fio dental todo enterrado na bunda. Tem mãe que é cega, não percebe que a filha vai ser alvo dos olhares maliciosos dos tarados como eu. Ela foi comprar picolé e passou bem pertinho de mim. Dei uma olhada no material e era da maior qualidade. Uma bundinha redondinha, com toda a polpinha exposta, Um volume da cocota estufado e a parte de cima do biquini estava arriado mostrando o biquinho do peitinho. Fiquei louco e decidi arriscar. Quando ela voltou chupando o picolé, eu a chamei e perguntei onde ela tinha comprado. Enquanto ela me explicava o local, eu alisava o pau por cima do short. O volume da caceta estava bem visível. Ela interrompeu a explicação e deu uma olhada direto pro meu pau e logo em seguida continuou a falar. Pedi pra ela comprar um picolé pra mim e dei o dinheiro. Ela se prontificou a ir, pegou o dinheiro e voltou até a sorveteria. Quando ela voltou com o picolé na mão, eu já estava com a cabeça da pica pra fora do short. Quando ela me deu o sorvete, deu uma olhada e disse: “Tio, o seu piu-piu tá de fora”. Pedi desculpas e fiz menção de guardar a pica, mas antes de colocar pra dentro do short, eu expus mais a rola. Ela deu um risinho e ficou chupando o seu picolé me vendo guardar a rola. Perguntei na maior cara dura: “A mocinha viu o sinal que eu tenho no meu piu-piu?”. Ela respondeu que não tinha notado e ficou olhando direto pro volume da rola já dentro do short. “Quer ver?”. Ela olhou em volta pra se certificar que não tinha ninguém vendo e voltou a olhar pro volume da rola. Estava claro que ela estava curiosa pra ver. De fato, eu tenho um sinal de nascença na glande, mas aquele local não era seguro pra mostrar o meu pau pra ela. Então, fiz uma proposta: “Disfarça e vamos alí pra aquele lugar atrás daquela coluna. Me levantei e fui andando. Ela deu mais uma olhada em volta e veio andando atrás de mim. Quando chegamos atrás da pilastra, eu arriei o short e mostrei o pau e o saco, e apontei o sinal. Ela disse: “Tio, parece um passarinho, né?”. “É mesmo, coloca o dedinho aqui pra você tocar”. Ela apontou o dedinho e encostou no sinal, e disse: “Tá quente seu piu-piu”. Eu arrisquei: “Será que ele tá com febre?”. Aí, ela pegou com a mão cheia e disse que achava que sim. “Então, faz um carinho nele, faz. Quem sabe se a febre baixa”. Ela começou a alisar a rola com todo o carinho. Eu fechei seus dedinhos em volta da rola e comecei uma punheta bem lenta. Quando ela viu a pele deslizando, falou toda assustada: “Tio, a pelinha tá soltando”. “É assim mesmo meu amor, a pele não vai cair não, pode continuar”. Pedi pra ela apertar mais e movimentar a mãozinha mais rápido. Ela acelerou a punheta e eu gozei que foi uma delícia. Ela tirou a mão e perguntou, toda assustada, se estava doendo. Terminei de gozar com a minha própria mão e respondi que não tava doendo, mas que o piu-piu vomitou. Ela fez uma carinha de peninha e eu expliquei que o piu-piu estava doentinho e por isso tinha vomitado. “Agora, se você quiser ajudar o piu-piu a ficar sarado, no próximo domingo você pode fazer carinho nele de novo, quer?”. “Tadinho dele, tio. O senhor promete dar remedinho pra ele?”. “com certeza, meu amor. O tio vai dar remedinho e no próximo domingo a gente volta aqui e você faz carinho nele, tá bom?”. “Tá”, disse ela com a vozinha de peninha. “Agora, você volta pra sua mesa, mas não conta pra ninguém, combinado?”. “Tá, tio, combinado”. “Cuidado aí, não pisa no vômito do piu-piu”. Tinha uma poça de gala no chão e quase ela pisou com seus pezinhos. Resumindo: “Ela bateu punheta pra mim várias vezes, sempre no mesmo local seguro e ainda deu umas chupadinhas que foram uma maravilha. Que boquinha de veludo ela tinha. Numa das vezes que nós nos encontramos, eu abaixei o biquini dela, fiquei de cócoras e coloquei o meu pau entre as nádegas e gozei. Como eu não tinha nada pra limpar, mandei ela direto pra piscina pra dar um mergulho pra lavar a gala que ficou no fundo da calcinha e na bundinha. Quando ela foi correndo, eu vi que a gala começou a escorrer pelas suas perninhas. Eu nunca gozei dentro da sua boca, porque ela imaginava que era vômito do piu-piu. Mas mamar na rola, ela mamou e muito. Dedada na cocotinha não faltava. Ela adorava quando eu tilintava seu grelinho. Ela ficava toda vermelhinha e gemendo baixinho. O piu-piu continuou dodói o tempo todo. Ela até me falou pra eu levar pro médico mas eu falei que não existia médico de piu-piu. Passados mais de 2 anos destes episódios, eu ainda me lembro perfeitamente bem do que eu fazia com ela. Ainda sinto sua boquinha macia chupando a cabeça do meu pau. Ainda vejo suas mãozinhas todas meladas com a minha gala. Sua bundinha branquinha toda melada de porra quente. Meu dedo atolado na fendinha da cocota, tilintando o grelinho. Quando ela mamava na minha rola, parecia que ela estava engolindo um poste de luz. A caceta ficava espelhada de tão dura que ficava. As veias puladas contrastavam com sua boquinha rósea. Ela aprendeu rápido que não devia encostar os dentinho e só usar a linguinha e os beicinhos. Que mamadas maravilhosas ela me proporcionou. Penso que quando crescer, ela vai se tornar uma excelente boqueteira. Pelo menos, bastante experiência ela tem.

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6 Comentários

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  • Responder Assassino de pedófilo

    Você é doente. Eu vou te caçar.

    • FODA-SE

      É SÓ PARAR DE FREQUENTAR ESTE SITE E PARAR DE LER OS CONTOS, SEU HIPÓCRITA PUNHETEIRO E VIADO.

    • Mimimi

      O cara vem em site de conto erótico fictício e vem querer encher o saco, aqui não é twitter não fi, não gostou troca de site.

  • Responder Tarado por novinhas

    Adorei seu conto conta mais

    • RODRIGO

      VOU POSTAR OUTRAS EXPERIÊNCIAS COM NOVINHAS. AGUARDE.

  • Responder Anônimo

    Que delícia hein me manda um e-mail [email protected]