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Manipulada Pela Minha Aluna Sapequinha

1144 palavras | 4 |4.75
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Oi, meus queridinhos. Perdoem a Tia Bel pela demora, é que depois do último relato o paizinho de um dos meus alunos ficou me olhando esquisito e achei que ele pudesse saber sobre a Mili e eu, mas ele só queria me chamar pra sair, talvez até me olhasse há mais tempo e eu que não tinha prestado atenção. Enfim, passado o susto, vamos continuando a história…
Mili continuava ficando na minha casa depois das aulas e eu sentia calores na buceta toda vez que olhava pra aquela criancinha de oito anos e lembrava de suas pequenas mãos passeando pelo meu corpo por cima das roupas, mas me repreendia fortemente e me forçava a fingir que nada havia acontecido. Só que é claro que quando eu precisava dar banho nela, eu ficava morrendo de tesão, além de que eu trabalho muito e é claro que aconteceu de chegar cansada de novo, então deitei com ela pra assistir televisão e peguei no sono.
Não deu outra, logo acordei sentindo a Mili massageando e apertando meus peitos por cima da roupa, ela fazia com muita vontade e era muito gostoso. Depois ela descia as mãoszinhas pela minha minha barriga e acariciava minhas coxas, ela chegava bem perto da minha xota, mas parecia não ter coragem pra por a mão. Eu devia ter fingido que estava acordando e explicado pra ela que não podia fazer isso, afinal, essa seria minha função como professora dela, mas meu tesão foi tão grande que apenas tentei separar as pernas o mais discretamente possível pra não parecer proposital, mas naquela dia ela não tocou com a mão, só deitou em cima de mim com uma perninha no meio das minhas e ficou apertando meus peitos, depois subiu mais e ficou me dando selinhos demorados. Eu estava muito concentrada em não gemer e nem parecer estar acordada pra lembrar de fingir acordar, então só “acordei” com o barulhos de palmas na frente da minha casa quando a Mariana (mãe da Mili) chegou.
Mili levantou no susto saindo de cima de mim e eu acho que fiz uma tentativa ridícula de tentar fingir acordar, fui abrir a porta. A Mariana tava linda e melhor cuidada agora que eu ficava com a Mili e dava tempo pra ela descansar um pouco e se cuidar melhor, isso não vem ao caso agora.
Depois dessa segunda vez eu quebrei minha promessa e tive que me tocar pra aliviar o fogo que aquela menina havia acendido em mim ou ficaria louca. Aquilo me corroía por dentro, mas não dava pra negar o meu tesão naquela criança.
Eu não tive forças pra lutar e comecei a fazer de propósito, dormia só pra acordar com ela me tocando. Depois nem dormia, só fingia pra ter aquelas mãos minúsculas no meu corpo. Demorou apenas algumas semanas pra ficar mais ousada e ficar de regata folgada sem sutiã e short fino sem calcinha, no fundo eu tinha esperança que ela tivesse coragem de tocar na minha xota que ela deixava tão melada e quando acontecesse, eu sentiria melhor com pouco tecido.
Um dia eu estava fingindo dormir e a Mili começou seu ritual de me tocar, mas dessa vez foi diferente, ela mesma empurrou as minhas coxas pra separar e enfiou a carinha no meio das minhas pernas, cheirou com vontade o perfume de xoxota molhada e começou a dar bitocas por cima do short. Segurar os gemidos nesse momento foi a coisa mais difícil que fiz na vida, eu estava suando e respirar normal estava praticamente impossível.
Depois ela ficou do meu lado e enfiou as mãoszinhas pelos braços da regata, brincou com meus biquinhos tocando-os diretamente pela primeira vez e, se já não era delícia o suficiente pra me deixar louca, ela puxou a regata pra cima até deixar meus peitos expostos e começou a lamber e chupar com gosto. Fechei os olhos com mais força e me esforcei pra não me mexer quando de repente ouço o que nunca esperaria ouvir.

– É assim que você gosta, tia Bel?

Todos os meus músculos travaram e minha respiração parou, eu não respondi, ainda na tentativa pífia de fingir que estava dormindo.

– Eu sei que a senhora não tá dormindo, tia. Se não responder, eu vou morder com força. – ela disse arrastando os dentinhos de leve no meu mamilo.

– N-não. – gaguejei abrindo os olhos devagar. – Eu s-só não disse nada pra vo-você não ficar com vergonha.

– Mentira. Eu sei quando você dorme porque a senhora faz um barulhinho dormindo, tia Bel. Mas a senhora finge que tá dormindo porque gosta que eu brinco de safadeza com você. Mas agora você que vai brincar de safadeza comigo.

– Não, Mili, isso não é certo. – Falei com meu coração acelerado.

– Então eu vou mostrar as fotos que tirei pra todo mundo e dizer que você abusou de mim. Eu te gosto, tia Bel, mas eu faço.

– Q-que fotos?

Ela pegou o celular dela, um pocket com a câmera bem ruinzinha, e me mostrou várias fotos que tirou quando me tocava, quando me beijava e eu fingia dormir. Eram de muitos dias diferentes e em algumas ela estava sem camisa ou com a blusinha levantada. A qualidade das fotos era muito ruim, mas dava para notar muito bem que era eu. Eu fiquei muito preocupada porque não havia qualquer prova de que eu não sabia o que ela fazia (até porque eu sabia) e nem que não fui eu quem aliciou e mandou ela fazer (embora deixar também seja grave).

– E nem adianta apagar, tia Bel. Eu sou pequena, mas sou esperta e salvei tudo. A senhora vai brincar comigo a partir de hoje e vai ser muito gostoso.

– Tá bom, eu brinco. Mas você nunca, nunca mesmo vai contar pra ninguém.

– Se a tia se comportar, não precisa se preocupar com nada.

Balancei a cabeça em afirmativa e ela abriu o botão e o zíper do shortinho rosa que tava usando, mas antes que pudesse tirar, a Mariana chegou. Mas a armadilha já havia sido acionada e eu estava presa nela.

Eu não sei se vou contar mais porque depois do susto que tomei, eu to preocupada de continuar me expondo, mas vocês esperavam uma continuação e mereciam que eu me explicasse antes de sumir. Bom, é isso. Um abraço e obrigada por não me julgar.

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4 Comentários

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  • Responder anti-PT

    posta a continuacao

  • Responder Anônimo

    Continue!!!

  • Responder Líviaandressa

    Esta ficando interessante amiga,não parece mas elas sabem chantagear pra conseguir o que querem,toquei minha prima qnd era mais nova,tudo começou como brincadeira,era gostoso mas depois ela queria sempre ou ia contar pros meus pais só depois qnd começou a namorar que parou,
    Qualquer dia eu escrevo o conto rsrs

    • Bel Paz

      Obrigada por compartilhar um pouco da sua história comigo. Mesmo estando já um pouco menos surtada com meu relacionamento com a Mili, ainda é muito surreal pensar que esse tipo de coisa acontece, se não fosse comigo mesma eu nunca ia acreditar.
      Enfim, quando postar coloca o link aqui ou fala o nome pra eu dar uma olhada 😉