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Com o Camionista em Itália

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Olá novamente, já estava a uns dias sem escrever nada.
Quando tinha 23 anos estava sem namorado nem namorada a estudar na faculdade longe de casa da família e amigos, aproveitei uns dias de férias para ir viajar sozinha. Marquei um voo para Milão em Itália com o objectivo de subir para Veneza e conhecer mais algumas cidades. Marquei hotel em Pádua, pois era mais barato que perto de Veneza e dava para apanhar o comboio directo para lá. Ao chegar ao aeroporto de Milão tive um problema, a minha mala foi no porão e por qualquer motivo não chegou ao destino. No balcão das bagagens perdidas ficaram com os meus dados e o hotel em que ia ficar para me entregarem a mala assim que fosse encontrada. O problema foi que a passagem do comboio e (parva que fui) todo o meu dinheiro ficaram nessa mala, apenas tinha comigo a minha identificação e uma nota de 5 euros comigo, isso mal dava para comer algo e para o comboio nem pensar.
Pensei que a melhor maneira seria apanhar boleia para chegar a padova nesse dia ainda, consegui um cartão e com uma caneta escrevi Pádua e esperei que alguma alma caridosa me desse boleia, uma hora depois para um camião pela matrícula vi que era português e perguntou se era só eu, mandou-me subir e fomos os dois.
Carlos era o nome do camionista, tinha uns 40 anos mais coisa menos coisa, era um homem normal não era magro, mas não era gordo, com uns olhos verdes lindos, sempre muito simpático e correto comigo, fomos fazendo o caminho que ainda era longo uns 300 km, o destino dele também era Pádua. Pelo caminho contou-me que era divorciado a cerca de um ano, chegou mais cedo de um viagem e encontrou a mulher na cama com outro homem. Foi uma viagem descontraída.
Chegamos a Pádua pelas 19h, ele como estava a chegar à hora do jantar parou o camião num parque e começou tirar fogão e loiça para fazer o jantar e perguntou se queria jantar com ele, aceitei pois eu também estava a gostar da companhia e já estava a vontade com ele. Ajudei o Carlos a fazer o jantar e jantamos junto ao camião, eu sei não é nada romântico, mas aquele homem estava a ser a minha tábua de salvação.
Depois de jantar, o Carlos pediu licença pois precisava de ir mijar 3 foi para as traseiras do camião, enquanto isso eu estava a pensar, tenho de agradecer a este homem o que fez por mim…
Fui por trás dele e sem ele perceber fiquei atrás dele, que quando se virou apanhou um susto, ele ainda não tinha guardado o pau nas calças, foi quando segurei o pau dele e o beijei na boca, à medida que o beijava ia batendo uma punheta e ia sentindo o pau dele a crescer nas minhas mãos… Fui descendo, até ficar de joelhos a mamar aquele caralho que tinha uns 18cm e era grosso. Aquele cheiro a macho estava a deixar a minha coninha molhadinha eu estava a ficar cada vez com mais tesão. Ouvia o Carlos.
– Tens uma carinha de santa, mas mas mamas como uma puta, chupa-me o caralho.
Que tesão…
Ele agarrou-me pelos braços e fiquei de pé encostada ao camião, ele começou a levantar a minha t-shirt, afastou o soutien e chupou-me as tetinhas, apertava uma e chupava a outra, com a outra mão começou a subir-me a saia até chegar a minha coninha molhada. Fiz força nos ombros dele, até ele descer com a boca e me chupar
– Chupa, que a minha cona precisa de uma boa língua. Cabrão sabes mesmo o que uma mulher gosta.
– Vamos para dentro do camião que estamos mais à vontade, que isto ainda não acaba aqui.
No camião com as cortinas fechadas fomos para a cama.
– Deita-te Cabrão quero mamar essa verga mais uma vez.
Voltei a mamar aquele belo caralho. Só ouvia o Carlos a gemer
– Hummm chupa puta, que eu estou quase a vir-me.
– Quero leitinho na boca.
– Vais ter, não pares de chupar vaca.
Até que o senti a vir e a encher a minha boca de leitinho quentinho.
– Vais engulir?
Abri a boca para ele ver a esporra dele dentro da minha boca e de seguida enguli.
– É a minha sobremesa favorita
Respondi a rir e continuei a brincar com o pau dele que ainda estava meio duro.
– És tão puta Cátia, mas ainda tenho mais leite para dar.
– E quem disse que eu queria parar por aqui? A minha cona está com fome de caralho… E eu gostei muito do teu…
E voltei chupar o pau dele ainda meio duro, ele virou-me e começou a chupar-me novamente, estávamos num delicioso 69.
Senti o pau dele a endurecer a medida que o chupava, até que parei de o chupar e sentei na cara do Carlos.
– Carlos
– Sim catia
– Fode-me
E fiquei que 4.
Ele aproximou-se e meteu na minha coninha, agarrou as minhas ancas e começou num vai e vem lento no início, humm estava tão bom.
– Esta tão bom, fode-me, não pares, isso… Dá-me, quero mais desse caralho bom dentro de mim.
– Cona tão boa que tu tens, toma puta.
-Simmm fode-me a Cona, que ela gosta do teu caralho, fode-me bem fudida cabrão.
– Nunca apanhei uma putinha como tu.
– Fala menos e fode-me mais.
O Carlos acelerou e começou com mais força, até que tirou e deitou-se no colchão.
– Agora senta aqui em cima, vais cavalgar um bocadinho.
Sentei de frente para ele naquele caralho duro que tão bem me fodia e comecei a cavalgar.
Até ele agarrar em mim e me deitar em cima dele e começar a chupar as minhas tetas.
Virei-me no colchão precisava de descansar as pernas, ele veio por cima e não parou de meter em mim, eu já tinha perdido a noção do tempo, mas nem queria saber de mais nada.
Ele tirou fora o pau e lentamente começou a meter e a tirar, eu cada vez mais maluquinha com aquele maxo. Agarrei o pau dele e direcionei para a entrada do meu cu.
-Ai também queres no cu?
– Quero…
– vais aguentar?
– Fode-me o cu, quero a tua pixa gorda a fode-me o cu.
Respondi enquanto fazia cara de menina safada.
Ele levantou-me as pernas e começou a enfiar no meu cu.
Deve ter estado assim uns 5 minutos até já não aguentar mais.
– vou-me vir Cátia, vou encher o teu cu de puta com a minha esporra.
– Dá-me leitinho, enche o meu cu de esporra boa.
Mal acabei já tinha o cu cheio de esporra quentinha.
Quando tirou o pau de dentro de mim ainda dei uma chupadela para limpar o resto do leite que ainda tinha.
Descansamos um bocado e por volta da uma da manhã ele me acompanhou ao hotel, perguntei se ele queria subir para tomar um banho quente, ele aceitou….
Enquanto eu preparava as minhas coisas o Carlos foi tomar banho e como forma de despedida fui ter com ele ao chuveiro e voltei a mamar o pau dele, que rapidamente ficou duro na minha boca e mamei até ele me encher a boca de leitinho novamente.
Após isso ele foi embora e eu fui dormir.
Até ao memento tinha sido a minha melhor foda, que até hoje não esqueço.

Beijo a toda(o)s

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1 comentário

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  • Responder casal mar

    Bonita passagem, que menina atrevida…