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Papai também quis me fuder

1681 palavras | 16 |4.56
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Continuação do conto “No colinho do papai

Esperei meu pai a madrugada inteira. Deitei peladinha ansiosa pra ele vir socar a rola no meu buraquinho, mas ele não veio. Então tive que me virar. Enfiei o travesseiro entre minhas pernas e dormi só depois de gozar me esfregando nele. Não sei o que estava acontecendo comigo, mas agora eu só pensava em trepar. Nem fazia as lições da escola direito, mal dava atenção pras minhas amigas, porque só ficava pensando em chegar em casa e ter alguém pra me fuder, podia ser meu papai, meu titio. Ai, eu suspirava de vontade de ter um macho me comendo. Mas um macho de verdade, com rola grossa, grande e não esses meninos sem graça da escola. Depois de tomar banho de manhã, fui para o café da manhã e antes de entrar na cozinha, ouvi minha mãe falar ao telefone com a amiga dela “Desculpa, vou chegar um pouco atrasada pra nossas compras. O Beto estava louco essa noite, me comeu a noite toda. Até perdi a hora…mas vou tomar café agora e a gente se encontra pra aproveitar a folga”. Senti muito ciúme ao ouvir isso. Meu pai se esfregou na minha bucetinha e no final preferiu comer minha mãe? Fiquei revoltada e nem dei bom dia pra ele, quando ele apareceu. Acho que ele ficou com medo de eu estar traumatizada e ficou me bajulando o café da manhã todo mas sequer abri um sorriso. Mamãe me levou pra escola e foi curtir sua folga. O dia na escola foi péssimo e acabaram ligando pro meu pai, pedindo pra ele ir na escola, assinar minhas botas baixas. E quando fomos embora ele reclamou – Leila, você só estuda. Não faz mais nada. Por que tirou tantas notas baixas? – Falou bravo – Eu vou melhorar – Respondi – Você tem que melhorar. Vai ficar de castigo por isso – Continuou sério e entramos no carro. Ele veio me buscar com o carro da empresa que era todo insufilmado e logo fui falando – Se você me deixar de castigo, eu conto pra mamãe o que você fez comigo – Ameacei e ele arregalou os olhos – E se eu não te deixar de castigo? – Perguntou descarado – Aí eu não falo – Respondi e ele deu uma risadinha – Você tá ficando esperta filhinha – Deu um sorriso, depois ligou o carro e seguiu para um caminho diferente de casa, mas não falei nada. Logo estacionou em um lugar mais deserto e desligou o carro – Por que estamos aqui? – Perguntei – Vamos conversar – Soltou o cinto – Passou sua vontade de meter as coisas na bucetinha? – Se aproximou e beijou minha bochecha. Não respondi nada e ele passou a mão por minha barriguinha – Me conta – Sussurrou depois lambeu minha orelha. Fiquei toda arrepiada e minha xaninha melou na hora – Não passou… – Falei baixo – E você meteu alguma coisa nela? – Beijou meu pescoço – Não pai… Eu fiquei te esperando – Falei inocente e vi a rola dele marcar na calça – Não deu pra ir te ajudar filhinha, mas agora vamos resolver isso – Colocou a mão embaixo da minha blusinha e apertou minha tetinha – Você preferiu comer a mamãe – Reclamei – Eu prefiro você princesinha. Meti nela com vontade de ser você – Sua voz grossa me seduzia – Sua bucetinha é pequenininha, deve ser tão gostoso guardar rola dentro dela, o papai pode mexer nela? – Ele falava tão safado mas mesmo sabendo que isso era muito errado, eu abria as perninhas e concordava com a cabeça – Abaixa a calcinha pro papai – Ele mandou e abaixei – Hummm, agora mexe aqui – Puxou a pica pra fora e colocou na minha mão. A apertei e ele gemeu – Isso filhinha, passa a língua – Mandou e fui fazendo igual aprendi com o titio. Lambia as bolas dele, depois a extensão do pau e chupava a cabeça. Depois fui metendo tudo na boca e papai enlouquecia. Eu mamava naquela rola sem parar e engasgava com a pressão que ele fazia em minha garganta – Agora põe os peitinhos aqui – Ele puxou meus braços e me ensinou o que era espanhola. Segurei firme meus peitinhos e brincamos neles – Agora me mostra essa buceta – Papai mandou e me virei no banco. Encostei as costas na porta e arreganhei as pernas pra ele. Ele empurrou dois dedos no fundo da minha bucetinha – Você nem tem mais cabacinho, por isso que fica louca pra fuder – Falou safado e comecou a bombar os dedos na minha xaninha. Ele mamava meus peitinhos e socava os dedos com raiva falando que eu era uma puta por não te mais cabaço. Eu gemi e gozei na mão dele umas duas vezes porque ele não parava de mexer no meu grelo – Ai papai que gostoso – Puxei os cabelos dele – Quem tirou seu cabaço? – Ele puxou meu cabelo e perguntou mordendo minha boca, mas não respondi – Quem fudeu sua buceta Leila? – Me apertou – Foi um menino na escola pai – Menti – Piranha, fica dando pra esses moleques na escola. Agora você vai aprender o que é rola de macho – Deitou o banco do carro totalmente e mandou eu deitar de bruços. Levantei o rabinho e meu pai veio por trás. Deitou em cima de mim e ficou esfregando a cabeça da rola no meu buraco – Minha xaninha ainda é apertadinha papai, eu dei pouquinho – Eu falava e ele ficava louco. Encheu minha bunda de tapa – Pega na rola do papai, sente o tamanho dela. Vai te arrombar – Levei a mão entre minhas pernas e senti aquela tora pulsando, era grossa e grande, com a cabeça melada. Lembrei do titio, punhetei um pouco e encaixei na minha grutinha toda babada. Papai empurrou forte e abracei o banco do carro pra aguentar a foda. Ele grudou no meu corpinho e bombou a rola dentro de mim sem dó. Meu paizinho tinha a pica muito grossa e me rasgava inteirinha. Eu gemia alto igual uma cadelinha. O carro balançava e os vidros já tava todo embaçado. Minha buceta era apertadinha e o cacete dele escorregava pra fora. Então ele o segurava e encaixava de novo. O barulho das bolas dele batendo com força em mim, ecoavam no carro. Ele virava meu rosto e fazia eu dar e beijar ao mesmo tempo. Era delicioso isso e eu gemia nos lábios dele. Nunca imaginei que meu pai tão carinhoso e protetor, no fundo fosse um tarado. Agora eu entendia o jeito que ele me sentava no colinho e as vezes que me ajudava tomar banho direito. De certo papai sempre quis minha bucetinha e agora tava feliz gemendo igual um tarado no meu ouvido e dando uma surra de pica na sua filha única … que já aguentava rola. Gozei na pica do papai e trocamos de posição. Ele voltou a sentar no seu banco e fui pro seu colinho. Eu já tava acostumada a cavalgar na rola do titio, então facilmente montei no meu papai. Abracei seu pescoço e fiquei gemendo igual uma putinha. Eu sentava forte pra rola entrar até o fim e meu pai mexia no meu cuzinho – Vagabunda você senta gostoso – Socou o dedo no meu cuzinho e gemi alto – Sua pica é gostosa papai – Mordi o rosto dele – Quer leitinho dentro da buceta? – Perguntou safado – Quero papai – Sorri e ele apertou minha cintura, rebolei muito, minha xaninha ficou toda esfolada porque papai não cansava, ele metia o caralho muito rápido, depois devagar e então alternava os movimentos. Minha rachinha aguentava tudo, os lábios dela tavam arregassadinhos com aquela tora no meio deles. Ele segurou a blusinha do meu uniforme pra cima e chupou de novo meus peitinhos também. Depois mexeu no meu grelo e meu liquido molhou ainda mais a rola dele – Ahhh papai gozei de novo na sua rola – Falei desesperada e ele me apertou – Agora é o papai que vai gozar na sua buceta – Ele me apertou contra si e jogou uns quatro jatos de porra bem no fundo da minha buceta. Melando meu utero. Fiquei tremendo no colo do papai – Minha xaninha tá até doendo – Falei baixinho – Você fode igual mulher – Falou beijando meu pescoço – Mas eu só tenho quinze aninhos papai – Respondi inocente e ele me deitou no meu banco – O pai vai cuidar da sua xaninha, putinha novinha – Falou safado e beijou minha boca. Ficou brincando com a minha lingua enquanto massageava minha bucetinha, até me deixar bem relaxada. Achei que ele fosse me levar pra casa, mas quando algumas pessoas começaram a circular por perto de onde estávamos, ele ligou o carro e andou para outro local. Então me mandou virar de ladinho, segurou minhas tetinhas e mandou rola pra dentro de mim até gozar outra vez. Voltei pra casa toda fodida com a buceta ardida de tanto aguentar cacete grosso entrando. Papai passou na farmácia e comprou anticoncepcional pra mim, disse que agora eu tinha que tomar direitinho porque ele ia me fuder todo dia e só ia gozar dentro. Quando cheguei em casa tomei banho e dormi a tarde toda. Papai me defendeu quando minha mãe descobriu minhas notas e reclamou que dormia ao inves de estudar. Ele respondeu que eu estava em fase de crescimento tinha que descansar mesmo. Mal ela sabia que eu tava descansando era de tanto ser feita de putinha.

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16 Comentários

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  • Responder comedor de novinhas

    Muito gostoso ter uma novinha assim pra comer a bucetinha e o cuzinho dela. Sou um coroa de 50. Se você novinha aqui de São Paulo, estiver afim, me adiciona no meu email: [email protected]:m

  • Responder Empresario

    QUERO UMA PUTINHA IGUAL EU PAGO BEM [email protected]

    • Empresario

      SAO PAULO PREFERENCIA NA ZL PENHA

  • Responder Thaynara

    Uma maravilha

  • Responder Lola

    Delícia de conto!

  • Responder Felicio

    Excelente conto

  • Responder Convid

    Queria ter uma filhinha assim q nem vc.
    Pra podr trepa todo dia

    • Anonimo

      Buceta gostosa

  • Responder Sidy

    Real? ou Fictício?

  • Responder Lily

    Conto delicia. Continuação perfeita parabéns!

    • vava

      em como vai

    • vava

      bom dia tudo bem muito bom mesmo

  • Responder Rafaella

    Miga.. sua linda.. que delicia… muito gostoso seu conto… beijos

    • vava

      oi tesao

  • Responder W.G.

    Continuaaa

  • Responder Paulo

    Gostei muito do seu conto.
    Fiquei com vontade de socar em você tambem.
    Tem mais transas com o tio e com o pai?

    Beijos