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Na casa de praia de um amigo

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Sou eu Carol, andamos um pouco afastado devido aos compromissos, mas me aconteceu quando fomos para a casa de praia de um amigo.
Eu e meu marido fomos para a casa de praia de um “amigo” dele no carnaval, com mais outros dois amigos e uma amiga nossa, que se arranjou com outro cara e ficou na casa dele. Éramos, então, o único casal, o resto caras solteiros. Não deu praia porque choveu muito, mas haviam vários blocos na região. Curtimos bastante e no último dia de carnaval, aproximadamente 1 da manhã, meu marido estava completamente bêbado e voltamos pra casa eu, ele, e o amigo anfitrião. Subi com ele para o quarto em que estávamos, no segundo andar, e ele apagou quase que instantaneamente. Roncava alto. Fiquei muito decepcionada porque eu estava com muito tesão, o que é normal pois tenho 26 anos, e o clima do carnaval acende ainda mais isso. Cansei de ter várias mãos na minha bunda durante os festejos,, sempre tinha alguém passando a mão nela. Não vou mentir, sei que sou bonita e me sinto desaforada quando não transo, porque eu sei que muitos outros homens não iriam desperdiçar a chance. Quando sou cantada na rua – e não é raro – , adoro e muitas vezes saia com o macho mais atrevido e gostoso.
Desci pra sala, e quanto cheguei lá o dono da casa, “amigo” do meu marido estava batendo uma punheta, sozinho e o pau dele era simplesmente enorme.
Agora vou resumir porque se eu descrever muito vou ficar excitada demais pois estou justamente tendo problemas por relembrar muito e não conseguir parar de pensar nisso.
Eu me assustei e questionei ele estar nu ali, e ele alegou com cara de sacana que “tava em casa” e “pensou que não tinha problema” (ele sabia que eu ia voltar pq sempre desço pra pegar água e levar pro quarto antes de ir tomar banho lá em cima e dormir de vez). Fiquei muito sem graça.
Ele subiu para o quarto onde estava meu marido e trancou a porta pelo lado de fora, deu a entender ao descer o mostrar a chave rindo(Sói que ele não sabia que eu era bem puta e já tinha transado com outros amigos dele). Quando ele descia as escadas e vi a pau dele de baixo pra cima fiquei ainda mais abismada com o tamanho. Não era o tipo bonitão, era um cara normal, mas o pau dele me fez perder completamente a compostura. Ele colocou a chave na mesa e falou, enquanto segurava orgulhoso aquela pica que obviamente ele sabe que é enorme: “Amor, ajoelha e mama, vem. É carnaval.”
Eu tinha sim bebido alguma coisa mas não vou colocar a culpa nisso não, porque eu estava muito lúcida. Só estava naquela fase sem reflexo e corajosa. Simplesmente agachei e abocanhei ele, com muita água na boca, sem falar nada e sem pensar. Quando dei por mim estava chupando aquele caralho gostoso, ele me xivava xingada e com a buceta totalmente ensopada.
Eu tava de saia, agachada, mamando e como não tinha perigo do meu marido conseguir abrir a porta, levantei, joguei ele no sofá com aquele pau enorme apontando pra cima, tirei a calcinha que tava ensopadíssima e o safado pegou ela e lambeu o excesso. Sentei de frente pra ele. Eu tava tão melada e o pau tava com baba tão grossa da minha boca, que a pica escorregou todo de uma vez só na minha buceta. Ela engoliu aquele pau enorme com uma facilidade assustadora e senti bater muito fundo, de repente, em uma só estocada
Ele me puxou pelas bandas da bunda e deu três colocadas fundas. Quase morri de prazer e ele ficou parado, pressionando e pulsando aquele pau dentro de mim. Eu tava totalmente descontrolada, forçando pra levantar e sentar de novo e ele me pressionando no colo. Isso me deixou doida. Lembro exatamente a sensação do meu corpo sem ter pra onde fugir e meu cu começando a piscar involuntariamente, como se o prazer não tivesse pra onde ir.
Nisso outro amigo chegou da rua. Quando escutei a porta bater, ´pensei logo um é bom dois melhor ainda. Eu tava tão focada no prazer que esqueci de me preocupar com os outros que poderiam vir de fora. Levei um susto quando escutei do dono da casa, que me comia, a frase “pode vir, não pega nada não. Ela é PUTA mesmo. Põe pra mamar que ela gosta muito de babar pica dura de macho”
Olhei incrédula para o sacana sem sair de cima dele, com o pau todo dentro ainda. Quando dei por mim, percebi que estava rebolando instintivamente. Foi quando soltei em alto e bom som “foda-se” e comecei a sentar com força, de costas pra porta de onde veio o outro amigo.
Olhei de rabo de olho, e ele tava batendo punheta olhando a cena. Ele é o mais novo deles, tem uns 19 anos. Passaram uns dois minutos e ele tomou coragem, deu a volta no sofá, ficou de frente pra mim enquanto o outro fodia, e ficou com o pau duro punhetando enquanto eu quicava e olhava pra ele por cima do ombro do macho que tava me arrombando, estava uma delicia e não queria perder aquele prazer que estava tendo.
Eu simplesmente abri a boca com cara de pidona, enquanto tomava estocadas na buceta, e ele se aproximou. Nunca vou esquecer o que ele fez quando fui abocanhar o pau (médio e gostosinho). O pau tava tão duro que quando encostei a língua na cabeça, ele pulsou e fugiu da minha boca. O safado aproveitou e balançou levemente o pau pra os lados tirando da reta, me colocando igual uma cachorra faminta seguindo o pau com a cabeça tentando pegar. E consegui. Botei todo na boca e puxei e abracei ele pela bunda pra não fugir mais, e pra mostrar como eu gosto de mamar. Me sufoquei por muitos segundos e já tirei o pau da boca babado daquele jeito respirando fundo e rindo igual uma piranha enquanto a baba caia.
Eu tava ali com dois caras, como digo sempre um é bom, dois é ótimo e se tiver um terceio uma loucura. Tava muito bom.
Nesse momento eu já tava tomando dedada no cu do puto que me comia, e eu piscava o rabo igual uma louca com ele todo empinado enquanto sentia aquele pau gigante destruir minha buceta por baixo. Meu cu, que já piscava antes involuntariamente, agora tomando dedada, mordia forte o dedo dele.
Vou tentar resumir porque já estou com muito tesão, melada, contando (e esse não era minha intenção quando comecei a escrever.
O terceiro amigo, negro muito definido, chegou e dessa vez a cerimônia foi menor. O que me comia falou de forma muito sacana (ele tem um jeito muito debochado) algo parecido com: “fala a senha – é carnaval – que você come a mulher do amigo. Hoje ela é a puta da rapazeada.”
Eu já não estava em condições de resistir e de fato, era a maior das putas naquele momento. Foi natural que ele viesse e pincelasse o pau (que tinha um tamanho intermediário entre os dois que ali estavam, portanto, era grande) no meu rabo. Eu tava com o cuzinho muito exposto e empinado enquanto sentava na tora. Desde quando eu era solteira sei que minha bunda enlouquece os machos, e adorava. geralmente estou com marquinha de biquíni e o cuzinho é muito rosinha.
As dedadas que tomei no cu e o tesão que eu tava sentindo me deixaram totalmente pronta para liberar a bundinha.
Mais uma vez fui puta ao ponto de tomar atitude. Eu já estava certa de que queria duas picas dentro de mim. Peguei baba grossa que eu tava fazendo no boquete (o chão já tava completamente melado de tanto que eu babo e particularmente me garanto na garganta profunda) e passei no cu. Aquela baba grossa foi mais do que o suficiente. Nem olhei pra cara dele, nem falei nada. Só pisquei o cu chamando. O safado colocou a piroca, devagar e firme, sem recuar, e eu delirei na hora. Foi uma sensação MARAVILHOSA, eu era viciada em tomar duas picas uma na buceta e outra no cu ao mesmo tempo, desde minha primeira vez com meus primos, adorei e gosto sempre. Tudo ali dava muito tesão, e o puto que tava comendo meu cu falou: “Já arrombaram o cu da mulher do amigo, né? Entrou fácil. E a branquinha com essa carinha de menininha santa. Eu sabia que ela gostava de pica nesse rabo”
Aquele diálogo pervertido e minha posição de objeto e papel de VAGABUNDA me deixavam cada vez mais louca. Realmente, entrou muito fácil pq eu tava com muito tesão, e eu já no clima da sacanagem, falei pra provocar: “Ninguém aqui ainda tinha comido meu cu não. É que eu tô bem puta mesmo. Aproveita o cu da menina santinha, aproveita?”. Ele enlouqueceu e comeceu a me enrabar com energia me xingando de tudo. Dei uma olhada pra trás e aquela pele preta batendo e esborrachando a minha pele branquinha fizeram um contraste lindo. Fiquei ainda mais louca. O puto comendo meu cu falou:
“tava triste porque não deu sol pra você poder mostrar esse rabo branco engolindo seu biquini na praia né? Toma puta, agora engole pica preta com o cu”. Pirei e entrei totalmente no jogo:
“Então o cu da sua puta branca, come pauzudo! Aproveita porque sou santinha, hein!”
Nisso, o menino mais novo calou minha boca com a piroca. Voltei não só chupando mas também sambando com minha língua naquela pica de todos os jeitos, enquanto era preenchida em todos os buracos, e tava em outro mundo de tanto prazer. Com a pica na boca, coloquei a língua pra fora, por baixo, e comecei a mexer muito rápido. Alcancei o saco com a língua enquanto chupava o pau. Alguém – que não sei nem quem – perguntou se queriam revezar. O amigo que eu tava chupando disse que não ia trocar o boquete por nada. Falou que era o melhor boquete que ele já tinha ganhado. Meu ego foi ao céu.

E agora estava eu ali, na sala, tomando pica dura na buceta, no cu, e pagando boquete, com os amigos do meu marido. Eu me sentia muito puta. Sabia que estava adorando e queria mais. O amigo mais novinho que tava me dando de mamar jorrou MUITA PORRA sem avisar, me puxando pelo pescoço, como se faz com uma puta de quinta, e eu engoli tudo enquanto tomava pressão de duas picas grandes nos buracos. Sentia meus buracos quentes. Eles literalmente estavam me esquentando nas pirocas. O pau na buceta era tão grande que eu sentia os lábios da buceta encharcada sendo puxados para fora e voltando em uma barulheira de pau entrando em buceta molhada. Sentia uma sensação muito boa e me sentia uma puta, uma vadia, com o cu preenchido, aquela pica até o talo com bolas batendo, e eu sentindo zero dor. Fiquei com aquele gosto bom de porra entranhado na garganta e o pau do mais novinho não ficou mole na boca. Continuei chupando, me sentindo o mais puta possível sendo abatida de todas as formas, por todos os lados. Foi rápido até eu sentir que ia gozar naqueles paus duros igual uma louca. Uma sensação maravilhosa, os paus indomáveis e eu simplesmente solta no meio deles. Não tinha ordem certa: um entrava, outro saia, os dois entravam ao mesmo tempo, os dois saiam, e eu vulnerável. O puto que comia minha buceta ainda chupava meu peito. Meu clitóris estava enorme COMO NUNCA. Reparei que algo forte além do normal estava vindo quando eu parei de controlar minha boca no boquete. Eu simplesmente parei de comandar meu corpo. Entrei em êxtase e agora eu me babava involuntariamente, sem chupar. Era como se eu estivesse ficando desacordada. Simplesmente saí do ar e minha consciência entrou em outro plano. Senti um frio que vinha da espinha, e terminava se dividindo pelo corpo todo, por fim dando poderosos espasmos no cu e na buceta, espasmos que nunca senti antes!
Me contraí e gozava igual uma louca enquanto meu corpo tentava expulsar os paus da minha buceta e meu cu. Nisso os machos (sob comando de um deles que não lembro quem porque eu estava delirando) socaram juntos, até o talo, e mantiveram as picas com força dentro de mim. Pirei, porque a cada contração que eu dava sem conseguir expulsar as pirocas, sentia ainda mais elas dentro de mim, duras demais, e , provocada e preenchida, voltava a me contrair estimulada começando de novo o prazer enorme. Talvez seja o que chamam de orgasmo múltiplo. Os machos começaram a rir, percebendo e sentindo o que tava acontecendo, afinal, minha buceta e meu cu mordiam e tentavam expulsar eles e eu tava me babando toda sozinha, revirando os olhos, acho. Eles me colocaram em looping e aquilo durou um tempo absurdo para um orgasmo.
Comecei a soltar muito líquido pela buceta, perdi o controle total. Simplesmente saiam jatos com muita pressão. Foi muito mágico. Tentei aproveitar o impacto e a pressão do jato pra dar um ultimato de tirar o pau imenso da buceta, mas o macho que tava comendo meu cu me pressionou pra baixo de novo pelos ombros, me mantendo presa atolada nas picas e gritou “fica aí que tô esporrando dentro do seu rabo, vagabunda”. Continuei gozando e inundando com o líquido que descia da minha buceta o sofá e o amigo da pica imensa que àquela altura já “morava” com seu cacete enorme dentro de mim. Fui parando de contrair e perdendo as forças, quase desmaiando de prazer mesmo. Senti a tora leitando meu cu e quando, em ato inútil, tentei mexer a perna para sair, o macho que comia minha buceta gritou “toma, puta”, e também começou a gozar, desencadeado por aquele simples movimento meu. Foi quando percebi que a estratégia que ele tinha de me prender era porque aquela tora não tava aguentando bombar minha bucetinha gulosa sem me dar porra quente. Meu ego novamente voltou a inflar muito. Eu precisava disso..
Fiquei ali ,entregue, totalmente parada enquanto os machos terminavam de me encher de porra pelos dois buracos, sentindo o leite quente me invadir com o rosto apoiado no encosto do sofá, fraca por completo, enquanto o menino que antes eu mamava agora se punhetava olhando minhas caras e bocas de puta que “sofria” de tanto gozar naquelas toras. Ele exclamou:
“desmaiaram a puta na piroca, vocês são foda”.
Nisso o menino se aproximou um passo e eu, já puta instintiva e consciente do meu papel de putinha de ganhar porra quente de todos os “amigos”, arreganhei a boca com a língua pra fora, toda grogue e soltei com minhas últimas forças, quase que em grunhido, a frase “dá leitinho pra putinha, dá?”. Ganhei mais porra dele na cara e na boca, e um baita tapa na cara que me encorajou a cair pro lado, no sofá, soltando meu peso. Os machos finalmente me deixaram sair da pica deles e me jogaram igual uma boneca no sofá. Me senti completamente vazia sem aquelas picas, quase oca por dentro. O pau de ambos estava com porra, e me fizeram limpar. Quase zerada de energia, fiz um carinho delicado com a boca enquanto sugava limpando as picas. Aquele cheiro de putaria e resquício de porra que limpei foram a chave de ouro.
Foi DISPARADA uma das melhor foda da minha vida, e sequer mudei de posição enquanto tomava pica, o que foi muito louco e gostoso. Cada um assumiu seu papel e ficou, e estava tão gostoso pra todo mundo que ninguém quis trocar.
Simplesmente apaguei ali mesmo, totalmente usada, esporrada, aberta, sem ter sequer forças para pensar.
Cochilei coisa de 30 minutos e fui acordada com as três picas duras batendo no meu rosto. Parecia um sonho, mas não era. Continuei sendo fudida, desta vez sim, com revezamentos. Tava todo mundo com muito tesão fui muito usada, gozei muito e engoli muita, muita porra até as 6 da manhã. Deixei eles secos e nas últimas gozadas já não saia mais nada.
Foi um ou senão o melhor carnaval que passei, sendo puta de três machos, adorei e adoro sempre.l

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1 comentário

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  • Responder OContadorAmante

    Achei um pouco extenso o texto, mas um ótimo relato. É de digitar com a mão esquerda, porque a direita já tá garantindo uma punheta.
    O jeito como você descreveu essa esposa putinha me fez lembrar uma atriz pornô maravilhosa chamada Blanche Bradburry. Vi ela toda nesse conto. Já espero mais contos teus!